Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes termina hoje

Público alvo têm até às 17h30 para procurar os postos de saúde e atualizar os cartões de vacina. Estão disponíveis as vacinas contra hepatite A e B, tríplice viral, febre amarela, pentavalente, entre outras.

Campanha Nacional de Multivacinação encerra nesta sexta-feira (22) em todo o Tocantins. Mas em Palmeiróplis continua toda semana que vem nos postos de saúde. As crianças e adolescentes de até 14 anos que ainda não se vacinaram têm até às 17h30 para procurar um posto de saúde. A campanha começou no dia 11 deste mês.

O movimento nos postos foi tranquilo nesta semana, mas o último dia deve ser mais movimentado. “No último dia há uma procura maior aos postos de saúde e a gente reforça com os pais que é importante procurar unidade de saúde para verificar situação vacinal do seu filho”, disse a enfermeira técnica da Central de Vacinas de Palmas, Juliana Araújo,

Na capital, são 32 salas de vacinação abertas para atender o público alvo e o objetivo é atualizar os cartões de vacinas. Estão disponíveis as vacinas contra hepatite A e B, tríplice viral, febre amarela, pentavalente, tetravalente, DTP, rotavírus, meningite, pneumocócica 10 valente, poliomielite oral e inativada e HPV.

“A campanha é para fazer o resgate dos faltosos, crianças e adolescentes até 14 anos que, como rotina, não procuram as salas de vacina. É importante, porque essas doenças imunopreveníveis que não ouvimos mais falar, como caxumba, coqueluche, estão voltando, devido a baixa cobertura”, argumentou a enfermeira da gerência estadual de imunização da Secretaria Estadual da Saúde, Greicy Rivello.

Para receber as doses, os pais ou responsáveis devem levar um documento com foto e o cartão de vacinação da criança ou adolescente. Quem não tiver o cartão precisa procurar uma unidade básica de saúde para resgatar o histórico de vacinas.

G1/TO

Sacos de lixo empilhados em hospital chegam até o teto de depósito

Serviço de coleta não é feito há dias, segundo funcionários do Hospital Regional de Araguaína. Secretaria da Saúde disse que lixo tinha sido retirado, mas os resíduos seguem acumulados.

 O problema da coleta de lixo no Hospital Regional de Araguaína, norte do Tocantins, não foi resolvido. O Estado anunciou que o serviço tinha sido retomado, mas funcionários disseram que ainda há centenas de sacos de lixo acumuladas no local. O lugar onde os sacos são armazenados já não comporta tantos resíduos. Basta dar uma volta pelo local, para ser surpreendido com pilhas de lixo colocadas até no teto do depósito.

Nesta quinta-feira (22), a Secretaria Estadual da Saúde informou que uma parte do lixo foi retirada e que uma segunda coleta estava sendo realizada. Mas um funcionário que preferiu não se identificar disse que o problema continua.

“Recolheram um pouco do lixo e o restante colocaram em barris para poder camuflar o lixo e continuaram jogando mais lixo no local. Não foi resolvido o problema, o lixo não foi recolhido totalmente”.

A reportagem da TV Anhanguera encontrou funcionários da empresa responsável pelo serviço fazendo a retirada de alguns tambores de lixo, mas muito ainda foi deixado para trás. Por telefone, a representante da empresa Luciana Rodrigues disse que a paralisação é motivada pela falta de pagamento e que a coleta deveria ser feita todos os dias.

Enquanto isso, funcionários e pacientes precisam conviver com o mau cheiro. “É muito grande o volume de lixo que está lá. Tem mais de 50, 100 sacos de lixo. É muito lixo. O mau cheiro está grande dentro do hospital. Acredito que até a própria direção não está se sentindo bem com a situação”, disse uma funcionária que não quis se identificar.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que nesta quinta-feira foi realizada uma coleta de lixo no hospital e que uma nova está prevista para esta sexta-feira.

