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Tocantins inicia a última etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa

Vacinação será realizada até o dia 30 deste mês em 10,5 milhões de bovídeos. A partir do ano que vem, Tocantins começa jornada rumo ao status livre da febre aftosa sem vacinação.

O Tocantins inicia, nesta terça-feira (1º), a última etapa da vacinação contra a febre aftosa. Até o dia 30 de novembro, serão imunizados 10,5 milhões de bovídeos (bovinos e bubalinos) de todas as idades, pertencentes à 55,1 mil produtores rurais.

A declaração é obrigatória e deve ser realizada nas unidades da Adapec, até 10 dias após a compra do produto. A multa para quem deixar de vacinar é de R$ 5,32 por animal e R$ 127,69 por propriedade não declarada.

A emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) para movimentação dos animais está condicionada ao cumprimento das exigências.

A partir de 2023, a imunização não será mais realizada. Isso porque o Tocantins faz parte dos estados inclusos na zona livre de febre aftosa sem vacinação.

“São décadas de luta e muito trabalho de toda cadeia produtiva que culminou na suspensão da vacinação, e, consequentemente, no avanço da condição sanitária do Tocantins, por isso é um momento de muita celebração”, disse o presidente da Adapec, Paulo Lima.

O Estado está há 25 anos livre da febre aftosa com vacinação e faz parte do bloco IV, de acordo com o Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa 2017-2026 (Pnefa).

Junto com ele, estão os seguintes estados: Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Distrito Federal.

Até então, no país, apenas Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e algumas regiões do Amazonas e Mato Grosso possuem a certificação internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação.

Para chegar a esse patamar da evolução sanitária, o Governo do Tocantins cumpriu as diretrizes exigidas no Plano Estratégico 2017-2026 do Mapa.

Entre os principais aspectos realizados estão: vigilância em propriedades rurais, com mais de 5 mil fiscalizadas totalizando 500 mil animais por ano; vigilância em eventos pecuários abrangendo mais de 640 mil animais examinados por ano; vigilância em estabelecimentos de abate com mais de 1 milhão de animais examinados ao ano e atendimento a 100% das suspeitas de ocorrências de doenças vesiculares, sem registrar nenhum caso positivo.

g1 Tocantins.

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