IDOSO DE 90 ANOS É PRESO ACUSADO DE TENTAR VIOLENTAR UMA CRIANÇA DE 6 ANOS EM DIVINÓPOLIS

Por volta das 16 horas desta terça-feira, a Polícia Militar de Divinópolis foi acionada para verificar uma tentativa de estupro que estaria ocorrendo em um lote baldio da cidade.

Ao chegar ao local, foi constatado que se tratava de um senhor de 90 anos, que estaria tentando molestar uma criança de apenas seis anos. A menor é filha de vizinhos que moram perto da residência do suspeito.

Após a ordem de prisão dada pelos PMs, o idoso e a criança, que estava acompanhado dos pais, foram encaminhados à Delegacia Regional de Polícia de Paraíso.

Segundo informações da Delegacia, o acusado nega a tentativa de estupro. No entanto, a própria menor teria relatado ao delegado de plantão o que ocorrera no local. Um irmão, também idoso, estaria acompanhando o acusado durante o depoimento.

Somente exames específicos poderão dizer o que realmente aconteceu.

Ainda com acordo com informações da Delegacia, a menor foi encaminhada ao IML de Palmas para exames de corpo e delito. O idoso foi levado para a Casa de Prisão Provisória de Paraíso, onde ficará à disposição da Justiça.(fonte:portal benicio)

Casos de estupros aumentam em todo o país; instituições que trabalham no enfrentamento da violência acreditam que números reais são ainda maiores

Na manhã do dia 14 de setembro deste ano, a caminho da escola, localizada na região central de Palmas, uma menina de 11 anos foi abordada por Moisés de Almeida Silva Lima. De acordo com o relato do jovem de 28 anos, ele teria colocado a criança a força dentro de seu carroe a levado para um terreno baldio onde cometeu o crime de estupro.

Moisés, que foi preso pela polícia no dia seguinte, confessou que já havia praticado o mesmo crime anteriormente. Um vídeo, gravado pelos policiais que prenderam o suspeito em seu trabalho tomou conta das redes sociais, e mostra Moisés detalhando o ocorrido, chorando e pedindo perdão, questionando os motivos que o levaram a estuprar a menina.

O crime entra para a lista dose casos que acontecem diariamente no país, e que não é pequena. As estatísticas, segundo dados divulgados no início do mês de novembro, a 10ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública são preocupantes. Em 2015, o Brasil registrou 45.460 casos de estupro, o que corresponde a uma média de cinco pessoas estupradas por hora. Os números levam em conta apenas os boletins de ocorrência registrados no ano passado, revelando assim que uma pessoa é estuprada a cada 11 minutos e 33 segundos no país.

E apesar de parecer muito, os dados não revelam a realidade, já que a subnotificação desse tipo de crime no Brasil é muito alta, ou seja, acredita-se que a maior parte das vítimas não chega ao conhecimento da justiça, porque não há denúncia. O anuário estima que devem ter ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no Brasil em 2015, porém, os dados notificados representam apenas 35% das vítimas que chegam a prestar queixa.

Para a coordenadora da ONG Casa 8 de Março, que trabalha com mulheres vítimas de violência sexual, Bernadete Aparecida, a realidade de fato é muito pior, já que as subnotificações nestes casos podem chegar a 10 vezes mais do que as estatísticas revelam e claro, atingem em sua maioria, meninas e mulheres.

“Existe uma cultura de abuso de adolescentes que perpetua há anos. Temos que lembrar também que muitas mulheres não consideram abuso quando há relação matrimonial. Casos de estupro de mulheres que vem da prostituição dificilmente entram para as estatísticas. É uma situação horrível, porque existe uma coisa que é maior do que a vergonha, que é o medo. A gente precisa falar do medo das meninas, do abuso cotidiano que elas sofrem. Elas têm medo de denunciar, porque faz parte do perfil do abusador intimidar. A mulher não denuncia, porque tem medo de que alguma coisa aconteça com a vida dela”, argumenta.

A Casa, que há 18 anos acolhe mulheres vítimas de violência, tem dificuldade para oferecer um atendimento completo, porque sobrevive sem apoio algum. Para Bernardete não há como atender essas meninas e mulheres sem uma equipe diferenciada que possa oferecer um serviço individual às vítimas.