Lixo no corredor

O lixo está acumulado há dias no hospital. Na última terça-feira (20), um vídeo feito por um acompanhante de uma paciente mostrou pessoas em macas nos corredores do hospital. Nas imagens, também era possível ver sacos de lixo perto dos pacientes internados.

Pacientes internados em corredor dividem espaço com lixo acumulado em hospital (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Pacientes internados em corredor dividem espaço com lixo acumulado em hospital (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

G1/TO

Paciente espera por cirurgia há cerca de três meses em hospital de Gurupi

Com a coluna quebrada, procedimento não é feito no Tocantins. Secretaria Estadual da Saúde informou que Gil José está cadastrado na Central Nacional de Regulação.

Pacientes internados no Hospital Regional de Gurupi, sul do Tocantins, cobram agilidade no atendimento e na realização de cirurgias. Em alguns casos, pacientes esperam há meses por um procedimento. É o caso de Gil José Rodrigues que está internado há cerca de três meses na unidade, aguardando por uma operação. Com a coluna quebrada, o paciente não consegue andar.

Rodrigues aguarda uma cirurgia na coluna. O detalhe é que o procedimento não é feito no Tocantins e ainda não tem previsão de quando ela deve ser realizada. “O médico falou que tinha que ser de urgência essa cirurgia para ele pelo menos sentar porque ele disse que ele não iria andar mais”, contou o irmão José dos Santos Rodrigues.

A situação piora porque o paciente pode ter alta a qualquer momento. “Teve um médico querendo dar alta, mas não tem condições de ele ir para casa. Nós moramos na fazenda, até para a ambulância ir lá, é difícil. Se ele for para lá mais difícil vai ficar”.

Esse não é o único caso de espera. O lavrador Gilso Pereira é de Taguatinga e está há dois dias no hospital com o braço quebrado. “Minha situaçãop está crítica. Estou esperando, não tem medicamentos. Sou de outra cidade, não conheço quase ninguém aqui. Está difícil”.

Sem saber quando as demandas atendidas, pacientes e familiares sofrem com a demora e pedem agilidade no serviço.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que o paciente Gil José Rodrigues está cadastrado na Central Nacional de Regulação de alta complexidade e o serviço de regulação estadual continua buscando vaga, já que a cirurgia não é realizada no estado.

A secretaria informou ainda que o paciente Gilso Pereira de Santana deu entrada no hospital na segunda-feira (22), foi atendido, medicado e os exames realizados apontaram que não houve fratura no braço, mas não informou quando ele vai ser operado.

G1/TO

Campanha de vacinação contra gripe está longe de atingir meta

Dia D de vacinação irá ocorrer neste sábado (13). Apenas 40% da meta de vacinação foi atingida em Palmas.

Campanha de vacinação contra a gripe pretende vacinar até 53 mil pessoas em Palmas. No entanto, pouco mais de 23 mil compareceram aos postos de saúde até agora. O que corresponde a apenas 40% da meta. Para alcançar um número maior de imunizados, ocorrerá neste sábado (13) o dia D da campanha contra a gripe. Os postos de saúde estarão de plantão entre 8h e 17h.

O público prioritário são as crianças menores de cinco anos, idosos, gestantes, mulheres com 45 dias após o parto, pessoas com doenças crônicas, profissionais da saúde, indígenas, presos e professores. A vacina protege contra os vírus da influenza A, H1N1, h3n2 e contra influenza tipo B, além da gripe comum.

Para a gerente da central de vacinas de Palmas, Elaine Katzwinkel, a campanha de vacinação no sábado permitirá que as pessoas que não tem tempo durante a semana procurem os postos de vacinação.

“As mães falam muito que trabalham, que não tem tempo ou que o horário de almoço é muito corrido. Para as pessoas que não podem ir durante a semana, no sábado, todas as unidades de saúde estarão abertas das 8h às 17h, sem intervalo para o almoço. A equipe de saúde estará lá somente para a fazer a vacina.”

G1/TO

Falta de cirurgia bariátrica mata até 45 mil por ano

Estimativa dos pesquisadores é de que até 9 milhões precisem da cirurgia no país.

