Dois acidentes são registrados pela PRF na BR-153, no sul do estado

Não foram registradas vítimas fatais; PRF alerta para o risco de acidentes.
Acidentes foram registrados em Crixás do Tocantins e Figueirópolis.

Dois acidentes foram registrados na região sul do estado, na BR-153, na tarde desta sexta-feira (25). Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, não houve mortes, mas uma pessoa foi internada no Hospital Regional de Gurupi.

Os acidentes servem de alerta para quem vai pegar as rodovias do estado durante o feriado.

As informações são preliminares. A primeira colisão foi registrada no perímetro urbano de Crixás do Tocantins, a 161 km de Palmas. Dois veículos se chocaram, mas houve apenas danos materiais.

A outra colisão foi registrada por volta das 16h, próximo de Figueirópolis, região sul do estado. Um carro de passeio e um caminhão colidiram. Uma pessoa ficou ferida e foi encaminhada ao Hospital Regional de Gurupi, mas não corre risco de morrer.

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Corpo de homem que salvou neto e desapareceu em lago é encontrado

Vítima foi localizada pelos parentes durante a noite, próximo de chácara.
Ele sumiu depois que embarcação virou no lago, entre Palmas e Lajeado.

O corpo do homem que salvou o neto de cinco anos e desapareceu no lago da Usina Hidrelétrica de Lajeado foi encontrado por parentes na noite desta sexta-feira (25), próximo do local do acidente.

O Corpo de Bombeiros procurava por de Célio Rosa Faria, de 48 anos, desde a tarde de quarta-feira (24), quando ele mergulhou para salvar o neto e desapareceu após um barco virar.

Segundo a corporação, o corpo boiou próximo da meia-noite e foi encontrado por um irmão da vítima nas margens do lago. Parentes contaram que Farias era caminhoneiro e estava navegando com o neto, na tarde de quarta, em uma chácara no km 29, entre Palmas e Lajeado.

O motor teria parado e a embarcação virou. A vítima mergulhou e jogou a criança para cima para que os parentes pudessem resgatá-la. Depois disso, afundou e não foi mais visto.

Após encontrarem o corpo, os parentes chamaram os Bombeiros, que foram até o local retirá-lo da água.

A perícia também foi até a chácara e Faria foi levado para o Instituto Médico Legal de Palmas. Segundo a família, ele será velado e enterrado no município de Pequizeiro, 296 km de Palmas.

 

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Lago onde o acidente aconteceu na tarde de quarta-feira (24) (Foto: Isadora Cristina/Divulgação)

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‘É guerra e quem tiver artilharia mais forte ganha’, dispara Lula

São Paulo- SP- Brasil- 09/04/2015- Ex-presidente Lula e o governador argentino Daniel Scioli. O encontro aconteceu na sede do Instituto Lula, em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Declaração foi dada em conversa telefônica com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ)

 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou-se ao general Vo Nguyen Giap, comandante do Exército do Povo do Vietnã, emblemático estrategistas militar que fez tombar em batalha tropas francesas, norte-americanas e chinesas, ao declarar “guerra” aos investigadores da Operação Lava Jato – que investiga supostos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo o petista e sua família.
“É o seguinte meu filho, eu tô com a seguinte tese: é guerra, é guerra e quem tiver artilharia mais forte ganha”, declara Lula, em conversa por telefone com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), monitorada com autorização da Justiça Federal, do Paraná. O parlamentar responde ser aliado nessa batalha. “Presidente estamos nessa guerra também, não tenho nada a perder.”
Os dois falam da persecução criminal em andamento em Curitiba e em Brasília contra o ex-presidente Lula e pessoas ligadas a ele, incluindo seus filhos. Os grampos foram autorizados pelo juiz federal Sérgio Moro – dos processos em primeira instância da Lava Jato – na fase que antecedeu a Operação Aletheia. Deflagrada em 4 de março, o ex-presidente foi o principal alvo. Levado coercitivamente para depor, reagiu publicamente com ataques aos investigadores, a quem classificou de “um bando de loucos”.
Lula faz referência ao estrategista de guerra vietnamita: “Você pode me chamar até de general Giap. Nós já derrotamos os americanos, os chineses, os franceses e estamos para derrotar a Globo agora”.
O ex-presidente e sua defesa têm atacado meios de comunicação, em especial a Rede Globo. Além perseguição política, no grampo da Lava Jato o ex-presidente conta ao senador ter conhecido o lendário general Giap. “Foi lá no Vietnã, estava bem velhinho já, levei a Dilma (Rousseff) para conversar com ele.”
Giap ficou conhecido como Napoleão Vermelho, foi considerado herói nacional em busto histórico situado abaixo, apenas, do ex-presidente Ho Chi Minh – o pai da independência vietnamita. Os dois se conheceram no exílio no sudeste da China. No Vietnã, recrutaram guerrilheiros para a insurgência vietcongue. Giap trabalhou como jornalista, antes de entrar para o Partido Comunista Indochinês. “Vamos levar essa luta”, responde o senador petista – também alvo de investigação da Lava Jato e com o nome citado por delatores.
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‘Ele disse que estava com nojo de mim. Aí me deixou’, diz jovem abandonada por pai de bebê com microcefalia

