Após pedido da família, governo vai trazer a Goiás o corpo do ator goiano morto na Angola

Lei estadual prevê apenas o traslado das cinzas, mas o país africano não possui crematório, o que deixaria o processo mais caro do que trazer o corpo.

Mãe é condenada a 18 anos de prisão por morte de bebê e é absolvida de acusação por esconder corpo em Goiânia

Márcia Zaccarelli alegou que a filha recém-nascida morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o companheiro não a tomasse. Cabe recurso da decisão.

Mãe julgada por matar bebê diz que morte foi acidental e afirma que o marido teve a ideia de esconder corpo

Márcia Zaccarelli alegou que a filha recém-nascida morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o companheiro não a tomasse. Homem não compareceu ao júri.

A professora Márcia Zaccarelli Bersaneti, de 37 anos, acusada de matar a filha recém-nascida e guardar o corpo em um escaninho por cinco anos, disse durante júri popular, nesta quarta-feira (1°), que a morte da bebê foi acidental e que a ideia de esconder o corpo foi do ex-companheiro, Glaudson de Souza Costa. A mulher afirmou que a menina morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o marido não a tomasse.

A ré deu à luz uma menina no dia 15 de março de 2011. A filha foi fruto de um relacionamento extra-conjugal com um colega de trabalho. O marido de Márcia não podia ter filhos por já ter feito vasectomia. Quando ela começou a sentir contrações, ela ligou para um amigo que a levou para o hospital. Esse amigo ainda deu R$ 3 mil para que a professora fizesse o parto cesárea.

“Meu ex-marido sabia de tudo, que eu estava grávida. Quando eu saí do hospital por não ter mais dinheiro para continuar lá, fui para uma praça. O Glaudson me ligou e me encontrou lá. Ele tentou a todo custo retirar a minha filha dos meus braços, e eu apertava ela contra o meu peito para protegê-la. Ficamos um tempo nessa briga até que fomos para casa. Quando eu cheguei, percebi que minha filha não estava mais respirando. Nesse momaento o Glaudson só ficou rindo.

“Eu não queria matar minha filha. A ideia de colocar no escaninho foi dele, que não queria se desfazer da prova, porque era uma forma dele me manter com ele”, disse a mulher.

O ex-marido de Márcia foi arrolado como testemunha do júri, mas não foi localizado para ser intimado e não compareceu ao julgamento. O G1 não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização desta reportagem.

O júri popular começou por volta de 9h desta quarta-feira, no Tribunal do Júri de Goiânia. A professora foi presa no dia 9 de agosto de 2016, quando o ex-marido encontrou o corpo do bebê no escaninho do prédio em que a mulher morava. Após ser detida, confessou em um vídeo que a matou e escondeu o cadáver no local (veja abaixo).

A defesa alega que, no momento do crime, ela sofria de um transtorno psicológico. Já o Ministério Público defende que ela é totalmente apta para responder por seus atos e pede a condenação dela pelo homicídio.

“O que aconteceu foi um infanticídio. Ela sofria de uma psicose neural, estava muito abalada porque sofria agressões do marido e do amante, então não tinha estrutura financeira, psicológica e emocional”, disse o advogado dela, Paulo Roberto Borges da Silva.

O Ministério Público discorda da alegação do advogado. “Um laudo da junta médica aponta que ela era perfeitamente capaz de responder pelos atos na época do crime. A ré não apresenta uma versão única para os fatos, já mudou algumas vezes. Mas temos provas suficientes para pedir a condenação pelo homicídio”, disse o promotor José Eduardo Veiga Braga Filho.

Mãe acusada de matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos vai júri popular em Goiânia

Mãe acusada de matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos vai júri popular em Goiânia

Durante o julgamento, Márcia disse que a bebê era fruto de uma relação extraconjugal que ela havia tido. Ela afirmou que tanto o marido, quanto o amante, sabiam da gravidez, mas nenhum deles queriam assumir a filha e haviam pedido para ela praticar aborto. A professora se recusou a fazer o aborto.

Segundo Márcia, quando ela entrou em trabalho de parto, o marido disse que ela “sumir e dar um jeito” na criança.

“Eu jamais abortaria. Quando eu entrei em trabalho de parto, o Glaudson disse que era para eu sumir e dar um jeito na criança, não voltar para casa com ela, porque ele não passaria por essa vergonha”, disse durante o depoimento.

A mulher disse que era mal tratada pelo ex-companheiro e que o homem só denunciou o caso à polícia para que, no processo de separação, ela não tivesse acesso aos bens do casal.

“Ele me tratava feito lixo. Eu queria me separar, a relação era péssima, era agredida. Mas eu não tinha condições de sair”, contou.

