Adolescente coloca fogo em lençol dentro de centro de internação em Palmas

Caso aconteceu no Centro de Internação Provisório de Palmas (Ceio). A Secretaria de Cidadania e Justiça informou que o tumulto foi controlado rapidamente.

Um adolescente que está no Centro de Internação Provisório de Palmas (Ceio), colocou fogo em uma corda feita com lençol, conhecida com Teresa. O caso aconteceu na noite desta quinta-feira (12).

De acordo com a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça não chegou a haver uma rebelião porque o tumulto foi controlado rapidamente. A Secretaria informou que a segurança no lugar foi reforçada.

G1/TO

Tocantins não terá horário de verão; veja o que muda

Fonte: G1 TO

Agências bancárias do estado abrirão e fecharão mais cedo. Nos Correios, o horário de atendimento não vai mudar.

O horário de verão começa a partir da próxima segunda-feira (15) e segue até o dia 18 de fevereiro do ano que vem. Este ano, mais uma vez, o Tocantins não foi incluído na medida, mas alguns horários vão mudar.

Nas agências bancárias, o horário de atendimento começa uma hora mais cedo e também termina com uma hora de antecedência. As agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil em Palmas, por exemplo, vão abrir às 10h e fechar às 15h.

Nos Correios, o horário de atendimento não vai mudar. As agências abrirão às 9h e fecharão às 17h. Mas para que o produto siga no mesmo dia com destino a outro estado, a postagem deverá ocorrer com uma hora de antecedência.

Segundo informações da Infraero, os aeroportos nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país funcionarão de acordo com a programação do horário de verão. Nessas regiões, os moradores devem adiantar os horários em uma hora.

Os estados das regiões Norte e Nordeste não participarão do horário de verão. Por causa disso, a Infraero recomenda que, em caso de dúvidas sobre horários de voos, os passageiros entrem em contato com as respectivas companhias aéreas.

Corpo de bebê que morreu em hospital de Palmas após queda de energia é enterrado

Corpo de bebê que morreu em hospital de Palmas após queda de energia é enterrado.

O corpo do bebê João Marques de Sá, de 10 meses, foi enterrado na noite desta quinta-feira (5), em Araguacema, região norte do Tocantins. A amiga da família, Mara Cleide, contou que o corpo chegou à cidade por volta das 20h e uma hora depois, foi realizado o enterro. O menino morreu na última quarta-feira (4) na emergência do Hospital Infantil de Palmas, após uma queda de energia durante chuva.

Mara disse que a família não tinha condições para fazer o embalsamento, por isso houve rapidez no enterro. “Os pais estão muito mal e revoltados. Estão indignados porque não precisava ter acontecido isso”, argumentou a assistente social, que mora em Palmas e deu suporte à família.

O bebê estava internado na unidade com pneumonia. Ele respirava com ajuda de aparelhos. Segundo os pais, o equipamento parou de funcionar quando o hospital ficou sem energia. O gerador que deveria evitar o transtorno também parou. Os médicos tentaram improvisar com uma extensão, mas não deu certo.

“A extensão que eles arrumaram não dava para ligar todos os aparelhos que tinham lá. Até a médica brigou, mas eles falaram que não poderiam fazer nada”, conta a mãe Larissa de Souza Sá.

Sem receber oxigênio pelo aparelho, João Marques de Sá, de 10 de meses, não resistiu. A dona de casa Deuziane Batista, que estava com a filha internada na unidade, presenciou o momento de aflição. “A gente ficou usando lanterna de celular e umas lanternas que ficam nas tomadas enquanto o gerador não voltava”.

Um trecho do laudo do Serviço de Verificação de Óbito diz que o bebê estava entubado com ventilação mecânica, faltou energia e o respirador não funcionou, então, foi tentado cateter nasal, sem êxito. Na certidão de óbito, o médico do IML, disse que o bebê morreu por causa de problemas respiratórios.

A Secretaria Estadual de Saúde confirmou que as frequentes quedas de energia causaram transtornos no Hospital Infantil, mesmo abastecido por um gerador e que em consequência disto, João Marques, morreu. A secretaria também informou que abriu uma sindicância para investigar a morte do bebê.

