Maioria das vítimas de violência sexual no Tocantins tem menos de 14 anos

Nos cinco primeiros meses do ano foram registrados cerca de 230 casos e mais da metade das vítimas tinha entre 10 e 14 anos. Só na semana passada foram quatro casos.

No Tocantins, a maior parte das vítimas de violência sexual tem menos de 14 anos. Os números são dos cinco primeiros meses de 2018 e foram divulgados pela Secretaria de Saúde. Pelo menos sete em cada dez vítimas se encaixa nesta categoria.

Só na última semana, quatro casos envolvendo crianças de um, oito, 11 e 13 anos foram registrados pela polícia. No período do levantamente foram registrados cerca de 230 atendimentos a vítimas em hospitais do estado, quase a metade desse total, de crianças entre 10 e 14 anos de idade.

Ainda segundo o levantamento, na maioria dos casos, os agressores são homens, já as vítimas, são do sexo feminino. Embora os índices sejam preocupantes, a polícia acredita que o número de ocorrências desse tipo seja ainda maior.

“Mais de 90% deste tipo de situação o agressor faz parte do meio familiar ou da confiança da família da criança”, explica o delegado Márcio Girotto.

A denúncia de casos do tipo pode ser feita por qualquer pessoa, ainda que não seja da família da criança, de forma anônima, em delegacias especializadas ou de plantão.

G1 Tocantins.

Maioria das vítimas de violência sexual no Tocantins tem menos de 14 anos

Nos cinco primeiros meses do ano foram registrados cerca de 230 casos e mais da metade das vítimas tinha entre 10 e 14 anos. Só na semana passada foram quatro casos.

No Tocantins, a maior parte das vítimas de violência sexual tem menos de 14 anos. Os números são dos cinco primeiros meses de 2018 e foram divuldados pela Secretaria de Saúde. Pelo menos sete em cada dez vítimas se encaixa nesta categoria.

Só na última semana, quatro casos envolvendo crianças de um, oito, 11 e 13 anos foram registrados pela polícia. No período do levantamente foram registrados cerca de 230 atendimentos a vítimas em hospitais do estado, quase a metade desse total, de crianças entre 10 e 14 anos de idade.

Ainda segundo o levantamento, na maioria dos casos, os agressores são homens, já as vítimas, são do sexo feminino. Embora os índices sejam preocupantes, a polícia acredita que o número de ocorrências desse tipo seja ainda maior.

“Mais de 90% deste tipo de situação o agressor faz parte do meio familiar ou da confiança da família da criança”, explica o delegado Márcio Girotto.

A denúncia de casos do tipo pode ser feita por qualquer pessoa, ainda que não seja da família da criança, de forma anônima, em delegacias especializadas ou de plantão.

Secretaria Municipal de Assistência Social de Palmeirópolis promoveu ações pelo Dia Nacional do Combate à Exploração e Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes

As atividades aconteceram nas escolas municipais com realização de diversas atividades.

A Prefeitura de Palmeirópolis, por meio da Secretaria de Assistência Social (SEMAS), realizou ações da Campanha Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A campanha visa sensibilizar profissionais das áreas da saúde e da educação e a sociedade em geral sobre os diversos aspectos envolvidos, para que estejam alertas aos sinais que podem identificar o abuso e a violência sexual.

Alunos da escola Elda Silva Barros em Palmeirópolis.

O Dia Nacional de Combate a Exploração e Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes é celebrado anualmente em 18 de maio. E para marcar a data, a Prefeitura Municipal de Palmeirópolis por meio da Secretária de Assistência Social (SEMAS) realizaram ações alusivas durante toda a semana nas escolas do município e finalizou com uma pedalada envolvendo os moradores da cidade.  

De acordo com dados, é assustador o número de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no país. Por isso, foi criada esta data com o intuito de ajudar a combater este mal que destrói a vida de milhares de jovens todos os anos.

A escolha desta data é em memória, de uma menina de oito anos que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espírito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizados e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos.

A data 18 de maio de 1973 ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000.