A longa fila de espera para cirurgia bariátrica no Brasil provoca mortes evitáveis e custos ao sistema de saúde. Pesquisa estimando consequências da demora no acesso ao procedimento mostra que, a cada mil pacientes que aguardam a cirurgia, cinco morrem por ano de espera. Como a estimativa dos pesquisadores é de que até 9 milhões precisem da cirurgia no país – aqueles na fila e os que ainda necessitam de encaminhamento – e só 1,5% deles sejam operados, a não realização da bariátrica causa até 45 mil óbitos evitáveis por ano.

Já o custo extra ao sistema público de saúde, segundo o estudo, é de U$ 720 milhões anuais (cerca de R$ 2,3 bilhões). A cada mil pacientes, são US$ 80 mil (aproximadamente R$ 256 mil) gastos a mais, a cada ano, por complicações da obesidade.

Liderado pelo médico Ricardo Cohen, coordenador do centro de obesidade e diabete do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o estudo usou um modelo estatístico para calcular todos os prejuízos sofridos pelos pacientes que esperam na fila. Os pesquisadores compararam indicadores de eficácia e custo em vários cenários: não realização de cirurgia, operação imediata após a indicação do procedimento e espera de um, dois, quatro e sete anos na fila.

Os cientistas verificaram que o paciente que espera sete anos na fila tem 18% mais chance de morrer do que o doente operado de imediato. No Brasil, o tempo médio de espera por cirurgia bariátrica na rede pública é de três a quatro anos, mas pode ser muito maior em algumas cidades.

“O obeso já tem risco maior de morte cardiovascular do que a população em geral. Quanto mais ele espera pela cirurgia, maior a chance de complicações associadas à doença, como quadros de hipertensão, enfarte e derrames”, comenta Cohen, que teve o estudo publicado em abril na revista científica Soard, periódico da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. “Mostramos, portanto, que a intervenção precoce salva vidas”, completa.

Para Caetano Marchesini, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, a realização mais rápida da cirurgia não evitaria somente as mortes, mas também sequelas desenvolvidas pelos pacientes com obesidade grave. “Os derrames podem deixar sequelas irreparáveis. Outros problemas comuns são apneia do sono, dificuldade respiratória e problemas osteoarticulares causados pelo excesso de peso”, afirma Marchesini. Todos esses quadros exigem tratamentos contínuos que sobrecarregam o sistema de saúde.

Demora – Com 116 quilos, a empregada doméstica Miriam Maria de Lima, de 41 anos, está desde 2013 na fila da cirurgia bariátrica na rede pública de Pernambuco, que conta só com quatro hospitais públicos que realizam a técnica. Durante os anos de espera, desenvolveu um grave problema de joelho – que a impediu, por meses, de trabalhar – além de hipertensão e aumento da taxa de glicose.

Também acabou entrando em um quadro de depressão e ansiedade. “Vi minha saúde se deteriorando aos poucos e isso tudo mexeu demais comigo. Por causa do problema do joelho, que foi em grande parte causado pelo excesso de peso, deixei de trabalhar, de dançar, de usar salto alto, de sair, passear. Durante meses praticamente deixei de viver. Não tinha mais alegria e isso foi ruim. Foi difícil conseguir energias, forças para seguir em frente e continuar lutando”, contou.

Em março, ela foi incluída no programa de um hospital estadual para a realização do procedimento. A espera, porém, ainda não acabou, já que o prazo máximo para que o paciente passe pela cirurgia após entrar no programa é de dois anos.

O comerciário Apolônio Dias, de 38 anos e com 139 quilos, se inscreveu para fazer a cirurgia em dois hospitais, mas ainda não há previsão. “Já são dois anos esperando e só faço engordar cada vez mais. Desde o ano passado estou com pressão alta e diabetes, além de alterações nas taxas do colesterol.”