Menino morreu em hospital após queda de energia (Foto: Arquivo Pessoal)

João era o único filho de José Marques e da Larissa. Eles querem que o caso seja investigado. “Tinha que ter uma manutenção, tinha que fazer alguma coisa porque isso não pode acontecer com outras crianças. Meu bebezinho só tinha 10 meses”, disse emocionado.

Pais de bebê que morrem em hospital cobram investigação (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

G1/TO

Nos 29 anos do Tocantins, moradores relembram início difícil e celebram crescimento

Tocantins faz aniversário nesta quinta-feira (5). Em depoimento, pessoas que ajudaram a construir o estado falam sobre avanços: ‘Temos perspectiva de melhorar ainda mais no futuro’.

Tocantins é o lar de muitas pessoas que saíram de diversas regiões do país para ajudar na construção do estado recém-criado, em 1988. Nesta quinta-feira (5), quando o caçula do Brasil completa 29 anos, os pioneiros, que ajudaram no desenvolvimento da região, comentam os dias difíceis que enfrentaram no início e o crescimento ao longo dos anos.

Um dos pioneiros é o aposentado Eli Meleque Miranda, morador de Gurupi. Ele chegou à região quando a cidade pertencia ao norte-goiano. “Estamos em Gurupi há 61 anos. Quando nós chegamos aqui tinha oito casas, dia 25 de maio de 1954. Quando foi em 1972 é que veio a televisão, veio a água, veio telefone e energia elétrica. Antes daí não tinha nada”.

Outro que chegou no início do Tocantins e acabou ficando foi o empresário José Manoel Junqueira. Ele também relembra a falta de infraestrutura das cidades. “Tem 44 anos que eu moro aqui em Araguaína. Só tinha o asfalto da Belém-Brasília, o acesso das cidades pequenas que vivem às margens da rodovia, era todo de terra”.O empresário argumenta ainda que a divisão do território goiano foi uma conquista. “Eu acho que o estado do Tocantins foi criado para o bem nosso. Separamos os dois estados e naturalmente sobrou mais recursos para as cidades do norte e a melhoria destas cidades foi significativa”.

Natural de Minas Gerais, Junqueira diz que o lugar dele é aqui. “Eu adotei este estado. Hoje é o meu estado, a minha cidade é Araguaína, as amizades boas que eu tenho estão aqui”.

O empresário Juliano Leonardo Meurer chegou ainda criança em Palmas. “Começo dos anos 90, meus pais viram na TV que o Collor estava vindo fazer a inauguração da pedra inaugural do Palácio Araguaia. Nós viemos, conhecemos, eles gostaram daqui porque eles queriam um lugar onde os filhos poderiam estudar”.

O tempo passou e muitas das pessoas que chegaram no início continuaram no Tocantins e cresceram com o estado, constituíram família e hoje acumulam conquistas. “A gente cresceu junto com a cidade e só tem gratidão de estar aqui no estado. Já cresceu muito, evoluiu muito e a gente tem perspectiva grande de melhorar ainda mais no futuro”, finaliza Juliano. Tocantins foi criado em 1988 e completa 29 anos nesta quinta-feira (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

G1/TO

Procuradoria conclui parecer favorável a recebimento de impeachment de Marcelo Miranda

Desarquivado por Carlesse no final de março deste ano, o processo se encontrava na Procuradoria da Casa para análise e parecer sobre a admissibilidade e o mérito da causa para apuração da denúncia.

O procurador-geral da Assembleia Legislativa, Divino José Ribeiro, entregou no final da tarde desta quarta-feira, 4, ao presidente da Casa, Mauro Carlesse (PHS), parecer favorável à admissibilidade do pedido de impeachment contra o governador Marcelo Miranda (PMDB), proposto pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado, Cleiton Pinheiro.

Desarquivado por Carlesse no final de março deste ano, o processo se encontrava na Procuradoria da Casa para análise e parecer sobre a admissibilidade e o mérito da causa para apuração da denúncia.

De acordo com o parecer, a partir desta data os autos encontram-se na Presidência da Casa, sob a responsabilidade de Carlesse, para seguimento ou não da matéria até o seu julgamento final, conforme a sua admissibilidade.

