Mandato vai até 31 de dezembro de 2018. Para assumir os cargos, governador e vice tiveram que renunciar aos cargos de deputados estaduais.

Durante discurso de posse, o governador disse que tem sido um período de aprendizado e destacou a mudança da “vida empresarial” para a política. O mandato de deputado foi o primeiro cargo eletivo de Carlesse.

“Quando eu cheguei na Assembleia, nunca tinha tido nenhum cargo e nunca tinha sido nem síndico de prédio […] Fico feliz pelo tempo que passei e por estar hoje no executivo. Precisamos do legislativo e dos demais poderes para conduzir esse estado e fazer com que seja um estado que o povo possa se sentir protegido e importante”, disse durante o discurso.

Antes da posse, Mauro Carlesse (PHS) e Wanderlei Barbosa (PHS) foram diplomados pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Marco Villas Boas. A chapa foi eleita no segundo turno da Eleição Suplementar com 75,14%. O mandato-tampão vai até 31 de dezembro.

A votação foi convocada após a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice dele, Cláudia Lelis (PV). Os dois foram considerados culpados por captação ilegal de recursos para a campanha eleitoral de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Carlesse fica no cargo até 31 de dezembro de 2018 e pode concorrer à reeleição em outubro.

Mauro Carlesse assinando termo de posse durante sessão (Foto: Reprodução/TV Assembleia)

Entenda

Mauro Carlesse foi escolhido para comandar o Tocantins no segundo turno da Eleição Suplementar, no dia 24 de junho. Ele teve 75,14% dos votos válidos contra 24,86% do senador Vicentinho Alves (PR).

O pleito foi marcado pelos enormes índices de abstenção. Os votos brancos e nulos e os eleitores que nem compareceram para votar somaram 51,83% do total. Mais de 527 mil pessoas não optaram por nenhum dos candidatos. O índice é recorde na história das eleições no estado.

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