Sebrae percorre 14 cidades do Tocantins para estimular empreendedores, Palmeirópolis está entre elas

Turismo, Pequenos Negócios Rurais e Vendas são os temas das palestras.

Durante os meses de junho e julho, o Sebrae Tocantins estará em 14 cidades do estado com o Projeto Sebrae Presente. O microempreendedor individual, pequeno empresário ou potencial empreendedor terá contato com Palestrantes de renome Nacional, além do atendimento dos Analistas do Sebrae Tocantins nos ramos de vendas, negócios rurais e turismo.

Com objetivo de orientar os pequenos empresários sobre os conhecimentos, habilidades e atitudes do empreendedor, além de apoiar a sustentabilidade dos pequenos negócios do Tocantins.

O Analista Técnico do Sebrae Tocantins, Bruno Vila Verde, ressalta a importância desse projeto no estímulo ao mercado tocantinense. “A finalidade é estimular o empreendedorismo através da promoção da educação e da cultura empreendedora, com excelência no atendimento ao cliente. Demonstrar a importância da boa gestão e das atitudes empreendedoras para o sucesso de um negócio, para despertar nos participantes a importância de estar atento a todas às oportunidades e exigências do mercado”, destacou.

A primeira etapa do Evento já passou por Santa Rosa e Natividade e segue adiante pela região Sudeste e Sul do Tocantins. Tanto os Produtores Rurais quanto os empresários recebem dicas diretas do palestrante Adroaldo Lamaison que se vale de paródias musicais para o repasse de sua experiência profissional.

Faz parte da educação empreendedora abordar as características e como desenvolvê-las para com inovação ampliar os negócios do campo e na cidade. Em Palmeirópolis a palestra acontecerá às 14 horas desta terça-feira 26, na Câmara Municipal da cidade.

Agenda Sebrae Presente

20 de junho – Combinado

20 de junho – Taguatinga

21 de junho – Dianópolis

25 de junho – Almas                 

26 de junho – Palmeirópolis

28 de junho – Formoso

29 de junho – Araguaçu

03 de julho – Miracema

04 de julho – Miranorte

05 de julho – Lagoa da Confusão

06 de julho – Aliança

06 de julho – Fátima

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Carlesse reafirma cumprimento de decisão judicial e lamenta ação de Vicentinho que prejudica Estado e Municípios

O governador interino Mauro Carlesse reafirmou na tarde desta quinta-feira, 14, que tem cumprido a decisão judicial que proíbe o Governo do Estado de realizar pagamentos de convênios, inclusive de emendas parlamentares.

O Governador lamentou que o candidato Vicentinho Alves (PR) prossiga realizando denúncias apenas para tumultuar o processo eleitoral, por já saber da derrota que acontecerá no próximo dia 24. 

“Desde que a Justiça fez a proibição nós estamos cumprindo. Só fico triste é que por causa de uma eleição a população fica prejudicada. São muitos municípios que estão sem receber recursos. Mas a decisão da Justiça estamos cumprindo”, disse o Governador. 

Carlesse também lamentou que seu adversário esteja pensando somente em seu projeto de poder e não se preocupa com as dificuldades que a população tem passado, em virtude da ação na Justiça visando paralisar o Governo. “O povo sabe que toda eleição eles fazem a mesma coisa. É o denuncismo, o desespero com medo de perder a eleição e de ficar de fora do poder. O problema que é o povo fica prejudicado”, declarou. 

Carlesse também se solidarizou com os tocantinenses que aguardavam o repasse de recursos do Governo para a temporada de praias. Carlesse informou que devido a proibição pela Justiça, pedida por Vicentinho, não é possível o Governo fazer esse investimento, o que irá impactar diretamente na economia dos municípios e na geração de empregos e renda nas cidades do interior do Estado. 

“É uma pena que a eleição possa atrapalhar a vida dessas pessoas. Porque é a eleição que está fora de época e não a temporada de praia. São muitos os municípios que precisam do apoio do Governo para fazer os investimentos que vão aquecer a economia e gerar emprego e renda para os tocantinenses. Infelizmente, a politicagem está impedindo que isso aconteça”, finalizou.

Coligação Governo de Atitude

Tocantins é o terceiro Estado que mais extrapolou gastos com pessoal em 2017

Uma das restrições que o Executivo sofreu por descumprimento da LRF foi a negativa de aval da União para liberação dos empréstimos da Caixa e do Banco do Brasil.