Ianka Mikaelle fez 18 anos dois dias depois que Sofia chegou ao mundo, no fim de janeiro. O diagnóstico de microcefalia veio aos sete meses de gravidez – e logo depois do primeiro golpe, Ianka recebeu o segundo. Seu namorado, pai de seu primeiro filho, a abandonou.

“Ele disse que estava com nojo de mim, que me desprezava. Aí me deixou”, conta Ianka com Sofia no colo, embrulhada numa mantinha branca com a palavra “princesa” bordada em cor de rosa.

Casos como o da jovem se somam no ambulatório especializado em microcefalia do Hospital Municipal Pedro I, em Campina Grande, na Paraíba.

A unidade, montada às pressas em novembro do ano passado para responder ao repentino aumento de casos de microcefalia no Nordeste, vêm recebendo dezenas de bebês do interior do Estado para sessões de fisioterapia e acompanhamento médico, mas também para terapia individual ou em grupo para as mães.

Os dramas enfrentados pelas mulheres atendidas aqui se sobrepõem. Pobreza, gravidez precoce, abandono pelos parceiros – são problemas corriqueiros.

Jaqueline Loureiro, psicóloga da unidade, diz que todas as mulheres aqui têm padrões socioeconômicos baixos e muitas vivem apenas do Bolsa Família.

Diversas foram de fato abandonadas pelos parceiros, como Ianka; mas Jaqueline diz que há muitos outros casos de abandono velado. Os maridos ficam, mas não se fazem presentes. Ela calcula que apenas 10% das mulheres atendidas pelo ambulatório de fato recebem o apoio necessário dos maridos.

‘Não tem mais mulher nesta casa?’

“Muitas delas não recebem suporte nem financeiro, nem emocional (dos parceiros). Porém, não se veem como tendo sido deixadas por não ter sido um abandono oficializado”, diz Jaqueline.

“As mulheres têm que tomar a frente de tudo sozinhas. E a gente sabe que essa história está apenas começando”, aponta.

O Nordeste, afirma ela, é uma região “predominantemente machista”, e isso se reflete nos relatos que as profissionais ouvem no ambulatório. A fisioterapeuta Jeime Leal diz que os maridos esperam que as mulheres continuem cuidando da casa.

“‘Por que você não fez a janta? Não tem mais mulher nesta casa?’ Elas têm que ouvir cobranças como essas, além de todo o cuidado que precisam ter com a criança. São crianças que choram muito e requerem muitos cuidados. Às vezes elas passam noites e noites sem dormir.”

Sem chance de trabalhar

Ianka largou a escola aos 15 anos, quando engravidou do primeiro filho. Pensava em voltar a estudar e estava procurando emprego quando engravidou de Sofia. Ela mora com os pais em Campina Grande a não tem e menor perspectiva de sair de casa.

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Mães de bebês com microcefalia sofrem com abandono de pais em Campina Grande

“Lá em casa são nove pessoas, contando meus dois filhos. Só meu pai trabalha, ele é pedreiro. É um pouco difícil por causa disso. Eu durmo na cama dos meus pais com meu filho, a Sofia no berço, e meu pai e minha mãe dormem no chão. Eles cederam a cama para a gente”, diz sorrindo com um misto de vergonha e gratidão.

