Menino morre sete dias após se afogar em piscina de clube no Tocantins

Andrey Gabriel, de 3 anos, estava internado na UTI do Hospital Municipal, mas não resistiu. Mãe usou redes sociais para informar sobre a morte.

O menino Andrey Gabriel Nascimento Costa, de 3 anos, morreu neste domingo (6), após sete dias internado, no Hospital Municipal de Araguaína. Ele estava em estado grave depois de se afogar numa piscina de um parque aquático na cidade, no dia 29 do mês passado.

A notícia da morte foi dada pela mãe nas redes sociais. A professora Andréia do Nascimento postou a seguinte mensagem: “Muita dor meu filho Andrey Gabriel faleceu agora de tarde”. Amigos e parentes publicaram homenagens ao menino e palavras de consolo à mãe.

O IML confirmou que o corpo chegou à unidade no início desta tarde. A causa da morte não foi informada.

Na manhã deste domingo, a mãe chegou a publicar uma mensagem na internet dizendo que o menino “não ficou mais do que 3 minutos dentro da piscina, o que atrapalhou foi que alimentação obstruiu a respiração por isso ele ficou quase 1 hora sem respirar e deu duas paradas cardíacas”. Ela disse também que ele havia apresentado melhoras.

Entenda

Andrey Gabriel se afogou no dia 29 de abril. Ele foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado em estado grave para o Hospital Municipal de Araguaína Eduardo Medrado.

Testemunhas contaram que a criança foi encontrada dentro da piscina dos adultos. O Samu informou que ao chegar ao local encontrou o menino em parada cardiorrespiratória. Após 67 minutos, os socorristas conseguiram fazer ele voltar a respirar sozinho.

O acidente aconteceu no parque aquático 3J, na zona rural de Araguaína. A gerência do clube informou que os salva-vidas do local prestaram os primeiros socorros ao menino até a chegada da equipe do Samu.

G1 Tocantins

Menino de 3 anos fica em estado grave após cair em piscina de clube e se afogar

Acidente ocorreu em um clube de Araguaína, norte do Tocantins. Menino está internado em UTI de hospital, em estado grave.

Uma criança de três anos foi socorrida em um parque aquático de Araguaína, norte do Tocantins, após se afogar em uma piscina. O menino de 3 anos foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado em estado grave para o Hospital Municipal de Araguaína Eduardo Medrado.

Testemunhas contaram que a criança foi encontrada dentro da piscina dos adultos, após um descuido dos responsáveis.

O Samu informou que ao chegar no local encontrou o menino em parada cardiorrespiratória. Após 67 minutos, os socorristas conseguiram fazer ele voltar a respirar sozinho.

O acidente aconteceu no parque aquático 3J, na zona rural de Araguaína. A gerência do clube informou que os salva-vidas do local prestaram os primeiros socorros ao menino até a chegada da equipe do Samu.

A criança continua em estado grave e está internada na UTI do hospital.

G1 Tocantins

Menino baleado após sair de escola continua internado em estado gravíssimo

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a criança está na UTI do Hospital Regional de Gurupi. Vítima, de 9 anos, foi atingida por tiro, em Gurupi.

O menino, de 9 anos, que foi baleado após sair de uma escola em Gurupi, nesta quarta-feira (28), continua internado no Hospital Regional do município.

A Secretaria de Saúde informou que o estado de saúde dele é considerado gravíssimo. Ele está na UTI da unidade.

A mãe da vítima, Cleita Vieira, disse que está “sem cabeça, sem forças e levando a vida”. Ela disse que, quando soube que o filho havia sido baleado, se assustou e foi direto para o hospital. Cleita ainda não sabe o que de fato aconteceu e não recebeu qualquer informação sobre as motivações do crime.

A Polícia Civil ouviu vizinhos da escola e testemunhas. Informou que as ações se concentram em identificar de onde partiu o tiro.

