Laudo sobre a morte de Patrícia Aline é concluído e entregue para Polícia Civil

Inquérito deve ser terminado até o fim da semana. Suspeitos do crime estão presos na Casa de Prisão Provisória de Palmas.

O laudo sobre a morte de Patrícia Aline dos Santos foi concluído pela Polícia Científica. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o documento será entregue para o delegado responsável pelas investigações nesta segunda-feira (20).

O inquérito sobre o crime deve ser concluído até o fim da semana. O ex-namorado da vítima, Iury Italu Mendanha, é o principal suspeito do crime. Ele está preso na Casa de Prisão Provisória de Palmas junto com Silas Barreira, que é suspeito de envolvimento.

Segundo o delegado Israel Andrade, o inquérito deve indiciar Mendanha e o amigo dele por feminicídio. O advogado de Silas Barreira, Francisco pinheiro, disse que o cliente teria apenas auxiliado o amigo a fugir. A defesa de Iury ainda não se manifestou sobre o caso.

Patrícia Aline foi encontrada morta em um matagal na quinta-feira (9), perto de um shopping, na quadra 107 Norte, em Palmas. Dias antes do crime, ela pediu ajuda para uma amiga pelo WhatsApp, afirmando que o namorado queria matá-la. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Palmas.

Patrícia morava em Palmas há cerca de um ano e trabalhava como consultora de beleza. O corpo da jovem foi enterrado em Serrana (SP) no último sábado (11).

Mendanha e Barreira foram presos em Campos Lindos, no norte do estado, na semana passada. Em um vídeo feito pela polícia, Mendanha aparece confessando ter matado a ex-namorada. Ele diz que cometeu o crime após uma traição e ainda detalhou como agiu.

Silas Barreira (Esq.) e Iury Italu Mendanha são suspeitos de cometer o crime (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

O caso

Patrícia foi encontrada com marcas de tiros. “Na nossa linha de investigação, o principal suspeito do crime é o atual namorado da Patrícia, o Iury. Várias testemunhas apontam que era um relacionamento conturbado. E que eles tinham terminado e voltado, então ele descobriu que ela tinha ficado com alguém, não gostou e passou a ameaçá-la, inclusive com um revólver. Há vários pedidos dela de socorro, reclamando da agressividade do Iury”, disse o delegado Israel Andrade, responsável pelas investigações.

Dias antes do crime, a jovem também havia pedido ajuda à amiga e afirmou que estava com medo que o namorado a matasse.

Câmera de segurança

Iury e Silas aparecem em um vídeo horas antes de a jovem ser encontrada morta. Nas imagens, gravadas pela câmera de segurança de uma padaria, é possível ver que Iury chega à casa de Patrícia acompanhado pelo amigo.

No vídeo, Iury chega dirigindo e desembarca sozinho do carro. Ele chama Patrícia na porta e os dois conversam por alguns minutos até que o homem, que seria Silas, também desce do veículo. Os três ficam no local por mais alguns minutos e voltam para o carro juntos, desta vez com Iury no banco do passageiro e Patrícia no banco de trás.

A jovem parecia tranquila e chegou a abraçar o suspeito durante a conversa. Amigos de Patrícia disseram à polícia que ela usou a mesma roupa durante todo o dia, o que pode indicar que ela não esperava a visita e não estava preparada para sair de casa. O vestido é o mesmo com o qual ela foi encontrada morta.

G1 Tocantins.

Patrícia entrou no carro com ex-namorado e um amigo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Pai ameaça filho de morte e arrasta menino pendurado na janela de carro

Criança de sete anos foi salva pela mãe.

Segundo o portal TN Online, o suspeito foi até a residência da ex-mulher e chamou pelo nome dela. Sem resposta, ele chamou o menino, que foi ao seu encontro. Após colocar a criança dentro do carro, ele começou a agredir a criança no rosto. A mãe tentou impedir as agressões, mas o ex-marido arrancou com o carro. O homem teria ameaçado o menino de morte, dizendo que iria jogar o corpo dele em um rio.

Em seguida, o pai voltou até a residência da ex, que tentou, desesperada, tirar o menino pela janela – já que a porta do carro estava trancada. O pai acelerou o veículo, e o menino ficou pendurado pela janela. A mãe correu ao lado do carro para tentar impedir que a criança caísse. Finalmente, a mulher conseguiu resgatar o filho.