Na prática, muita da responsabilidade recai sobre a mãe de Ianka, Edivânia Barbosa de Lima, que a acompanha sempre ao hospital e é como se fosse uma mãe também para a neta.

“Ianka é muito dependente de mim. Como o rapaz não quis mais viver com ela, ela vive comigo e eu faço tudo por ela. Na hora de trocar o bebê, ela fala, ó, mãe, toma. Eu troco, com o maior amor. Não me queixo”, conta.

A maternidade precoce está na família. Edivânia também engravidou pela primeira vez aos 15 anos, e hoje, aos 36 anos, tem cinco filhos e os dois netos.

“Quando a Sofia nasceu, eu levei um choque muito grande quando a vi. Mas agora todo mundo lá em casa é louco por ela”, diz. “No começo eu sofri muito pela situação, pelo probleminha dela. Mas acho que Deus só dá para você o que você pode cuidar. Vou fazer tudo que puder pela minha neta.”

Demora no salário-benefício

A sala de espera do ambulatório no Pedro I se assemelha a uma sessão de terapia coletiva. Na tarde de uma quinta-feira, as mães conversavam animadamente, falavam de seus bebês, de suas famílias, de suas experiências. Há pausas pensativas, mas também gargalhadas.

Essa rotina se repete duas vezes por semana e a essa altura as mães parecem velhas amigas. Muitas levam horas para chegar de cidades vizinhas, buscadas de madrugada pela condução que vem sendo oferecida pela prefeitura.

Francileide Ferreira vem de Galante, município a cerca de meia hora de Campina Grande. Ela tem 30 anos e Rafael, de três meses, é seu quinto filho.

Somado, o dinheiro que recebe do Bolsa Família – R$ 200 por mês – e dos bicos que o marido arranja não têm dado para comprar o leite em pó do Rafael, além de fraldas, pomadas. Ela tem pedido ajuda para as outras mães, as médicas e familiares.

“Dá vergonha, mas tem momento que a gente tem que se humilhar mesmo”, diz com um sorriso sem graça.

Francileide deu entrada no início do ano no pedido para receber o Benefício de Proteção Continuada, programa do governo que paga um salário mínimo a famílias de pessoas com deficiência que tenham renda mensal de até R$ 220.

O benefício é operado pelo INSS, e o trâmite demanda uma perícia tanto para comprovar a deficiência no bebê quanto para aferir o baixo padrão de renda.

Francileide só conseguiu agendar a visita da perícia para março, e enquanto isso continua dependendo da caridade dos outros. A história se repete entre as outras mães no ambulatório – a demora para conseguir o benefício faz com que muitas ainda não tenham se animado a tentar, como é o caso de Ianka.

‘Quando Deus dá, não tem problema não’

Francileide nos permite acompanhá-la até a sua casa, uma construção simples e inacabada numa rua de paralelepípedo em Galante; mas busca evitar a atenção dos vizinhos ao entrar em casa com uma equipe de reportagem.

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“‘Por que você não fez a janta? Não tem mais mulher nesta casa?’ Elas têm que ouvir cobranças como essas”, disse a fisioterapeuta Jeime Leal

A primeira coisa que faz é pedir para a filha mais velha, de 13 anos, preparar a mamadeira do Rafael – que parou de aceitar logo cedo o peito da mãe por dificuldade de sugar. Enquanto coloca o filho na banheira para tentar refrescar seu corpo franzino depois do trajeto quente na traseira de uma ambulância.

Ela veste o filho com um macaquinho branco com o desenho de um cachorro e uma meia esgarçada que fica caindo do seu pé – até que Francileide a prende com um elástico ao redor de seu tornozelo. A meia puída decerto passou por seus outros filhos; é estampada de micro-ônibus e caminhões, com a palavra “HERO” (herói) escrita em inglês.

O mosquiteiro sobre a cama de Francileide não foi suficiente para evitar as manchas vermelhas e dor nas juntas que apareceram no início da gravidez, com febre e dor de cabeça. Meses depois, ela soube que o filho tinha microcefalia e estava com “líquido na cabeça.”

