Mulher é resgatada com vida após carro ficar destruído ao bater em poste

Acidente foi registrado perto de um shopping da capital. Bombeiros precisaram serrar carro para retirar vítima.

Um caminhão e um carro de passeio se envolveram em um acidente na manhã desta sexta-feira (8), na avenida Juscelino Kubitschek, perto de um shopping de Palmas. O caso aconteceu por volta de 9h45.

Testemunhas relataram que ao passar por uma rotatória, o caminhão imprensou o carro, que bateu em um poste. O veículo ficou completamente destruído.

A motorista do carro, a estudante de medicina Laís Resende Gontijo, de 24 anos, ficou presa nas ferragens. O Corpo de Bombeiros precisou serrar parte do veículo para fazer o resgate. A vítima foi retirada com vida e levada para um hospital da cidade. O site segue acompanhando o caso.

Mulher fica ferida após carro sair da pista e capotar na BR-153

Mulher disse que perdeu o controle da direção. Acidente foi próximo de Paraíso do Tocantins, na região central do estado.

Uma mulher de 47 anos ficou ferida após um acidente de trânsito na BR-153, próximo de Paraíso do Tocantins. O acidente foi por volta das 12h30 desta sexta-feira (6). Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher disse que perdeu o controle da direção.

Os Bombeiros informaram que foram chamados ao local pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A vítima estava sentada no acostamento com um ferimento na cabeça e foi levada para o Hospital Regional de Paraíso.

Os parentes ficaram responsáveis pela retirada do veículo do local. 

Veículo ficou destruído após o capotamento (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

G1 Tocantins

Será sepultada em Palmeirópolis a mulher que morreu atropelada em Goiânia ontem

A vítima atravessava a rodovia quando foi atingida pela motocicleta; PRF destaca que havia uma passarela poucos metros do acidente.

Eliane Nunes de Sousa de 40 anos morreu na manhã desta sexta-feira (23) após ser atropelada por uma motocicleta na BR-153, próximo a fábrica da Mabel, no perímetro urbano de Aparecida de Goiânia.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a vítima estava poucos metros de uma passarela, mas optou por atravessar a via correndo.

A concessionária da rodovia, Triunfo Concebra, informou que uma ambulância foi mandada até o local para socorrer a vítima, mas ela não resistiu e morreu antes da chagada do socorro.

O condutor da motocicleta, de 39 anos, foi resgatado em estado moderado e foi encaminhado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).

O corpo de Eliana Nunes foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade e depois seguido para Palmeirópolis no Tocantins onde está sendo velado e hoje a tarde será sepultado. 

Era uma mulher guerreira e respeitada por todos. A cidade está de luto pela perda inesperada de Eliana que partiu tão nova. Ela deixa três filhos (3) e uma neta. 

 

Vídeo: TV Serra Dourada Goiânia

Da redação/Mapadanoticia/emaisgoias

Mulher morre após ser atropelada por carreta na BR-153, sul do Tocantins

Segundo a PRF, a carreta teria atingido a mulher quando ela tentava atravessar a rodovia. Ela estava sem documentos e morreu ainda no local.

Uma mulher, ainda não identificada, foi atropelada por uma carreta na manhã desta sexta-feira (23), na BR-153, em Gurupi.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a carreta teria atingido a mulher quando ela tentava atravessar a rodovia.

Após o impacto, o veículo chegou a sair da pista e bater num poste. A carreta parou a 50 metros de distância do local do atropelamento.

Segundo a Polícia, o motorista disse que estava fazendo uma ultrapassagem quando a mulher entrou na frente e não conseguiu desviar.

O acidente revoltou a população que já cobrava por uma passarela no mesmo local onde houve o acidente. A velocidade permitida neste trecho é de 40 km/h. A vítima, que estava sem documentos, morreu na hora.

G1 Tocantins

Assembléia Legislativa do Tocantins poderá contar com Procuradoria da Mulher

A Assembléia poderá contar breve com a Procuradoria da Mulher.