Porém, na opinião dela, além de promover condições para tratar estas mulheres, é preciso antes conscientizar as pessoas sobre o que é o abuso. “Temos que informar à população. É preciso falar com as pessoas sobre direitos humanos, sexuais e reprodutivos. Tem que haver políticas públicas e investimentos, programas voltados para estas adolescentes. As escolas precisam ter estrutura para detectar os casos, ter uma equipe multidisciplinar, com psicóloga e psicopedagoga. Precisamos combater o estupro cotidiano. Os órgãos de referência como Instituto Médico Legal (IML) e hospitais precisam funcionar garantindo por lei o exame de corpo delito, o coquetel que previne DTS’s e a pílula do dia seguinte. Os órgãos tem que estar bem formados. Às vezes a população nem sabe onde esses locais ficam”.

Delegacias
Na linha de frente quando se trata de violência contra mulher estão as Delegacias Especializadas. Em Palmas, uma das responsáveis pela função é a delegada Maria Haydêe Guimarães, que há dez anos trabalha nessa área. Para ela, apesar dos inúmeros desafios que os envolvidos no esforço contra o avanço destas estatísticas precisam enfrentar, há de se ressaltar a Lei Maria da Penha, que representa um grande avanço para as mulheres, na luta pelo enfrentamento, assim como o Disque Denúncia 180.

“A lei contribui muito e amplia as possibilidades que temos de acolher estas vítimas. A mulher acredita que existe a justiça a favor dela. Ela permite que a mulher, desde o primeiro momento, seja protegida, pelas medidas protetivas, o encaminhamento a casa abrigo e outras medidas que a lei favorece. A nossa orientação é que ela procure as delegacias especializadas para registrar boletim de ocorrência e receba atendimento. Para denunciar ou pedir ajuda, basta ligar para o número 180”.

Ministério Público
Na outra ponta do problema está o Ministério Público, que desempenha um papel importante nessa luta. Trabalhando nessa área há três anos, a promotora de justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Cidadania, Direitos Humanos e da Mulher, (CAOP), e do Núcleo Maria da Penha, ambos ligados ao Ministério Público do Tocantins, Thais Cairo, conta que a atuação da Justiça nesses casos é dividida em frentes diversas.

A promotora esclarece que através destas duas ferramentas, uma subsidiando a outra, ela pode trabalhar pensando em soluções e dando sugestões de políticas públicas voltadas para as temáticas atendidas pelo CAOP e pelo Núcleo, fazendo parcerias com outras entidades, promovendo capacitações, fomentando e acompanhando programas junto a órgãos governamentais, atuando no atendimento das mulheres que são vítimas e ainda permanecendo à disposição de outros promotores do MP, auxiliando as solicitações de consultas e preparação de materiais ou peças jurídicas relativas ao tema.

“O Ministério Público atua na sociedade. Temos uma função proativa. Mas se as políticas públicas funcionassem, os índices que temos não seriam tão altos. Tudo que fazemos requer investimento, tempo, paciência e dedicação. As pessoas querem respostas imediatistas. Claro, se existe o crime, ele precisa ser punido, mas temos que pensar que o ideal é que ele não ocorra”, argumenta.

Thais esclarece que a atuação do MPE é fundamental na prevenção destes crimes, mas também na busca pela garantia da punição dos mesmos. O órgão pode atuar desde o início da agressão ou abuso. Em casos em que a mulher é vítima de violência doméstica, na Capital, por exemplo, ela é encaminhada para uma promotoria específica. Em alguns casos, porém, a vítima só chega ao conhecimento do Ministério Público depois do inquérito policial. O que muitos não sabem é que ela pode procurar um promotor antes disso. Nessa situação, o órgão vai analisar e pode ou não requerer uma maior investigação para, então, oferecer a denúncia e atuar no processo como dono da ação penal.

De acordo com a promotora, como estes crimes contam apenas com a palavra da mulher, é importante realizar a coleta da prova material, ou seja, os vestígios deixados pelo agressor através do esperma, recolhendo o DNA do suspeito.