Conforme o pedido, Marcelo Miranda teria praticado crimes de responsabilidade, entre eles o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal por meio da contratação indiscriminada de servidores comissionados e contratos temporários; apropriação indébita em relação as consignações realizadas nos contracheques dos servidores, relativo a mensalidades sindicais dos sindicatos e associações; e apropriação indébita previdenciária do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev).

A seguir, uma síntese do parecer da Procuradoria:

Os autos de nº 00291/2016 referem-se à “denúncia por crime de responsabilidade em face do Governador do Estado do Tocantins”, por iniciativa do Sr. Cleiton Lima Pinheiro, através do Movimento Impeachment Já.

A Presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, encaminhou à Procuradoria Jurídica a presente matéria, para análise técnico jurídico dos aspectos formais objetivos e subjetivos do que expõe a Lei nº 1.079/50 e Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins.

Em preliminar, foi analisado o trâmite da matéria no âmbito desta Casa de Leis, primeiro pelos seus aspectos formais de admissibilidade no bojo da Presidência, e por último, quanto à justa causa para a instauração do processo propriamente dito e apuração dos fatos ali narrados na inicial.

Portanto, A tramitação interna corporis do processo de Impeachment do Governador do Estado do Tocantins,até o seu julgamento definitivo, obedecem aos dispositivos regimentais e da legislação federal (Lei nº 1.079/50) que tratam da matéria:

Art. 213. O processo para destituição do Governador do Estado, por crime de responsabilidade, representado por ato que atente contra qualquer dos itens do art. 41 da Constituição Estadual, terá início com representação fundamentada e acompanhada dos documentos que a comprovem ou de declaração de impossibilidade de apresentá-los, mas indicando onde possam ser encontrados.

§ 1º. O Presidente da Assembleia, recebendo a representação, com firma reconhecida e rubricada, folha por folha, em duplicata, enviará imediatamente um dos exemplares ao Governador para que este preste informações dentro do prazo de quinze dias; em igual prazo promoverá a constituição da Comissão Especial, nos termos deste Regimento, para emitir parecer sobre a representação, também no prazo máximo de quinze diasprorrogáveis por mais quinze dias, a contar de sua instalação.

§ 2º. O parecer da Comissão concluirá por projeto de decreto legislativo, declarando a procedência ou não da representação.

§ 3º. O projeto de decreto legislativo, publicado ou impresso em avulsos, será incluído na Ordem do Dia da Sessão imediata; na sua discussão, poderão falar três Deputados por bancada, pelo prazo de vinte minutos cada um.

§ 4º. Encerrada a discussão do projeto, não será permitido encaminhamento de votação, nem questões de ordem.

§ 5º. Aprovado, em escrutínio secreto, pelo voto de dois terços dos membros da Casa, o projeto de decreto legislativo que conclua pela procedência da acusação nos crimes de responsabilidade, o Presidente promulgá-lo-á e encaminhará uma via ao substituto constitucional do Governador para que assuma o Poder no dia em que entrar em vigor a decisão da Assembleia.

§ 6º. Declarada improcedente a acusação, será a representação arquivada.

§ 7º. Sucedendo o que preceitua o § 5º, passar-se-á ao julgamento, que deverá ser concluído dentro de cento e oitenta dias, após o qual o Governador reassumirá as suas funções sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.

§ 8º. O julgamento será proferido pelo voto secreto e não poderá impor outra pena que não a da perda do mandato.

§ 9º. O processo para julgamento será, no que for aplicável, o definido e regulado em lei especial para o Presidente da República”. (os destaques são nossos).

