Professor acusado de estupro é inocentado após ser demitido e ficar um ano preso

Homem foi denunciado em 2015 e foi exonerado da escola onde trabalhava. Caso foi registrado em Figueirópolis, na região sul do Tocantins.

O professor acusado de abusar sexualmente de uma menina de 10 anos em Figueirópolis, no sul do Tocantins, foi absolvido pelo Tribunal de Justiça do Tocantins. Geová Rodrigues Ribeiro ficou cerca de um ano preso na Casa de Prisão Provisória de Gurupi. Ele foi denunciado em 2015 por uma coordenadora da Escola Municipal Dr. Pedro Ludovico Teixeira.

Na época, a mulher contou que viu o professor em atitude suspeita e informou o caso à família da menina e ao Conselho Tutelar do município. Os abusos teriam acontecido na casa do professor e foram investigados pela Polícia Civil.

“Quando eu olhei para o lado, eu vi a aluna sentada em cima da caixa de som, em uma posição bem próxima a ele [o professor]. Eu achei estranho e pedi para ela sair de cima da caixa […] depois, voltei e fui conversar com a aluna sobre a caixa de som. Aí foi quando ela começou a chorar”, disse a coordenadora na época.

Ribeiro havia sido condenado pelo juiz de primeira instância, mas recorreu ao tribunal. Ele foi exonerado da escola Pedro Ludovico Teixeira, onde trabalhava como servidor efetivo.

Na decisão, a desembargadora Jacqueline Adorno afirma que apesar de existirem fortes indícios de que abusos foram praticados, “não há provas robustas” que comprovem o crime. Além disso, a vítima e uma testemunha mudaram as versões durante audiências na Justiça.

“Se por um lado não estou convicto quanto a certeza da inocência, por outro, não nos parece certeiro a prática dos fatos pelo réu […] havendo elementos indiciários para a condenação, mas não sendo estes suficientes, fazendo restar a dúvida, penso que a melhor solução será, indiscutivelmente, absolver o acusado”, diz a decisão.

Também na época dos fatos, um exame de conjunção carnal feito na criança deu negativo. Ainda na decisão, a desembargadora afirma que o laudo pericial feito sobre o caso apontou “conclusões subjetivas.”

G1/TO

Adolescente que acusa pastor e esposa de estupro relata ‘pedido de sacrifício’

Segundo garota de 16 anos, suspeito citou suposta ‘maldição’ que recaía sobre sua família. Casal, que está preso e que teria cometido o crime contra outras mulheres, nega acusações.

A adolescente de 16 anos que acusa um pastor de estupro, sob a conivência da esposa dele, disse que o casal alegava que os atos seriam um “sacrifício” que ela teria de fazer para quebrar uma “maldição” sobre sua família. O caso aconteceu em Edeia, região sul de Goiás. A vítima contou ainda que era obrigada a se deitar com o suspeito e que sua mãe e seu irmão poderiam ser penalizados caso a garota revelasse os abusos a alguém. Os suspeitos estão presos, mas negam as acusações.

A menina revelou que o crime começou a ser praticado quando ela tinha 13 anos e perdurou por cerca de dois anos. A Polícia Civil estima que os abusos ocorreram ao menos 20 vezes. A menina ia para a igreja, e o pastor a levava para a casa dele, que fica nas proximidades.

“[Ele] falou que Deus estava pedindo um sacrifício da minha parte e que era para quebrar uma maldição hereditária de prostituição na minha família. Ele disse com todas as palavras que o sacrifício seria a minha virgindade. Que eu teria que me deitar com ele. Eu sentia pavor”, disse à TV Anhanguera.

“Se eu contasse para alguém, a minha mãe ia para a cadeira de rodas, que tinha sido revelado em um sonho, e o meu irmão ia chegar a falecer”, completa.Adolescente que acusa pastor e esposa de estupro relata ‘pedido de sacrifício’ e ameaças: ‘Sentia pavor’ em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O casal foi preso na última sexta-feira (22) após denúncia da vítima. Na ocasião, o delegado Quéops Barreto, responsável pelo caso, já havia citado a suposta maldição como justificativa para o crime.