“O Ministério Público atua na execução do processo, requisitando diligências e também na atuação preventiva. No Núcleo Maria da Penha atuamos com o tema da violência doméstica e fazemos o atendimento da mulher que é vítima. Lá ela tem o encaminhamento devido, o apoio jurídico, de uma assistente social ou pedagoga. As demandas que chegam encaminho para os promotores das comarcas. Podemos atuar tanto na execução, enquanto como autores da ação, quanto na fase de prevenção”, esclarece

No Núcleo, espaço que é vinculado ao CAOP, estão sendo desenvolvidos três projetos, conta a promotora. Com apoio da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, que destinou verbas para a estruturação física do local, ela arregaçou as mangas e começou a trabalhar, colocando ideias em prática.

“Nós desenvolvemos o atendimento a essas vítimas, temos um projeto para debater este assunto nas escolas, com o objetivo de promover uma mudança cultural neste ambiente. Também queremos realizar rodas de conversas nas comunidades do Tocantins, com o objetivo de explicar o que é a violência contra mulher, para quebrar esse ciclo. O adulto que foi vítima de uma situação de abuso na infância em casa pode repetir isso no futuro. Se ele viu a mãe, ou as irmãs sofrendo com aquilo ele acha que é normal. Precisamos ajudar a mudar essa mentalidade. Queremos começar esse trabalho na Capital e depois levá-lo para o interior”.

Outro projeto que também está nos planos da promotora é uma ação que já existe na cidade de Salvador (BA), realizada pelo Tribunal de Justiça do Estado, MP-BA e PM-BA que é o Ronda Maria da Penha. A iniciativa busca dar segurança às mulheres que estão sob medidas protetivas da justiça, para que elas consigam ter a garantia de que o agressor vai continuar afastado.

“Essas mulheres entram pedindo a medida protetiva, mas não sabem se o agressor vai cumprir. Precisamos dar essa garantia e a ronda faz esse monitoramento. A PM tem uma lista das mulheres nessa situação e promove visitas constantes as suas casas. Queremos trazer esse projeto para o Tocantins, desenvolver esse trabalho aqui também”.

Dificuldades e barreiras
A promotora explica que a violência contra mulher pode ocorrer tanto no âmbito doméstico, com crimes praticados por pessoas que tem relações com a vítima, previstos pela lei Maria da Penha, como o pai, o avô ou até mesmo o marido, quanto externo, com crimes praticados por estranhos. Assim como Bernadete, Thais também reforça que mesmo com o levantamento de dados, o quantitativo que chega às mãos das entidades que trabalham com o enfrentamento do problema não é real. E enquanto as estatísticas ainda não conseguem representar o número real de mulheres que sofrem abuso, o sistema precisa criar meios de acolher estas vítimas.

“Algumas ocorrências acontecem no fim de semana quando a delegacia da mulher não está aberta, para estes casos, as vítimas podem procurar o atendimento de urgência nos hospitais públicos, através do Serviço de Atenção Especializada às Pessoas em Situação de Violência Sexual (SAVIS). Mesmo que ela não tenha um boletim de ocorrência, é possível registrar um virtual no próprio SAVI e receber esse atendimento. O hospital administra toda a medicação que ela precisa”.

Para a promotora, além da dificuldade de concretização da denúncia em si, a mulher ainda precisa quebrar as próprias barreiras emocionais na hora de pedir ajuda a justiça.

“Às vezes a mulher até tem condições financeiras de sair daquela relação, mas ela não consegue por manter uma dependência emocional do agressor e assim elas seguem sendo julgadas de forma negativa. Muitas vezes, até mesmo depois de representarem contra o agressor, elas acabem desistindo do processo. É uma questão complicada, porque a relação é doentia, existe um vínculo emocional muito difícil de quebrar. Por isso, trabalhamos com acompanhamento psicológico, para mostrar que é possível, que ela consegue. Afinal, em casos assim, o desejo de levar o processo adiante depende dela. O que vemos são mulheres que no fim das contas, ainda defendem este agressor, porque eles ficam com raiva delas. Não é o medo, não é o dinheiro, é o emocional”, pontua a promotora.

Na opinião de Thais, apesar de todos esses recursos e projetos que hoje estão disponíveis e são implantados no cotidiano do enfrentamento, é preciso avançar também em busca de uma mudança cultural quando se fala sobre violência contra mulher. Tanto no trabalho com os homens, que precisam entender que estão causando isso, quanto com a sociedade, que duvidam e questionam a palavra da vítima.