No caso, relatou o denunciante que o Governador do Estado do Tocantins cometeu diversos crimes de responsabilidade, dentre eles:

  1. Corrupção;
  2. Desvio de verba pública por meio de contratos de licitação; falta da devida aplicação do FUNDEB;
  3. Descumprimento da lei de Responsabilidade fiscal por meio da contratação indiscriminada de servidores comissionados e contratos temporários;
  4. Forma ilegal de contratação de contratos temporários ferindo a lei Estadual nº 1.978, de 18 de novembro de 2008;
  5. Apropriação indébita em relação as Consignações realizadas nos contracheques dos servidores, relativo a: mensalidades sindicais dos sindicatos e associações; Instituições Financeiras; BRASILCARD;
  6. Crime de responsabilidades do Governador diante da prática do crime de apropriação indébita previdenciária do IGEPREV – Instituto de Gestão Previdenciária doestado do Tocantins;
  7. Do não cumprimento da Lei Estadual nº 2.985, de 9 de julho de 2015 que regulamentou o pagamento da data base de 2015 e das progressões Funcionais;
  8. Do não cumprimento da data base de 2016;
  9. Da crise e péssima gestão da Saúde e do não cumprimento com as aplicações das verbas na Saúde conforme exigido pela Constituição Federal e legislação;
  10.  Da crise e péssima gestão na Segurança pública;
  11.  Do Descumprimento do orçamento. Crime do art.10 da Lei 1.079, de 10 de abril de 1950;
  12.  Do não Registro de valores do Rol de Passivos da Dívida Líquida do Setor Público – Crime de Responsabilidade capitulado no artigo 9º, da Lei 1.079/50;
  13.  Da Omissão Dolosa.

Estes são, pois, o inteiro teor do pedido de impedimento ora formulado, cabendo, por fim, a Procuradoria Jurídica da Assembleia Legislativa se manifestar quanto ao procedimento a ser adotado, em estrita observância da legislação pertinente ao presente caso, bem como nos termos dos parâmetros definidos pelo Supremo Tribunal Federal, ressalvando a competência federal para o estabelecimento de normas próprias a regular o adequado processamento dos pedidos de impedimento de Chefes do Poder Executivo nos Estados.

Então, protocolizada na Assembleia Legislativa denúncia da prática em tese de crime de responsabilidade praticado pelo Chefe do Poder Executivo, esta, acompanhada de toda a documentação apresentada, deve ser autuada num Processo Administrativo respectivo, o que se dá no presente caso, juntando-se todos os documentos aptos a provar e instruir a possível formação de culpa ou não, sendo portanto, que esse pedido deve atender a uma série de requisitos formais expressamente determinados pela Lei Federal nº 1.079/50.

A presente matéria está regulamentada através de diploma legal federal supra referido, ou seja, a Lei Federal nº 1.079, de 10 de abril 1950, incluindo todos os procedimentos a serem adotados na tramitação legal do possível impedimento do Governador do Estado, sendo utilizados de forma apenas subsidiária a Constituição do Estado do Tocantins, Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins ou o Código de Processo Penal.

Os requisitos formais fundamentais decorrem dos pressupostos contidos nos artigos 75 e 76 da Lei Federal n° 1.079/50, sendo eles:

  1. A denúncia deve estar assinada e com firma reconhecida;
  2. Deve a denúncia estar acompanhada dos documentos que a comprovem ou declaração de sua impossibilidade de apresentação, com a indicação do local em que possam ser encontrados;

c.    Rol de testemunhas, opcional, em pelo menos de cinco pessoas;

d.    Não será admitida denúncia posterior à saída definitiva do Governador do exercício do cargo.

No caso, a redação dos artigos 75 e 76 da lei Federal nº 1.079/1950 são expressos e taxativos;

Art. 75É permitido a todo cidadão denunciar o Governador perante a Assembleia Legislativa, por crime de responsabilidade.

Art. 76A denúncia assinada pelo denunciante com a firma reconhecida, deve ser acompanhada dos documentos que a comprovem, ou da declaração de impossibilidade de apresentá-los com a indicação do local em que possam ser encontrados. Nos crimes de que houver prova testemunhal, conterão rol das testemunhas, em número de cinco pelo menos.

Parágrafo único. Não será recebida a denúncia depois que o Governador, por qualquer motivo, houver deixado definitivamente cargo”.

Vê-se, assim, em primeiro lugar, que tão-somente pessoas físicas, no gozo de seus direitos políticos, podem ser autores de denúncias por crime de responsabilidade, sendo necessário o devido reconhecimento de firma e a indicação (quando inviável sua obtenção pelos próprios denunciantes) ou juntada dos documentos necessários.

