Parque Cesamar em Palmas sedia 6ª edição da “Caminhada Passos que Salvam” do Hospital do Câncer de Barretos

Em Palmas (TO), a caminhada será domingo, dia 26, às 8horas. 

Levar a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil é a principal missão da “Caminhada Passos que Salvam”, a maior mobilização promovida pelo Hospital de Câncer de Barretos, simultaneamente, em centenas de cidades de todo o país.

Todos os anos, durante o último domingo do mês de novembro, a ação é realizada. A escolha da data está relacionada à proximidade com o “Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil”, celebrado no dia 23 de Novembro. Em 2017, a Caminhada acontecerá no dia 26/11 e a previsão é de que cerca de 650 cidades, em 19 estados do país (neste ano, incluindo os estados do Maranhão, Roraima e Rio de Janeiro) se unam em favor dessa causa.

Entre os sinais e sintomas mais comuns da doença, estão manchas roxas pelo corpo, dores de cabeça, vômito, perda de peso, fraqueza e dores nos ossos, sintomas que parecem comuns da infância e podem ser confundidos com doenças que acometem crianças e adolescentes, mas também podem ser o primeiro sinal de que há algo errado acontecendo.

De acordo com o diretor médico do Hospital de Câncer Infantojuvenil, Luiz Fernando Lopes, a unidade infantojuvenil do HCB tem todas as condições de tratar as crianças com a mesma qualidade dos países com alto nível de desenvolvimento (especialistas experientes, medicamentos adequados e uma excelente estrutura), mas nada disso impacta na vida das crianças se elas não chegarem precocemente para o tratamento. “Ainda há uma quantidade significativa de crianças chegando tardiamente em nossa instituição. O que falta é a conscientização de médicos, enfermeiros e familiares, e essa campanha é uma das melhores formas que encontramos para sensibilizar essas pessoas. Nós só alcançaremos níveis internacionais de cura se tivermos esse cenário favorável”, afirma.

Para a coordenadora da ação, Naima Kathib, o intuito da Caminhada é trazer à discussão essa conscientização de maneira lúdica, envolvendo toda a sociedade para permitir que aconteçam mais diagnósticos precoces e as chances de cura possam ser ampliadas para até 95%.

Em 2012, primeiro ano em que ocorreu a mobilização, 19 municípios do Estado de São Paulo e dois de Rondônia caminharam, levando a população, empresas e entidades para participar do evento. Já no ano seguinte, o número mais que quadruplicou: 80 municípios participaram da caminhada em oito estados. A terceira edição foi ainda melhor: 201 cidades em 11 estados brasileiros caminharam juntas, no mesmo dia e horário, levando mais de 150 mil pessoas às ruas. Em 2015, foram 306 cidades de 12 estados que caminharam, comprometidos na luta contra o câncer infantojuvenil. No ano passado, a “Passos que Salvam” mobilizou 300 mil pessoas em cerca de 500 cidades de todo o Brasil.

 Captação de Recursos

Além de disseminar essas importantes informações, a “Caminhada Passos que Salvam” também possui uma ação para arrecadar fundos para o tratamento dos pacientes no Hospital de Câncer Infantojuvenil. Ao adquirir um kit com camiseta, boné e ‘sacochila’, cada participante estará contribuindo com o valor de R$ 35,00, que será direcionado à instituição.

Em Palmas (TO), o local definido para a Caminhada é o Parque Cesamar, às 08h. Para obter mais informações e saber onde adquirir os kits, entre em contato  com a coordenadora do Hospital de Câncer de Barretos em Palmas, Ana Paula Bichuette, através do número (63)99944-8420 ou  acesse facebook.com/PalmasParaVida.

Sobre o Hospital de Câncer de Barrets

Excelência em oncologia, o Hospital registra 6.000 atendimentos/dia, 100% gratuitos. Acolhe pacientes de todo o Brasil, com profissionalismo e humanização, o grande diferencial da instituição.

Com 55 anos de história, o Hospital de Câncer de Barretos possui diversas unidades de tratamento e prevenção. Nas cidades de Barretos (SP), Jales (SP) e Porto Velho, encontram-se os hospitais que oferecem tratamento para as pessoas que já possuem o câncer.