“As pessoas tratam a mulher como se ela quisesse se aproveitar da situação, coloca-se a mulher como objeto sexual. A sociedade tende a culpar a vítima. E a gente precisa lembrar que quem está no banco dos réus é o agressor, não importa se essa vítima é prostituta, se não era virgem. Existe o massacre total da vítima, o preconceito e com isso a revitimização. As pessoas questionam se a mulher estava com a roupa curta, ou com dois caras. O que as pessoas não entendem é que ela tem a liberdade de fazer o que quiser, mas a liberdade deixa de existir quando o ato não é consentido. Se interpretarmos o Código Penal, a versão antiga dizia que este tipo de crime era considerado crime contra os costumes, hoje em dia isso foi alterado para crimes contra a liberdade sexual. O que precisamos discutir é a liberdade sexual, não a conduta da vítima. Esse questionamento é preconceituoso, discriminatório, contrário a tudo que se diz a respeito de direitos humanos”.

Para exemplificar, Thais lembra um caso que aconteceu no Chile, quando uma adolescente de 17 anos, de histórico infrator, sumiu. A mãe procurou a polícia que imediatamente perguntou qual era roupa ela estava vestindo no dia do desaparecimento, fazendo assim, um pré-julgamento da vítima. Poucos dias depois, o corpo dela foi encontrado e o que se suspeitava, tinha acontecido. Para a promotora, a discussão não pode se dar em torno do que a vítima estava fazendo, se ela foi para uma festa ou igreja, mas que a sua liberdade foi violada.

De acordo com Thais, outro ponto que pode ajudar a mudar essa situação, é um cadastro dos criminosos sexuais que funcione com eficácia. Ela explica que a ferramenta precisa incluir dados com informações sobre o material genético do agressor, já que o DNA coletado em crimes sexuais é um vestígio crucial usado como prova.

“Temos que fazer uma investigação sem constranger a vítima. Nós tentamos fazer isso, oferecer um atendimento. É tudo diferenciado. Eu trabalhei em um caso de estupro de vulnerável, e o suspeito era uma pessoa acima de todas as dúvidas e eu fiquei com medo de sustentar uma acusação contra alguém que poderia ser inocente. Chamei a psicóloga para conversar e ela me mostrou, do ponto de vista técnico, como ela tinha chegado a conclusão de que aquilo tinha acontecido mesmo. No dia da audiência eu ouvi a menor. E durante muito tempo ela ficou na sala ao lado, desenhando, no cartório. Depois a psicóloga me questionou se eu tinha visto os desenhos. E quando fui olhar, todos eles eram de uma cama, com uma criança em cima, com sangue. Por que no caso daquela vítima, os abusos eram cometidos em cima da cama, então o subconsciente revelou isso. Temos como chegar à verdade, com a perícia, com a investigação, com a prova material. Nós fazemos esse trabalho, tentamos fazer a nossa parte, mas temos que mudar a questão cultural do trato com a vítima. Não importa se ela é uma prostituta, um transexual, não podemos ser intolerantes e achar que essas pessoas merecem isso. O fato de você não viver dessa mesma maneira, não significa que você vai compactuar com a violência”.(fonte:portal stylo)

contra-estupro

‘Personal’ é suspeito de estuprar aluna em avaliação física

De acordo com a Polícia Civil, que investiga o caso, o homem teria tentado estuprar outra mulher, em março, utilizando a mesma estratégia

Um suposto personal trainer, que oferecia os serviços por meio das redes sociais, é suspeito de estuprar uma jovem, de 23 anos, durante uma falsa avaliação física em seu apartamento, no bairro Estoril, em Belo Horizonte.

De acordo com a Polícia Civil, que investiga o caso, o homem teria tentado estuprar outra mulher, em março, utilizando a mesma estratégia, porém a vítima conseguiu fugir.

Segundo informações do R7, a vítima teria relatado à polícia que foi contactada pelo suposto professor, identificado apenas como Rodrigo, para fazer parte da equipe dele. Em troca, a mulher teria acompanhamento personalizado em atividades físicas.