A filha de Márcia Zaccarelli também prestou depoimento. A adolescente de 14 anos relatou que sentia medo do seu padrasto, Glaudson, porque, segundo ela, era um homem que fazia a mãe dela sofrer.

“Ele me tratava com indiferença e era agressivo com minha mãe. Gritava com ela, batia. Em 2015, quando ele descobriu uma suposta traição, me bateu, machucou minha mãe. Eu não gostava dele porque sempre via minha mãe chorando pelos cantos”, relatou.

Ao final do depoimento, Márcia contou que ia diariamente ao escaninho para ver o corpo da criança. “Eu a arrumei bonitinha, queria que ela ficasse protegida. Todo dia eu ia, rezava para ela, pedia perdão. Até escutava a vozinha dela conversando comigo”, disse, chorando.

A professora Márcia Zaccarelli enfrenta júri popular por matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)A professora Márcia Zaccarelli enfrenta júri popular por matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

A professora Márcia Zaccarelli enfrenta júri popular por matar recém-nascida e esconder corpo por 5 anos, em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

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Um vídeo feito pela Polícia Civil mostra o depoimento da professora após a prisão. Na gravação, ela deu detalhes de como cometeu o crime e diz que não queria fazer mal à criança. No entanto, descreveu como asfixiou o bebê.

“Na rua, andando, eu não sabia mais o que fazer. Ela começou a chorar. Estava começando a chover. Eu olhava para ela, depois ela dormiu de novo [respira fundo]. Apertei o narizinho dela”, disse na ocasião.

No registro, a mulher chora por diversas vezes. Quando deixou a maternidade com a filha nos braços, a mulher contou que pegou um táxi e parou em uma praça “sem saber o que fazer”.

Nesse momento, alegou que não tinha intenção de matar a filha, mas diz que ficou com “medo”.

Logo em seguida, a mulher afirmou que tem consciência do que fez, mas que é uma boa pessoa. “Eu sei que feri alguém, mas o senhor pode me perguntar, sou uma excelente mãe e sempre fui”, comentou.

Márcia Zaccarelli chora durante julgamento em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)Márcia Zaccarelli chora durante julgamento em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1)

Márcia Zaccarelli chora durante julgamento em Goiânia (Foto: Vitor Santana/G1

G1 Tocantins.

Homem é condenado a 25 anos de prisão por matar e queimar corpo de colega de trabalho

Crime aconteceu em Guaraí em julho do ano passado. Nilcélio Lino Maia foi assassinado com golpes de machado na cabeça enquanto dormia numa fazenda.

Marcos Antônio Coelho de Sousa foi condenado a 25 anos de prisão em regime fechado por matar um colega de trabalho a golpes de machado e queimar o corpo. Nilcélio Lino Maia estava dormindo, quando foi atacado. O crime aconteceu no dia 7 de junho do ano passado em Guaraí. O Tribunal do Júri foi realizado nesta terça-feira (31).

Os dois trabalhavam juntos e tiveram um desentendimento momentos antes do crime. Na época dos fatos, o condenado disse à polícia que esperou o colega dormir e o matou com golpes de machado na cabeça. Depois, disse que colocou fogo no corpo. A polícia informou ainda que ele furtou a motocicleta da vítima e fugiu do local.

Quando Marcos foi encontrado momentos depois do crime, os policiais descobriram que já havia um mandado de prisão contra ele por ter descumprido o regime semiaberto. No ano passado, durante o depoimento na delegacia, ele confessou o assassinato e levou os policiais até a fazenda na zona rural de Guaraí, onde estava o corpo. Indicou onde estavam os objetos usados no crime e deu detalhes sobre o homicídio.

Ele contou que trabalhava com a vítima na fazenda e que teve um desentendimento com Maia enquanto os dois ingeriam bebida alcoólica.

O condenado já tinha passagens por furto e adulteração de veículos.

G1 Tocantins.

Salva-vidas de praia encontram corpo de jovem enterrado na areia

Caso foi registrado na praia São Francisco às margens do rio Tocantins, no município de Praia Norte. Vítima foi identificada e segundo a Polícia Militar não havia marcas de violência.

O corpo de Elenia Silva Santos, de 20 anos, foi localizado por salva-vidas de uma praia no município de Praia Norte, na região do Bico do Papagaio. A vítima estava com o corpo coberto e apenas os pés apareciam para fora da areia. O caso foi registrado na praia do São Francisco às margens do Rio Tocantins.

Segundo a Polícia Militar, o corpo foi encontrado por volta das 17h deste domingo (29). A polícia disse que foi chamada por salva-vidas que trabalhavam na praia. A jovem estava enterrada atrás de barracas da praia.

