Irmãos suspeitos de matarem o próprio pai são detidos durante operação em Marianópolis

Um dos irmãos é menor de idade e foi apreendido. Além deles, outro homem que é suspeito de ter ajudado no crime também foi preso.

Vanuza Pereira Nascimento foi presa e um adolescente de 17 anos, apreendido, nesta segunda-feira (17) em Marianópolis. Eles são suspeitos de matarem o próprio pai Neuracy Rodrigues do Nascimento. O crime ocorreu em agosto passado no Projeto de Assentamento Manchete. Além deles, também é suspeito de participação Edevaldo Ferreira dos Santos. A ação faz parte da Operação Labéu.

A vítima foi encontrada caída na sala da própria casa após ser atingido por um tiro na cabeça. O adolescente é apontado como o executor.

De acordo com o delegado Eduardo César de Menezes, responsável pela operação, no dia do crime, a mulher da vítima, Zilda Pereira Lira, disse à Polícia Militar, que o marido havia cometido suicídio.

“A Polícia Civil de Marianópolis, ao iniciar as investigações, descobriu que a intenção de Zilda, quando disse aos Policiais Militares que se tratava de um suicídio, era acobertar a conduta do filho de apenas 17 anos de idade”, disse.

Ainda acordo com o delegado, minutos antes da morte, teria ocorrido uma discussão entre Nascimento, Zilda e a Vanuza.

Durante a briga, Vanuza foi à casa de vizinhos e pediu uma faca emprestada. Sem sucesso, a suspeito procurou o irmão para que a ajudasse no crime. “J.P.N, ao ser acionado pela irmã, dirigiu-se à residência do pai e, atirou contra a cabeça do próprio pai”, afirmou.

Segundo as investigações, além dos dois irmãos, Santos auxiliou Vanuza e o adolescente no crime. Ele será encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Paraíso.

Vanuza irá para a Unidade Prisional Feminino de Palmas e o adolescente continuará apreendido no Complexo de Delegacias de Paraíso até ser identificado um espaço socioeducativo de cumprimento de pena.

Mulher teria discutido com pai antes do crime — Foto: Dennis Tavares/SSP/Divulgação

Operação

O título da operação é sinônimo de indignidade, instituto previsto no Código Civil Brasileiro que, como forma de punição, exclui da linha sucessória os herdeiros que atentam contra vida de seus ascendentes.

A operação contou com o apoio das 1ª, 2ª e 3ª Delegacias de Polícia Civil de Paraíso, Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher e da Criança e Adolescente de Paraíso, Delegacias de Polícia de Divinópolis, Lagoa da Confusão, Cristalândia e Pium, Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE) e Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAER.

Mais de 3 Kg de drogas são apreendidos e suspeitos são presos no sul do Tocantins

A polícia chegou a uma mulher após uma denúncia anônima. Ela indicou uma kitnet onde havia comprado a substância e no local os policiais prenderam um casal em flagrante.

Mais de 3 kg de drogas foram apreendidos em Gurupi, no sul do estado. Além disso, duas mulheres e um homem foram presos.

Após uma denúncia anônima, os policiais encontraram uma mulher com uma porção de drogas em uma lanchonete na região central da cidade. No local ela entregou a substância que estava na bolsa junto com uma balança de precisão e R$ 6.

A mulher ainda indicou uma kitnet na mesma área como o local onde havia comprado a droga. Os policiais foram até o imóvel onde um casal praticava o tráfico.

Ao todo foram localizados aproximadamente 2 kg de crack, 1,5 kg de maconha e 300 gramas de cocaína. Além de 4 aparelhos celulares, 3 balanças de precisão, R$ 344 e outros objetivos para venda.

O casal assumiu o crime e foi preso em flagrante, indicando outra terceira pessoa como responsável pelo transporte da droga, que ainda não foi localizada. As ações foram realizadas na tarde desta quarta-feira (12).

Os suspeitos e todo material apreendido foram levados para delegacia.

Suspeitos de assalto são presos junto com taxista que teria ajudado na fuga

Crime foi no Maranhão e veículo roubado foi encontrado em uma chácara na zona rural de Araguaína. Despachante que teria encomendado o roubo ainda não foi localizado.