Com ferimentos no rosto, o menino foi socorrido e levado ao Pronto Atendimento do município. O suspeito fugiu e ainda não havia sido encontrado até a manhã desta segunda.

Por noticia ao minuto

Juiz pede enterro ‘digno’ para bebê achado morto em escaninho e que está há 2 anos no IML; mãe foi condenada pelo crime

Jesseir Coelho de Alcântara pediu providências ao MP e à defesa de Márcia Zaccarelli, condenada por matar recém-nascida, em Goiânia.

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) solicitou ao Ministério Público Estadual (MP-GO) e à defesa da professora Márcia Zaccarelli, condenada pela morte da filha recém-nascida que teve o corpo escondido em escaninho, em Goiânia, pediu providências para que o corpo da criança, que está há 2 anos no Instituto Médico Legal (IML) da capital, seja sepultado de forma “digna”.

O ofício com o pedido, divulgado nesta sexta-feira (10), foi feito pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri da comarca de Goiânia na segunda-feira (6). No documento, o magistrado relata que só descobriu durante o júri de Márcia que o corpo da recém-nascida não havia sido enterrado.

G1 entrou em contato por telefone às 12h40 desta sexta-feira com o advogado de Márcia, Paulo Roberto Borges da Silva, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta reportagem.

G1 também entrou em contato com a assessoria de comunicação do MP-GO, que informou, por telefone, que está checando se o ofício já foi recebido e quais serão as providências a serem tomadas pelo órgão a partir do recebimento.

Juiz Jesseir Coelho de Alcântara enviou ofício ao MP e à defesa de Márcia (Foto: Vitor Santana/G1)Juiz Jesseir Coelho de Alcântara enviou ofício ao MP e à defesa de Márcia (Foto: Vitor Santana/G1)

Juiz Jesseir Coelho de Alcântara enviou ofício ao MP e à defesa de Márcia (Foto: Vitor Santana/G1)

Márcia Zaccarelli foi condenada no último dia 1º de agosto a 8 meses de prisão pela morte da filha e foi absolvida da acusação de esconder o corpo da bebê no escaninho do prédio durante cinco anos.

A mulher chegou a ser presa, em agosto de 2016, quando o ex-marido encontrou o corpo do bebê, e, após ser detida, confessou em vídeo que a matou e escondeu o cadáver no local, versão mudada por ela no dia do julgamento. Ela ficou 51 dias presa e, há dois anos, responde ao caso em liberdade.

De acordo com Jesseir Alcântara, o corpo da criança está no IML desde o dia em que o ex-marido da professora o encontrou no escaninho do prédio. Ele afirma, no documento, que a Justiça só tomou conhecimento de que a bebê não havia sido sepultada durante o júri popular, data em que solicitou informações ao IML.

O magistrado informou que o Instituto Médico Legal o retornou com um laudo de DNA que comprova o vínculo genético entre a criança e Márcia Zaccarelli e também comunicou que, ao longo dos últimos dois anos, mesmo estando em liberdade, a mãe só esteve no órgão uma vez, no momento da perícia.

Márcia Zaccarelli durante julgamento, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)Márcia Zaccarelli durante julgamento, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

Márcia Zaccarelli durante julgamento, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

Depoimento

A professora deu à luz uma menina no dia 15 de março de 2011. A filha, segundo consta no processo, foi fruto de um relacionamento extra-conjugal com um colega de trabalho. O marido de Márcia não podia ter filhos por já ter feito vasectomia. Quando ela começou a sentir contrações, ela ligou para um amigo que a levou para o hospital. Esse amigo ainda deu R$ 3 mil para que a professora fizesse o parto cesárea.

Durante o julgamento, Márcia disse que a bebê era fruto de uma relação extraconjugal que ela havia tido. Ela afirmou que tanto o marido, quanto o amante, sabiam da gravidez, mas nenhum deles queria assumir a filha e haviam pedido para ela praticar aborto. A professora se recusou a fazer o aborto.

Segundo Márcia, quando ela entrou em trabalho de parto, o marido disse para ela “sumir e dar um jeito” na criança. A mulher contou que era mal tratada pelo ex-companheiro e que o homem só denunciou o caso à polícia para que, no processo de separação, ela não tivesse acesso aos bens do casal.

“Eu não queria matar minha filha. A ideia de colocar no escaninho foi dele, que não queria se desfazer da prova, porque era uma forma dele me manter com ele”, disse a mulher.