Já os Institutos de Prevenção, que realizam exames de diagnóstico precoce, estão presentes nas seguintes cidades: Barretos (SP), Fernandópolis (SP), Porto Velho (RO), Ji-Paraná (RO), Campo Grande (MS), Nova Andradina (MS), Juazeiro (BA), Lagarto (SE) e Campinas (SP) – já em funcionamento. Macapá (AP) – projetos em andamento.

Novas parcerias estão sendo fechadas em Rio Branco (AC) e com o estado de Mato Grosso para a construção de um Centro de Prevenção. Já em Palmas (TO), estuda-se a construção de um Hospital de Câncer para tratamento da doença.

Nossos números de 2016:

Realizados 829.081 atendimentos a 151.883 pacientes, vindos de 2032 municípios e distritos de todos os estados brasileiros. Desse total, 10.194 atendimentos foram para 428 pacientes do Tocantins.

Cristiano Machado

Morte de ex-vocalista do Dominó alerta sobre perigos de infecções na boca

O cantor Ricardo Bueno morreu na última quinta-feira (16) por conta de uma infecção dentária que se generalizou para o corpo; entenda o caso e saiba como se prevenir.

A morte do ex-vocalista da banda Dominó Ricardo Bueno, aos 40 anos, na última quinta-feira (16), após uma infecção generalizada causada por um problema odontológico faz um alerta para o problema: apesar de mais raro em casos de doenças bucais, a infecção em qualquer parte do corpo que não for bem tratada pode evoluir e se espalhar pelo corpo por meio da corrente sanguínea, a chamada sepse.

E a condição para ela ocorrer nem precisa ser grave: um simples corte na pele ou uma queimadura, se negligenciadas, podem causar a infecção, que surge principalmente quando há um desequilíbrio das bactérias que “vivem” dentro do nosso corpo (como a baixa imunidade, por exemplo).

Segundo o infectologista do Hospital Marcelino Champagnat,  Bernando de Almeida, é rara a condição de uma infecção bucal evoluir para uma sepse. “Ela pode ter como origem qualquer infecção localizada no corpo, mas as mais comuns são as provenientes da pneumonia e de infecções urinárias. ”

Mesmo com chances pequenas, o médico pontua alguns sinais de alerta que representam indícios de que a infecção localizada está evoluindo para a sepse: confusão mental, respiração acelerada, condições de cansaço e febre. E a atenção é redobrada para pessoas que se enquadram no grupo de risco — recém-nascidos, idosos, diabéticos, asmáticos, pessoas com doenças cardíacas ou que que sofreram traumas ( como cortes na pele, queimaduras, operações cirúrgicas e internamento hospitalar).

Problemas nos dentes 

Quando se trata de infecções bucais, os principais métodos de prevenção são o acompanhamento frequente com dentistas e a higienização adequada da boca, principalmente após procedimentos como implantação ou remoção de dentes. Também é preciso estar atento aos sintomas de infecções, que vão desde dores no dente ao aumento de volume da região bucal (inchaço), acumulo de pus e febre. Se isso acontecer, procure o quanto antes um médico para que seja feito o devido tratamento.

Sepse: tão perigosa quanto um infarto 

O infectologista ressalta ainda a importância da popularização do conceito da sepse. “Ela é tão perigosa quando um infarto no miocárdio ou o próprio câncer. É necessário que haja um maior conhecimento da população sobre essa condição para que haja uma maior prevenção e diagnóstico prévio, ” alerta.

A infecção generalizada é uma das principais causas de morte em pacientes internados nas UTIs brasileiras: de acordo com pesquisa do Instituto Latino Americano de Sepse, 58,94% dos pacientes com sepse que estavam nas UTIs brasileiras acabaram falecendo. A alta porcentagem de mortalidade, de acordo com o estudo, teve motivos como gravidade dos pacientes, o fato deles terem adquirido sua infecção quando já estavam internados na UTI (infecção hospitalar) e a inadequação do tratamento, principalmente o atraso para administração da primeira dose de antibióticos. Além disso, a pesquisa mostra que instituições com menor disponibilidade de recursos tiveram maior mortalidade.