A vítima foi baleada na cabeça depois de sair da Escola Municipal Dr. Ulisses Guimarães. Segundo o diretor da escola, José Filho, o menino foi atingido a 200 metros da unidade, em um campo de futebol. Alguns alunos estavam com a criança, mas não souberam dizer o que aconteceu. Eles voltaram à escola para pedir ajuda, acreditando que o menino havia sido atingido por uma pedra.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a Delegacia de Homicídios e Proteção à pessoa investiga o caso.

G1 Tocantins

Menino que morreu afogado em Jataí não sabia nadar e nunca tinha ido ao lago, diz mãe

Mulher disse que Paulo Henrique Ferreira, 8, tinha o hábito de brincar com colegas e saiu de casa sem que ela percebesse.

Idoso é preso em flagrante suspeito de amarrar e estuprar menino de 9 anos no Tocantins

Homem era vizinho da criança em Palmas. Irmã do menino ouviu o grito e chamou outros moradores, que impediram que suspeito fugisse.

Um idoso de 66 anos foi preso em flagrante suspeito de amarrar e estuprar um menino de 9 anos no setor Morada do Sol I, em Palmas.

O caso ocorreu nesta terça-feira (9), por volta das 19h. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o homem era vizinho da criança.

Segundo a SSP, o idoso teria pedido ao menino que fosse comprar um lanche. Na volta eles comeram e o homem levou o menino para um quarto da casa do idoso.

Ele amarrou a criança e abusou dela. O menino conseguiu se soltar e gritou por socorro.

Conforme a SSP, a irmã do menino ouviu o grito e foi até o local. Ela conseguiu ver por uma fresta da janela que o menino tentava fugir do suspeito. Então a mulher pediu ajuda aos vizinhos que impediram que o homem fugisse e acionaram a polícia.

De acordo com a SSP, o homem foi preso em flagrante e vai responder por estupro de vunerável. Ele foi levado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas.

G1 Tocantins/Imagem ilustrativa 

Padrasto confirma ao juiz que matou menino asfixiado em Goiânia a pedido da mãe

Jeannie Oliveira diz que ex assassinou o filho dela porque não aceitava o fim do relacionamento; corpo de Jorginho, de 9 anos, foi encontrado em um matagal em maio deste ano.

O padrasto de Antônyo Jorge Ferreira da Silva, de 9 anos, acusado de matar o menino asfixiado, voltou a dizer durante audiência, na terça-feira (5), que cometeu o crime a pedido da mãe, em Goiânia. Renato Carvalho Lima deu detalhes sobre como matou Jorginho. Ao ser ouvida, Jeannie da Silva chorou, disse que foi enganada e que acredita que o ex assassinou o filho dela por não aceitar o fim do relacionamento.

A audiência ocorreu de portas fechadas, na tarde de terça-feira, no Fórum de Goiânia. Renato e Jeannie, que estão presos, chegaram escoltados pela polícia. O depoimento dos dois durou cerca de duas horas. Várias testemunhas já foram ouvidas e novos depoimentos ainda devem ser marcados.

O crime ocorreu no dia 19 de maio, no Setor Nunes de Morais. Dois dias depois, Renato e Jeannie foram até a Polícia Civil para registrar um falso desaparecimento. A mãe afirmou à Polícia Civil que o filho tinha sido sequestrado. No entanto, ela e o então namorado entraram em contradição, o casal passou a ser suspeito do crime e, no mesmo dia, Renato confessou que matou Jorginho estrangulado a pedido de Jeannie.

Conforme apuração, durante a audiência Renato, que já tinha confessado o crime à Polícia Civil, voltou a confirmar a autoria, mas entrou em contradição sobre horários e sobre como planejou o crime. Já Jeannie disse ao juiz que acredita que o crime tenha sido cometido porque o ex sentia ciúmes da relação dela com o filho, além de não aceitar o término da relação.Antônyo Jorge Ferreira foi morto asfixiado pelo padrasto, segundo a Polícia Civil (Foto: Divulgação/Polícia Civil

A avó da vítima e mãe de Jeannie, Rosângela Raniel da Silva, compareceu ao local. Chorando muito no corredor, a mulher reforçou a versão da filha. “Eu não durmo direito, não como direito, só pensando nisso. Porque a menina dentro da cadeia, e o menino morto. Este monstro fez isso para se vingar dela”, desabafou.