“Achei estranho. Porque nunca tive filho assim, com problema. Aí o quinto ser assim. Nunca pensei em ter um filho assim”, conta ninando o filho no colo, remédio certeiro contra o berreiro que acabara de abrir.

Francileide costumava trabalhar em lavouras na região. “Cultivava milho, feijão. Eu gostava. Mas agora não vou mais poder trabalhar”, diz ela, resignada.

“É mais trabalhoso, criança com deficiência. Mas Deus quis assim, e quando Deus dá, não tem problema não. Vou cuidar dele como cuidei dos outros”, diz ela, aBíblia a seu lado no sofá.

Fase de negação

Mas a fé das mães e a confiança no futuro das crianças às vezes deixa as profissionais no Hospital Pedro I com o coração na mão.

“Muitas delas ainda estão em negação”, afirma a psicóloga Jaqueline Loureiro. “Os bebês têm comportamento similar a qualquer outra criança nessa fase de desenvolvimento. As dificuldades que essas crianças vão ter ainda não estão tão perceptíveis.”

“A maioria imagina que é só o tamanho da cabeça. Falam que quando o cabelo começar a crescer, vai cobrir a cabeça, e ninguém vai perceber”, conta a fisioterapeuta Jeime Leal, acrescentando que muitas dizem não ver a hora de as crianças estarem correndo pelo corredor.

“Elas nem sempre têm noção de que esse tamanho vai fazer com que o cérebro não se desenvolva e a criança não alcance os objetivos que deveriam ser alcançados.”

Não lhes cabe desconstruir essa esperança, afirmam elas – e sim procurar dar suporte para as mães ao longo de todas as fases do caminho.

Adolescente morre afogado em represa de Anápolis

image 193Um adolescente de 15 anos morreu afogado em uma represa, na Rua Chácara Benício, em Anápolis, nesta sexta-feira (25).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, testemunhas encontraram roupas na margem e desconfiaram do afogamento.

Mergulhadores encontraram Wilker Jonathan da Silva submerso. O Corpo de Bombeiros aguarda a chegada da perícia no local.

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Josi Nunes participa da entrega de obras em Gurupi

Inauguração do 3º Pelotão Destacado da Companhia Independente de Operações Especiais, pavimentação e revitalização do parque agroindustrial, lançamento do projeto Jeito de Mulher e outros eventos estavam na agenda.

josiA deputada federal, Josi Nunes (PMDB), participou nesta segunda-feira, 21, da entrega de obras que aconteceu em Gurupi, Sul do Estado, com a presença do Governador, Marcelo Miranda (PMDB), Prefeito, Laurez Moreira (PSB), Secretários Estaduais e Municipais.
A comitiva iniciou inaugurando o 3º Pelotão Destacado da Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE) e entregando bolas e cadernos para os alunos da Escolinha de Futebol do 4º Batalhão da Policia Militar.
Na ocasião, também foi lançado o projeto “Jeito de Mulher”, programa que irá beneficiar principalmente as mulheres de baixa renda por meio de capacitação profissional gratuita nas áreas predominantemente ocupadas por homens, como a construção civil. “Nós somos capazes sim, o que nós queremos é facilitar a nossa vida e se nós pudermos realizar atividade que antes eram apenas masculinas vamos melhorar a vida de todos, dos homens e das mulheres”, destacou a parlamentar Josi Nunes, ao elogiar o projeto.
Josi prestigiou ainda, no Parque Agroindustrial de Gurupi (Paig), a  entrega da revitalização e pavimentação asfáltica do local.  Na oportunidade, o prefeito Laurez Moreira lembrou que o Paig foi fundado pelo prefeito à época Jacinto Nunes, “esse distrito industrial foi construído há 30 anos, na gestão do prefeito Jacinto Nunes, e o senhor governador nos deixa muito feliz por esta nos entregando essa revitalização”, comentou. As obras de revitalização e pavimentação correspondem ao serviço de recuperação asfáltica do trevo de acesso, eixo principal e vias primárias além da pavimentação asfáltica nas vias secundárias.
A comitiva visitou também, o Centro Municipal de Educação Infantil, a Escola Municipal Lenival Correia Ferreira e por fim, o canteiro de obras do Hospital Regional de Gurupi, onde puderam vistoriar o andamento da construção. “Estamos acompanhando de perto esta obra porque sabemos da importância dela para o município e cidades vizinhas, já nos reunimos com o Secretário de Planejamento, Davi Torres, e o empresário da Construtora Centro Norte, José Henrique Dahada, para pedirmos agilidade nesta obra”, pontuou a deputada Josi Nunes.