No caso concreto, o pedido é formulado por Cleiton Lima Pinheiro, em nome de pessoas físicas, havendo o necessário e legalmente reconhecimento de firmas.

Verifica-se, portanto, a presença de reconhecimento de firma na assinatura do subscritor da petição ora apresentada, com a documentação respectiva e necessária.

Reconhece-se, tendo em vista a complementação da instrução do pedido, a verificação do pleno atendimento do requisito formal determinado pelo artigo 75, da Lei Federal nº. 1.079/50, pelo subscritor, uma vez que foi demonstrado o estado legal de cidadania do denunciante, através da Certidão juntada aos autos, estando em pleno gozo de seus direitos políticos.

Verifica-se, pois, que havia falha formal, diligenciável, e se não suprida a tempo, tornar-se-ia inviabilizadora do acolhimento do presente pedido, a qual foi afastada pela demonstração de que o subscritor está no pleno gozo de seus direitos políticos, conforme Certidão emitida pela Justiça Eleitoral em anexo, vide documento de fls. 109, 110, 111. Ocorreu a correção da falha formal. De tal modo que a presente denúncia, diante da atempada juntada de documento passou a apresentar todos os requisitos determinados pelo artigo 75, da Lei Federal nº 1.079/50.

Sinteticamente, os pedidos de impedimento de Chefes do Poder Executivo possuem quatro fases nitidamente distintas:

a) o oferecimento e recebimento da denúncia;

b) a admissibilidade da denúncia;

c) a procedência da denúncia e,

d) o julgamento.

Recebida, na Assembleia Legislativa, denúncia da prática em tese de crime de responsabilidade praticado pelo Chefe do Poder Executivo, esta, acompanhada de toda a documentação apresentada, deve ser protocolizada, formando-se o respectivo processo administrativo.

O pedido deve atender a uma série de requisitos formais expressamente determinados pela Lei Federal nº 1.079/50, os quais serão a seguir apresentados, cujo exame inicial, de cunho eminentemente informativo – não vinculativo – é, tradicionalmente, conferido à Procuradoria Geral da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins.

A presente matéria (procedimento referente denúncia de crime de responsabilidade envolvendo Governador do Estado) está regulamentada através do diploma legal federal supracitado, ou seja, a Lei Federal nº 1.079, de 10 de abril 1950, incluindo todos os procedimentos a serem adotados nos trâmites legais, sendo utilizados de forma apenas subsidiária – para suprir eventuais omissões da Lei n° 1.079/50 – a Constituição Estadual, o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins ou o Código de Processo Penal.

Como já dito, os requisitos formais fundamentais decorrem dos pressupostos constantes nos artigos 75 e 76, da Lei Federal nº 1.079/50, sendo eles:

a) denunciante tem de estar no exercício de seus direitos políticos;

b) a denúncia deve estar assinada e com firma reconhecida;

c) deve a denúncia estar acompanhada dos documentos que a comprovem, ou declaração da impossibilidade de sua apresentação, com a indicação do local em que possam ser encontrados;

d) rol de testemunhas (opcional) em, pelo menos, cinco pessoas;

e) não serão admitida a denúncia posterior à saída definitiva do Governador do exercício do cargo.

Vê-se, como já se apontou alhures, que tão-somente pessoas físicas, no gozo de seus direitos políticos, podem ser autores de denúncias por crime de responsabilidade, sendo necessário o devido reconhecimento de firma e a indicação (quando inviável sua obtenção pelos próprios denunciantes) ou juntada dos documentos necessários.

Neste caso in concreto, o pedido é formulado por Cleiton Lima Pinheiro, reconhecendo-se, assim, como apontado inicialmente, a verificação do pleno atendimento dos requisitos formais determinados pelos artigos 75 e 76, da Lei Federal nº 1.079/50.

Constata-se, de tal modo, a ocorrência de um momento de admissibilidade inicial, pelo Presidente do Poder Legislativo, do pedido de impeachment, oportunidade em que este poderá, diante da verificação da ausência de justa causa ou da inépcia do pedido formulado, determinar o arquivamento do pedido, sendo que o Mandado de Segurança nº 20.941, julgado pelo Supremo Tribunal Federal dá o devido suporte a este entendimento.