A defesa dos acusados não quis gravar entrevista.

Imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram Renato explicando que matou Jorginho asfixiado e colocou o corpo em uma caixa de papelão. Em seguida, abandonou em uma matagal. “Passei um lençol no pescoço dele, abracei e dei um mata-leão, enforquei até ele ficar sem ar”, disse na gravação. Em outros vídeos, o padrasto aparece a caminho do chaveiro e volta passeando com o enteado em direção ao local onde ele foi morto. 

Mãe e padrasto presos suspeitos de matar garoto são apresentados pela polícia, em Goiânia

Denúncia

O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) denunciou o casal no dia 6 de junho deste ano. De acordo com a denúncia, o crime foi motivado por um motivo fútil. “Consta no processo que a mãe estava doente e enfrentaria um longo tratamento e, por isso, não teria, não queria, continuar cuidando do filho e arquitetou toda a morte, que foi executada pelo namorado”, disse o promotor. 

Conforme o documento emitido pelo MP-GO, o casal é denunciado pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime. Segundo o órgão, a mulher pediu ao companheiro que matasse o menino.

Para a defesa de Jeannie, no entanto, ela é inocente. “Todas as testemunhas falaram que ela não tem envolvimento no crime. Então acreditamos na absolvição dela”, explicou a advogada Rosângela Borges de Freitas.

Já o advogado que representa Renato disse apenas que o cliente confessou o crime e que não tinha outras informações sobre o caso para passar no momento.

G1 Goiás

Menino de 11 anos morre após ser atropelado por carreta na BR-153

Criança atravessava rodovia em uma bicicleta quando foi atingida, no perímetro urbano de Pugmil. Vítima foi levada para hospital, mas não resistiu.

Daniel Alves Costa, de 11 anos morreu após ser atropelado em um cruzamento da BR-153, no perímetro urbano de Pugmil, região central do estado. O acidente aconteceu por volta de 7h30 desta terça-feira (14).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ele atravessava de bicicleta a pista, quando foi atingido por uma carreta. O menino chegou a ser levado para o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins, mas a unidade disse que ele morreu antes de dar entrada no local, vítima de politraumatismo.

O corpo foi levado para o IML de Paraíso e o motorista foi conduzido para uma delegacia de Polícia Civil da cidade.

G1/TO

Menino de 11 anos é encontrado em cela de pedófilo dentro de prisão

Agentes penitenciários notaram que uma pessoa que entrou durante a visita não tinha deixado o local e fizeram a vistoria.

Um menino de 11 anos foi encontrado na noite desse sábado (30) dentro da cela de um preso acusado de pedofilia e estupro de vulnerável, na Colônia Agrícola Major César de Oliveira, em Altos, na região metropolitana de Teresina. Agentes penitenciários notaram a presença da criança em uma vistoria após as visitas.

Como conta o “UOL”, os agentes penitenciários notaram que uma pessoa que entrou durante o período de visita não havia deixado o local. O menino foi encontrado sem camisa embaixo da cama de José Ribamar Pereira Lima, que está preso desde outubro de 2015.

Os pais da criança contaram à polícia que eles deixaram o filho lá no presídio para que ele dormisse com José Ribamar. Eles voltariam para buscá-lo no dia seguinte.

Quando voltaram ao local, os pais receberam ordem de prisão e foiram levados para a Central de Flagrantes de Teresina para prestarem depoimento. Eles foram liberados e estão com o filho. A Central de Flagrantes de Teresina está investigando o caso.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) proíbe que menores frequentem pavilhões e celas de presídios e determina que a visita infantil ocorra em brinquedotecas. Além disso, as crianças que visitam pais detentos devem ter autorização da Justiça. O menino se quer tem parentesco com o preso.

“A criança relatou a agentes penitenciários, que a retiraram da cela, que teve as partes íntimas tocadas pelo preso. Não houve conjunção carnal porque os agentes penitenciários chegaram a tempo e evitaram o pior. Há suspeita muito forte de que essa criança foi levada para ser violentada durante a noite. É um caso estarrecedor”, conta o vice-presidente do Sinpoljuspi, Kleiton Holanda.