Fonte:gazetadopovo

Governo troca comando da PM no Tocantins durante crise entre polícias Civil e Militar

Ex-comandante Glauber de Oliveira Santos foi para a Secretaria de Cidadania e Justiça. Coronel Edvan de Jesus Silva assume PM com déficit de 5,4 mil policiais.

O coronel Edvan de Jesus Silva assumiu na tarde desta segunda-feira (6) o comando da Polícia Militar do Tocantins. Durante entrevista, o novo comandante disse que as relações entre PM e Polícia Civil devem ser fortalecidas. O discurso faz referência ao delegado baleado por militares durante uma abordagem em Guaraí, região central do estado. Durante entrevista, ele disse que o caso está sendo investigado e será superado.

“Somos parceiros e amigos da Polícia Civil. Não vejo nenhum tipo de problema e o que vamos fazer é estreitar cada vez os nossos laços porque as nossas missões são comuns e juntos seremos mais fortes. Creio que não há necessidade de colocar lenha da fogueira. É algo que está sendo investigado e o importante é que o relacionamento entre as instituições deve ser fortalecido”, disse o novo comandante.

A troca de comando ocorreu no quartel do Comando Geral da Polícia Militar, em Palmas. O coronel Glauber de Oliveira Santos deixou o cargo, após 2 anos e 10 meses, para ser efetivado na Secretaria de Cidadania e Justiça.

A mudança foi anunciada após falas polêmicas do ex-comandante sobre o delegado que foi confundido com um criminoso e baleado. Em entrevista, Santos disse que “a abordagem foi realizada dentro dos padrões do procedimento operacional padrão de um veículo identificado como suspeito.”

Nesta segunda-feira (6), ele agradeceu o tempo que passou no comando. “Eu completo 30 anos na corporação e o que a gente sempre procurou fazer foi trabalhar da melhor forma possível”, afirmou.

O governo não confirmou oficialmente o motivo da mudança no comando. “O que nós queremos são resultados, a sociedade nos cobra resultados e nós temos procurado dar esses resultados. Eu acredito que pela experiência do coronel Edvan, o coronel Glauber, que assume a Cidadania e Justiça, e os demais companheiros, vocês vão ver todos trabalhando bem para a sociedade”, disse o governador Marcelo Miranda (PMDB), durante transferência de comando.Coronel Edvan de Jesus Silva assumiu comando da PM (Foto: João Guilherme Lobaz/G1)

Aumento da criminalidade

O novo comandante assume a Polícia Militar em período de críticas e relatos de aumento na criminalidade em todo o estado. Além disso, um levantamento feito pelo Ministério Público Estadual aponta que o número de policiais está bem abaixo do ideal.

A PM do Tocantins tem atualmente há 3.660 militares para uma população de mais de 1,5 milhão de habitantes. O número representa apenas 40% do que seria necessário. O déficit é de 5,4 mil PMs.

Delegado baleado

O delegado da Polícia Civil Marivan da Silva Souza foi baleado durante uma ação de policiais militares em Guaraí, na região central do estado, no dia 28 de outubro. Os policiais estavam descaracterizados procurando suspeitos do assalto a um carro forte no dia anterior.

Souza levou três tiros, um na mão, um na orelha e outro de raspão na cabeça. Ele perdeu parte da orelha. Os policiais militares que participaram da abordagem estão presos no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, em Palmas e entregaram as armas e a viatura usadas na ação.

G1/Tocantins

Campanha de Multivacinação para crianças e adolescentes termina hoje

Público alvo têm até às 17h30 para procurar os postos de saúde e atualizar os cartões de vacina. Estão disponíveis as vacinas contra hepatite A e B, tríplice viral, febre amarela, pentavalente, entre outras.

Campanha Nacional de Multivacinação encerra nesta sexta-feira (22) em todo o Tocantins. Mas em Palmeiróplis continua toda semana que vem nos postos de saúde. As crianças e adolescentes de até 14 anos que ainda não se vacinaram têm até às 17h30 para procurar um posto de saúde. A campanha começou no dia 11 deste mês.