Mãe acusada de matar recém-nascida e esconder corpo em escaninho enfrenta júri em Goiânia

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Um vídeo feito pela Polícia Civil mostra o depoimento da professora após a prisão. Na gravação, ela deu detalhes de como cometeu o crime e diz que não queria fazer mal à criança. No entanto, descreveu como asfixiou o bebê.

“Na rua, andando, eu não sabia mais o que fazer. Ela começou a chorar. Estava começando a chover. Eu olhava para ela, depois ela dormiu de novo [respira fundo]. Apertei o narizinho dela”, disse na ocasião.

No registro, a mulher chora por diversas vezes. Quando deixou a maternidade com a filha nos braços, a mulher contou que pegou um táxi e parou em uma praça “sem saber o que fazer”.

Nesse momento, alegou que não tinha intenção de matar a filha, mas diz que ficou com “medo”.

Logo em seguida, a mulher afirmou que tem consciência do que fez, mas que é uma boa pessoa. “Eu sei que feri alguém, mas o senhor pode me perguntar, sou uma excelente mãe e sempre fui”, comentou.

Mãe mata bebê e esconde o corpo em escaninho por 5 anos em Goiânia, diz polícia

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G1 Tocantins.

MP denuncia cinco funcionários da UFG por morte de estudante em máquina de preparar ração

Caso é tratado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Acidente foi em junho do ano passado; na época, universidade informou que dava apoio às investigações.

 

Delegado e agentes são denunciados pela morte de sargento da PM em bar

Caso foi registrado em abril deste ano, na região sul de Palmas. Policiais e delegado foram afastados, mas voltaram a trabalhar; eles vão responder por homicídio.

A Justiça aceitou denúncia contra o delegado Cassiano Ribeiro Oyama e os agentes de polícia Gustavo Ferreira de Sena Balduíno e DavidNeme Muradas.

Os três são acusados pela morte do sargento da Polícia Militar José Maria Rodrigues, 50 anos. O caso foi registrado em abril deste ano durante uma abordagem feita por eles em um bar na região sul de Palmas.

A denúncia foi aceita pelo juiz José Ribamar Mendes Júnior, da 1ª Vara Criminal de Palmas, nesta quarta-feira (8). Os três foram denunciados por homicídio.

O sargento da PM morreu após ser atingido por três disparos enquanto estava em um bar de Taquaralto, região sul da capital, por volta da meia-noite do dia 27 de abril. Ele chegou a ser levado para o Hospital Geral de Palmas, mas não resistiu. O policial foi atingido no braço, joelho e abdômen com balas de fuzil e revólver ponto 40.

G1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e aguarda resposta.

Em abril, a SSP informou que o delegado Cassiano Oyama, que respondia pela delegacia de Homicídios, havia sido chamado para um reforço policial no 5º DP. Ele e dois agentes passavam pelo bar quando perceberam o som alto e o sargento “visivelmente sob efeito de álcool”.

O delegado e os policiais teriam pedido que ele abaixasse o volume, momento em que Rodrigues reagiu mostrando a arma de fogo. Os policiais chegaram a ser afastados após a morte, mas voltaram a trabalhar em outras funções.

Sargento José Maria Rodrigues morreu após ser baleado em um bar (Foto: Arquivo Pessoal)

Entenda

O sargento da Polícia Militar José Maria Rodrigues de Almeida morreu na manhã de sexta-feira (27). Ele estava internado em estado grave no Hospita Geral de Palmas, após ter sido atingido por três tiros, durante uma confunsão envolvendo um delegado e dois agentes da Polícia Civil. O caso aconteceu em um bar localizado em Taquaralto, região sul da capital, por volta da meia-noite.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que durante a abordagem os agentes de polícia saíram do carro, apresentaram-se e pediram para que a arma fosse colocada no chão. Os policiais afirmam que o sargento se negou e apontou a arma para eles. Momento em que reagiram e dispararm quatro tiros, sendo que três atingiram a vítima.

O delegado e policiais afirmam que só depois de solicitar o socorro identificaram que a vítima era sargento da PM.

A Polícia Militar afirmou que o sargento não efetuou qualquer disparo contra a equipe da polícia civil. Disse ainda que instaurou procedimentos para esclarecer e apurar o caso e designou o corregedor-geral para acompanhar as investigações.

