Suspeito de estupro virtual ameaçava vítima em rede social: ‘Vou espalhar teus nudes’

Suspeito foi preso após exigir fotos íntimas de uma mulher de Miracema do Tocantins. Agora, a Polícia Civil investiga se ele abusou de outras mulheres.

A Polícia Civil investiga se o jovem Tarllys Andrade Aguiar, preso na manhã desta quarta-feira (11) suspeito de estupro virtual, também abusou de outras mulheres. O jovem suspostamente agia pelas redes sociais, onde mantinha perfis falsos em redes sociais.

A defesa do suspeito informou ao G1 que “está analisando o andamento do inquérito e aguardando a conclusão das investigações. Quando as diligências forem encerradas, a defesa vai analisar qual a melhor medida para ser aplicada no caso.”

Aguiar foi preso em uma oficina mecânica em Palmas durante a manhã. Ele é apontado pela polícia como um “estuprador virtual”. A TV Anhanguera teve acesso a conversas que o rapaz teve com a vítima de 21 anos, utilizando um aplicativo de mensagem.

Suspeito de chantagear mulher para receber fotos íntimas é preso pela Polícia Civil

Suspeito de chantagear mulher para receber fotos íntimas é preso pela Polícia Civil

O suspeito ameaça divulgar fotos íntimas caso a jovem não continuasse a fornecer novas fotos: “Posso espalhar suas fotos ou vamos ficar de boa? Seu tempo tá acabando.”

Em outro ponto da conversa, ele demonstra agressividade: “Se tu não mandar as fotos pra mim vou espalhar tudo no Facebook do seus amigos. Vai logo tirar essas fotos. Se tu não mandar agora, vou espalhar teus nudes e teus vídeos se masturbando [sic].”

Segundo a delegada Milena Lima, os dois teriam um relacionamento virtual e o crime estava sendo investigado há cerca de três meses. Para atrair as vítimas, o suspeito fez um perfil falso com o nome de Emanuel Rodrigues Lima.

“Ela passou a ter que se ‘autofografar’ e fazer vídeos íntimos, inclusive, se masturbando. As ameaças constam desde o meio de 2017 até fevereiro deste ano. A figura do estupro contempla a conjunção carnal e os atos libidinosos diversos, desde que praticados de forma coativa. Nesse caso, ela foi obrigada e constrangida a fazer aquilo. Não havia espontaneidade”, explicou a delegada.

A prisão foi feita pela Delegacia Especializada na Repressão a Crimes Cibernéticos, com apoio da Delegacia de Investigação Criminal e Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Ordem Tributária.

O suspeito ficará preso temporariamente por ordem da Justiça.

G1 Tocantins.

Jovem é preso por estupro virtual após exigir ‘nudes’ de vítima em rede social

Conforme investigação da Polícia Civil, criminoso ameaçava divulgar imagens íntimas caso não continuasse a receber nudes. Caso começou a ser investigado após mulher fazer denúncia em Palmas.

Um homem foi preso na manhã desta quarta-feira (11) em Palmas suspeito de estupro virtual. De acordo com a Delegacia Especializada na Repressão a Crimes Cibernéticos, a prisão foi feita em cumprimento a um mandado de prisão temporária.

Conforme as investigações da Polícia Civil, o suspeito teria exigido fotos e vídeos íntimos para não divulgar outras imagens que ele já possuía da vítima. Segundo a delegada Milena Lima, o crime estava sendo investigado há cerca de três meses.

“A vítima nos procurou relatando que teve um relacionamento virtual com o suspeito, acreditava que ele era a pessoa de um perfil falso inicialmente no Facebook. Para dar credibilidade, ele criou também um perfil falso no WhatsApp”, explicou.

Ainda conforme a delegada, no início do relacionamento, a vítima fornecia fotos íntimas de forma espontânea. Porém, após o fim do relacionamento o homem começou a ameaçar a vítima. “Se ela não continuasse a fornecer aquele material ele divulgaria o que já tinha conseguido perante a comunidade e nas redes sociais”, disse.

O crime, segundo a delegada, caracteriza estupro mesmo sem ter ocorrido contato físico.