A Polícia Civil de Araguaína prendeu na tarde desta terça-feira (28) Francisco Alves Da Silva e Luís James Ferreira De Araújo suspeitos de assaltar um taxista e roubar o veículo no Maranhão. Junto com a dupla, também foi preso outro taxista, que teria auxiliado na fuga.

Gilmar Corrêa Aguiar, de 43 anos, trabalha em Araguaína. Ele teria ido buscar Silva e Araújo em uma chácara na zona rural da cidade após o táxi roubado ter um problema. Como pagamento, Aguiar teria aceitado o jogo de rodas do carro roubado, que foi apreendido pela polícia.

Suspeitos de roubar táxi foram presos em Araguaína (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Suspeitos de roubar táxi foram presos em Araguaína (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Suspeitos de roubar táxi foram presos em Araguaína (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Com os dois primeiros suspeitos a equipe de policiais encontrou cheques no nome de um despachante de Araguaína. Os cheques são de R$ 10 mil cada. A principal hipótese é que o despachante tenha encomendado o roubo no Maranhão. Ele é considerado foragido.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos de assalto têm várias passagens por furto qualificado, receptação e porte de arma de fogo. Todos foram levados para a central de flagrantes da cidade.

Veículo roubado foi recuperado na chácara (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Veículo roubado foi recuperado na chácara (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Veículo roubado foi recuperado na chácara (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Suspeito trabalhava como taxista em Araguaína (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Suspeito trabalhava como taxista em Araguaína (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Suspeito trabalhava como taxista em Araguaína (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

G1 Tocantins.

Namorado e primo são presos suspeitos de matar adolescente por achar que ela os entregaria a criminosos rivais, em Goiás

Eles foram expulsos de bairro após briga com criminosos rivais, segundo a polícia. Como garota tinha amizade com todos, dupla acreditou que ela estava armando emboscada para eles.

Dois primos de 19 anos foram presos na tarde de quinta-feira (24) suspeitos de matarem a adolescente Maria Eduarda Neves Peres, de 13 anos, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. De acordo com as investigações, o namorado dela e o familiar acreditavam que a garota passaria informações deles para que criminosos rivais pudessem mata-los. À polícia, eles confessaram o crime.

A adolescente foi morta asfixiada na madrugada do dia 22. Ela tinha saído para uma para uma festa. O corpo dela foi encontrado a cerca de 700 metros da casa do namorado.

Segundo a polícia, Alessandro Moreira Soares tinha um relacionamento com a vítima. Ele e o primo, José Ribamar de Jesus Neto, tinham envolvimentos com práticas criminosas no bairro e tinham rixa com outros criminosos. O G1 não conseguiu identificar os advogados de defesa dos presos.

“A Maria Eduarda tinha trânsito livre entre esses grupo, mas começou a se aproximar mais do Alessandro depois que ele foi expulso do bairro por criminosos rivais. Ele e o primo dele pensaram, então, que ela queria era armar a morte deles levando informações ao outro grupo”, disse o delegado Wellington Lemos.

Após a morte da adolescente, os dois suspeitos chegaram a ir até a delegacia para falarem que não tinham envolvimento com o crime e apresentar álibis. Porém, durante o interrogatório, Alessandro apresentou contradições e acabou confessando que tinha cometido o crime, apontando o prime como cúmplice. Segundo a corporação, José Ribamar também confessou envolvimento.

“A Maria Eduarda foi morta por asfixia, sendo usada uma camiseta para isso. Ela tinha convívio com pessoas do mundo do crime, mas, a princípio, não ficou comprovado que ela tinha intenção de armar uma emboscada para os dois”, explicou o delegado.

Os dois suspeitos foram presos em flagrante por homicídio com três qualificadoras. Eles foram encaminhados para o presídio da cidade. A polícia vai pedir a prisão preventiva dos dois à Justiça.

G1 Tocantins.