Preso suspeito de ameaçar mulheres de morte dizia que ia deixar vítimas ‘em paz’ após pagamento: ‘Sou bandido de palavra’

Segundo a Polícia Civil, homem oferecia falsas ofertas de emprego para pegar telefone e endereço das vítimas, em Rio Verde. Ele responde por extorsão.

Mãe é condenada a 18 anos de prisão por morte de bebê e é absolvida de acusação por esconder corpo em Goiânia

Márcia Zaccarelli alegou que a filha recém-nascida morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o companheiro não a tomasse. Cabe recurso da decisão.

Mãe julgada por matar bebê diz que morte foi acidental e afirma que o marido teve a ideia de esconder corpo

Márcia Zaccarelli alegou que a filha recém-nascida morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o companheiro não a tomasse. Homem não compareceu ao júri.

A professora Márcia Zaccarelli Bersaneti, de 37 anos, acusada de matar a filha recém-nascida e guardar o corpo em um escaninho por cinco anos, disse durante júri popular, nesta quarta-feira (1°), que a morte da bebê foi acidental e que a ideia de esconder o corpo foi do ex-companheiro, Glaudson de Souza Costa. A mulher afirmou que a menina morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o marido não a tomasse.

A ré deu à luz uma menina no dia 15 de março de 2011. A filha foi fruto de um relacionamento extra-conjugal com um colega de trabalho. O marido de Márcia não podia ter filhos por já ter feito vasectomia. Quando ela começou a sentir contrações, ela ligou para um amigo que a levou para o hospital. Esse amigo ainda deu R$ 3 mil para que a professora fizesse o parto cesárea.

“Meu ex-marido sabia de tudo, que eu estava grávida. Quando eu saí do hospital por não ter mais dinheiro para continuar lá, fui para uma praça. O Glaudson me ligou e me encontrou lá. Ele tentou a todo custo retirar a minha filha dos meus braços, e eu apertava ela contra o meu peito para protegê-la. Ficamos um tempo nessa briga até que fomos para casa. Quando eu cheguei, percebi que minha filha não estava mais respirando. Nesse momaento o Glaudson só ficou rindo.

“Eu não queria matar minha filha. A ideia de colocar no escaninho foi dele, que não queria se desfazer da prova, porque era uma forma dele me manter com ele”, disse a mulher.

O ex-marido de Márcia foi arrolado como testemunha do júri, mas não foi localizado para ser intimado e não compareceu ao julgamento. O G1 não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização desta reportagem.

O júri popular começou por volta de 9h desta quarta-feira, no Tribunal do Júri de Goiânia. A professora foi presa no dia 9 de agosto de 2016, quando o ex-marido encontrou o corpo do bebê no escaninho do prédio em que a mulher morava. Após ser detida, confessou em um vídeo que a matou e escondeu o cadáver no local (veja abaixo).

A defesa alega que, no momento do crime, ela sofria de um transtorno psicológico. Já o Ministério Público defende que ela é totalmente apta para responder por seus atos e pede a condenação dela pelo homicídio.

“O que aconteceu foi um infanticídio. Ela sofria de uma psicose neural, estava muito abalada porque sofria agressões do marido e do amante, então não tinha estrutura financeira, psicológica e emocional”, disse o advogado dela, Paulo Roberto Borges da Silva.

O Ministério Público discorda da alegação do advogado. “Um laudo da junta médica aponta que ela era perfeitamente capaz de responder pelos atos na época do crime. A ré não apresenta uma versão única para os fatos, já mudou algumas vezes. Mas temos provas suficientes para pedir a condenação pelo homicídio”, disse o promotor José Eduardo Veiga Braga Filho.

Mãe acusada de matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos vai júri popular em Goiânia

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Durante o julgamento, Márcia disse que a bebê era fruto de uma relação extraconjugal que ela havia tido. Ela afirmou que tanto o marido, quanto o amante, sabiam da gravidez, mas nenhum deles queriam assumir a filha e haviam pedido para ela praticar aborto. A professora se recusou a fazer o aborto.

Segundo Márcia, quando ela entrou em trabalho de parto, o marido disse que ela “sumir e dar um jeito” na criança.

“Eu jamais abortaria. Quando eu entrei em trabalho de parto, o Glaudson disse que era para eu sumir e dar um jeito na criança, não voltar para casa com ela, porque ele não passaria por essa vergonha”, disse durante o depoimento.