“O pastor disse que ela deveria fazer o ‘Sacrifício de Abraão’ porque ela tinha a maldição de sexo e só quebrava com sexo. Ele falava que, se não fizesse, a mãe e os irmãos iam morrer, usava a fé e o medo”, explicou.

Mudança de comportamento

A mãe da garota conta que descobriu os estupros após notar uma mudança no comportamento da filha. “Sempre ficava agressiva dentro de casa. Gritava. Ela era uma menina amorosa. Dava beijo para ir para escola, [falava] ‘mãe eu te amo’. Aí ela foi parando de me dar beijo”, conta.

A mulher revela ainda que o pastor chegou a fazer a mesma proposta para ela, mas não obteve êxito. Depois dessa situação, ela e a garota deixaram a igreja.

“Aí ele pegou e falou para mim que eram sete vezes, aí eu vim embora. Entrei em desespero, que eu não acreditava naquilo que estava acontecendo. Quero justiça, para que ele seja punido na lei do home e na lei de Deus vai vir sobre ele, eu creio”.

Outras vítimas

A polícia já localizou mais três vítimas do casal. O delegado responsável pelo caso, informou que elas ainda devem ser ouvidas na delegacia.

“Outras pessoas se pronunciaram dizendo ou que aconteceu com elas, ou que tentaram. Acreditamos que existam ainda mais, mas não foram localizadas ainda. Essas meninas ainda não prestaram depoimento formal, então ainda não sabemos se a situação foi a mesma apresentada pela primeira vítima ou se houveram outras alegações”, afirmou o delegado.

O casal está detido na unidade prisional de Edeia. Eles devem responder por estupro de vulnerável, já que ela era uma criança quando o crime ocorreu.

G1/GO

A cada duas horas e meia, uma mulher sofre estupro coletivo no Brasil

Na comparação com 2011, o número saltou 124%.

Um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde mostrou que a cada duas horas e meia uma mulher sofreu estupro coletivo no Brasil, em 2016. Nesse ano, foram registrados 3.526 casos pelas unidades de saúde, um crescimento de 12,5% em relação a 2015. Na comparação com 2011, o número saltou 124%.

Segundo o G1, os estados mais populosos do país, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, somam 1.360 casos de “estupro com dois os mais agressores”. Já as localidades com maiores índices do crime são Acre, Tocantins e Distrito Federal. A cada 100 mil moradores dessas regiões, mais de quatro pessoas foram vítimas.

Por outro lado, os lugares que obtiveram menor registro dos casos são Paraíba, Rio Grande do Norte, Maranhão, Sergipe e Bahia. Foi computado, segundo os dados da pasta, menos de um estupro a cada 100 mil habitantes.

Noticias ao Minuto

Suspeito de estupro é preso após tentar matar pai de vítima com facão

Conforme a polícia, estupro aconteceu em 2014. Desde então, pais de criança estavam sendo ameaçados; tentativa de homicídio aconteceu no último mês de julho.

Um homem foi preso em Araguaína, norte do Tocantins, suspeito de estuprar uma menina de nove anos e tentar matar os pais dela com um facão. O estupro teria acontecido em 2014 e a tentativa de assassinato no último mês de julho, segundo a Polícia Civil. O suspeito foi detido na casa dele, na manhã desta quinta-feira (10).

O homem tem 36 anos, estaria ameaçando o casal desde que foi denunciado pelo estupro. Ainda de acordo com a polícia, no início de julho o suspeito seguiu os pais da criança e bloqueou a passagem deles no setor Ana Maria.

Uma câmera de segurança mostra o momento em que um carro bloqueia a passagem do casal e um homem desce do veículo. Depois, o agressor dá golpes de facão no pai da criança. A vítima foi socorrida pelo Samu e sobreviveu ao crime.

O suspeito foi preso em cumprimento a um mandado de prisão e levado para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína. Ele foi indiciado por tentativa de homicídio qualificado.

G1/TO

 

Aposentado é preso no DF suspeito de estupro e exploração de menores

Vítimas relataram à Polícia Civil que recebiam celulares e dinheiro após encontros em motéis. Delegado investiga se mãe de duas das meninas era conivente com atos.