Segundo Dias, a informação que recebe das equipes de triagem é de que a média de espera – nos programas em que está inscrito – é de três a quatro anos. “Nesse tempo, não sei o que pode mais acontecer. No mês passado, um rapaz que também estava tentando entrar na fila morreu por causa de complicações da diabete. Tinha 28 anos. Estou preocupado. Se tivesse condições, já tinha procurado serviço particular, mas infelizmente não tenho”, afirma.

Disparidade – Quem tem acesso à rede particular ou a plano de saúde, de fato, consegue passar pela operação mais rapidamente. Tanto é que enquanto a rede privada realiza cerca de 110 mil cirurgias bariátricas por ano, a rede pública faz só 8 mil.

Em cinco Estados, o SUS (Sistema Único de Saúde) não tem nenhum centro que realize a cirurgia: Amazonas, Goiás, Roraima, Rondônia e Amapá. Nesses casos, os pacientes precisam entrar na fila de hospitais de outras unidades da federação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Noticias ao Minuto

Serra é internado em hospital de São Paulo

Ex-chanceler se queixa de fortes dores nas costas.

O senador José Serra (PSDB-SP) está internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde segunda-feira (17). O ex-ministro foi operado da coluna em dezembro do ano passado e retornou ao hospital com fortes dores nas costas.

Segundo publicado pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, o tucano está aproveitando os dias internados para fazer um check-up geral de sua saúde.

O problema de coluna foi a justificativa usada por Serra para deixar o cargo de ministro das Relações Internacionais em fevereiro. Ele disse ao presidente Michel Temer não conseguiria “manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler”.

O senador foi substituído pelo atual ministro Aloysio Nunes.

Tocantins tem 30 casos de influenza registrados em 2017; vacinação começou

Nenhuma morte pela doença foi registada no estado. Vacinação começou e está disponível em 31 unidades de saúde de Palmas; expectativa é vacinar 52 mil pessoas.

O Tocantins teve 23 casos de influenza A (H1N1) e sete da influenza B registrados em 2017. Os dados são da Secretaria de Saúde. No ano passado, foram somente três casos confirmados do vírus da influenza A e outro da B. Para prevenir a doença e outros vírus da gripe comum, 31 postos de vacinas receberam as doses em Palmas. A meta é vacinar 52,8 mil pessoas em todo o estado.

Conforme a secretaria, os pacientes apresentaram a doença com sintomas brandos e apenas um deles precisou ser internado, mas recebeu alta após cura. No estado não há informação de mortes pela doença.

Porém, só em 2016 o vírus influenza H1N1 matou 1.982 pessoas. Ao todo, 10.625 casos foram notificados no país. O balanço quase alcançou os números de 2009, quando o H1N1 se tornou uma pandemia e matou 2.060 brasileiros.

Vacinação

A campanha nacional de vacinação contra a gripe de 2017 vai dividir o público-alvo de acordo com a semana. Em cada semana, determinados grupos serão priorizados nas salas de vacinação. De acordo com a Secretaria de Saúde , de 17 a 20 de abril, serão imunizados os idosos com 60 anos ou mais; de 24 de abril a 12 de maio serão as gestantes, mulheres que deram a luz recentemente e crianças de seis meses a menores de cinco anos; e de 15 a 19 de maio, pessoas com doenças crônicas. No dia 13 de maio acontece o Dia D de vacinação para todos os grupos.

A campanha começou nesta segunda-feira (17). Na capital, 31 postos de vacinas receberam as doses. (Veja a lista abaixo) A meta é vacinar 52,8 mil pessoas em todo o estado. O objetivo da campanha é reduzir as complicações, as internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus influenza na população alvo para a vacinação, segundo a responsável pela Central Municipal de Vacinas de Palmas, Elaine Katzwinkel.

 A vacina previne os vírus Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. A Influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral. Ela pode levar a morte caso a pessoa que seja infectada apresente fatores de risco, como baixa imunidade, por exemplo. A doença pode ser causada pelos vírus influenza A, B e C.