Suspeitos de fraude no INSS incluindo a advogada Debora Macedo são levados para presídio em Gurupi

Uma advogada, um funcionário dela e um servidor do fórum de Alvorada foram presos na segunda fase da operação Famulus. Esquema pode ter causado um prejuízo de R$ 4 milhões.

Os três suspeitos de fraudes no INSS presos pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (22) foram levados para a Casa de Prisão Provisória de Gurupi. A advogada Débora Regina Macedo Moura; o funcionário dela, Ricardo Silva Gonzales e o servidor do Fórum de Alvorada do Tocantins, Íris Floriano, estão em uma cela de triagem fora do pavilhão principal.

A informação foi confirmada pela Secretaria de Cidadania e Justiça, que administra os presídios do Tocantins.

Os três foram presos na segunda fase da operação Famulus, que também cumpriu nove mandados de busca e apreensão. O alvo é um grupo criminoso especializado em fraudes contra o INSS. O prejuízo pode ultrapassar R$ 4 milhões.

Em nota, a advogada disse que a advocacia exercida por ela não é criminosa. “Trata-se de investigação que há mais de dois anos não conclui a minha culpa. Jamais neguei a prestar esclarecimentos e documentos a investigação. Possuo residência e domicílio profissional fixos há mais de 10 anos, e as autoridades estão fazendo seu papel de investigação”, argumentou.

O advogado de Ricardo Silva Gonzales disse que ainda não teve acesso ao inquérito policial, mas nega as acusações. “Ricardo Silva Gonzales, se apresentou a Policia Federal e prestou todos os esclarecimentos a fim de contribuir com as investigações. Ressalto que o cliente nega qualquer envolvimento com os fatos investigados e segue a disposição da justiça.”

A Gerência Executiva do INSS no Tocantins informou que,​ referente à primeira fase da operação Famulus da PF em Gurupi, em junho de 2016, todos os benefícios previdenciários ordenados para suspensão pela Justiça Federal foram identificados e suspensos, sendo que os demais benefícios que porventura forem apurados indevidos à partir do desdobramento da segunda fase da operação da PF, assim que notificados ao INSS, também serão cumpridos a rigor da lei.

O Tribunal de Justiça informou que não vai se manifestar sobre o assunto, já que o caso está em fase de investigação.

A Operação

Segundo a PF, as investigações realizadas na primeira fase da operação, em junho de 2016, apontam que pessoas interessadas nos benefícios previdenciários eram atraídas pelos investigados. Os escritórios de advocacia de integrantes do grupo adulteravam os documentos dos beneficiários com a inserção de dados falsos.

Em muitos casos, conforme a polícia, os investigados davam entrada com um pedido junto ao INSS sem os documentos básicos. O objetivo era fazer com que o benefício fosse indeferido para que, depois, os advogados entrassem com ação na Justiça Estadual ou Federal. A PF informou que um servidor do Fórum de Alvorada supostamente viabilizava a elaboração de decisões favoráveis ao requerente.

A Justiça Federal ordenou ao INSS a suspensão de benefícios previdenciários que foram instruídos com documentos falsos.

Serão intimados a prestar esclarecimentos quatro tabeliães. A operação é realizada em Gurupi, Formoso do Araguaia, Palmeirópolis, Alvorada, Paranã e Araguaçu.

Os investigados podem responder pelos crimes de estelionato previdenciário, falsidade ideológica, associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva e sonegação fiscal.

O nome da operação faz alusão a Família em latim, considerando que as fraudes eram praticadas principalmente por uma mulher e a filha.

 G1 Tocantins.

Suspeitos do assassinato de Patrícia são presos pela polícia no interior do Tocantins

Iury Italu Mendanha tinha um relacionamento com Patrícia Aline dos Santos e é o principal suspeito. Silas Barreira foi preso por aparecer em imagens que mostram ele entrando em um carro com a vítima e Iury horas antes do crime.

Yury Italu Mendanha e Silas Barreira Borges foram presos pela polícia nesta terça-feira (14), em Campos Lindos, a 491 km de Palmas. Eles são suspeitos do assassinato de Patrícia Aline dos Santos, de 29 anos. A jovem foi encontrada morta em um matagal, perto de um shopping de Palmas. Os dois foram levados para Araguaína, mas devem ser tranferidos para Palmas onde vão prestar depoimento.