Um aposentado de 72 anos foi preso, nesta quarta-feira (9), em Brasília, suspeito de abusar e explorar sexualmente de meninas entre 9 e 16 anos em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. O pai de uma das vítimas fez a denúncia à Polícia Civil após perceber que a filha estava com um celular novo e contou que havia recebido o aparelho de um idoso que encontrou em um motel. Mãe de duas das vítimas também é investigada suspeita de ser conivente com os atos.

O delegado responsável pelo caso, Daniel Marcelino, afirmou que já foram identificadas cinco vítimas do idoso. Segundo o investigador, as meninas relatavam que ele pagava entre R$ 50 e R$ 200 ou dava aparelhos eletrônicos como pagamento, além de pedir que elas levassem outras garotas.

Em depoimento à Polícia Civil, ele admitiu ter se encontrado apenas com duas meninas, que ele acreditava que fossem maiores de idade. Além disso, ele relatou que as conheceu por meio de uma amiga em comum.

“No interrogatório, ele disse que não conhecia a maioria das vítimas, que só reconhecia duas delas que ele disse que achou que eram maiores de idade. Ele contou que conheceu as meninas através de uma amiga, trocou telefones e marcavam esses encontros. Ele alega que essa pessoa que os apresentou é uma adulta, mas ainda vamos investigar”, disse.

Marcelino esclareceu que ainda não é possível determinar exatamente há quanto tempo ele agia. Conforme o delegado, ele está detido por mandado de prisão temporária na Casa de Prisão Provisória de Luziânia.

“Ainda estamos investigando com quais e quantas delas é caracterizado o crime de estupro de vulnerável e em quais casos houve exploração sexual. Se for condenado por esses crimes, ele pode pegar até 40 anos de prisão”, afirmou.

Mãe suspeita

A mãe de duas das vítimas também foi ouvida na delegacia nesta quarta-feira, porque tinha conhecimento dos atos, segundo o delegado. Marcelino explicou que ela soube que as filhas adolescentes haviam se encontrado com um aposentado em um motel e recebido dinheiro.

“Ela conta que as filhas chegaram a dar um pouco do dinheiro para ela e ela usou o valor para pagar algumas contas. Ainda vamos apurar se essa mulher vai responder por algum crime, porque, mesmo sabendo disso não tomou nenhuma atitude, se omitiu quando deveria agir. Estamos vendo ainda a questão da responsabilização dela”, declarou.

G1/GO

Suspeito de estuprar e engravidar enteada de 11 anos é preso em Tocantinópolis

Após as investigações da equipe da Delegacia Especializada da Criança e Adolescente de Tocantinópolis (DECA), a Polícia Civil prendeu na tarde desta quarta-feira, 15, H.V.C, de 39 anos, por estupro a vulnerável. Ele é suspeito de manter relação sexual com sua enteada, de 11 anos e engravidá-la.

De acordo com o delegado titular da DECA, Tiago Daniel de Moraes, responsável pelo caso, as investigações começaram depois que foram encaminhados ofícios no Conselho Tutelar do Município informando o caso, que até então era uma suspeita.

“A mãe da criança tinha levado-a para fazer o exame pré-natal na Unidade de Saúde de Tocantinópolis, e, durante a consulta, o fato da mãe não deixar a menina falar chamou a atenção dos profissionais de saúde. Naquela ocasião, ela disse que não sabia quem era o pai do filho da menor”, conta o delegado.

Ainda segundo a autoridade policial, depois de fazer o pré-natal, a família não voltou mais a Unidade de Saúde. “Por esse motivo, os profissionais de saúde foram atrás da família para continuar com os exames de pré-natal. Na segunda vez, a criança foi acompanhada da mãe e do padrasto, que, mais uma vez, impediram que a menina falasse”, afirma Tiago.

“Naquela consulta, a mãe contou uma nova história. Segundo ela, a menina tinha viajado pra casa do pai em julho de 2016, e lá engravidou de um menino de 13 anos. Só que o ultrassom feito na criança não indicava a gravidez em julho, já que ela está grávida há sete meses”, completa o delegado.

O titular da DECA conta ainda que no último mês foram feitas denúncias anônimas no Conselho Tutelar e na Polícia Civil, informando que o pai do filho da criança grávida era seu próprio padrasto, e que a mãe da menor estava escondendo este fato.