O movimento nos postos foi tranquilo nesta semana, mas o último dia deve ser mais movimentado. “No último dia há uma procura maior aos postos de saúde e a gente reforça com os pais que é importante procurar unidade de saúde para verificar situação vacinal do seu filho”, disse a enfermeira técnica da Central de Vacinas de Palmas, Juliana Araújo,

Na capital, são 32 salas de vacinação abertas para atender o público alvo e o objetivo é atualizar os cartões de vacinas. Estão disponíveis as vacinas contra hepatite A e B, tríplice viral, febre amarela, pentavalente, tetravalente, DTP, rotavírus, meningite, pneumocócica 10 valente, poliomielite oral e inativada e HPV.

“A campanha é para fazer o resgate dos faltosos, crianças e adolescentes até 14 anos que, como rotina, não procuram as salas de vacina. É importante, porque essas doenças imunopreveníveis que não ouvimos mais falar, como caxumba, coqueluche, estão voltando, devido a baixa cobertura”, argumentou a enfermeira da gerência estadual de imunização da Secretaria Estadual da Saúde, Greicy Rivello.

Para receber as doses, os pais ou responsáveis devem levar um documento com foto e o cartão de vacinação da criança ou adolescente. Quem não tiver o cartão precisa procurar uma unidade básica de saúde para resgatar o histórico de vacinas.

G1/TO

Sacos de lixo empilhados em hospital chegam até o teto de depósito

Serviço de coleta não é feito há dias, segundo funcionários do Hospital Regional de Araguaína. Secretaria da Saúde disse que lixo tinha sido retirado, mas os resíduos seguem acumulados.

 O problema da coleta de lixo no Hospital Regional de Araguaína, norte do Tocantins, não foi resolvido. O Estado anunciou que o serviço tinha sido retomado, mas funcionários disseram que ainda há centenas de sacos de lixo acumuladas no local. O lugar onde os sacos são armazenados já não comporta tantos resíduos. Basta dar uma volta pelo local, para ser surpreendido com pilhas de lixo colocadas até no teto do depósito.

Nesta quinta-feira (22), a Secretaria Estadual da Saúde informou que uma parte do lixo foi retirada e que uma segunda coleta estava sendo realizada. Mas um funcionário que preferiu não se identificar disse que o problema continua.

“Recolheram um pouco do lixo e o restante colocaram em barris para poder camuflar o lixo e continuaram jogando mais lixo no local. Não foi resolvido o problema, o lixo não foi recolhido totalmente”.

A reportagem da TV Anhanguera encontrou funcionários da empresa responsável pelo serviço fazendo a retirada de alguns tambores de lixo, mas muito ainda foi deixado para trás. Por telefone, a representante da empresa Luciana Rodrigues disse que a paralisação é motivada pela falta de pagamento e que a coleta deveria ser feita todos os dias.

Enquanto isso, funcionários e pacientes precisam conviver com o mau cheiro. “É muito grande o volume de lixo que está lá. Tem mais de 50, 100 sacos de lixo. É muito lixo. O mau cheiro está grande dentro do hospital. Acredito que até a própria direção não está se sentindo bem com a situação”, disse uma funcionária que não quis se identificar.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que nesta quinta-feira foi realizada uma coleta de lixo no hospital e que uma nova está prevista para esta sexta-feira.

Lixo no corredor

O lixo está acumulado há dias no hospital. Na última terça-feira (20), um vídeo feito por um acompanhante de uma paciente mostrou pessoas em macas nos corredores do hospital. Nas imagens, também era possível ver sacos de lixo perto dos pacientes internados.

Pacientes internados em corredor dividem espaço com lixo acumulado em hospital (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Pacientes internados em corredor dividem espaço com lixo acumulado em hospital (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

G1/TO

Paciente espera por cirurgia há cerca de três meses em hospital de Gurupi

Com a coluna quebrada, procedimento não é feito no Tocantins. Secretaria Estadual da Saúde informou que Gil José está cadastrado na Central Nacional de Regulação.

