STJ nega recurso da defesa de Lula para suspender prisão

Enquanto aguarda julgamento pelo STJ contra a condenação em segunda instância, a defesa do ex-presidente tentou a liberdade do petista por uma outro recurso.

Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um recurso da defesa do ex-presidente Lula para suspender a prisão do petista, condenado a 12 anos por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

De acordo com o canal GloboNews, a defesa de Lula foi autorizada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a entrar com um recurso especial no STJ, que ainda não foi autuado sobre o recebimento do mesmo.

Enquanto isso, os advogados entraram com um pedido de tutela provisória pedindo a suspensão dos efeitos da prisão enquanto o recurso especial era analisado pelo STJ.

No entanto, o STJ negou esse pedido intermediário no último dia 2, mas a informação só foi divulgada nesta quinta-feira (9). Vale ressaltar que o recurso negado não é o que será julgado pelo mesmo STJ contra a condenação em segunda instância, ainda sem data marcada.

Essa foi mais uma tentativa de liberdade da defesa do ex-presidente Lula, que segue preso na Polícia Federal, em Curitiba.

Por Noticia ao Minuto

Parentes de suspeito atacam viatura e agridem PMs para tentar impedir prisão

Caso foi registrado em Carmolândia, norte do Tocantins. Segundo a polícia, militares tinham sido chamados após denúncia de violência doméstica.

Juiz nega pedido de prisão domiciliar a ‘Barão do Tráfico’ apontado como ex-aliado de Beira-Mar e vincula liberação de tornozeleira eletrônica a emprego

Decisão determina que ele tenha progressão de pena para o regime semiaberto em Aparecida de Goiânia. Enquanto isso, Leonardo Dias Mendonça está detido no Núcleo de Custódia.

Acusado de matar sargento da PM em tiroteio é condenado a 35 anos de prisão

Crime aconteceu em um correspondente bancário de Araguaína, em 2017. Réu foi condenado por latrocínio e roubo; ele está preso no Piauí e pode recorrer da decisão.

O acusado de matar o sargento da Polícia Militar Jandres Alves Bezerra foi condenado a mais de 35 anos de prisão. Manoel Valdinar Cavalcanti dos Santos foi julgado nesta quarta-feira (1º). O crime aconteceu em maio do ano passado, após o militar reagir a um assalto e trocar tiros com dois criminosos em um correspondente bancário em Araguaína, norte do Tocantins.

O terceiro sargento, que tinha 43 anos, estava na fila de um correspondente bancário esperando para ser atendido, quando dois homens entraram no local. Ele reagiu ao assalto e começou a trocar tiros, mas foi baleado e morreu no local.

Conforme o Tribunal de Justiça, Santos foi condenado por latrocínio contra o policial e roubo contra as demais pessoas que estavam no correspondente bancário.

Crime aconteceu em um correspondente bancário em Araguaína (Foto: Divulgação)Crime aconteceu em um correspondente bancário em Araguaína (Foto: Divulgação)

Crime aconteceu em um correspondente bancário em Araguaína (Foto: Divulgação)

“Logo, além do crime de latrocínio que vitimou Jandres, houve também a tentativa de roubo contra os demais clientes que estavam na agência e que concretamente sofreram a coação por parte dos autores, os quais só não conseguiram chegar a seu intento por circunstâncias alheias à sua vontade”, explicou o juiz Francisco Vieira Filho na decisão.

O réu foi condenado a 23 anos e nove meses de reclusão pelo crime de latrocínio e a mais quatro anos de prisão pelos roubos. Ao todo, a pena é de 35 anos. Além disso, o juiz determinou que Santos deverá pagar uma indenização de R$ 20 mil aos herdeiros da vítima.

Santos está preso na penitenciária Gonçalo de Castro Lima, em Floriano (PI), onde cumpre pena por porte ilegal de arma. Ele foi defendido por um defensor público e ainda pode recorrer da decisão. O G1 procurou a Defensoria Pública e aguarda resposta da defesa.

Entenda

O outro suspeito do crime era Paulo Josias de Moura. Ele foi baleado na perna durante o tiroteio e conseguiu fugir, mas foi localizado pela PM e morreu após um novo confronto.

Manoel Valdinar Cavalcante dos Santos conseguiu fugir do estado usando o nome de Elismar Cavalcante dos Santos. Ele foi preso oito dias após o crime no estado do Piauí, mas não chegou a ser transferido para o Tocantins porque está cumprindo pena por porte ilegal de arma de fogo no outro estado.

G1 Tocantins.

Mãe é condenada a 18 anos de prisão por morte de bebê e é absolvida de acusação por esconder corpo em Goiânia

Márcia Zaccarelli alegou que a filha recém-nascida morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o companheiro não a tomasse. Cabe recurso da decisão.

Homem é condenado a 25 anos de prisão por matar e queimar corpo de colega de trabalho

Crime aconteceu em Guaraí em julho do ano passado. Nilcélio Lino Maia foi assassinado com golpes de machado na cabeça enquanto dormia numa fazenda.