Projeto de pesquisa sobre pesca artesanal no Rio Araguaia tem início na segunda-feira

A ação será desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e outras instituições

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Frederick Borges

Para conhecer as tecnologias empregadas durante a captura do pescado, nas embarcações e na forma de conservação, inicia na próxima segunda-feira, 28, o projeto Conhecimento e Adaptação Tecnológica para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca Artesanal no Rio Araguaia. A ação será desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e outras instituições.

O projeto será executado, primeiramente com as colônias de pescadores de Couto de Magalhães e Araguacema. De acordo com o pesquisador da Embrapa e coordenador do projeto, Adriano Prysthon da Silva, o intuito é fazer um diagnóstico dos sistemas pesqueiros artesanais do Rio Araguaia com os pescadores, por meio de diagnóstico participativo, do sistema de produção e do panorama tecnológico da pesca, identificando e analisando as demandas e as possíveis soluções. “Espera-se, com esse projeto, construir e/ou adaptar as tecnologias para um maior rendimento das pescarias assim como um menor impacto para os ecossistemas aquáticos”, disse Adriano.
Segundo o pesquisador, para o sucesso das ações, os trabalhos serão desenvolvidos com instituições em âmbito estadual e nacional, tais como a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Universidade Federal do Tocantins (UFT), dentre outros.
Segundo a bióloga do Ruraltins, Cássia Bento, os técnicos do Ruraltins vão acompanhar e auxiliar os pesquisadores da Embrapa na aplicação das metodologias, como também será uma oportunidade para conhecer a realidade desses produtores.
“Com base nesses dados, o Ruraltins poderá prestar uma assistência técnica com mais qualidade e ainda será possível fazer um melhor direcionamento das políticas públicas, no sentido de promover ações, como capacitações e cursos voltados a esses produtores”, disse.
Ao todo, serão visitadas colônias e associações de pescadores localizadas em 14 municípios, ao longo do Rio Araguaia. São eles: Couto de Magalhães, Araguacema, Esperantina, Araguatins, Xambioá, Araguanã, Aragominas, Santa Fé do Araguaia, Araguaína, Pau dArco, Caseara, Pium, Lagoa da Confusão e Formoso do Araguaia.
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Homem é morto por vizinho após briga em Aparecida

Ainda não há informações sobre o motivo do desentendimento

policia goiasUm homem  de 27 anos foi morto pelo vizinho após uma discussão na Rua Paraíso, no Jardim Paraíso, em Aparecida de Goiânia, nesta sexta-feira (35).

De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi atropelada e esfaqueada. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito fugiu de carro e segundo a PM, ele está sendo procurado.

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Olho no Óleo já recolheu 252 mil litros

Letícia Santana

O óleo de cozinha, ingrediente muito utilizado em diversas receitas,olhonooleo2-300x200 quando descartado de maneira incorreta pode acarretar prejuízos para o ambiente. Jogar este óleo pelo ralo da pia também causa entupimento no encanamento. Diante dessa realidade, a Saneago criou há quatro anos o programa Olho no Óleo.

O programa atinge o grande gerador que são os bares e restaurantes, ou seja, os empreendimentos que entregam até 20 litros de óleo à Saneago. Segundo o superintendente de comunicação da Saneago, Luiz Novo, já são mais de 600 empresas cadastradas.

Ele explica que o empreendedor interessado faz o cadastro ligando no 115 e a Saneago leva o barril até o local. Quando já estiver quase cheio, basta ligar na Saneago que em até 48 horas, o barril é recolhido. Segundo Luiz Novo, o grande gerador representa 96% do público que participa do programa.

Cidadão
oleoDo outro lado, representando os restantes 4%, estão os cidadãos que utilizam o óleo para fazer as refeições e o armazena em casa. Esses são os pequenos geradores. No caso destes, o óleo deve ser entregue nas unidades do Vapt Vupt. Confira aqui os pontos de coleta.