O Projeto de Resolução, de autoria da deputada Luana Ribeiro (PDT), terá como finalidade promover a defesa da população feminina do Estado, buscando tornar a Casa de Leis um centro de debate das questões relacionadas à igualdade de gênero e aos direitos relativo às mulheres.

De acordo com a proposta, a Procuradoria da Mulher será constituída de um representante dentre os parlamentares, eleito em dez dias após a eleição da Mesa Diretora.

Entre outras atribuições, a Procuradoria vai zelar pela participação das deputadas nos órgãos e nas atividades da Assembleia Legislativa;

Incentivar a participação das parlamentares em suas ações e participações nos trabalhos legislativos e na administração da Assembleia Legislativa; receber, examinar e encaminhar aos órgãos competentes as denúncias de violência e discriminação contra a mulher.

Segundo Luana Ribeiro, a criação da Procuradoria da Mulher será um marco no Poder Legislativo estadual.

“Mesmo tendo conquistado bastante espaço em diversas áreas, o cenário político continua sendo predominantemente masculino. Por isso, a iniciativa que apresentei busca garantir maior representatividade, visibilidade e destaque às mulheres na política”, defendeu.

Luana lembra que a Assembleia Legislativa, constituída por 24 parlamentares, tem apenas três mulheres. “Só seremos um país com uma representação que condiga com a realidade da nossa sociedade se investirmos nas políticas de gênero e no fortalecimento dos papéis do Legislativo de debater, legislar e fiscalizar”, reforça.

Luana Ribeiro acrescenta ainda que o projeto também pretende combater a violência e discriminação contra as mulheres, realidade que infelizmente se perpetua na sociedade.

“Com a Procuradoria da Mulher, poderemos qualificar e ampliar os debates de gênero nos parlamentos, recebendo e encaminhando aos órgãos competentes as denúncias e anseios da população”, concluiu.

Rubens Gonçalves
Fotos: Koro Rocha

Deputadas e senadoras definem pauta para Semana da Mulher

Entre propostas que tramitam entre a Câmara dos Deputados e o Senado, 27 estão na lista das parlamentares.

Já está pronta a pauta que a bancada feminina no Congresso Nacional pretende ver aprovada nesta semana em que é lembrado o Dia Internacional da Mulher, 8 de março.

Entre propostas que tramitam entre a Câmara dos Deputados e o Senado, 27 estão na lista das parlamentares.

No Senado, quatro propostas que já passaram pelas comissões da Casa e estão prontas para a análise do plenário foram consideradas prioritárias.

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 612/2011, da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), é uma das prioridades. O texto, que altera o Código Civil para reconhecer como entidade familiar a união estável entre duas pessoas, chegou a ser colocado em pauta, mas, por pressão da bancada evangélica, foi retirado.

Na quinta-feira, 1º,  o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, por unanimidade, pessoas transgênero a alterar nome e gênero em registro civil, independentemente da realização de cirurgia para mudança de sexo, e a bancada feminina no Congresso quer aproveitar para resgatar o texto que, no ano passado, chegou a ter a discussão no plenário iniciada, mas logo encerrada por pressão da bancada evangélica.

“Essa é uma questão importante. Veja as decisões do Supremo e do TSE [Tribunal Superior Eleitoral] de quinta-feira. Não adianta remar contra a maré. O que nós queremos do presidente [do Senado, Eunício Oliveira] é que as propostas sejam pautadas.

Não estamos pedindo para ele rejeitar ou aprovar”, disse à Agência Brasil a procuradora da Mulher no Senado, Vanessa Grazzition (PCdoB-AM). A senadora lembrou que também o TSE autorizou o uso do nome social por candidatos transgêneros.

Mais  propostas

No Senado, a pauta prioritária inclui ainda  o PLS 228/2017, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para garantir proteção a gestantes e lactantes em relação à prestação de trabalho em local insalubre.

Outra proposta é o substitutivo da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao projeto de Lei da Câmara (PLC) 18/2017, que torna crime a “vingança pornográfica”, que consiste na divulgação e na exposição pública da intimidade sexual.