Reconhece, com isso, um papel ativo ao Presidente da Assembleia Legislativa, não sendo este mero lócusde passagem burocrático, mas agente atuante, responsável pela verificação se o pedido formulado reúne das condições mínimas formais e materiais para o seu acolhimento ou não pela Assembleia Legislativa do Estado.

Se a denúncia for reputada em conformidade com o ordenamento jurídico, será a mesma admitida pelo senhor Presidente da Assembleia Legislativa, o qual determinará, consoante o artigo 19, da Lei Federal nº 1.079/50, sua leitura no Expediente da primeira Sessão Plenária, bem como sua publicação no Diário da Assembleia.

É o seu teor:

Art. 19. Recebida a denúncia, será lida no expediente da sessão seguinte e despachada a uma comissão especial eleita, da qual participem, observada a respectiva proporção, representantes de todos os partidos para opinar sobre a mesma“.

Será, assim, determinada a composição de uma Comissão Especial “da qual participem, observada a respectiva proporção, representantes de todos os partidos” (artigo 19 da Lei Federal nº 1.079/50).

São estes, em síntese, os procedimentos que devem ser adotados, no âmbito da Assembleia Legislativa, para o processamento de denúncias de crime de responsabilidade apresentadas contra o Chefe do Poder Executivo Estadual.

Resumidamente, os autos a partir desta data encontram-se na Presidência da Casa, sob a responsabilidade do senhor Presidente para seguimento ou não da matéria até o seu julgamento final, conforme a sua admissibilidade.

T1noticias

Aniversário do Tocantins: Siqueira Campos vislumbra e revela legado

Em entrevista ao T1 Notícias, Siqueira revelou o que vislumbra para o futuro do Estado e destacou a importância da geração de empregos: “não há legado maior que a liberdade de um povo”.

Foi no dia 5 de outubro de 1988 que um novo estado foi criado no Brasil e o abandonado Norte de Goiás passou a ser o Estado do Tocantins. Um importante protagonista na luta pela criação e consolidação do Estado e de uma Capital está ligado a toda essa história: o ex-governador José Wilson Siqueira Campos, de 88 anos, autor da emenda de criação do Tocantins e do projeto de construção de Palmas, que na época seria a futura Capital do mais novo estado. Em entrevista, Siqueira Campos falou não só sobre o passado, se orgulhando da liberdade que deixará como legado para a população, mas também revelou como idealiza o Tocantins no futuro. Siqueira preferiu não citar o nome de nenhum político que ele acredita que possa fazer pelo Tocantins o que ele sonha.

Em poucos anos o Tocantins foi ganhando estradas, rodoviárias, universidades, aeroporto, pontes e uma população cada vez maior, atrás de oportunidades. Atualmente, segundo o último censo do IBGE, o Tocantins possui uma população de aproximadamente 286 mil habitantes vindos de outros estados e outros, mais jovens, já nascidos aqui.

Nesses 29 anos de história e crescimento Siqueira faz uma avaliação de todo o trabalho feito desde a apresentação de emendas, da época em que foi deputado, para desenvolver a infraestrutura e fazer com que o progresso alcançasse o recém criado Tocantins. “Sempre pensei em um Tocantins grande, desenvolvido e com justiça social. E a forma da população ter acesso a esse crescimento é com um Estado que ofereça os serviços públicos onde a população está. Por esse e outros motivos me dediquei à criação do Tocantins. Pois era inadmissível que uma pessoa que nasceu aqui na nossa região tivesse que deslocar até Goiânia para ter acesso aos serviços do Estado. Aqui não haviam universidades, hospitais, bancos. Nossa região não era atendida por políticas públicas, não tínhamos estradas asfaltadas, pontes, projetos habitacionais, dentre outros”, recordou o ex-governador.

Vindo de uma longa trajetória política em que cumpriu quatro mandatos como governador do Tocantins e cinco mandatos como deputado federal, Siqueira revelou que ainda tem sonhos para o Estado e vislumbra o progresso por meio de investimento em infraestrutura e geração de empregos para que o povo possa prosperar.