“Ela passou a ter que se ‘autofografar’ e fazer vídeos íntimos, inclusive, se masturbando. As ameaças constam desde o meio de 2017 até fevereiro deste ano. A figura do estupro contempla a conjunção carnal e os atos libidinosos diversos, desde que praticados de forma coativa. Nesse caso, ela foi obrigada e constrangida a fazer aquilo. Não havia espontaneidade”, explicou.

G1 Tocantins.

‘Depoimentos indicam que foi alguém da família’, diz delegado sobre bebê que morreu após estupro

Polícia ouviu 12 testemunhas, entre eles pais, avós, policiais e uma criança de 10 anos. Menina de 1 ano e 11 meses morreu após ter intestino perfurado; ela tinha hematomas nas partes íntimas.

A Polícia Civil começou a ouvir testemunhas para desvendar o caso da bebê de 1 ano e 11 meses, que morreu na noite da última segunda-feira (3) após ter o intestino perfurado. A suspeita é que a vítima tenha sido estuprada, já que apresentava hematomas nas partes íntimas. Segundo o delegado Túlio Motta, responsável pelas investigações, os depoimentos indicam que o suspeito do crime seja alguém da família.

Ao todo, 12 pessoas foram ouvidas nesta terça-feira (4), entre elas, os pais e avós da bebê, primos, policiais e uma criança de 10 anos. “Todos eles foram claros em dizer que a menina não tinha muito contato com pessoas estranhas. A criança não desgrudava da mãe, ficava no colo o tempo todo”.

A bebê morava com os pais, os avós e um primo de 10 anos, em Couto Magalhães. Na última quinta-feira (28), ela chegou a passar mal e os pais a levaram até um médico, que receitou medicamentos. Na segunda-feira, a bebê começou a sentir dores fortes na barriga.

A criança foi levada para o hospital de Couto Magalhães e depois foi encaminhada para Colinas do Tocantins, onde não resistiu. A equipe médica percebeu os hematomas nas partes íntimas e acionaram a polícia. O corpo foi levado para o IML de Araguaína, onde foram feitos exames.

Polícia investiga estupro após bebê morrer em hospital com intestino perfurado

Segundo informações preliminares da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a menina teve o intestino perfurado e há suspeita de que tenha sido estuprada.

A Polícia Civil está investigando nesta terça-feira (3) a morte de um bebê de 1 ano e 11 meses no hospital de Colinas do Tocantins, na região norte do estado. Segundo informações preliminares da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a menina teve o intestino perfurado e há suspeita de que tenha sido estuprada, devido apresentar hematomas nas partes íntimas.

De acordo com a polícia, a vítima morava em Couto Magalhães. A criança foi levada ao hospital de Colinas na noite desta segunda-feira (2) e morreu durante a madrugada de terça-feira (3).

A SSP não informou quem levou o bebê para o hospital para não atrapalhar o trabalho dos investigadores. A investigação está sendo feita pela delegacia de Colinas do Tocantins e buscas estão sendo feitas em Couto Magalhães.

G1 Tocantins.

Jovem é preso suspeito de estupro após ser encontrado com menina de 11 anos

Os dois estavam na casa do suspeito, em Formoso do Araguaia. A menor estava desaparecida há dois dias e contou que manteve relações sexuais com o jovem, segundo a polícia.

O jovem Thierry Ferreira Campos, de 18 anos, foi preso suspeito de estupro após ser encontrado com uma menina, de 11, na casa onde ele mora, em Formoso do Araguaia, no sul do Tocantins. A Polícia Civil informou que a menor estava desaparecida há dois dias.

Ele foi preso nesta sexta-feira (11), no setor Aliança. Quando os policiais chegaram à casa do suspeito, o encontraram dormindo. A menina disse que manteve relações sexuais com Campos, conforme a polícia.

Ele foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável e levado para a cadeia pública da cidade.

G1 Tocantins.

Antes de estupro, adolescente liga para o pai e pede socorro

“Socorro, o tio está tentando me estuprar”, disse a menina no áudio.

Uma adolescente de 15 anos viveu momentos de pânico na noite desta quinta-feira (22). O tio dela, de 25 anos, tentou estuprá-la e a menina conseguiu, no momento do ato, ligar para o pai e pedir socorro.

O crime foi cometido em Taubaté, no interior de São Paulo.