O texto altera a Lei Maria da Penha e o Código Penal, estabelecendo pena de reclusão e multa para o autor da divulgação. 

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) está otimista com a aprovação do PLS 64/2018, que apresentou na última semana. A matéria modifica a progressão de regime de pena, transformando uma decisão do Supremo Tribunal Federal — relativa à mães e gestantes em prisão provisória — em norma legal, estendida a gestantes ou mães já condenadas, flexibilizando a regressão de pena a um oitavo (1/8).

A proposta está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), para análise terminativa do relator, senador Antônio Anastasia (PSDB-MG).

Bertha Lutz

As senadoras também deliberaram sobre a sessão solene que marcará, no próximo dia 7, a entrega do Diploma Bertha Lutz. Este ano, em comemoração aos 30 anos da Constituição de 1988, a honraria será dada  às deputadas que formaram a bancada feminina durante a Assembleia Nacional Constituinte de 1988.

Das 26 que serão homenageadas, quatro também são parlamentares atualmente, as senadoras Lídice da Mata (PSB-BA), Rose de Freitas (PMDB-ES) e Lúcia Vânia (PSB-GO) e a deputada Benedita da Silva (PT-RJ).

As congressistas pretendem também incluir na programação da semana que vem, uma audiência de deputadas e senadoras com o ministro Luiz Fux, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para debater a participação das mulheres na política.

Câmara

Na Câmara, a bancada feminina também já apresentou uma pauta ao colégio de líderes e ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A expectativa é que os projetos de interesse das mulheres sejam votados em plenário nas sessões dos dias 7 e 8 de março.

Um dos projetos escolhidos pelas deputadas é o que inclui no rol de crimes a divulgação de cenas de violência sexual e torna crime hediondo o ato de estupro coletivo. Pela proposta, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin, se o estupro for cometido por mais de duas pessoas, a pena deve ser prisão por pelo menos 8 anos e no máximo 16 anos e 8 meses.

Para esta semana, as deputadas também querem votar um projeto que considera o assédio sexual nas redes sociais crime cibernético e outro que autoriza delegadas a retirarem o agressor da casa da vítima de violência doméstica.

O objetivo é inibir a ocorrência de crime continuado e evitar que a mulher agredida tenha que sair de casa enquanto aguarda as decisões judiciais.

Passada a semana da mulher, as deputadas também devem continuar trabalhando para incluir na pauta o projeto que tipifica como crime a abordagem constrangedora de alguém para a prática de ato libidinoso.

A proposta foi criada depois da repercussão nacional do caso de um homem que ejaculou no pescoço de uma mulher dentro de um ônibus em agosto do ano passado, em São Paulo.

Ameaças virtuais 

Integram ainda a pauta feminina um projeto que trata das ameaças virtuais e outro que propõe a criação de um comitê para receber denúncias de assédio moral e sexual na Câmara. Segundo a relatora do projeto, deputada Maria do Rosário (PT-RS), a proposta cumprirá um papel pedagógico de inibir os casos de abuso e garantir o respeito entre homens e mulheres.

Na área da saúde, as deputadas querem votar um projeto que trata da restauração mamária para mulheres acometidas pelo câncer de mama.

Como é tradição na semana de 8 de março no Congresso, mesmo os projetos que ainda estavam em fase de análise das comissões temáticas poderão ser apreciados diretamente no plenário.

A coordenadora da bancada, Soraya Santos (MDB-RJ), disse que há acordo para continuar pautando outros assuntos femininos ao longo do mês, mesmo em meio à intervenção federal no Rio de Janeiro, que impede a votação de emendas constitucionais, e ao pacote de segurança colocado como prioritário pela presidência do Congresso.

“As matérias [da bancada feminina] precisam avançar. A gente prefere que sejam derrotadas em plenário, do que não serem votadas. Porque, se não votar, é como se não enxergassem o que está acontecendo com as mulheres no Brasil, em termos de crimes virtuais, de agressões, de violência doméstica, e os nossos índices estão alarmantes”, afirmou a deputada.