“Passada essa fase de implantação e consolidação, o Estado precisa seguir investindo em sua infraestrutura para atrair investimentos. Já somos grandes na produção primária, mas exportar os produtos in natura representa uma perda para o Estado. A presença de empreendimentos privados irá gerar oportunidades para o nosso povo. É preciso estimular o consumo, mas para isso os tocantinenses precisam ocupar os melhores postos de trabalho e terem bons salários. É bom que estejamos conscientes que o progresso, a geração de empregos e o enriquecimento de um povo, somente poderão ser conquistados pelo poder de compra de cada pessoa, ensejada por bons empregos e bons negócios. Sem isto, estaremos condenados irremediavelmente à pobreza, à miséria e a alta criminalidade”, avaliou Siqueira.

Questionado sobre um nome ou algum perfil político que possa dar continuidade ao seu trabalho e fazer pelo Tocantins o que ele sonha para o futuro do Estado, Siqueira preferiu não citar nomes devido à proximidade com o período eleitoral e alertou que o momento é de união para tirar o Estado da crise. “Citar um nome pode significar uma injustiça e no atual quadro político, poderia ser interpretado como uma manifestação de apoio, algo que neste momento sequer está em debate. Ainda falta um ano para as eleições e o momento atual tem que ser de união dos líderes e da população para tirar o Estado da crise que afeta todo o Brasil”.

Sem deixar de resgatar toda a luta do passado, o ex-governador fez um balanço da identidade e cultura tocantinense que vem sendo construída e conclui que seu maior legado será a liberdade de um povo e a autonomia do Estado. “Penso que não há legado maior que a liberdade de um povo. A dignidade, o orgulho de sua terra. Hoje a nossa gente fala com todas as letras e em alto e bom som que é tocantinense. Vejo com satisfação a nossa manifestação cultural, a nossa gastronomia e tantos outros movimentos que descrevem a nossa ‘tocantinidade’. Hoje temos identidade, somos donos do nosso destino. Pode até aparecer aqueles que pensam que o nosso povo vive isolado e sem acesso à informação e chegam com um discurso de ‘libertador’ e de ‘salvador da pátria’. Mas o povo já está livre há 29 anos. Livre das oligarquias goianas que concentravam toda a riqueza no sul e deixavam o norte esquecido. Hoje o desenvolvimento acontece em todas as regiões, cada qual com seu potencial, seja o turístico, o de produção de alimentos, o de produção energética, seja o comércio, o serviço, a indústria, mesmo que esta última ainda com certa timidez. O Estado precisa fazer sua parte, dotar as regiões da infraestrutura necessária para o crescimento econômico, ser um facilitador. E deixar que a iniciativa privada ofereça os empregos e a população encontre as oportunidades que esses investimentos irão oferecer. Mas reitero, não há legado maior, nem maior orgulho do que ser chamado de tocantinense”, finalizou.

T1noticias

Chuva rápida com ventos fortes derruba árvores no Tocantins

Instituto de meteorologia registrou ventos de até 65 km/h e 4,6 milímetros de chuva. Até o momento, não há registro de feridos nos serviços de atendimento.

A rápida chuva registrada na tarde desta quarta-feira (4) na região central de Palmas causou diversos estragos. Há registro de falta de energia em várias quadras da capital, além da queda de árvores e fachadas de prédios devido a força dos ventos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que até o momento não recebeu chamado sobre feridos. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu cerca de 4,6 milímetros. Foram registradas rajadas de vento de até 65 km/h.

Faltou energia nas quadras 208 Norte, 103 Sul, 205 Sul, 204 Sul, 605 Sul e 104 Sul. Assim como no campus do Instituto Federal do Tocantins e no batalhão dos Bombeiros. Em alguns locais, o serviço ainda não foi reestabelecido.

Na avenida JK, no centro da capital, parte da fachada de uma loja de eletrodomésticos caiu em cima de uma camionete. Na mesma avenida, um semáforo também caiu. Na quadra 402 Sul, parte de uma fachada também foi derrubada pelo vento em uma faculdade particular. Nos dois casos não houve feridos.

A Energisa foi questionada sobre a falta de energia, mas ainda não respondeu.