Segundo informações do G1, a garota avisou, em áudio: “Socorro, o tio está tentando me estuprar”. A vítima lutou contra o tio, irmão do pai, e, enquanto o homem ia para casa socorrê-la, ela tentou se livrar do agressor. “Ele arrastou ela para a minha cama e tentou abusar dela”, contou o pai.

Apesar de ter fugido, o suspeito foi encontrado pela Polícia Militar na Vila de São José. “Ele disse que está arrependido, que é usuário de drogas, bebidas. Não houve conjunção carnal, mas houve estupro de acordo com a lei”, disse o policial militar Sidney Barbosa.

O homem foi levado para a delegacia da mulher e preso em flagrante por estupro. Ele pode pegar de oito a 12 anos de prisão.

Noticias ao Minuto

Suspeito de cometer estupro contra criança é preso no Tocantins

A Polícia Civil chegou ao local depois de uma denúncia anônima. No local os policiais encontraram o suspeito com uma criança de 11 anos.

Waldyvan Júnior, de 18 anos, foi preso por suspeita de estupro de vulnerável em Taguatinga, região sudeste do Tocantins. Conforme a Polícia Civil, o homem foi preso em casa, ao ser flagrado pela polícia em uma cama ao lado de uma criança de 11 anos, com roupas íntimas.

De acordo com o delegado Márcio Duarte Teixeira, a polícia chegou ao local depois de uma denúncia anônima. No local os policiais encontraram o suspeito com uma criança de 11 anos. O caso foi registrado na sexta-feira (5), mas as informações foram divulgadas neste sábado (6).

Segundo a polícia, a vítima admitiu que havia aceitado manter relação sexual com o homem. O suspeito está preso na cadeia pública de Taguatinga. A criança foi entregue ao Conselho Tutelar da cidade, após a perícia.

 G1 Tocantins/Imagem ilustrativa

Professor acusado de estupro é inocentado após ser demitido e ficar um ano preso

Homem foi denunciado em 2015 e foi exonerado da escola onde trabalhava. Caso foi registrado em Figueirópolis, na região sul do Tocantins.

O professor acusado de abusar sexualmente de uma menina de 10 anos em Figueirópolis, no sul do Tocantins, foi absolvido pelo Tribunal de Justiça do Tocantins. Geová Rodrigues Ribeiro ficou cerca de um ano preso na Casa de Prisão Provisória de Gurupi. Ele foi denunciado em 2015 por uma coordenadora da Escola Municipal Dr. Pedro Ludovico Teixeira.

Na época, a mulher contou que viu o professor em atitude suspeita e informou o caso à família da menina e ao Conselho Tutelar do município. Os abusos teriam acontecido na casa do professor e foram investigados pela Polícia Civil.

“Quando eu olhei para o lado, eu vi a aluna sentada em cima da caixa de som, em uma posição bem próxima a ele [o professor]. Eu achei estranho e pedi para ela sair de cima da caixa […] depois, voltei e fui conversar com a aluna sobre a caixa de som. Aí foi quando ela começou a chorar”, disse a coordenadora na época.

Ribeiro havia sido condenado pelo juiz de primeira instância, mas recorreu ao tribunal. Ele foi exonerado da escola Pedro Ludovico Teixeira, onde trabalhava como servidor efetivo.

Na decisão, a desembargadora Jacqueline Adorno afirma que apesar de existirem fortes indícios de que abusos foram praticados, “não há provas robustas” que comprovem o crime. Além disso, a vítima e uma testemunha mudaram as versões durante audiências na Justiça.

“Se por um lado não estou convicto quanto a certeza da inocência, por outro, não nos parece certeiro a prática dos fatos pelo réu […] havendo elementos indiciários para a condenação, mas não sendo estes suficientes, fazendo restar a dúvida, penso que a melhor solução será, indiscutivelmente, absolver o acusado”, diz a decisão.

Também na época dos fatos, um exame de conjunção carnal feito na criança deu negativo. Ainda na decisão, a desembargadora afirma que o laudo pericial feito sobre o caso apontou “conclusões subjetivas.”

G1/TO

Adolescente que acusa pastor e esposa de estupro relata ‘pedido de sacrifício’

Segundo garota de 16 anos, suspeito citou suposta ‘maldição’ que recaía sobre sua família. Casal, que está preso e que teria cometido o crime contra outras mulheres, nega acusações.