Grupo que abriu caixão por achar que mulher foi enterrada viva deve responder por violação funerária, diz polícia

Caso ocorreu no município de Riachão das Neves, no oeste do estado. Polícia acredita que boatos levaram à violação da urna funerária.

as pessoas que abriram o túmulo de uma mulher mais de 10 dias após o sepultamento, por acreditarem que ela tinha sido enterrada viva, devem responder por violação de urna funerária, crime que está previsto no artigo 210 do Código Penal, com pena de reclusão de um a três anos.

O caso ocorreu no município de Riachão das Neves, no oeste do estado.

A informação foi passada na manhã desta quinta-feira (15) pelo delegado Antistenes Benvindo, que atua como plantonista regional da delegacia de Barreiras, também no oeste do estado, e que fez o registro do caso.

Ele diz que as investigações preliminares apontam que a situação relatada pelos familiares não se sustenta em nenhum indício plausível.

O delegado da cidade de Riachão das Neves, Arnaldo Alves, que assumiu a apuração do caso após registro inicial da delegacia de Barreiras, também contou à reportagem que as informações que levaram familiares a violarem o túmulo não passaram de “boatos”.

Rosângela Almeida dos Santos, de 37 anos, estava internada no Hospital do Oeste, em Barreiras, com um quadro de infecção respiratória.

No dia 28 de janeiro, ela teve o falecimento atestado pela unidade médica após um quadro de choque séptico, quando a infecção se alastra pelo corpo afetando vários órgãos.

No dia seguinte, ela foi sepultada em Riachão das Neves. Onze dias depois do enterro, por acreditar que a mulher tinha sido enterrada viva, um grupo abriu o caixão que tinha sido depositado em uma urna funerária.

Túmulo foi violado pela família (Foto: Reprodução/TV Bahia)

Investigações

Segundo o delegado Antistenes Benvindo, a mãe da vítima estaria sonhando há dias que a filha estava viva. Após a informação de uma moradora, de que teria ouvido gritos de dentro da sepultura, familiares decidiram violar o caixão.

Em entrevista à TV Oeste, afiliada da Rede Bahia, a mãe de Rosângela Almeida disse que o corpo dela foi encontrado revirado no túmulo, com ferimentos nas mãos e testa, como se tivesse tentado sair do caixão.

“Até aqueles preguinhos que estavam em cima estavam soltos. A mãozinha tava ferida, como quem estava arrumando, assim, arrumando o caixão para sair”, disse Germana de Almeida.

Benvindo, entretanto, disse que as informações não se confirmam. “Ela [a vítma] estava do mesmo jeito, intacta. O irmão dela mesmo disse”. O delegado também contou que as informações sobre ferimentos nas mãos e na testa não são verídicas.

Sobre o relato de que o corpo da vítima estava conservado, a polícia disse que informações médicas relatam que o uso de antibióticos durante o internamento e o tempo chuvoso favoreceram uma decomposição mais lenta.

O delegado também conta que a mulher foi sepultada mais de 20 horas após o óbito e que, durante todo o processo, que envolveu preparação do corpo para enterro e velório não houve um sinal de vida.

Uma perícia foi feita no túmulo, onde o corpo foi recolocado, e um laudo deve esclarecer a situação. O prazo para divulgação do documento não foi divulgado.

Segundo o delegado de Riachão das Neves, que assumiu as investigações, todos os envolvidos no caso devem ser ouvidos a partir desta quinta-feira.

Mulher foi sepultada no cemitério de Riachão das Neves (Foto: Reprodução/TV Oeste)

Informações médicas

Em nota, a assessoria do Hospital do Oeste informou que está à disposição dos familiares da vítima e autoridades para prestar todas as informações necessárias. Foi entrevistado um médico que integra a equipe de UTI da unidade médica, que preferiu não ser identificado.

Ele contou que a paciente tinha enfisema pulmonar e que foi hospitalizada com uma grave infecção respiratória.