O Tocantins está entre os três Estados que mais extrapolaram o limite de gastos com pessoal em 2017, ainda sob o comando do ex-governador Marcelo Miranda (MDB). De acordo com reportagem do Portal G1, o percentual de despesa com o funcionalismo chegou a 55%, em relação a receita corrente líquida, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro, com 57% e Roraima, com 65%. Esses índices representam desenquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Uma das restrições que o Executivo sofreu por descumprir a normativa foi a negativa de aval da União para liberação dos empréstimos da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, no início deste ano.

A LRF foi sancionada em maio de 2.000 e regulamenta o artigo 163 da Constituição, que trata das contas públicas. Entre as regras impostas por ela, estão limites para as despesas e o endividamento em todas as esferas de governo (municípios, estados e governo federal; Legislativo, tribunais de contas e Judiciário; além de Ministério Público), além do teto para as despesas com funcionários.

Conforme o levantamento, 18 unidades da federação superaram o chamado “limite de alerta” de 44,1% de gastos com pessoal. Destas unidades da federação em “alerta”, 15 ultrapassaram o “limite prudencial” de 46,55% da receita corrente líquida em gastos com pessoal e seis delas superaram o teto permitido de 49%.

Gastos da União
Na União, por sua vez, os gastos com pessoal cresceram em 2017, atingindo 41,8% da receita corrente líquida, o maior patamar desde a criação da LRF, mas não superaram o limite, de acordo com dados do Ministério do Planejamento.

Obediência à lei
Em entrevista ao G1, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que também participou da equipe que fez a Lei de Responsabilidade Fiscal, avaliou que a lei é “boa”, mas ele também observou que ela foi descumprida pelos estados – pois alguns deles já ultrapassaram os limites estabelecidos por gastos com pessoal.

“A LRF é uma boa lei, como tudo na vida pode melhorar, pode aprimorar. Mas não é esse o problema. O problema é que não cumpriram a lei. Tão simples quanto isso. E aí os estados que estão em uma situação mais crítica, a gente criou a lei de recuperação fiscal dos estados”, afirmou o ministro.

Guardia avalia que a LRF tem dispositivos para que os estados não chegassem nessa situação, o que “funcionou durante muito tempo”, mas depois alguns deles começaram a descumpri-la.

Também em entrevista ao G1, o pesquisador e professor do Instituto de Direito Público (IDP), José Roberto Afonso, que participou da criação da LRF, disse que apesar de o limite ter sido superado em seis estados no ano passado, a lei não falhou.

“Entendo que evitou que fosse pior. O país enfrentou pior recessão de sua história e isso reduziu em muito a receita dos estados, contribuindo para estourar o limite, mesmo que a folha salarial não crescesse. É bom atentar que, enquanto o PIB crescer abaixo de 1% em doze meses, não há governo desenquadrado porque a LRF suspende os limites”, afirmou ele.

Máquina pública
A procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo, Élida Graziane Pinto, avaliou que há inchaço na máquina pública dos estados e municípios brasileiros, e disse que há “má fé associada à preguiça” por parte dos gestores em não fazer uma análise detida da produtividade do seu quadro de pessoal e de avaliação das necessidades reais por servidores.

Ela avaliou que a LRF é essencial para o país e representa um avanço em relação ao cenário anterior, mas acrescentou os limites estabelecidos para gastos com pessoal, por exemplo, acabam sendo um “ponto de chegada” para os gestores públicos, ou seja, um valor a ser alcançado. “É um ‘check list’ formal que acaba empurrando a preguiça do gestor para bater no teto”, afirmou.

De acordo com a procuradora, os governos continuam “inchando o Estado, virando um cabide de empregos”. “Os comissionados são para fazer caixa para os partidos de quem os indicou. A gente tem de começar a enfrentar as causas e não os sintomas. É mais ou menos querer emagrecer tomando comprimido ao invés de fechar a boca e fazer exercício físico”, declarou ao G1.

Restrições da LRF
A partir do descumprimento do “limite prudencial” de 46,55% da receita corrente líquida para gastos com servidores, conforme o Tesouro Nacional, a LRF determina que já comecem a vigorar restrições aos estados. Ficam proibido, neste caso: concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração, salvo por sentença judicial ou de determinação legal ou contratual; criação de cargo, emprego ou função; alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa; provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal, a não ser em caso de aposentadoria ou morte de servidores das áreas de educação, saúde e segurança; contratação de hora extra, exceto em caso de urgência.