A adolescente de 16 anos que acusa um pastor de estupro, sob a conivência da esposa dele, disse que o casal alegava que os atos seriam um “sacrifício” que ela teria de fazer para quebrar uma “maldição” sobre sua família. O caso aconteceu em Edeia, região sul de Goiás. A vítima contou ainda que era obrigada a se deitar com o suspeito e que sua mãe e seu irmão poderiam ser penalizados caso a garota revelasse os abusos a alguém. Os suspeitos estão presos, mas negam as acusações.

A menina revelou que o crime começou a ser praticado quando ela tinha 13 anos e perdurou por cerca de dois anos. A Polícia Civil estima que os abusos ocorreram ao menos 20 vezes. A menina ia para a igreja, e o pastor a levava para a casa dele, que fica nas proximidades.

“[Ele] falou que Deus estava pedindo um sacrifício da minha parte e que era para quebrar uma maldição hereditária de prostituição na minha família. Ele disse com todas as palavras que o sacrifício seria a minha virgindade. Que eu teria que me deitar com ele. Eu sentia pavor”, disse à TV Anhanguera.

“Se eu contasse para alguém, a minha mãe ia para a cadeira de rodas, que tinha sido revelado em um sonho, e o meu irmão ia chegar a falecer”, completa.Adolescente que acusa pastor e esposa de estupro relata ‘pedido de sacrifício’ e ameaças: ‘Sentia pavor’ em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O casal foi preso na última sexta-feira (22) após denúncia da vítima. Na ocasião, o delegado Quéops Barreto, responsável pelo caso, já havia citado a suposta maldição como justificativa para o crime.

“O pastor disse que ela deveria fazer o ‘Sacrifício de Abraão’ porque ela tinha a maldição de sexo e só quebrava com sexo. Ele falava que, se não fizesse, a mãe e os irmãos iam morrer, usava a fé e o medo”, explicou.

Mudança de comportamento

A mãe da garota conta que descobriu os estupros após notar uma mudança no comportamento da filha. “Sempre ficava agressiva dentro de casa. Gritava. Ela era uma menina amorosa. Dava beijo para ir para escola, [falava] ‘mãe eu te amo’. Aí ela foi parando de me dar beijo”, conta.

A mulher revela ainda que o pastor chegou a fazer a mesma proposta para ela, mas não obteve êxito. Depois dessa situação, ela e a garota deixaram a igreja.

“Aí ele pegou e falou para mim que eram sete vezes, aí eu vim embora. Entrei em desespero, que eu não acreditava naquilo que estava acontecendo. Quero justiça, para que ele seja punido na lei do home e na lei de Deus vai vir sobre ele, eu creio”.

Outras vítimas

A polícia já localizou mais três vítimas do casal. O delegado responsável pelo caso, informou que elas ainda devem ser ouvidas na delegacia.

“Outras pessoas se pronunciaram dizendo ou que aconteceu com elas, ou que tentaram. Acreditamos que existam ainda mais, mas não foram localizadas ainda. Essas meninas ainda não prestaram depoimento formal, então ainda não sabemos se a situação foi a mesma apresentada pela primeira vítima ou se houveram outras alegações”, afirmou o delegado.

O casal está detido na unidade prisional de Edeia. Eles devem responder por estupro de vulnerável, já que ela era uma criança quando o crime ocorreu.

G1/GO

A cada duas horas e meia, uma mulher sofre estupro coletivo no Brasil

Na comparação com 2011, o número saltou 124%.

Um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde mostrou que a cada duas horas e meia uma mulher sofreu estupro coletivo no Brasil, em 2016. Nesse ano, foram registrados 3.526 casos pelas unidades de saúde, um crescimento de 12,5% em relação a 2015. Na comparação com 2011, o número saltou 124%.

Segundo o G1, os estados mais populosos do país, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, somam 1.360 casos de “estupro com dois os mais agressores”. Já as localidades com maiores índices do crime são Acre, Tocantins e Distrito Federal. A cada 100 mil moradores dessas regiões, mais de quatro pessoas foram vítimas.

Por outro lado, os lugares que obtiveram menor registro dos casos são Paraíba, Rio Grande do Norte, Maranhão, Sergipe e Bahia. Foi computado, segundo os dados da pasta, menos de um estupro a cada 100 mil habitantes.

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