Ainda segundo a polícia, não se sabe até o momento as circunstâncias do crime. Além disso, não foram encontradas lesões no corpo da vítima. A perícia esteve no local e o corpo foi levado para o IML de Araguatins.

Bombeiros encontram corpo de adolescente que se afogou ao nadar no rio Araguaia

Menor desapareceu nesta sexta-feira, no povoado Garimpinho, em Araguaína. Corpo foi encontrado na manhã deste sábado após buscas.

Os Bombeiros encontraram, na manhã deste sábado (28), o corpo de um adolescente de 16 anos que desapareceu, enquanto nadava no rio Araguaia. O caso aconteceu no povoado Garimpinho, em Araguaína. A vítima foi identificada como Daniel de Sousa Altanape.

O menor se afogou na tarde desta sexta-feira. Uma testemunha disse aos Bombeiros que ele estava com algumas pessoas em frente à ilha do Mosquito, quando não foi mais visto.

O povoado fica a mais de 100 km do centro de Araguaína. O IML do município disse que foi acionado para buscar o corpo.

Outro caso

Na última quinta-feira (26), um menino de 11 anos também morreu afogado em uma região de chácaras próximo do setor Costa Esmeralda, em Araguaína. Bruno Rodrigues Teixeira teria saído para brincar em um córrego com outras crianças e se afogou.

Conforme apurado pela TV Anhanguera, o menino estava com o irmão mais novo e outras duas crianças. Durante o banho no córrego, o menino se afogou e foi retirado pelos próprios colegas.

O local do acidente ficava a cerca de 2 quilômetros da casa dos meninos. O Samu foi acionado, mas ao chegar no local encontrou Teixeira sem vida.

Corpo de Bombeiros combate queimada na serra em Taquaruçu

Eles foram acionados por volta 15h54 e uma equipe foi até o local. Segundo a corporação, o fogo não oferece riscos às casas da região.

O Corpo de Bombeiros combate uma queimada na serra no distrito de Taquaruçu na tarde desta sexta-feira (27). Eles foram acionados por volta 15h54 e uma equipe foi até o local. Segundo a corporação, o fogo não oferece riscos às casas da região.

Taquaruçu fica a cerca de 32 km do centro da capital Palmas e atrai muitos turistas, principalmente no mês de férias, por causa das várias cachoeiras espalhadas pelo distrito.

No ano passado, as queimadas na serra chegaram a interditar as cachoeiras Roncadeira e do Escorrega Macaco.

As duas fazem parte do passeio mais conhecido no distrito. Além dos prejuízos para o turismo, os na época, os moradores também relataram problemas no abastecimento de água da cidade e uma nuvem de fumaça que dificultava a respiração.

Corpo de homem é encontrado no rio Tocantins

A suspeita é de que se trate de Raimundo Vieira da Silva. Ele despareceu após cair de um barco na noite de sexta-feira (20).

O corpo de um homem foi encontrado na tarde deste sábado (21), no rio Tocantins, próximo a Esperantina. A suspeita é de que se trate de Raimundo Vieira da Silva, de 44 anos. Ele despareceu após cair de um barco na noite de sexta-feira (20). O homem estaria embriagado no momento do acidente. O Corpo de Bombeiros aguarda a chegada do Instituto Médico Legal para realizar a identificação.

A Polícia Militar informou que só foi avisada do caso por volta das 2h deste sábado (20) , mas que o acidente foi por volta das 21h de sexta.

O Corpo de Bombeiros deslocou mergulhadores de Araguatins, também no norte do estado, para fazer o trabalho de buscas. A área onde tudo aconteceu fica a cerca de 20 quilômetros de Esperantina.

O número de afogamentos no Tocantins já é mais que o dobro que o registrado no mesmo período do ano passado. Até o dia 15 de julho foram 23 casos em todo o estado. A temporada de praias, quando há mais turistas em rios e praias do estado, começou no dia 1º de julho.

Corpo de adolescente é encontrado em córrego na região sul de Palmas

Local fica no setor Morada do Sol I, zona rural da capital. Vítima ainda não foi identificada e tem uma perfuração na nuca.

O corpo de um adolescente foi encontrado no córrego Cipó, no setor Morada do Sol I, região sul de Palmas, na manhã desta quarta-feira (18). Policiais militares e a perícia foram ao local e encontraram um ferimento na nuca da vítima, que pode ser um tiro.

O local onde o corpo estava fica numa região de mata, na zona rural da capital. O jovem estava sem os documentos e por isso a polícia não conseguiu identificá-lo.

A polícia não informou como o crime aconteceu e o corpo foi levado para o IML de Palmas.

G1 Tocantins.

Corpo é encontrado boiando na praia da Graciosa em Palmas

Local é um dos pontos turísticos mais movimentados da cidade. Ainda não há informações sobre a identidade da vítima ou as causas da morte.