Luiz Novo informa que o programa está sendo repensado para criar alternativas mais viáveis para o cidadão entregar o óleo. A primeira opção deve ser trabalhar a conscientização do descarte do óleo nas escolas. Além de tornar as crianças multiplicadoras, pode inserir pontos de coletas nessas unidades escolares. “A gente fez alguns pilotos em duas escolas particulares que nos procuraram e o resultado foi bem interessante”, diz.

Créditos
22-03-2012-Saneago-de-Olho-no-Oleo-Fotos-EduardoFerreira-5700PequenaAlém do benefício ao meio ambiente, tanto clientes como empresas ganham. Eles recebem um bônus em forma de crédito na fatura de água e esgoto, referente à quantidade de óleo entregue. A cada litro doado são descontados R$ 0,50 na fatura que chega no fim do mês.

Para ter direito ao crédito é fundamental que o óleo seja entregue em uma garrafa tipo pet com tampa rosqueável. A intenção, segundo Luiz Novo, é estudar uma forma para que esses créditos possam beneficiar a escola em alguma atividade específica.

O óleo recolhido pela Saneago segue para a Estação de Tratamento de Esgoto, onde fica armazenado até a empresa vencedora da licitação comprar o produto. O óleo de cozinha pode ser transformado em biodiesel ou servir para a produção de resina para tintas, sabão, detergente e glicerina.

Causas do entupimento
Segundo Luiz Novo, o principal objetivo da Saneago com este programa é reduzir os serviços de manutenção da rede de esgoto. “O óleo jogado na pia vai solidificando, virando o que chamamos de bucha e causa o entupimento das redes de esgoto”. Ele informa que foi realizado um estudo durante um mês sobre os motivos para o entupimento do esgoto. Foi constatado que 25% dos casos foram causados por óleo na rede. Além desses prejuízos, quando o óleo chega aos córregos, rios e lagos, dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água, o que causa a morte de peixes. Também a decomposição do óleo de cozinha gera a emissão de metano na atmosfera,contribuindo para o aquecimento global.

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Endividamento das famílias palmenses volta a crescer em março

Depois de se manter estável em janeiro e revelar um pequeno aumento em fevereiro, o endividamento das famílias voltou a crescer em março. Neste mês, o índice chegou a 73,1%, enquanto no mês passado estava em 71,6%, apontando um acréscimo de 1,5%. No comparativo com o mesmo período de 2015 a redução foi de 1,8%. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é uma realização mensal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em parceria com a Fecomércio Tocantins.

Pisoni-2Para o presidente da Fecomércio Tocantins, Itelvino Pisoni, o aumento no endividamento continua sendo motivado pelo quadro recessivo nacional. “O desemprego é o maior causador, somado com as instabilidades política e econômica do País”, destacou.

O vilão na contração das dívidas continua o mesmo, o cartão de crédito, respondendo por 72,2% dos entrevistados. O uso do carnê ficou em segundo com 28,4% e ofinanciamento de veículo em terceiro lugar, citado por 24,7%.

O total de famílias que possuem contas em atraso ficou em 14,4%. As que têm condições de pagar (total e parcialmente) as dívidas em atraso chegaram a 96,5. As famílias que não poderão quitar as dívidas ficaram em 0,3%. E o tempo médio de comprometimento da renda com dívidas chegou a 33,2%.

O tempo de pagamento das dívidas atrasadas mais citado foi o prazo entre 30 e 90 dias, confirmado por 39,9%. Já o tempo médio chegou a 49,7 dias para esse pagamento. Com 48,2%, ficou o tempo de mais de um ano de comprometimento com dívidas. E o tempo médio do comprometimento com as dívidas ficou em 8,1 meses.

A PEIC

Foram entrevistadas 500 famílias palmenses divididas em duas categorias: as que ganham até 10 salários mínimos/mês e as que recebem mais de 10 salários mínimos. Os números aqui apresentados são do índice geral, ou seja, das duas categorias pesquisadas. A PEIC de março foi aplicada nos últimos 10 dias de fevereiro. (Ronaldo Coelho – Ascom Fecomércio TO)

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