Se a despesa total com pessoal ultrapassar o limite máximo de 49% das receitas correntes líquidas, por sua vez, a LRF determina que o percentual excedente terá de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um terço no primeiro.

Mesmo assim, se não for alcançada a redução dos gastos com pessoal no prazo estabelecido, e enquanto perdurar o excesso, o estado, ou Distrito Federal, não poderá: receber transferências voluntárias; obter garantia, direta ou indireta, de outro ente; contratar operações de crédito, ressalvadas as destinadas ao refinanciamento da dívida mobiliária e as que visem à redução das despesas com pessoal.

De acordo com o governo, as restrições, cuja aplicação são de responsabilidade do Tesouro, estão todas elas relacionadas apenas com transferências e aval para operações de crédito.

O Tocantins também foi um dos Estados que esbarrou no momento da liberação dos empréstimos da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, no início do ano, justamente porque estava desenquadrado na LRF e não conseguiu aval da União. Sem o aval do governo federal, o Estado até tentou contratar diretamente com o agente financeiro dando como garantia a utilização da receita de impostos, inclusive do Fundo de Participação do Estado, como garantia, mas o Ministério Público Federal ingressou com uma ação e a operação foi barrada pela Justiça.

Situação atual
O site solicitou ao governo do Estado informações sobre o atual percentual dos gastos com pessoal, em relação a receita corrente líquida, e aguarda retorno. (Com informações do G1 e Cleber Toledo)

MPE assina compromisso ambiental para efetivar implantação de política de resíduos sólidos no Estado

Também é prevista a realização, quando possível, de acordos extrajudiciais para solucionar os problemas de gestão dos Resíduos Sólidos.

 

Encerrando o “Encontro Técnico – Gestão dos Resíduos Sólidos no Tocantins”, que reuniu órgãos de controle e representantes dos municípios nesta quinta-feira, 7, em Palmas, o Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público Estadual (MPE), José Omar de Almeida Júnior, assinou termo de cooperação técnica e compromisso ambiental que visa a união de esforços entre diversos órgãos para dar efetividade à implantação da Lei Federal nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Tribunal de Contas do Estado, Naturatins, Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Associação Tocantinense de Municípios e a União de Vereadores do Tocantins também assinaram o acordo, que prevê a promoção de iniciativas que atendam o objetivo de não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.

As Instituições também comprometeram-se a atuar na eliminação dos lixões, substituindo-os por aterros sanitários e promover esforços no sentido de propor ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (COEMA), mecanismos legais no que tange aos índices e percentuais que compõem o ICMS Ecológico.

Em sua fala, o Procurador-Geral de Justiça demonstrou sua satisfação como sucesso do evento e reforçou que o MPE vai trabalhar com afinco e determinação para ser um modelo de aproveitamento de resíduos e principalmente para que o trabalho executado por meio deste termo se reverta em qualidade de vida ao cidadão tocantinense. “Tenho certeza de que na primeira avaliação que vamos realizar daqui a seis meses, já vamos ver os bons frutos deste trabalho”, frisou.

No Termo, entre as obrigações do MPE estão acompanhar e monitorar semestralmente a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos no âmbito dos municípios, bem como dar publicidade, de forma sistematizada, à situação da gestão dos resíduos no Estado do Tocantins e recomendar melhoria no que couber.

Também é prevista a realização, quando possível, de acordos extrajudiciais para solucionar os problemas de gestão dos Resíduos Sólidos.

O Procurador de Justiça e coordenador do Centro de Apoio às Promotoria de Justiça do Meio Ambgiente (Caoma), José Maria da Silva Júnior, também participou da Assinatura como testemunha, reforçou que em seis meses muitos resultados serão apresentados e destacou como o Termo fecha com chave de ouro o evento, fruto de meses de trabalho do Caoma.

Ascom MPTO

A produtores e empresários, Carlesse mostra correção de rumos do Estado: “Arrecadação era mal aplicada”

O encontro, na sede do Sindicato, reuniu produtores e empresários de diversos setores.

O governador interino e candidato ao Governo do Estado na eleição suplementar, Mauro Carlesse (PHS), foi recebido nesta quarta-feira, 23, pelos presidentes do Sindicato Rural de Paraíso Tocantins, Rogério Morais, e da Associação Comercial e Industrial do Município (Acip), Roberto Maia. 