De acordo com a publicação, a mulher contou que após chegar no apart hotel, onde o suspeito morava, foi levada até o quarto para iniciar o teste. Lá, o homem teria estuprado a jovem.

Procurada, a administração do apart hotel informou que o imóvel onde Rodrigo morava era alugado, e que o contrato foi rescindido assim que foram informados dos crimes. Ele ainda está sendo procurado.(fonte:notícias ao minuto)

Cinco estupros acontecem por hora no País

Número é considerado preocupante pelos especialistas e pode ser muito maior

O Brasil registrou 45.460 casos de estupro em 2015, o que representa cinco ocorrências por hora. Apesar de apresentar uma retração em relação a 2014, quando foram registradas 4.978 ocorrências a mais, o patamar é considerado preocupante pelos especialistas e pode ser muito maior.

De acordo com levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que usou metodologia aplicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os dados permitem estimar que os casos sejam até dez vezes mais frequentes, chegando a 454 mil agressões.

“O crime de estupro é aquele com a maior taxa de subnotificação, então é difícil avaliar se houve uma redução da incidência”, disse a diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno. “Pesquisas de vitimização indicam que os principais motivos para não reportar o crime às polícias são o medo de sofrer represálias e a crença que a polícia não poderia fazer nada.”(fonte:mais goiás notícias)

Mulher é estuprada por dez homens, sucessivas vezes, no Rio

Segundo a vítima, ataques são recorrentes e acontecem desde 2012

Há quatro anos, uma vendedora de roupas de 34 anos, moradora do bairro Lagoinha, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, sofre estupros coletivos, desde 2012, praticados por traficantes da região. 

A mulher, que é mãe de três meninas, consegue contar a quantidade de vezes em que foi atacada – quatro ao todo -, mas perde as contas de quantas noites passou em claro, sem pregar o olho, tremendo e com medo. 

Na última segunda-feira (17), mais uma vez, cerca de 10 homens e adolescentes voltaram a atacar a vítima e foram surpreedidos por policiais militares.

Oito criminosos conseguiram fugir e dois adolescentes foram apreendidos. 

“Estava em um bar, na Rua Cardeal Sebastião Leme, bebendo cerveja com um amigo. Já era uma da madrugada quando quatro rapazes chegaram na minha mesa e me obrigaram a entrar no banheiro com eles. Meu amigo ainda chegou a dizer que estava comigo, mas eles falaram que quem mandava em mim eram eles. Já no banheiro, fui obrigada a fazer sexo oral em todos eles”, diz a vítima.

De acordo com informações do Extra, depois, os quatro criminosos saíram do bar arrastando a vítima pelo braço e a levaram para a Rua Caetano Moura, local muito escuro. Segundo a vítima, os quatro homens a jogaram em um muro e começaram uma longa sessão de abusos e tortura.

“Eu implorava para que eles parassem, mas não adiantava de nada. Eles só me machucavam mais. Aos poucos, foram aparecendo outros homens, até que percebi que tinham uns 10 homens abusando de mim. Eles diziam que iriam me matar e me jogar no valão se eu ficasse gritando” relata a vítima, sem conseguir controlar o choro.

Foi então que uma viatura da polícia apareceu. A maioria conseguiu fugir, mas os dois menores foram levados para a 74ª DP, na mesma viatura da vítima, ainda segundo o Extra. Os dois foram indiciados por fato análogo ao crime de estupro. A vítima prestou depoimento, fez exames de corpo de delito, no IML de São Gonçalo, e foi liberada.

A Polícia Civil diz que o caso está sob sigilo e que diligencias estão sendo feitas para tentar localizar os outros criminosos.(fonte:notícias ao minuto)

Vereador suspeito de estuprar adolescente é preso no Tocantins

Ele teria cometido o abuso em sua casa após fazer ameaças a jovem.
Prisão foi feita nesta terça-feira (18) enquanto trabalhava em Palmeirante.

Um vereador suspeito de estuprar uma adolescente, de 14 anos, foi preso nesta terça-feira (18) em Palmeirante, na região norte do estado. A suspeita é que o homem, de 45 anos, teria cometido o estupro no mês de agosto, mas as informações só foram divulgadas nesta terça-feira, após a prisão.

