Campeão do UFC é acusado de estrangular funcionário de academia

O inglês Michael Bisping teria se irritado com o jovem que guardou um peso que ele estaria usando.

Segundo o site norte-americano “TMZ”, o lutador Michael Bisping, campeão dos pesos-médios do UFC, está respondendo a um processo judicial na Corte Superior da Califórnia por suposta agressão. O atleta britânico teria estrangulado o jovem Antonio Georgakopoulos, de 19 anos, que trabalha na academia “24-Hour Fitness”. O caso teria acontecido no último dia 31 de julho.

O funcionário teria guardado um peso que Bisping estava usando. O lutador não gostou e partiu para a agressão. De acordo com o processo, o campeão do Ultimate teria xingado Antonio de “idiota” e “babaquinha”, além de ter esticado o braço direito do rapaz e o esganado por cerca de três segundos. A polícia chegou a ser acionada, mas não prendeu ninguém.
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Gestores de escolas indígenas destacam que Circuito trouxe avanços

Esta é uma forma de valorizar os povos indígenas.

Os gestores e coordenadores de escolas indígenas da Diretoria Regional de Educação de Gurupi foram recebidos na tarde desta quinta-feira, 21, pela secretária da Educação, Juventude e Esportes, Wanessa Zavarese Sechim. Na ocasião, eles ressaltaram a importância do programa Circuito Campeão para o avanço na aprendizagem dos alunos.

Gestores e coordenadores de escolas indígenas falam das experiências

Leandro Barros, coordenador pedagógico da Escola Indígena Temanaré, localizada em Formoso do Araguaia, falou das transformações que o Circuito Campeão promoveu na unidade escolar. “Este foi o ano que mais crescemos. O programa foi enriquecedor, as coisas estão acontecendo na escola, antes não havia evolução”, contou. 

Leandro Barros “Este foi o ano que mais crescemos”

O diretor da Escola Temanaré, Ademir Kurciri Javaé também enfatizou o resultado que o Circuito Campeão está trazendo para os alunos indígenas. “Esse programa é um avanço, tínhamos alunos com dificuldades de leitura, percebemos que eles já estão lendo. Também foi importante a formação de professores”, contou Ademir.

Manoel Karajá, diretor da Escola Indígena Tainá, localizada em Formoso do Araguaia, também destacou as ações que a Seduc levou para a escola, como o Programa Nacional de Alfabetização da Idade Certa (Pnaic) e o programa Circuito Campeão. “Na nossa escola estamos desenvolvendo um projeto em que cada professor adota um aluno que esteja com dificuldade de aprendizagem. Esse professor acompanha o estudante individualmente. Percebemos que deveríamos priorizar o pedagógico e é isso que estamos fazendo para preparar no nosso professor cada vez mais”, comentou Manoel.

Manoel Karajá – “Na nossa escola estamos priorizando o pedagógico e isso está dando certo”.

A secretária Wanessa Sechim explicou que as comunidades indígenas podem sugerir propostas para a estrutura curricular e calendário escolar de 2018, observando o Documento Referência e as características de cada povo indígena. “Eu também apoio a elaboração de materiais didáticos específicos, o fortalecimento dos conselhos de Educação Indígenas e a formação de professores, para que eles passem a utilizar conhecimentos presentes nas aldeias”, esclareceu.

Neusa Graciotto, supervisora da DRE de Gurupi, que atua há 18 anos nas escolas indígenas, disse que estava satisfeita com o desenvolvimento da educação indígena este ano. “Esta é a primeira vez que os gestores e coordenadores de unidades escolares indígenas são convidados para participarem de uma ação como a Seduc Descentralizada. Esta é uma forma de valorizar os povos indígenas”, ressaltou.

Fotos: Marcio Vieira/Josélia de Lima/Governo do Tocantins