Pacientes internados no Hospital Regional de Gurupi, sul do Tocantins, cobram agilidade no atendimento e na realização de cirurgias. Em alguns casos, pacientes esperam há meses por um procedimento. É o caso de Gil José Rodrigues que está internado há cerca de três meses na unidade, aguardando por uma operação. Com a coluna quebrada, o paciente não consegue andar.

Rodrigues aguarda uma cirurgia na coluna. O detalhe é que o procedimento não é feito no Tocantins e ainda não tem previsão de quando ela deve ser realizada. “O médico falou que tinha que ser de urgência essa cirurgia para ele pelo menos sentar porque ele disse que ele não iria andar mais”, contou o irmão José dos Santos Rodrigues.

A situação piora porque o paciente pode ter alta a qualquer momento. “Teve um médico querendo dar alta, mas não tem condições de ele ir para casa. Nós moramos na fazenda, até para a ambulância ir lá, é difícil. Se ele for para lá mais difícil vai ficar”.

Esse não é o único caso de espera. O lavrador Gilso Pereira é de Taguatinga e está há dois dias no hospital com o braço quebrado. “Minha situaçãop está crítica. Estou esperando, não tem medicamentos. Sou de outra cidade, não conheço quase ninguém aqui. Está difícil”.

Sem saber quando as demandas atendidas, pacientes e familiares sofrem com a demora e pedem agilidade no serviço.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que o paciente Gil José Rodrigues está cadastrado na Central Nacional de Regulação de alta complexidade e o serviço de regulação estadual continua buscando vaga, já que a cirurgia não é realizada no estado.

A secretaria informou ainda que o paciente Gilso Pereira de Santana deu entrada no hospital na segunda-feira (22), foi atendido, medicado e os exames realizados apontaram que não houve fratura no braço, mas não informou quando ele vai ser operado.

G1/TO

Campanha de vacinação contra gripe está longe de atingir meta

Dia D de vacinação irá ocorrer neste sábado (13). Apenas 40% da meta de vacinação foi atingida em Palmas.

Campanha de vacinação contra a gripe pretende vacinar até 53 mil pessoas em Palmas. No entanto, pouco mais de 23 mil compareceram aos postos de saúde até agora. O que corresponde a apenas 40% da meta. Para alcançar um número maior de imunizados, ocorrerá neste sábado (13) o dia D da campanha contra a gripe. Os postos de saúde estarão de plantão entre 8h e 17h.

O público prioritário são as crianças menores de cinco anos, idosos, gestantes, mulheres com 45 dias após o parto, pessoas com doenças crônicas, profissionais da saúde, indígenas, presos e professores. A vacina protege contra os vírus da influenza A, H1N1, h3n2 e contra influenza tipo B, além da gripe comum.

Para a gerente da central de vacinas de Palmas, Elaine Katzwinkel, a campanha de vacinação no sábado permitirá que as pessoas que não tem tempo durante a semana procurem os postos de vacinação.

“As mães falam muito que trabalham, que não tem tempo ou que o horário de almoço é muito corrido. Para as pessoas que não podem ir durante a semana, no sábado, todas as unidades de saúde estarão abertas das 8h às 17h, sem intervalo para o almoço. A equipe de saúde estará lá somente para a fazer a vacina.”

G1/TO

Falta de cirurgia bariátrica mata até 45 mil por ano

Estimativa dos pesquisadores é de que até 9 milhões precisem da cirurgia no país.

A longa fila de espera para cirurgia bariátrica no Brasil provoca mortes evitáveis e custos ao sistema de saúde. Pesquisa estimando consequências da demora no acesso ao procedimento mostra que, a cada mil pacientes que aguardam a cirurgia, cinco morrem por ano de espera. Como a estimativa dos pesquisadores é de que até 9 milhões precisem da cirurgia no país – aqueles na fila e os que ainda necessitam de encaminhamento – e só 1,5% deles sejam operados, a não realização da bariátrica causa até 45 mil óbitos evitáveis por ano.