Conforme a Polícia Civil, em 14 de agosto desse ano, o suspeito havia cometido o estupro após ter levado a adolescente para sua casa e ter ameaçado. A família da vítima acionou o Conselho Tutelar do município, que denunciou o caso ao Ministério Público Estadual (MPE). O homem foi preso enquanto trabalhava em seu escritório nesta terça-feira.

O suspeito foi levado para Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA), onde fica à disposição da Justiça.

Ele é vereador do município de Palmeirante e concorreu à reeleição nesse ano pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB), sendo reeleito.

O G1 tentou contato com defesa, mas até a publicação desta reportagem não havia tido retorno.(fonte:g1/to)

Preso homem que usava anúncio de emprego para estuprar mulheres

Depois de cometer o crime, ele embebedava as vítimas, com o argumento de que ninguém acreditaria em uma mulher bêbada

Um homem foi preso acusado de estuprar três mulheres, entre 16 de agosto e 21 de setembro deste ano. Leonildo Barboza Lima, 25 anos, atraía as vitimas por meio de anúncios de emprego que fazia no site OLX. As supostas vagas eram para trabalhar em faxinas ou em eventos em uma chácara do Gama. Esse era o álibi do estuprador, que conseguia levar as jovens até o Núcleo Rural Ponte Alta, sem grandes dificuldades.

Leonildo, que já respondia por outro estupro há 3 anos, foi preso nesta terça-feira (4/10). Ele estava em liberdade há seis meses e tinha de comparecer ao presídio de Águas Lindas três vezes por semana. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o suspeito escolhia mulheres que tinham perfil de diarista ou recepcionista no site. Eles combinavam de se encontrar e o acusado as levava ao local onde o crime era cometido.

O homem usava um Ford Ka, de cor prata, para chegar à área rural, onde ele atacava e ameaçava as mulheres. Segundo a PCDF, o acusado , costumava obrigar as vítimas a consumir vinho, até que elas ficassem embriagadas. O argumento dele era: ninguém acreditaria em uma mulher bêbada que dissesse que foi estuprada.

Uma das vítimas contou à polícia que, durante o estupro, disse estar gostando de manter relações com o maníaco. Segundo ela, nesse momento, o acusado perdeu a ereção. A vítima conseguiu, então, atingir Leonildo com uma pedra, mas acabou amarrada. Ele ainda teve o celular roubado. De acordo com a vítima, o homem teria, ainda, tentado estrangulá-la, de raiva, porque havia esquecido da garrafa de vinho.

Leonildo é casado e tem um filho. Ele dizia à família que ia trabalhar como garçom, para, assim, ter a noite livre,  para cometer os crimes. Segundo a polícia, o homem confirmou as histórias narradas pelas vítimas.

A 20ª Delegacia de Polícia (Gama) pede que mulheres que foram vítimas informem a polícia, pelos telefones: 3207-7773, 3207-7776 ou 3207-7805.(por correio braziliense)

Um terço da população do país culpa as mulheres por estupro, diz pesquisa

Pesquisa inédita do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 42% dos homens acham que a violência sexual acontece porque a vítima não se dá ao respeito ou usa roupas provocativas. O que impressiona é que 32% delas concordam

Apesar de os debates sobre os direitos das mulheres terem se intensificado neste ano — provocados por casos de repercussão nacional como o estupro coletivo de uma jovem, no Rio de Janeiro, em maio —, praticamente  um terço da população brasileira ainda acredita que a culpa da violência sexual é da vítima. Os dados são da pesquisa inédita #ApolíciaPrecisaFalarSobreEstupro, encomendada ao Datafolha pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O levantamento apresenta que 42% dos homens acreditam que o estupro acontece porque a mulher não se dá ao respeito e/ou usa roupas provocativas, e 32% das mulheres têm a mesma opinião. A pesquisa será lançada hoje no 10º Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que tem como tema a “Violência Contra a Mulher, Acesso à Justiça e o papel das Instituições Policiais”.

O resultado, de certa forma, não surpreende especialistas. De acordo com o vice-presidente do FBSP, Renato Sérgio de Lima, a informação era esperada, mas o número é muito alto e preocupante. “Para mim, como homem, fico extremamente incomodado ao saber que quase metade dos meus pares não vê a mulher como um ser que tem direitos sobre suas vontades e, principalmente, sobre seu próprio corpo. É um dado muito perverso”, comenta. Para a doutora em direito pela Universidade de Brasília (UnB) Soraia Mendes, é uma realidade muito difícil de se encarar, mas a percepção da sociedade é essa. “É impressionante que essa cultura da culpabilização da vítima ainda permaneça. A vítima é sempre vítima, não importa aonde ela esteja ou o que ela esteja usando”.