Para quem for se vacinar, é necessário apresentar o cartão do Sistema Único de Saúde no local de vacinação. Os Centros de Saúde Comunitários (CSC) que vão receber doses são os seguintes:

  • CSC 307 Norte
  • CSC 403 Norte
  • CSC 405 Norte
  • CSC 503 Norte
  • CSC 603 Norte
  • CSC 508 Norte
  • CSC 406 Norte
  • Policlínica 108 Sul
  • CSC 210 Sul
  • CSC 403 Sul
  • CSC 712 Sul
  • CSC 806 Sul
  • CSC 1004 Sul
  • CSC 1103 Sul
  • CSC 1206 Sul
  • CSC 1304 Sul
  • CSC Taquari
  • CSC Lago Sul
  • CSC Liberdade
  • CSC Laurídes Lima
  • CSC Novo Horizonte
  • CSC Alto Bonito
  • Informaçoes: G1/To

Morrem as gêmeas siamesas Sara e Sofia

As crianças tiveram febre alta durante o fim de semana e faleceram na madrugada de segunda. Elas iriam a Goiânia nesta terça para iniciar os procedimentos para a cirurgia de separação.
 As bebês gêmeas siamesas Sara e Sofia Vitória Alves dos Santos, de Campos Belos de Goiás, morreram na madrugada entre domingo (26) e segunda-feira (27) de causas ainda desconhecidas. As crianças tinham cinco meses e estavam prestes a ir para Goiânia para iniciar os preparativos para a cirurgia de separação. Morreram em Campos Belos Goias.

 emaisgoias

Sonho se torna realidade: cientistas testam elixir da imortalidade

Substância elimina células envelhecidas, permitindo acabar com o processo normal de envelhecimento.

Cientistas do centro médico da Universidade Erasmus de Roterdã, na Holanda, testaram com sucesso um medicamento contra o envelhecimento em ratos, comunica o jornal “Cell”.

À medida que uma pessoa se torna mais idosa, os tecidos têm mais células envelhecidas, diz o artigo publicado pelo jornal. O elixir da imortalidade criado pelos cientistas elimina estas células, permitindo acabar com o processo de envelhecimento. A substância consiste de um peptídeo que faz as células envelhecidas se autodestruírem.

Ratos velhos se tornaram fisicamente mais ativos e resistentes após o medicamento lhes ser ministrado. Além disso, a distância que eles percorreram durante os testes quase duplicou após a tomada do elixir.

Os cientistas notaram também um melhor funcionamento dos órgãos internos e até o pelo dos animais ganhou uma melhor aparência. Os autores da pesquisa acrescentam que o preparado pode ser eficaz na luta contra o câncer. Na etapa seguinte o medicamento vai ser testado em seres humanos. 

Noticias ao Minuto

Vereador morre após fazer cirurgia bariátrica em Goiânia

Parlamentar de Senador Canedo ficou 15 dias em UTI após procedimento.
Ele sofreu parada cardiorrespiratória e não resistiu, segundo assessoria.

O vereador de Senador Canedo Jaime Ferreira (PROS), de 28 anos, morreu na noite de sexta-feira (24). De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura da cidade, ele passou por uma cirurgia bariátrica e teve complicações. Após ficar 15 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, em Goiânia, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

O corpo do parlamentar é velado desde a noite de sexta-feira no Colégio Militar Pedro Xavier Teixeira, em Senador Canedo. O enterro está previsto para a manhã deste sábado no Cemitério Municipal da cidade.

Esse era o primeiro mandato de Jaime. Segundo a assessoria da prefeitura, ele foi eleito como suplente do vereador Sérgio Bravo Jr (PROS), que assumiu a Secretaria de Esporte e Lazer. Assim, o parlamentar tomou posse do cargo.

Nascido em São Paulo, Jaime se mudou para Senador Canedo em 2002. Em 2010, começou a dar aulas de biologia e química na escola onde é velado. Mais tarde, ao lado de irmãos, fundou  uma rede de escolas na cidade.Fonte:G1