Já o custo extra ao sistema público de saúde, segundo o estudo, é de U$ 720 milhões anuais (cerca de R$ 2,3 bilhões). A cada mil pacientes, são US$ 80 mil (aproximadamente R$ 256 mil) gastos a mais, a cada ano, por complicações da obesidade.

Liderado pelo médico Ricardo Cohen, coordenador do centro de obesidade e diabete do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o estudo usou um modelo estatístico para calcular todos os prejuízos sofridos pelos pacientes que esperam na fila. Os pesquisadores compararam indicadores de eficácia e custo em vários cenários: não realização de cirurgia, operação imediata após a indicação do procedimento e espera de um, dois, quatro e sete anos na fila.

Os cientistas verificaram que o paciente que espera sete anos na fila tem 18% mais chance de morrer do que o doente operado de imediato. No Brasil, o tempo médio de espera por cirurgia bariátrica na rede pública é de três a quatro anos, mas pode ser muito maior em algumas cidades.

“O obeso já tem risco maior de morte cardiovascular do que a população em geral. Quanto mais ele espera pela cirurgia, maior a chance de complicações associadas à doença, como quadros de hipertensão, enfarte e derrames”, comenta Cohen, que teve o estudo publicado em abril na revista científica Soard, periódico da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. “Mostramos, portanto, que a intervenção precoce salva vidas”, completa.

Para Caetano Marchesini, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, a realização mais rápida da cirurgia não evitaria somente as mortes, mas também sequelas desenvolvidas pelos pacientes com obesidade grave. “Os derrames podem deixar sequelas irreparáveis. Outros problemas comuns são apneia do sono, dificuldade respiratória e problemas osteoarticulares causados pelo excesso de peso”, afirma Marchesini. Todos esses quadros exigem tratamentos contínuos que sobrecarregam o sistema de saúde.

Demora – Com 116 quilos, a empregada doméstica Miriam Maria de Lima, de 41 anos, está desde 2013 na fila da cirurgia bariátrica na rede pública de Pernambuco, que conta só com quatro hospitais públicos que realizam a técnica. Durante os anos de espera, desenvolveu um grave problema de joelho – que a impediu, por meses, de trabalhar – além de hipertensão e aumento da taxa de glicose.

Também acabou entrando em um quadro de depressão e ansiedade. “Vi minha saúde se deteriorando aos poucos e isso tudo mexeu demais comigo. Por causa do problema do joelho, que foi em grande parte causado pelo excesso de peso, deixei de trabalhar, de dançar, de usar salto alto, de sair, passear. Durante meses praticamente deixei de viver. Não tinha mais alegria e isso foi ruim. Foi difícil conseguir energias, forças para seguir em frente e continuar lutando”, contou.

Em março, ela foi incluída no programa de um hospital estadual para a realização do procedimento. A espera, porém, ainda não acabou, já que o prazo máximo para que o paciente passe pela cirurgia após entrar no programa é de dois anos.

O comerciário Apolônio Dias, de 38 anos e com 139 quilos, se inscreveu para fazer a cirurgia em dois hospitais, mas ainda não há previsão. “Já são dois anos esperando e só faço engordar cada vez mais. Desde o ano passado estou com pressão alta e diabetes, além de alterações nas taxas do colesterol.”

Segundo Dias, a informação que recebe das equipes de triagem é de que a média de espera – nos programas em que está inscrito – é de três a quatro anos. “Nesse tempo, não sei o que pode mais acontecer. No mês passado, um rapaz que também estava tentando entrar na fila morreu por causa de complicações da diabete. Tinha 28 anos. Estou preocupado. Se tivesse condições, já tinha procurado serviço particular, mas infelizmente não tenho”, afirma.

Disparidade – Quem tem acesso à rede particular ou a plano de saúde, de fato, consegue passar pela operação mais rapidamente. Tanto é que enquanto a rede privada realiza cerca de 110 mil cirurgias bariátricas por ano, a rede pública faz só 8 mil.