Os trabalhos desenvolvidos durante toda semana em Palmeirópolis, foram marcantes para reforçar a questão de como combater e denunciar as mais diversas formas de violência contra crianças e adolescentes.

No dia 14 de maio de 2018 durante no período vespertino, a equipe do CRAS com apoio do Conselho Tutelar promoveu um cineminha na Escola Municipal Vila Bom Tempo, com o filme intitulado “O Segredo”, a animação mostrou sobre o tema proposto.

Logo após o professor de música do SCFV Osmair Silva, cantou a música tesourinho com uma aluna retratando uma conversa de pai para filha.  Esta mesma programação ocorreu no dia 15 de maio no turno matutino e vespertino no CEMEI.

No dia 16, na Escola Municipal Elda Silva Barros, a equipe do CRAS com o apoio do Conselho Tutelar realizou um teatro de forma bem dinâmica abordando o tema proposto.

No dia 18, fechou a semana com chave de ouro com uma pedalada pelas principais avenidas da cidade e contou com a participação da comunidade, crianças, adolescentes, bem como vereadores, secretaria municipal de Assistência Social, Educação, Conselho Tutelar, assim como a viatura da Policia Militar e ambulância que deu o suporte necessário. 

A secretária de Assistência Social Ana Paula Vaz, fez a entrega da bicicleta através do sorteio no final da pedalada.

No dia 24 de maio será realizado uma palestra com uma autoridade da justiça para abordar sobre o tema na Escola Estadual Prof. Maria Guedes.

Com informações da Semas

Metodologia Claves combate abuso sexual e pode ser aplicada nas redes Municipais de Educação e Saúde, CRAS e CREAS

Originada no Uruguai, método busca ensinar crianças a identificar atos de abuso sexual e a buscar ajuda segura; ATM e PM incentivam Municípios a adotarem metodologia.

Com o objetivo de ensinar crianças e adolescentes a se protegerem da violência sexual ocorrida em ambiente domiciliar e/ou fora dele, a Metodologia Claves é uma proposta multidisciplinar que promove a prevenção de casos de abuso sexual por meio de abordagens lúdicas, com diferentes intervenções nos grupos familiares.

Durante reunião com representantes do método de ensino ocorrida nesta quinta-feira, 08, em Palmas, a Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e Polícia Militar manifestaram apoio à aplicação da metodologia nas redes Municipais de Educação e Saúde, bem como nos Centros de Referências de Assistência Social (CRAS) e nos Centros de Referências Especializados de Assistência Social (CREAS).

Segundo a representante da Metodologia Claves na Região Norte do Brasil, Elis Sodré, o programa busca orientar a criança para a construção de uma barreira de proteção diante de eventuais casos de abuso sexual ocorridos em âmbito familiar. “Tecnicamente, capacitamos profissionais das áreas da assistência social, educação e saúde para ensinarem crianças e adolescentes a se protegerem, por meio de oficinas, elaboração de recursos didáticos e promoção de campanhas. Buscamos desenvolver fatores de fortalecimento pessoal, familiar e comunitário”, explica.

Originado no Uruguai, o método acumula 20 anos de atividades em toda a América Latina. No Tocantins, é praticado pela Assistência Social do município de Guaraí.

Serviço público

O presidente da ATM e prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano, incentiva os governos municipais a implementarem a metodologia nos Municípios. “Infelizmente, temos centenas de casos de abuso sexual que ocorrem no Tocantins anualmente. Nem sempre os profissionais detêm todo o conhecimento para a identificação e solução do problema. A Metodologia Claves se consolidou na América Latina e vem construindo resultados positivos onde é aplicada. O método representa mais um serviço público benéfico que as gestões municipais podem oferecer as comunidades locais”, defende Mariano.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SESAU), em 2017 foram notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN-NET, o total de 644 casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes.