O delegado Israel Andrade, responsável pelo caso, disse que eles foram presos pela polícia depois de uma denúncia de que eles estavam tentando comprar passagens para Goiânia (GO) com nomes falsos. Os dois suspeitos tinham a prisão preventiva decretada e estavam com o carro que aparece nas imagens e mostra Patrícia saindo com os suspeitos.

Iury e Silas aparecem em um vídeo horas antes de a jovem ser encontrada morta. Nas imagens, gravadas pela câmera de segurança de uma padaria, é possível ver que Iury chega à casa de Patrícia acompanhado pelo amigo.

No vídeo, Iury chega dirigindo e desembarca sozinho do carro. Ele chama Patrícia na porta e os dois conversam por alguns minutos até que o homem, que seria Silas, também desce do veículo. Os três ficam no local por mais alguns minutos e voltam para o carro juntos, desta vez com Iury no banco do passageiro e Patrícia no banco de trás.

A jovem parecia tranquila e chegou a abraçar o suspeito durante a conversa. Amigos de Patrícia disseram à polícia que ela usou a mesma roupa durante todo o dia, o que pode indicar que ela não esperava a visita e não estava preparada para sair de casa. O vestido é o mesmo com o qual ela foi encontrada morta.

Patrícia entrou no carro com ex-namorado e um amigo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Patrícia entrou no carro com ex-namorado e um amigo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Patrícia entrou no carro com ex-namorado e um amigo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera).

Antes de prender os dois, o delegado estava investigando o caso com base nas buscas feitas na casa da vítima e do suspeito. Ele também ouviu testemunhas e amigas de Patrícia afirmaram que ela relatou, por meio de mensagens, que estava com mau pressentimento, um dia antes de ser assassinada. As amigas chegaram a orientar que ela procurasse a polícia, mas ela se negou.

“Inclusive, um dia antes de morrer, em uma das mensagens, ela diz: ‘Amiga, eu estou com um mau pressentimento, eu acho que o Iury vai me matar’. A amiga falou para ela procurar a polícia, ela não quis, falou que não queria que chegasse a esse ponto, que iria deixar”, relatou o delegado.

Dias antes do crime, a jovem também havia pedido ajuda à amiga e afirmou que estava com medo que o namorado a matasse.

O pai de Iury também foi ouvido pela polícia e disse que o filho mandou mensagem se despedindo nesta quinta-feira, dia em que o corpo da jovem foi encontrado.

“O pai não sabe de muita coisa, sabe que ele teve envolvimento com essa moça, namorou. Falou que desconhecia as armas que ele tinha em casa e nos mostrou mensagens que ele enviou se despedindo ontem pela manhã, no dia que o corpo foi encontrado. Disse que não ia mais trabalhar com o pai na loja, que precisava sair da cidade e que depois voltava.”

Corpo de Patrícia foi encontrado em matagal (Foto: Arquivo Pessoal)Corpo de Patrícia foi encontrado em matagal (Foto: Arquivo Pessoal)

Corpo de Patrícia foi encontrado em matagal (Foto: Arquivo Pessoal).

Família da vítima

O primo da jovem, Ivanesio de Oliveira Santos, disse que a família não se conforma. Segundo ele, os parentes não chegaram a conhecer o namorado da vítima, já que o relacionamento era recente. “Foi muito cruel. A gente não se conforma porque ela era muito nova, por causa da forma como aconteceu e porque ela estava morando longe da gente”, disse.

Patrícia morava em Palmas há cerca de um ano e trabalhava como consultora de beleza. O primo disse que a família está assustada. O corpo da jovem foi enterrado em Serrana (SP) no último sábado (11).

O crime

A jovem foi encontrada morta em um matagal na última quinta-feira (9), perto de um shopping, na quadra 107 Norte, em Palmas. Dias antes do crime, ela pediu ajuda para uma amiga pelo WhatsApp, afirmando que o namorado queria matá-la. Segundo o delegado responsável pelo caso, Israel Andrade, a jovem foi morta com três tiros.