A diretora-executiva do Fórum, Samira Bueno, uma das autoras da pesquisa, comenta que essa percepção da sociedade em relação à mulher não chega a ser surpreendente, até porque o resultado se aproximou da última pesquisa realizada, em 2014, sobre o tema, na qual o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) evidenciou que 26% da população concorda total ou parcialmente com a afirmação de que “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”. E, ao analisar os números separados, a pesquisa trouxe uma esperança de mudança: a maioria das pessoas que respondeu positivamente ao questionamento está na faixa etária acima de 60 anos (44%), tem o nível de escolaridade de Ensino Fundamental (41%) e mora em municípios com até 50 mil habitantes (37%).

“É um cenário muito ruim, mas dá uma esperança para a mudança, já que os jovens estão seguindo uma linha de pensamento mais progressista. Nesses municípios menores, e entre as pessoas mais velhas, a população tende a ser mais conservadora, machista. Ainda acha que o lugar da mulher é dentro de casa, cuidando dos filhos”, comenta Samira. Renato Lima ressalta o mesmo ponto e acredita que esse aspecto é positivo nos dados. “Esses municípios menores têm papel chave nessa moralidade brasileira”.

No país, de acordo com 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, somente em 2014, foram registrados 47.646 casos de estupro em todo o país. Isso significa um estupro a cada 11 minutos. Para a professora Soraia Mendes, o mais importante da pesquisa não é a informação, porque isso é uma cultura que exige um trabalho constante que não será mudada de uma hora para outra, mas é preciso divulgar, alertar, dizer “que está errado”. “Temos um longo processo de modificação da cultura e da luta pela igualdade de gênero. Precisamos olhar para esses dados com a gravidade que eles têm”.

A pesquisa também mostra que 65% da população brasileira têm medo de ser vítima de agressão sexual. Entre as mulheres, o dado chega a 85%. Para Samira Bueno, quando detalha-se o número por regiões, a informação se torna impressionante. No Nordeste, 90% das mulheres têm medo de serem atacadas, e no Norte, 87,5%. Já no Sul, a taxa é de 78%, no Sudeste e no Centro-Oeste, 84%. “Essa diferença regional é muito pesada. E faz todo o sentido. A oferta de serviços públicos que mulheres vítimas de violência têm nessas regiões é infinitamente pior”. O levantamento também mostra a confiança da população em relação ao atendimento oferecido às vítimas nas instituições policiais. De acordo com a pesquisa, apenas 36% da população concorda que policiais militares estão bem preparados para atender mulheres vítimas de violência sexual.(fonte:correio braziliense)

De dia, coronel religioso. De noite, suspeito de estuprar crianças

Coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro é flagrado com criança de dois anos nua no seu carro

Mulher é estuprada à luz do dia em Recife; caso revolta moradores

A delegada responsável pelo caso não irá falar sobre o assunto para não atrapalhar as investigações

Mais um caso de violência e estupro causa revolta no país. Dessa vez, em Recife. A 1ª Delegacia da Mulher registrou, nesta quinta (8), que uma mulher foi estuprada à luz do dia, no bairro das Graças, a poucos quilômetros do local onde ocorreu o mesmo crime a uma estudante de medicina. De acordo com a Polícia Civil, a abordagem também foi semelhante à realizada contra a vítima do bairro do Parnamirim.

O crime desta quinta aconteceu contra uma empresária de 32 anos. A mulher saída de uma lavanderia por volta do meio-dia quando foi abordada por um homem que a levou para um ponto na BR-101 e a estuprou, segundo informações da Polícia ao Leia Já.

A empresária encontra-se em choque e ainda irá prestar depoimento e deverá ser feito o retrato falado do suspeito.

A delegada, Ana Elisa Sobreira, responsável pelo caso, não irá falar sobre o assunto para não atrapalhar as investigações.(fonte:notícias ao minuto)