Na oportunidade, Carlesse destacou que o problema do Estado nunca foi arrecadação, mas sim má gestão dos recursos públicos. “O Estado estava assim: tinha arrecadação, mas era mal aplicada”, disse o governador ao explicar os avanços que o Governo tem alcançado desde que assumiu o cargo interinamente.

“O Estado é como uma grande empresa, que precisa ser bem administrada. É preciso fazer como estamos fazendo agora, que é reduzir os gastos, administrar bem a arrecadação e, o que se fizer, fazer bem feito”, destacou, exemplificando com as obras de pavimentação de rodovias que eram executadas sem a qualidade devida e, em pouco tempo, se desgastavam.

Carlesse criticou a postura de seus opositores quando se trata de gestão. “Eles só têm conhecimento de política, não entendem nada de administração e por isso enganam o povo”, disse, acrescentando que qualquer um dos políticos que está na disputa com ele ao governo, se viessem a ter êxito, montariam suas equipes e administrariam tendo como único foco fazer política para se eleger em outubro.

“Um político que só pensa em eleição não exoneraria ninguém para não perder voto. Mas um homem sério, que pensa em resolver os problemas do Estado faz, porque se não tiver o posicionamento que eu estou tendo, fazendo os ajustes necessários, o Estado não aguenta. A estabilidade do Estado depende da firmeza de cada um de nós no dia 3 de junho”, frisou.

Carlesse foi parabenizado pelos presidentes das entidades por sua atitude firme diante da gestão estadual. Das entidades, o governador e candidato ouviu demandas como a redução da carga tributária e duplicação da TO-080 [que liga Paraíso à capital], e recebeu apoio. “O produtor acredita no seu projeto. Pedimos que, uma vez eleito, o senhor continue melhorando nossas estradas. Sabemos que esse governo já está fazendo muito”, disse Rogério Morais.

Aos empresários, o governador enfatizou seu desejo de ver o Tocantins um estado industrializado, mas que este projeto passa, primeiro, pelo fortalecimento das empresas que já se encontram instaladas aqui, para que possam crescer e se fortalecer.

Logo após a reunião, o candidato da coligação Governo de Atitude visitou a Feira do Produtor.

Ascom Mauro Carlesse

Dimas deixa PR e anuncia apoio a Carlesse sob justificativa de estabilidade no Estado

Ronaldo Dimas afirmou que decidiu apoiar Carlesse pela continuidade de seu governo e garantia de estabilidade para o Estado.

O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, declarou apoio ao governador e candidato nas eleições suplementares Mauro Carlesse (PHS) na tarde deste sábado, 5.

O prefeito da cidade com um dos maiores colégios eleitorais do Estado, afirmou que dada a decisão de apoiar Carlesse, ele comunicou na noite desta sexta-feira, 4, sua desfiliação do Partido da República (PR), do senador Vicentinho Alves, à Executiva Nacional.

A desfiliação e conseguinte apoio ao candidato chefe do executivo advêm de um desgaste entre Dimas e Vicentinho, quando ambos do PR demonstraram vontade em ser o candidato do partido a governador.

Devido a insegurança jurídica em torno da possibilidade de Dimas ser o candidato da sigla e dada a inesperada cassação do ex-governador, Marcelo Miranda (MDB), Vicentinho foi o escolhido pelo partido para disputar as eleições suplementares de 3 de junho.

No evento de anúncio de apoio preparado pelo prefeito em Araguaína neste sábado, ele declarou que dada a representatividade que tem a cidade de Araguaína, não poderia deixar de se posicionar e que escolheu apoiar Mauro Carlesse em prol da estabilidade do Estado com a continuidade de seu governo.

“A hora é de escolher um outro caminho, não somente pelo que ocorreu, mas  por acreditar que outro caminho é o melhor pro Estado. Tem outros vários candidatos, muitos deles com competência adequada para ocupar o cargo, mas o problema grande é essa instabilidade pelo qual passa o Tocantins”, declarou à imprensa local.

Dimas narrou as circunstâncias da saída de Miranda e entrada de Carlesse e afirmou que modificar novamente o governo pode ser prejudicial ao Estado. “Onde é que um estado que passa por sofrimentos terríveis com o Tocantins suporta esse tanto de modificações? não dá para que isso seja assim. O mínimo de responsabilidade é entender que o melhor caminho é a permanência de quem está construindo esse mandato”, afirmou.

O prefeito de Araguaína fez elogios à atuação de Carlesse e disse que há abertura do governador para com os municípios.