Marcos Antônio Coelho de Sousa foi condenado a 25 anos de prisão em regime fechado por matar um colega de trabalho a golpes de machado e queimar o corpo. Nilcélio Lino Maia estava dormindo, quando foi atacado. O crime aconteceu no dia 7 de junho do ano passado em Guaraí. O Tribunal do Júri foi realizado nesta terça-feira (31).

Os dois trabalhavam juntos e tiveram um desentendimento momentos antes do crime. Na época dos fatos, o condenado disse à polícia que esperou o colega dormir e o matou com golpes de machado na cabeça. Depois, disse que colocou fogo no corpo. A polícia informou ainda que ele furtou a motocicleta da vítima e fugiu do local.

Quando Marcos foi encontrado momentos depois do crime, os policiais descobriram que já havia um mandado de prisão contra ele por ter descumprido o regime semiaberto. No ano passado, durante o depoimento na delegacia, ele confessou o assassinato e levou os policiais até a fazenda na zona rural de Guaraí, onde estava o corpo. Indicou onde estavam os objetos usados no crime e deu detalhes sobre o homicídio.

Ele contou que trabalhava com a vítima na fazenda e que teve um desentendimento com Maia enquanto os dois ingeriam bebida alcoólica.

O condenado já tinha passagens por furto e adulteração de veículos.

G1 Tocantins.

Um ano após crime, mãe de grávida morta com tiro na cabeça dentro de carro em Goiás pede prisão de genro suspeito: ‘Sem escrúpulos’

Vanessa Camargo, 28, foi executada na frente do filho. Marido dela, Horácio Rozendo de Araújo Neto, 35, chegou a ser preso por um mês; ele nega autoria e diz que houve assalto.

A mãe da representante comercial Vanessa Camargo, de 28 anos, grávida de 5 meses que foi morta dentro do carro onde viajava, em Ivolândia, na região central de Goiás, pede a prisão do principal suspeito do crime, que é o marido da vítima, o empresário Horácio Rozendo de Araújo Neto, de 35 anos. A pecuarista Nilva Camargo Soares afirmou, nesta terça-feira (31), exatamente um ano após o crime, que, para que a justiça seja feita, o genro deve ser preso.

Segundo ela, o principal suspeito do crime e a família dele estão lutando pela guarda do filho do casal, que tem 2 anos de idade. A defesa do empresário, que foi indiciado pela Polícia Civil, sempre negou que ele tivesse cometido o assassinato. O G1 tentou contato por telefone com o advogado nesta terça, mas as ligações não foram atendidas.

“Eu preciso de justiça. Esta impunidade é como se ela estivesse morrendo todos os dias.”

“Se não houver justiça, outros vão fazer esta atrocidade, como ocorre todos os dias de homem matando mulher. Ele não teve escrúpulos para matar minha filha e minha neta. Agora quer direito para visitar o filho. Como que eu deixo um assassino visitar meu neto? A vida está banalizada, temos que rezar para ficar ficarmos vivos. Dói demais pensar que ele seguiu a vida dele e minha filha não vai poder mais chegar e falar ‘mãe, cheguei’.”

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

“Ele vai sentir o mínimo da minha vida, nem que seja por um dia. A vida ficou preto e branco, perdi o paladar. Eles vivem como se ela fosse um lixo que foi descartado”, completou.

A irmã de Vanessa, Bruna Camargo Soares de Assis, conta que o pai delas morreu em um acidente quando ela tinha 2 anos e a irmã, 3. Desde então, ela conta que cresceu unida à mãe e à irmã. Após a morte de Vanessa, ela afirma que se agarra na mãe para ter forças para seguir.

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

“Meu pai faleceu, a gente era muito nova. Éramos só nós duas e minha mãe. [Ela] Era tudo pra gente e nada para ele. Para mim, é como se, eu e minha mãe, a gente tivesse perdido tudo que a gente tinha. A gente pensa que é como se ele estivesse ido ali e matado um cachorro. A Justiça, o juiz, tem que entender que eram duas vidas. Duas vidas muito importante para nós. A gente só descansa quando ele estiver presa. Eu demorei a acreditar que ele tivesse coragem de fazer o que ele fez”, disse.

O crime

Vanessa foi morta no dia 31 de julho de 2017, em uma estrada vicinal da cidade. Na ocasião, o empresário disse que viajava de carro com a mulher e o filho do casal, de 2 anos, quando foram abordados por dois homens em uma moto. O esposo, que dirigia o veículo, parou e um dos suspeitos assumiu a direção.

Horácio disse em depoimento que a vítima discutiu com o rapaz e levou um tiro na cabeça e reforçou a tese durante a reconstituição do crime.

Investigação

O delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, disse que a perícia constatou diversas incongruências entre o relato dele e o que de fato aconteceu.