A Polícia Civil revelou ainda que Patrícia já sofreu violência de um ex-companheiro, com quem morou na capital. “Achamos o boletim de ocorrência que ela registrou junto à delegacia da mulher reclamando que o seu atual companheiro, na época, havia agredido e ameaçado ela de morte. A Justiça deferiu a medida protetiva afastando ele de chegar perto dela, ele descumpriu a medida protetiva, chegou a agredi-la novamente e ameaçá-la. Está tudo registrado”, informou o delegado Israel.

Conversas no WhatsApp entre Patrícia Aline da Silva e a amiga em Palmas (TO) (Foto: Reprodução/WhatsApp)Conversas no WhatsApp entre Patrícia Aline da Silva e a amiga em Palmas (TO) (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Conversas no WhatsApp entre Patrícia Aline da Silva e a amiga em Palmas (TO) (Foto: Reprodução/WhatsApp).

G1 Tocantins.

Funcionários de hospital público são suspeitos de cobrar para atender vítimas de acidentes

Segundo o Ministério Público Estadual, esquema envolvia um médico ortopedista, uma enfermeira e um técnico de enfermagem. Caso teria acontecido no Hospital Regional de Augustinópolis.

Três profissionais do Hospital Regional de Augustinópolis são suspeitos de cobrar propina para atender pacientes vítimas de acidentes de trânsito na unidade. Segundo o promotor Paulo Sérgio Ferreira de Almeida, do Ministério Público Estadual, os três chegaram a pedir pouco mais de R$ 3,6 mil de um dos doentes.

Segundo o MPE, alguns pacientes tinham baixa renda e precisaram fazer empréstimos bancários para pagar pelo atendimento que deveria ser gratuito. O esquema, de acordo com as investigações, envolvia um médico ortopedista, uma enfermeira e um técnico de enfermagem. Eles ainda não tiveram os nomes divulgados.

A denúncia foi apresentada pela esposa de uma das vítimas e por outros profissionais do hospital, que teriam ficado indignados com a situação. Os três teriam vários anos de serviço no local. Dois são funcionários concursados e um foi contratado.

Em um dos casos apurados, o paciente pagou R$ 2,3 mil por uma cirurgia no braço. Ele teve fratura no braço e uma queimadura no pé após um acidente de trânsito. Apenas o médico e o técnico de enfermagem teriam atendido ao homem.

Já no segundo caso denunciado, que envolve os três profissionais, a propina teria sido de R$ 3,6 mil para fazer a cirurgia na perna de uma vítima de acidente de carro.

O MPE apresentou denúncia à Justiça e pediu que os três percam os cargos e tenham a prisão preventiva decretada. Na mesma ação, a promotoria pede que o Estado seja condenado a indenizar os pacientes.

A Secretaria Estadual da Saúde disse que ainda não foi notificada sobre o caso e que tomará a ‘atitude administrativa adequada’ assim que isto acontecer.

G1 Tocantins.

Polícia prende suspeitos de roubar R$ 750 mil em cabeças de gado em fazenda de Porangatu

No dia do crime, dupla rendeu os caseiros, alugaram caminhões e transportaram 420 animais. Outras duas pessoas já estavam detidas investigadas por envolvimento no crime.

A Polícia Civil prendeu na terça-feira (8) dois homens suspeitos de integrar uma quadrilha que furtou R$ 800 mil em cabeças de gado, em Porangatu, no norte de Goiás. No dia do crime, em julho deste ano, criminosos renderam os caseiros, alugaram caminhões e transportaram 420 cabeças de gado.

Hugo Leonardo Gomes da Cruz e Matheus Gomes Oliveira foram presos em Anápolis. Segundo a polícia, eles são os responsáveis diretos pelo roubo. O G1 não conseguiu localizar a defesa dos presos até a publicação dessa reportagem.