“Assim, na segunda-feira, 13, instauramos um inquérito policial para investigar o caso, e, no mesmo dia, H.V.C e a menor foram ouvidas. Ele afirmou manter relações sexuais com a criança desde quando ela tinha 9 anos de idade, que a menina realmente está grávida dele, e que ele é portador do vírus HIV”, conta o delegado.

Na terça-feira, 14, foi pedido um mandado de prisão temporária em desfavor de H.V.C, cumprido pela Polícia Civil na tarde de quarta-feira, 15. A mãe da menor foi ouvida no mesmo dia.

“Ela afirmou que desconhecia o fato dele ser portador do vírus HIV e que seu marido tinha um caso com sua filha. Disse ainda que, quando soube, foi ameaçada por H.V.C”, afirma o titular da DECA, contando ainda que as investigações continuam no intuito de apurar a responsabilidade da mãe quanto ao caso.

“Por conta de H.V.C ser portador do vírus HIV, ter ciência disso, não contar pra vítima e mesmo assim manter relações sexuais com ela sem proteção, além do crime de estupro a vulnerável, iremos enquadrá-lo também por tentativa de homicídio”, afirma Tiago. H.V.C se encontra recolhido na Casa de Prisão Provisória de Tocantinópolis.

Alerta às famílias

O delegado da DECA, Tiago Daniel de Moraes faz uma alerta às famílias e a sociedade de modo geral: “A Polícia Civil conta informação das pessoas e de denúncias, pois esse tipo de crime geralmente acontece às escondidas. Na maioria das vezes é feito na casa da própria vítima, com pessoas próximas, o pai, padrasto ou parente. Os pais precisam ficar atentos quanto ao comportamento dos filhos, conversar com eles. E a população, quando suspeitar de algo, não pode hesitar em procurar a autoridade policial ou o conselho tutelar. Só assim a Polícia Civil pode tomar as medidas necessárias para checar o fato e prender quem comete esse tipo de crime”, alerta o delegado.(Fonte:O Coletivo)  

 

Casos de violência sexual na infância subiram mais de 60% em dois anos

Em 2016,número de registros ultrapassou 1,2 mil só no Tocantins.
Serviços especializados tentam ajudar crianças abusadas a superar trauma.

O número de casos registrados de crianças abusadas sexualmente na infância subiu mais de 60% em dois anos no Tocantins. De acordo com a Secretaria de Saúde, em 2016 foram 1.267 casos no estado, contra 772 em 2014. Os crimes foram contra meninos e meninas menores de 14 anos de todo o estado.

De acordo com a psicóloga do serviço de atenção especializado para esse tipo de caso, Raquel Sampaio, o aumento pode estar relacionado tanto com o crescimento no número de casos, quanto no número de denúncias. “Nós temos percebido que tem chegado mais. Por vária fontes diferentes. Pelos conselheiros tutelares, pelos vizinhos que hoje estão denunciando, as escolas têm sido também muito parceiras”, diz ela.

Alguns casos têm chamado atenção e repercutindo bastante. Em setembro de 2016 uma criança de 11 anos foi estuprada após sair da escola.

O crime foi confessado por Moisés de Almeida Silva, que deu uma entrevista onde pediu perdão a família e a sociedade. Nesta terça-feira (14) a Polícia Civil prendeu um falso conselheiro espiritual, que teria estuprado ao menos quatro crianças durante um ritual de magia negra.

A especialista afirma que quanto antes o tratamento psicológico começar, melhores são os resultados na superação do trauma. “O que é possível ser feito é minimizar as sequelas desse trauma. O nosso objetivo é resgatar a autonomia, o aprendizado, a capacidade de socializar e sobretudo de confiar no outro”, explica Sampaio.(Fonte:G1/TO)

Crianças foram estupradas por idoso durante ritual de magia negra, diz PC Read more

Adolescente de 16 anos é queimado vivo por estuprar criança na Bolívia

Multidão invadiu delegacia e ateou fogo a suspeito de ter estuprado menina de 7 anos.

Um adolescente de 16 anos foi queimado vivo por uma multidão revoltada em uma localidade do sudoeste da Bolívia depois de ser acusado de ter estuprado uma menina de 7 anos.

O caso aconteceu na segunda-feira passada, em Toro Toro, no departamento andino de Potosí. Uma multidão invadiu a delegacia, onde o agressor estava sendo interrogado.