Na UTI, nas últimas 24 horas antes da morte, o médico contou que a mulher já apresentava um quadro “grave e irreversível”.

O médico diz que, na UTI, a paciente estava sob um grau de supermonitoramento, que tornaria impossível um erro médico e consequente sepultamento da mulher com vida. O site não conseguiu contato com os familiares de Rosângela Almeida nesta quinta-feira.

G1/Bahia

Mulher é enterrada viva na Bahia após erro médico, diz família

Depois de vizinhos ouvirem gritos vindos do túmulo, parentes resolveram abrir o caixão e encontraram o corpo revirado.

A morte de uma mulher por choque séptico ganhou mais um capítulo nessa quarta-feira (14).

Enterrada no último dia 29, familiares dizem que Rosângela Almeida dos Santos, 37 anos, foi enterrada viva, após um erro médico, na cidade de Riachão das Neves, na Bahia. Dez dias depois do sepultamento, parentes decidiram abrir o caixão.

A mãe de Rosângela, Germana de Almeida, contou que o corpo da filha estava revirado, com ferimentos nas mãos e na testa.”Até aqueles preguinhos que estavam em cima estavam soltos. A mãozinha ‘tava’ ferida, como quem estava arrumando assim… Arrumando o caixão para sair”, disse Germana de Almeida, mãe de Rosângela, em entrevista.

Moradores que residem próximo ao cemitério dizem ter ouvido gritos vindo do túmulo. Parentes também afirmaram que o corpo da mulher ainda estava quente. “Quando eu cheguei bem ali em frente, eu ouvi batendo ali dentro. Aí eu pensava que era brincadeira dos meninos, que só vivem aqui dentro [do cemitério] brincando… Aí gemeu duas vezes.  Com as duas gemidas ela parou”, falou a dona de casa Natalina Silva.

Ainda de acordo com a reportagem, a certidão de óbito aponta um quadro de choque séptico como causa do falecimento. A situação está sob investigação da Polícia Civil de Riachão das Neves.

Em nota, a assessoria do Hospital do Oeste informou que está à disposição dos familiares da vítima e autoridades para prestar todas as informações necessárias.

Noticias ao Minuto

Mulher coloca veneno no jantar e mata marido

Ela cometeu o crime porque o marido tinha um relacionamento com outra mulher.

Uma mulher de 52 anos se entregou à polícia, na manhã desta quinta-feira (1º). Ela confessou que matou o marido de 61 anos envenenado, em Campina Grande.

A Polícia Militar informou que o crime foi cometido por causa de ciúmes.

Ednalva Laurindo Ferreira disse que colocou veneno de matar ratos na janta do marido e em seguida foi dormir.
O pedreiro Irenaldo Bezerra comeu o jantar com veneno na noite de quarta-feira (31), no Conjunto Ronaldo Cunha Lima.

Segundo informações a delegada de homicídios Ellen Maria afirmou que a mulher cometeu o crime porque o marido tinha um relacionamento com outra mulher. O casal estava junto há seis anos.

Na manhã desta quinta-feira, o idoso foi encontrado morto na cama onde dormia.

A mulher foi para a casa de parentes, onde confessou o crime e os familiares acionaram a polícia para prende-la.

Noticias ao Minuto

Homem mata mulher e atira na própria cabeça em Palmas

Crime aconteceu por volta das 19h na quadra 804 Sul, região central da cidade. Mulher morreu no local e homem foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

A técnica de enfermagem Juvenia Cunha de Sousa, 36 anos, foi morta a tiros na noite desta quarta-feira (31), em Palmas.

O crime aconteceu em um conjunto de kitnets na quadra 804 Sul. Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher foi encontrada sem vida ao lado de José Humberto Nogueira, que apresentava um ferimento na cabeça.

Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que o homem teria matado a mulher e depois atirado contra a própria cabeça. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e levado para o Hospital Geral de Palmas (HGP) com vida.

A Polícia Militar não quis passar informações sobre o caso no local do crime.

A Secretaria de Saúde ainda não informou o estado de saúde de Nogueira.

G1 Tocantins