“O laudo constatou que ela foi morta em posição de repouso, sem qualquer indicação que teria discutido com o atirador. Isso contradiz a versão da briga, corroborada pela posição de respingos de sangue na porta do veículo e o local onde o projétil foi encontrado. Além disso, a perícia confirmou que o empresário não estava no banco traseiro”, explicou ao G1.

No dia do crime, a família havia saído de Iporá, também na região central do estado, onde morava, com destino a Goiânia para compromissos profissionais. O delegado pontuou que a análise do GPS dos celulares do casal foi fundamental para desconstruir a história passada por Horácio.

Segundo Queiroz, a análise do aparelho confirmou que a família saiu de casa às 5h31 e que o veículo parou no local onde houve o crime às 7h08. Ele destaca que o tempo é muito maior que o normal para fazer o trajeto.

“Nós refizemos exatamente o mesmo caminho duas vezes com velocidades menores da que foi apontada por ele. Em uma, levamos 25 minutos a menos. Na outra, 30 minutos. Provavelmente, esse é o tempo que ele teria usado para cometer o crime”, detalha.

Motivação

O responsável pelo caso acredita que Horácio cometeu o homicídio por dois motivos: por não aceitar o fim do relacionamento, já que Vanessa teria comentado da ideia de se separar, e por não querer dividir o patrimônio em um provável divórcio.

“Não acreditamos que o crime não tenha qualquer relação com questões extraconjugais, pois ela era muito séria e respeitava o marido. Um exame de DNA também confirmou que Horácio era o pai da filha que Vanessa esperava, diferentemente de boatos que surgiram afirmando o contrário”, pontua.

Na questão financeira, a polícia encontrou dois documentos que podem ter servido de motivação para o assassinato. No mesmo cômodo onde estavam as munições, havia uma apólice de seguro no nome da representante comercial no valor de R$ 86 mil, cujos beneficiários eram Horácio e o filho.

Além disso, um contrato de seguro de vida, ligado ao emprego da vítima, no valor de R$ 300 mil, também dava direitos ao marido de receber metade da quantia. O restante seria divido entre o filho e uma irmã de Vanessa.

G1 Tocantins.

Polícia Civil cumpre mandados de prisão durante operação de combate ao tráfico

Operação Red Fox tinha objetivo de desarticular organização criminosa comandada de dentro da cadeia. Mandados foram cumpridos em Lagoa da Confusão, Cristalândia e Fátima.

A Polícia Civil cumpriu mandados de prisão nesta quinta-feira (28), nas cidades de Lagoa da Confusão, Cristalândia e Fátima. As ações foram realizadas durante a operação Red Fox, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de drogas comandada de dentro da Cadeia de Cristalândia.

Depois de dois meses de investigação, foram realizadas ao todo seis prisões em flagrante por tráfico de drogas e cumprimento de 14 mandados, sendo nove de prisões preventivas e temporárias e cinco de busca e apreensão.

Durante toda operação foram apreendidos mais de 11kg de maconha, 600g de crack e 0,8 gramas de cocaína. Também foram apreendidos veículos e dinheiro.

De acordo com a Polícia Civil, o líder da facção criminosa, identificado como Antônio Cardoso dos Santos, conhecido como Baiano, comandava a facção de dentro da Cadeia Pública de Cristalândia, local onde cumpre pena por tráfico de drogas.

Santos dava ordens para os comparsas, que estavam fora do sistema prisional. Após a realização de buscas, foram encontradas na cadeia cinco celulares, mais de 15 litros de pinga caseira e xunxos.

G1 Tocantins.

Suspeito de espancar idoso de 82 anos durante assalto em São Salvador do Tocantins é condenado a prisão

Sérgio Moreira dos Santos teria invadido a casa da vítima em São Salvador do Tocantins e agredido o idoso quando ele se recusou a dizer onde estava o dinheiro. Crime foi em março deste ano.

Sérgio Moreira dos Santos foi condenado a 10 anos e oito meses de prisão por espancar um idoso de 82 anos durante um assalto em São Salvador do Tocantins, no sul do estado. O crime foi em março deste ano. De acordo com a denúncia, Santos começou as agressões após a vítima se recusar a dizer onde estava escondido o dinheiro.

Um laudo pericial apontou que o dono da casa foi agredido com coronhadas e com a parte plana de um facão. A defesa tentou invalidar o exame alegando que ele não foi feito por um perito oficial, mas a juíza Ana Paula Araújo Aires Toríbio lembrou que na maior parte das cidades do interior não há peritos oficiais e um médico é o mais indicado para realizar o trabalho.

Além do laudo pericial, testemunhas também foram ouvidas durante o julgamento. O suspeito teria conseguido roubar R$ 1.350 na casa. O fato de a vítima ser idosa foi considerado um agravante. A pena deve ser cumprida no regime fechado.

Homem é condenado a 13 anos de prisão por matar amigo por causa de cachorro

Segundo a Justiça, Edmar Lima de Melo não queria que o cachorro da vítima ficasse num acampamento onde eles moravam. Crime aconteceu em outubro de 2016.