Em cinco Estados, o SUS (Sistema Único de Saúde) não tem nenhum centro que realize a cirurgia: Amazonas, Goiás, Roraima, Rondônia e Amapá. Nesses casos, os pacientes precisam entrar na fila de hospitais de outras unidades da federação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Noticias ao Minuto

Serra é internado em hospital de São Paulo

Ex-chanceler se queixa de fortes dores nas costas.

O senador José Serra (PSDB-SP) está internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde segunda-feira (17). O ex-ministro foi operado da coluna em dezembro do ano passado e retornou ao hospital com fortes dores nas costas.

Segundo publicado pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, o tucano está aproveitando os dias internados para fazer um check-up geral de sua saúde.

O problema de coluna foi a justificativa usada por Serra para deixar o cargo de ministro das Relações Internacionais em fevereiro. Ele disse ao presidente Michel Temer não conseguiria “manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler”.

O senador foi substituído pelo atual ministro Aloysio Nunes.

Tocantins tem 30 casos de influenza registrados em 2017; vacinação começou

Nenhuma morte pela doença foi registada no estado. Vacinação começou e está disponível em 31 unidades de saúde de Palmas; expectativa é vacinar 52 mil pessoas.

O Tocantins teve 23 casos de influenza A (H1N1) e sete da influenza B registrados em 2017. Os dados são da Secretaria de Saúde. No ano passado, foram somente três casos confirmados do vírus da influenza A e outro da B. Para prevenir a doença e outros vírus da gripe comum, 31 postos de vacinas receberam as doses em Palmas. A meta é vacinar 52,8 mil pessoas em todo o estado.

Conforme a secretaria, os pacientes apresentaram a doença com sintomas brandos e apenas um deles precisou ser internado, mas recebeu alta após cura. No estado não há informação de mortes pela doença.

Porém, só em 2016 o vírus influenza H1N1 matou 1.982 pessoas. Ao todo, 10.625 casos foram notificados no país. O balanço quase alcançou os números de 2009, quando o H1N1 se tornou uma pandemia e matou 2.060 brasileiros.

Vacinação

A campanha nacional de vacinação contra a gripe de 2017 vai dividir o público-alvo de acordo com a semana. Em cada semana, determinados grupos serão priorizados nas salas de vacinação. De acordo com a Secretaria de Saúde , de 17 a 20 de abril, serão imunizados os idosos com 60 anos ou mais; de 24 de abril a 12 de maio serão as gestantes, mulheres que deram a luz recentemente e crianças de seis meses a menores de cinco anos; e de 15 a 19 de maio, pessoas com doenças crônicas. No dia 13 de maio acontece o Dia D de vacinação para todos os grupos.

A campanha começou nesta segunda-feira (17). Na capital, 31 postos de vacinas receberam as doses. (Veja a lista abaixo) A meta é vacinar 52,8 mil pessoas em todo o estado. O objetivo da campanha é reduzir as complicações, as internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus influenza na população alvo para a vacinação, segundo a responsável pela Central Municipal de Vacinas de Palmas, Elaine Katzwinkel.

 A vacina previne os vírus Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. A Influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral. Ela pode levar a morte caso a pessoa que seja infectada apresente fatores de risco, como baixa imunidade, por exemplo. A doença pode ser causada pelos vírus influenza A, B e C.

Para quem for se vacinar, é necessário apresentar o cartão do Sistema Único de Saúde no local de vacinação. Os Centros de Saúde Comunitários (CSC) que vão receber doses são os seguintes:

  • CSC 307 Norte
  • CSC 403 Norte
  • CSC 405 Norte
  • CSC 503 Norte
  • CSC 603 Norte
  • CSC 508 Norte
  • CSC 406 Norte
  • Policlínica 108 Sul
  • CSC 210 Sul
  • CSC 403 Sul
  • CSC 712 Sul
  • CSC 806 Sul
  • CSC 1004 Sul
  • CSC 1103 Sul
  • CSC 1206 Sul
  • CSC 1304 Sul
  • CSC Taquari
  • CSC Lago Sul
  • CSC Liberdade
  • CSC Laurídes Lima
  • CSC Novo Horizonte
  • CSC Alto Bonito
  • Informaçoes: G1/To