Como punição, o preso foi espancado pela direção da unidade prisional, segundo o Sinpoljuspi. A agressão também está sendo apurada.

 Noticias ao Minuto

Menino tem parte de dedo arrancado por macaco criado em cativeiro

Animal vivia preso a uma corrente em uma casa em Lagoa da Confusão. Naturatins faz alerta sobre doenças transmitidas por animais silvestres.

Um macaco prego, que passou 12 anos preso em um cativeiro, foi entregue ao Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) após arrancar parte de um dedo de uma criança. Segundo o órgão, o animal vivia em uma casa em Lagoa da Confusão, era alimentado de forma errada e ainda mantido preso a uma corrente.

O Naturatins contou que o caso aconteceu na última terça-feira (19), mas a informação só foi divulgada nesta segunda-feira (25). A Guarda Municipal de Lagoa da Confusão, que fez o atendimento, informou que o macaco teria ficado com ciúmes de uma mulher que cuidava dele. O menino também teve ferimentos no braço e na perna. Ele foi levado para o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins.

O Naratins alerta a população para não retirar os animais da natureza e não mantê-los em cativeiro, pois eles podem transmitir várias doenças e causar acidentes graves.

A supervisora da Fauna do Naturatins, a veterinária Grasiela Pacheco, explica que muitas pessoas, ao encontrarem um filhote de primata, podem achar o animal dócil e muito atraente devido às características próximas ao ser humano. Mas segundo ela, quanto maior as semelhanças, maior é a facilidade na transmissão de zoonoses através do convívio.

A gestora disse ainda que com a maturidade sexual, o extinto selvagem do animal aflora, e com o manejo errado, ele pode ficar agressivo e provocar acidentes.

O macaco prego foi levado para Palmas, onde receberá os cuidados. De acordo com a supervisora, quanto mais tempo o animal silvestre fica em confinamento domiciliar, mais longa é a reabilitação para retornar a natureza, o que gera custos e um trabalho especializado.

“Eles já sofrem com a perda do ambiente natural, as queimadas, caça, barramentos nos rios, tráfico de animais silvestres, já que o Tocantins está na rota. E ainda existe essa cultura de retirar os animais da natureza e criar ilegalmente em casa”, disse.

G1/TO

Menino de família carente sonha em ser rico ‘de arroz e feijão’

Após seis meses morando em Aparecida de Goiânia e sem emprego, mãe do garoto e outros dois filhos pede ajuda para arrumar trabalho.

A desempregada Genieres da Costa Reis relata que se mudou para Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, há seis meses, vindo do Piauí, e vive de doações e do benefício de R$ 900 que ganha pelo filho, Davi, de 8 anos, ter sido diagnosticado com hiperatividade. Ela pede ajuda para conseguir um emprego, enquanto filho sonha em ter comida a vontade em casa.

“[Queria] um arroz e um feijão e umas bolachas para eu ficar rico de arroz e feijão. Queria que tivesse uma TV para eu assistir meus desenhos”, disse o menino em entrevista à TV Anhanguera.

A mãe conta que cuida da filha de um ano e dos filhos de 8 e 15 anos. Ela mora em uma casa de três cômodos, dos quais um é, ao mesmo tempo, quarto e cozinha. O aluguel custa R$ 450.

“Aqui meus filhos dormem nesses dois colchões que eu ganhei, vieram deixar na minha porta. Isso aqui [roupas] eu pedi à moça onde fui fazer faxina. O berço quem me deu foi um rapaz do pregão, porque a minha neném dormia comigo e caiu da cama”, contou.

Genieres conta que o remédio que o filho precisa custa R$ 70 e a última caixa foi doada pela diretora do colégio em que ele estuda. A mãe confessa que, muitas vezes, tem que escolher entre comprar o medicamento e as coisas para casa.

“Quero um serviço de limpeza, cuidar de casa, trabalhar numa padaria, que é meu sonho, trabalhar fardada, é o meu sonho. Vou poder ganhar meu dinheirinho”, afirmou.

G1/GO