Polícia Militar

Por desenvolver o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), a Polícia Militar apoia a implementação da metodologia nos Municípios. “Iniciativas efetivas que buscam combater de modo educativo os eventuais casos de abuso sexual contra menores recebe total apoio da Polícia Militar do Estado do Tocantins. Queremos que nossos policiais integrem os grupos que receberão as capacitações nos Municípios para que sejam multiplicadores dessa metodologia em toda a corporação”, pede o Coronel da PM, Edvan de Jesus Silva.

Capacitação

Segundo Sodré, a capacitação é destinada a grupo de 30 profissionais que atuam nas áreas de Assistência Social, Conselho Tutelar, Educação e Saúde, tendo vagas destinadas também aos policiais militares. O treinamento é realizado durante três dias e em cinco módulos, contendo conteúdo conceitual, estudos de caso, discussões, trabalhos em equipe, dinâmicas de grupo e avaliações. O local do curso ficará a cargo da contratante, no caso as prefeituras, que deverão ceder espaço contendo cadeias, mesas, datashow e sistema de som.

Os gestores municipais interessados em implementar a Metodologia Claves no Município deve entrar em contato com a representante Elis Sodré, pelo emailclavestocantins@gmail.com . 

Associação Tocantinense de Municípios – ATM

Curandeiro é preso em Novo Alegre suspeito de praticar abuso sexual em Taguatinga

Ao ser abordado, o suspeito não resistiu à prisão, afirmando apenas que estaria em Novo Alegre realizando cirurgias espirituais e que naquele mesmo dia estaria voltando para a cidade de Inhumas (GO).

Policiais civis da Delegacia de Taguatinga prenderam nesta quarta-feira, 15, em Novo Alegre, Mauro J. dos S., de 57 anos, suspeito pela prática do crime de estupro de vulnerável ocorrido em Taguatinga, em 2015, e foi capturado mediante cumprimento de mandado de prisão preventiva.

Conforme o delegado Márcio Duarte Teixeira, após tomar conhecimento do paradeiro do indivíduo, agentes da Delegacia de Polícia de Taguatinga com apoio da PM, foram até a cidade de Novo Alegre, onde o suspeito foi localizado e preso na zona rural do município.

Ao ser abordado, Mauro não resistiu à prisão, afirmando apenas que estaria em Novo Alegre realizando cirurgias espirituais e que naquele mesmo dia estaria voltando para a cidade de Inhumas (GO). Após ser capturado, o suspeito foi conduzido para Taguatinga e recolhido à carceragem da Cadeia Pública da cidade, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário. 

T1noticias

Zeladora de escola estupra aluno de 16 anos

Jessica Galyon foi presa e conselho de escolas condenado a pagar multa, no Tennessee.

Um caso de abuso sexual em uma escola veio à tona nesta sexta-feira (28), nos Estados Unidos. A família de um adolescente de 16 anos denunciou que a zeladora da escola abusou sexualmente dele. De acordo com o boletim de ocorrência da Delegacia de Roane County, em Kingston, no estado norte-americano do Tennessee, Jessica Galyon, de 29 anos, estuprou o jovem depois de ele ter se recusado a ficar com ela, na Midway High School.

A Justiça, conforme anunciaram jornais do Tennessee, condenou o conselho de escolas na região, o The Roane County Schools, por ter contratado a zeladora. Galyon, que é casada e tem filhos, foi presa em fevereiro.

A repercussão tornou público detalhes do caso. Segundo familiares, a zeladora enviava mensagens de “flerte e conteúdo sexual” para o jovem. Mesmo depois de ele ter deixado claro que não tinha interesse nela e de que os textos não eram “bem-vindos”.

Conforme a documentação do caso, em setembro passado, Galyon teria convidado o garoto para um motel. Ele teria confrontado a zeladora, que o levou para uma sala da escola e o estuprou, em pleno período de aulas.

O texto da denúncia diz ainda que o adolescente era virgem. E que as investidas dela foram testemunhadas por várias pessoas na escola. Os colegas da vítima costumavam se referir a Galyon como namorada dele. E um outro funcionário da escola teria dito que invejava-o. 

Noticias ao Minuto