A multidão pegou o acusado e ateou fogo a ele na porta da delegacia, segundo contou o delegado à TV local.

Segundo a fonte, os médicos não conseguiram salvar o adolescente acusado de estupro e que foi punido, segundo as pessoas envolvidas, pela “justiça comunitária”.

Um relatório do ministério da Justiça estabeleceu que, em 2013 foram registrados 79 casos de linchamento ou morte de delinquentes por pessoas que fazem justiça pelas próprias mãos.(Fonte:G1/Foto:CM)

Jovem faz relato sobre estupros durante 7 anos e padastro é preso; leia

Jovem foi violentada dos 10 aos 17 anos pelo homem, preso em São Paulo

A polícia prendeu em São Paulo na última semana um homem que estuprou a enteada dos 10 aos 17 anos de idade da jovem. A então menina, hoje com 28 anos, conseguiu fazer a denúncia 11 anos após os crimes. Ele foi preso por estupro de vulnerável.

De acordo com a revista Marie Claire, a jovem relatou em depoimento à delegada Kelly Cristina, da DHPP, os detalhes do ocorrido.

“Meu padrasto sempre foi muito agressivo e violento. Ele já bateu muito em mim e na minha mãe. Uma vez, deu uma facada nela, mas a minha mãe não foi para o hospital, nem chamou a polícia por medo dele.Quando eu fiz dez anos de idade, ele diminuiu as agressões e começou a ser mais carinhoso. Pedia para eu sentar no colo dele e passava a mão em mim. Depois, me ameaçava. Falava que se eu contasse para alguém, eu teria que ir embora. Quando eu tinha 12 anos, ele começou a me obrigar a ter relações com ele, quando minha mãe saí para trabalhar era assim toda semana”, contou a jovem, que revelou ter engravidado do criminoso.

“Com 13 anos, eu engravidei. Meu padrasto me deu um chá abortivo, mas não funcionou. Então, ele me fez contar para família que o pai da criança era um menino, que eu conheci no caminho da escola. Ele disse até que ia procurar o garoto para conversar e voltou para casa dizendo que o garoto tinha mudado de cidade. Quando meu filho nasceu, meu padrasto e minha mãe falaram para os parentes e vizinhos que eles tinham adotado aquele bebê. Meu filho cresceu chamando a avó dele de mãe e eu de irmã. Mas os abusos não acabaram, seis meses depois de dar à luz, meu padrasto começou a me obrigar a ter relações de novo. Falava que se eu me negasse, ele ia deixar meu filho passar fome”, disse a vítima, que prosseguiu.

“Uma vez, ele me bateu com uma chave de fenda e deixou uma cicatriz. Eu não aguentava mais aquilo e com 17 anos, arrumei um emprego e saí de casa. Meu filho continuou com eles. Faz um ano que eu contei a verdade para minha mãe, meu filho também soube de tudo”.

A denúncia da jovem foi feita pela lei Joanna Maranhão, criada em 2012 após a CPI da Pedofilia. De acordo com o Sistema de Informações de Agravo de Notificação do Ministério da Saúde, crianças e adolescentes são 70% das vítimas de estupro no Brasil.(fonte:noticias ao minuto)

Homem é principal suspeito de estuprar duas irmãs; uma está grávida

As irmãs tem 11 e 12 anos, segundo a polícia. O homem começou a violentar as garotas desde quando elas tinham 7 e 8 anos de idade

Um homem de 20 anos foi preso na última sexta-feira (9), em Saloá, no Agreste de Pernambuco, suspeito de violentar duas irmãs dele, de 11 e 12 anos. Segundo a polícia, uma das meninas está grávida.

Segundo informações do portal G1, policiais se passaram por fazendeiros interessados na compra de terras e prenderam o homem. De acordo com o delegado Allyson Câmara, as vítimas serão ouvidas oficialmente, mas já confirmaram que sofriam os abusos desde que tinham 7 e 8 anos de idade.

O delegado ainda ressaltou que os pais não imaginavam que essa situação estava acontecendo. O suspeito foi levado pra cadeia de Saloá e deve responder por estupro de vulnerável e crime hediondo.(fonte:noticias ao minuto)