O prefeito declarou que vê determinação no atual governador. “Eu vejo que ele está determinado com relação à gestão e as coisas que são necessárias de serem feitas, aliado a isso, tem questão da responsabilidade para com o Tocantins. Uma nova mudança não seria bom”, disse. O prefeito ainda citou que o atual governo vem cumprindo suas obrigações com Araguaína e com outros municípios e disse que mesmo não sendo possível a quitação do débito acumulado do Estado com as cidades, espera que com Carlesse no Governo isso seja possível.   

Por fim, acerca de uma nova filiação, Ronaldo Dimas declarou que não irá se filiar a nenhum partido por enquanto. “Não há necessidade porque não sou candidato a nada”. Mais a frente, o prefeito afirmou que vai estudar uma nova filiação partidária, sem pressa.

Menino de 3 anos fica em estado grave após cair em piscina de clube e se afogar

Acidente ocorreu em um clube de Araguaína, norte do Tocantins. Menino está internado em UTI de hospital, em estado grave.

Uma criança de três anos foi socorrida em um parque aquático de Araguaína, norte do Tocantins, após se afogar em uma piscina. O menino de 3 anos foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado em estado grave para o Hospital Municipal de Araguaína Eduardo Medrado.

Testemunhas contaram que a criança foi encontrada dentro da piscina dos adultos, após um descuido dos responsáveis.

O Samu informou que ao chegar no local encontrou o menino em parada cardiorrespiratória. Após 67 minutos, os socorristas conseguiram fazer ele voltar a respirar sozinho.

O acidente aconteceu no parque aquático 3J, na zona rural de Araguaína. A gerência do clube informou que os salva-vidas do local prestaram os primeiros socorros ao menino até a chegada da equipe do Samu.

A criança continua em estado grave e está internada na UTI do hospital.

G1 Tocantins

Vice de Amastha, Célio Moura afirma: “PT entra de corpo e alma e mobilizará militância em todo o Estado”

Petista histórico do Tocantins, o advogado Célio Moura, radicado em Araguaína, foi apresentado há pouco como candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Carlos Amastha na eleição suplementar marcada para o próximo dia 3 de junho.

O anúncio foi feito pelo próprio Amastha, na convenção do PSB do Tocantins realizada na noite deste domingo, dia 22, no Espaço Cultural, em Palmas. “Estamos vindo de corpo e alma. Não chegamos apenas para faze parte da fotografia. Estaremos todos os dias em todos os atos desta campanha. Não vamos deixar que esse Estado caia nas mãos das pessoas que sempre administram esse Estado durante toda a sua existência”, afirmou Célio Moura.

Moura garantiu a presença da militância nas ruas pelo projeto encabeçado por Amastha de transformação do Tocantins, como o ex-prefeito fez na capital do Estado. “Temos condições de fazer a campanha nos 139 municípios, através dos trabalhadores rurais, dos comerciários, comerciantes, moimentos sociais, militância do PT que é a nossa maior riqueza”, complementou.

Para Amastha, a vinda de Célio Moura representa o “PT em sua essência”. “É o PT do sonho de todos nós.. É o PT que está do nosso lado. O PT que revolucionou a saúde, da educação, reduziu a pobreza no país.”

Presente na convenção, o deputado estadual Zé Roberto declarou que opção por Amastha foi amplamente discutida internamente no partido. “É um momento difícil do país e há mudanças que precisamos fazer no país e no Estado. O PT toma decisões após discussão dentro do partido. E o caminho foi apoiar Amastha e tendo Célio moura como vice. Célio é companheiro de lutar, de luta pelo povo trabalhador. Vamos caminhar para vitória juntos com os partidos aliados. Entramos com força de nossa história, de nossa militância. Vamos à vitória em 3 de junho”, declarou.

Imprensa Carlos Amastha

Mauro Carlesse é notificado para assumir novamente o governo do estado

Deputado foi notificado pelo Tribunal Regional Eleitoral. Ele fica no cargo até a realização de eleição suplementar.

O presidente da Assembleia Legislativa (AL), Mauro Carlesse (PHS), foi notificado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para assumir novamente o cargo de governador do Estado. Uma sessão legislativa especial será realizada ainda durante a manhã desta quinta-feira (19) para o deputado assumir o cargo.

Mauro Carlesse fica como governador até que a eleição suplementar seja feita, em junho. Ou até que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda uma nova liminar ao governador cassado Marcelo Miranda (MDB).