“Após o crime, nós conseguimos prender um suspeito de ter organizado todo o crime. O pai dele é vizinho da fazenda roubada e sabia de todos os detalhes e encomendou o roubo. O Hugo e o Matheus cometeram o crime e encaminharam o gado para um receptador em São Paulo, que foi preso no domingo (5)”, explicou o delegado Glaydson Carvalho, responsável pelo caso.

O gado de corte foi recuperado no dia seguinte ao crime. Parte dele na cidade de Piracanjuba e a outra, em Frutal, Minas Gerais. Os animais foram devolvidos ao proprietário.

“No dia do roubo, os criminoso alugaram seis caminhões para transportar os animais. Com o caseiro e a esposa dele rendidos, pararam os veículos no curral e passaram o dia carregando os animais”, completou o delegado.

Os motoristas dos caminhões não foram presos porque, segundo o responsável pelo caso, eles não sabiam do crime.

Os presos vão responder por roubo e o fazendeiro que comprou o gado vai responder por receptação.

G1 Tocantins.

Homens são presos e menores apreendidos suspeitos de tráfico de drogas

Adolescentes foram flagrados tentando entregar crack na cidade de Pequizeiro. Mandante seria um homem investigado por tráfico em Colméia; ele também foi capturado.

Três homens foram presos e dois menores apreendidos suspeitos de tráfico e associação para o tráfico de drogas. A Polícia Civil fez a captura do grupo após receber denúncia anônima sobre uma entrega de drogas na cidade de Pequizeiro.

Os suspeitos são: Alyson Menezes Figueiredo, de 20 anos, Robson Lira Borges, conhecido como Peba, de 28, Roney Reis de Oliveira, de 21, um adolescente de 17 anos e o outro de 16.

Após a denúncia, policiais foram até uma cerâmica na cidade de Pequizeiro. Lá, eles flagraram um dos adolescentes chegando em uma motocicleta para fazer a entrega. A Polícia Civil disse que a ordem partiu de Alyson, investigado por tráfico na cidade de Colméia.

Ao perceber a presença dos policiais, o menor conseguiu fugir e repassou a droga a outro adolescente para que fizesse a entrega, mas ele foi apreendido com crack e entregou o comparsa que havia fugido.

Após a apreensão, os policiais foram até a casa de Alyson, em Colméia, onde ele e Robson foram presos com maconha, crack e dinheiro. Roney, dono da motocicleta usada para fazer o comércio de drogas, também foi preso enquanto estava trabalhando. Segundo a polícia, ele admitiu que havia emprestado o veículo.

G1 Tocantins.

Traficantes são presos em operação suspeitos de executar usuários de droga

Os crimes foram registrados em janeiro deste ano. Segundo a Polícia Civil, os homicídios aconteceram por causa de dívida de drogas.

Uma operação realizada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (20) prendeu dois traficantes suspeitos de matar duas pessoas que seriam usuárias de drogas em Palmas. Cirilo Rodrigues Silva, de 40 anos, e Marcos Fernando da Silva, 29 anos, foram capturados durante o cumprimento de mandados de prisão.

Os crimes aconteceram em janeiro deste ano. Segundo a polícia, os dois juntos teriam matado as vítimas por causa de dívida de drogas.

Mandados de prisão foram cumpridos em casas na região sul de Palmas (Foto: Mazim Aguiar/TV Anhanguera)Mandados de prisão foram cumpridos em casas na região sul de Palmas (Foto: Mazim Aguiar/TV Anhanguera)

Mandados de prisão foram cumpridos em casas na região sul de Palmas (Foto: Mazim Aguiar/TV Anhanguera)

Os mandados de prisão foram cumpridos na casa dos suspeitos, na região sul de Palmas. Ele serão levados para a Casa de Prisão Provisória da capital.

O crescimento no número de mortes suspeitas e de assassinatos em Palmas está preocupando a polícia. No primeiro semestre deste ano foram 35 assassinatos, 12 mortes suspeitas e 18 tentativas de homicídio. Os dados são do Sistema Nacional de Estatísticas de Segurança Pública e Justiça Criminal.

A polícia disse que janeiro foi um dos meses mais violentos, quando foram registrados 10 assassinatos.

G1 Tocantins.