A mulher disse que era mal tratada pelo ex-companheiro e que o homem só denunciou o caso à polícia para que, no processo de separação, ela não tivesse acesso aos bens do casal.

“Ele me tratava feito lixo. Eu queria me separar, a relação era péssima, era agredida. Mas eu não tinha condições de sair”, contou.

A filha de Márcia Zaccarelli também prestou depoimento. A adolescente de 14 anos relatou que sentia medo do seu padrasto, Glaudson, porque, segundo ela, era um homem que fazia a mãe dela sofrer.

“Ele me tratava com indiferença e era agressivo com minha mãe. Gritava com ela, batia. Em 2015, quando ele descobriu uma suposta traição, me bateu, machucou minha mãe. Eu não gostava dele porque sempre via minha mãe chorando pelos cantos”, relatou.

Ao final do depoimento, Márcia contou que ia diariamente ao escaninho para ver o corpo da criança. “Eu a arrumei bonitinha, queria que ela ficasse protegida. Todo dia eu ia, rezava para ela, pedia perdão. Até escutava a vozinha dela conversando comigo”, disse, chorando.

A professora Márcia Zaccarelli enfrenta júri popular por matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)A professora Márcia Zaccarelli enfrenta júri popular por matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

A professora Márcia Zaccarelli enfrenta júri popular por matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

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Um vídeo feito pela Polícia Civil mostra o depoimento da professora após a prisão. Na gravação, ela deu detalhes de como cometeu o crime e diz que não queria fazer mal à criança. No entanto, descreveu como asfixiou o bebê.

“Na rua, andando, eu não sabia mais o que fazer. Ela começou a chorar. Estava começando a chover. Eu olhava para ela, depois ela dormiu de novo [respira fundo]. Apertei o narizinho dela”, disse na ocasião.

No registro, a mulher chora por diversas vezes. Quando deixou a maternidade com a filha nos braços, a mulher contou que pegou um táxi e parou em uma praça “sem saber o que fazer”.

Nesse momento, alegou que não tinha intenção de matar a filha, mas diz que ficou com “medo”.

Logo em seguida, a mulher afirmou que tem consciência do que fez, mas que é uma boa pessoa. “Eu sei que feri alguém, mas o senhor pode me perguntar, sou uma excelente mãe e sempre fui”, comentou.

Márcia Zaccarelli chora durante julgamento em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)Márcia Zaccarelli chora durante julgamento em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

Márcia Zaccarelli chora durante julgamento em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1

G1 Tocantins.

Condutora fica ferida ao invadir pista contrária e atingir caminhão perto da curva da morte na BR365

A condutora de um carro de passeio teria invadido a pista contrária e atingido um caminhão que foi parar fora da pista.

O acidente aconteceu na manhã desta sexta-feira (13) no km397 da BR365, próximo à curva da morte em Patos de Minas. A condutora de um carro de passeio teria invadido a pista contrária e atingido um caminhão que foi parar fora da pista. A motorista do automóvel foi socorrida com ferimentos leves.

O acidente aconteceu por volta das 9h50. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, a motorista do HB20, Patrícia Fonseca, 28 anos, seguia pela rodovia em sentido a Varjão de Minas quando acabou perdendo o controle da direção e invadido a pista contrária. O caminhão que seguia em sentido contrário acabou sendo atingido.

Com o impacto, a motorista ficou ferida e precisou ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros. Ela sofreu fratura na perna e escoriações. O pai dela que também estava no veículo nada sofreu. Já o caminhão desceu a ribanceira que existe no local parando às margens da rodovia. O caminhoneiro de 24 anos nada sofreu.

A Polícia Rodoviária Federal registrou a ocorrência. Nesta sexta-feira (13), a PRF inicia a Operação Férias Escolares 2018. Os policiais vão intensificar a fiscalização nas rodovias para coibir principalmente os excessos de velocidade e as ultrapassagens perigosas. Os policiais orientam os motoristas a respeitarem as leis de trânsito e redobrarem a atenção.

PatosHoje.

Jovem é estuprada sob ameaças de morte após pegar carona com amigo de ex-marido em Anápolis

Vítima relatou à Polícia Civil que autor a ameaçou de morte várias vezes. Mulher foi deixada na porta de casa após o abuso e criminoso fugiu.