O deputado assumiu o cargo em março, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar o mandato de Marcelo Miranda e Cláudia Lelis (PV). Porém, uma liminar do ministro Gilmar Mendes permitiu que ele voltasse ao cargo até o julgamento dos embargos de declaração.

Porém, os embargos foram rejeitados pelo TSE na última terça-feira (17) e Miranda novamente foi afastado do cargo.

A eleição suplementar está marcada para 3 de junho. O calendário eleitoral precisou ser refeito, mas foi divulgado na manhã desta quinta-feira (19) pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). As convenções partidárias estão marcadas para este fim de semana, entre os dias 21 e 22 de abril.

Essa eleição deve custar cerca de 15 milhões. O candidato eleito fica no cargo até o dia 31 de dezembro.

G1 Tocantins

Carlesse se despede em tom de críticas e diz ter feito muito em seis dias: ” Estado não tem dono, nem é comandado por famílias”

O governador interino, Mauro Carlesse fez um breve balanço dos dias á frente do Executivo estadual.

Agora com a liminar do ministro Gilmar Mendes que suspendeu os efeitos da cassação imposta pelo TSE para o governador Marcelo Miranda e a vice, Claudia Lelis, é questão de horas Miranda reassumir o Palácio Araguaia.

Carlesse reuniu alguns dos secretários nomeados por ele e alguns aliados políticos na sala de reuniões do Palácio Araguaia para falar dos dias que governou o Tocantins em caráter interino.

O secretário de Comunicação João Neto foi quem fez a explanação e falou sobre alguns pontos. ” Conseguimos em seis dias economizar R$ 2 milhões de reais com o novo modelo de gestão de Mauro Carlesse observando visão técnica mas que a política”, disse. “Conseguimos liberar o programa SOS estradas, em caixa tinha só para recuperação R$ 42 milhões, que não foram utilizados e que agora seria colocado em prática e resolveríamos o problema em 10 dias” frisou.

Ele disse que conseguiu para antecipar para o quinto dia útil o pagamento de alguns servidores. ” No mês que vem já será possível voltar no quinto dia útil, isso é gestão que sabe fazer conta”, disse.

Ele frisou ainda que o Palácio foi aberto para os municípios e que o Plansaúde teve o contrato prorrogado. “Encontramos um caos”, disse. Ele afirmou que Carlesse já conseguiria no próximo mês voltar para o limite de Responsabilidade Fiscal.

O secretário citou ainda a Força tarefa da criminalidade. ” Só em Gurupi mais de 30 policiais foram para a rua  e a sensação de segurança aumentou em mais de 50″, disse. Foi citado ainda o acompanhamento do lançamento do Programa Luz para Todos.

“Qualquer governo que quiser entrar e colocar cabos eleitorais vai colocar mais uma vez o Estado em risco”, alfinetou.

Em seguida Carlesse agradeceu a todos. “Cumpri minha obrigação como presidente da Assembleia, tive essa missão e fico feliz que em pouco tempo conseguimos realizar pessoas de alta qualidade, de alto conhecimento e padrão que são nossos secretários, fico feliz: não teve nenhuma indicação de nenhum político, todas foram técnicas”, disse.

Ele afirmou que precisa estar preparado para prestar o serviço para o Estado. “Gostaria que a população soubesse disso”, pontuou. “Estamos caminhando num período difícil, sei o tanto que esses costumes antigos usam o Estado para se reeleger a qualquer preço. Fico triste em saber que o Estado é viável mas encontra-se num estado desordenado. Conseguimos colocar muita coisa no lugar mas ainda tem muito o que fazer”, afirmou.

Carlesse disse que espera,“os que voltaram” aprendam com ele “com o que fizemos em seis dias”, alfinetou. ” Nunca fomos perseguidores, estamos aqui para ajudar, todos os secretários façam a transição diferente daquilo que recebemos. O Estado não tem dono, não é famílias que mandam no Estado, quem manda é o povo, é isso que eu penso”, finalizou.

“Opera Tocantins”

Uma das ações lançadas por Carlesse foi o Programa Opera Tocantins que vai tentar acabar com a fila de mais de 5 mil cirurgias na rede estadual de saúde. A Medida provisória foi publicada no Diário Oficial porém não foi aprovada ainda na Casa de Leis. O secretário falou que espera que o programa não seja interrompido.

Com informações do Gazeta do Cerrado/Maria José Cotrim e Brener Nunes