O objetivo é contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades.

A equipe da Unidade de Saúde, através da Secretaria de Educação de Palmeirópolis realizou na última semana um evento em prol da higienização das crianças, a ação foi realizada na escola do CMEI, (Centro Municipal de Educação Infantil) na direção da coordenadora Joana Gonçalves. 

As crianças receberam informação sobre higiene pessoal, como evitar sujeira, manter os cabelos bem cuidado no combate ao piolho, passar o pente fino e lavar cuidadosamente.

Para manter a saúde em dia, o hábito de tomar banho, escovar os dentes, conservar as mãos limpas e as unhas cortadas, cabeça sem piolho é fundamental.

Reunidas no pátio da escola, as crianças estavam atentas a cada dica e se divertiram aprendendo a forma correta de higienização das mãos e a importância da higiene pessoal através de peça teatral.

De acordo com Mara Layane Alves Benvindo, coordenadora da Atenção Básica de Saúde, essa sensibilização é feita para conscientizar as crianças sobre higiene pessoal.

De acordo com a profissional de saúde, a pediculose, popularmente conhecida como infestações de piolhos, é uma doença parasitária contagiosa. Os piolhos vivem no exterior do hospedeiro, utilizando do sangue humano como sua fonte de nutrição, o que pode causar sensação de coceira e formigamento na região afetada. Ela destaca a importância de os pais estarem atentos a este problema.

A equipe apostou em personagens cativantes para chamar atenção das crianças, com apresentação de peça teatral com os personagens e brincadeira lúdicas.

O teatro é uma forma de expressão artísticas que prende a atenção das crianças e consegue passar o recado, com narrativa que prende a atenção de cada uma de forma divertida.

O piolho é um inseto que vive nos cabelos e se alimenta de sangue humano, os animais também têm piolhos, mas são tipos diferentes, que não nos atacam.

É interessante que algumas pessoas são assintomáticas, têm o bicho nos fios, mas não apresentam os sintomas e, por isso, não tratam o problema, e é no couro cabeludo desses indivíduos que o bicho resiste o ano todo.

 

Da redação/Edilson Gonçalves

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