Vento derruba estrutura em uma faculdade particular de Palmas (Foto: Michael Jonny/ Divulgação)

 

 

G1/TO

Professores da rede municipal decidem suspender greve após 22 dias

Maioria dos profissionais votou pela suspensão do movimento, todos devem voltar às escolas na quinta-feira (28). Greve foi marcada por impasse entre os professores e a prefeitura.

Os professores de rede municipal de Palmas decidiram suspender a greve da educação por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em uma assembleia na noite desta terça-feira (26). A paralisação durou 22 dias e foi marcada pela falta de diálogo entre a prefeitura e os grevistas. Os educadores devem voltar aos postos de trabalho na próxima quinta-feira (28).

A Câmara de Vereadores da capital deve ser desocupada após os professores passarem 14 dias acampados no local. Uma greve de fome de alguns servidores também deve ser encerrada. A medida só foi tomada após a prefeitura chamar professores contratados para cobrir os grevistas e ameaçar cortar da folha de pagamentos os dias faltados. A Justiça havia decidido que a paralisação era abusiva.

Os grevistas dizem que o movimento está apenas suspenso e que se não houve uma negociação a greve pode ser retomada.

Entenda

A greve da educação começou no dia 5 de setembro e afetou o funcionamento de algumas escolas na cidade. Os números do Sindicato e da Prefeitura sobre à adesão ao movimento a as escolas paralisadas eram bem diferentes.

Durante a greve, o sindicato da categoria insistia que 50 das 72 unidades da rede municipal estavam sem aulas e 22 funcionando de forma parcial. A Secretaria Municipal de Educação, porém, contestou esse número e disse que apenas duas escolas ficaram totalmente paradas.

Os professores reivindicavam o cumprimento da data-base, retroativos, progressões, titularidades e Plano de Cargo, Carreira e Remuneração em dia.

G1/Tocantins

Justiça desapropria parte de fazenda para expandir cemitério de Palmas

Juiz determinou indenização de R$ 95 mil pela área de mais de 55 mil metros quadrados. Família diz que vai recorrer do valor assim que for notificada.

 Justiça autorizou a prefeitura de Palmas a usar um terreno que faz parte de uma fazenda para expandir o Cemitério Jardim da Paz, o maior da capital. A área é disputada pela família que é dona da propriedade rural e o município há quase 20 anos.O cemitério está com 99% da capacidade ocupada, de acordo com a prefeitura.

A decisão é do juiz Roniclay Alves De Morais, da 1ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas. Ele determinou que a prefeitura pague uma indenização de R$ 95.120,10 pelo terreno. O depósito deve ser feito em 15 dias. O dono da fazenda disse que vai recorrer do valor da indenização, que ele considera inferior ao preço do mercado. A área é de 55,9 mil metros quadrados.

Em novembro do ano passado, a família chegou a acampar no lugar para protestar contra a constante expansão sobre as terras deles. Na ação, a prefeitura alegou que o interesse público deve prevalecer sobre o privado e que a questão é urgente, pois o cemitério está muito próximo da capacidade máxima.

G1/TO

Prefeito de Palmas garante pagamento de progressões até abril e pede retorno às salas

O prefeito Amastha apresentou a proposta de pagamento da data-base e progressões, recomendou que os grevistas voltem para as salas de aula e reiterou o corte de ponto; Prof. Danilo destacou negociações.

O prefeito de Palmas, Carlos Amastha apresentou o escalonamento do pagamento da data-base, progressões e retroativos dos servidores municipais. Na manhã desta sexta-feira, 22, em coletiva à imprensa o gestor esclareceu todos os pontos referente à greve dos professores e a concessão da data-base e demais benefícios dos servidores do município. Amastha destacou que o salário dos professores de Palmas é um dos melhores do país e que não vê motivos para a greve, já que garantiu que tudo o que é direito dos servidores será pago até o final de abril de 2018. Na ocasião também estiveram presentes o secretário municipal de educação, Professor Danilo Melo, e a Diretora da Associação dos Professores da Rede Municipal de Palmas, Rosa Maria da Costa, ambos discordam da continuidade da greve e reiteram que toda a pauta de reivindicações foi negociada e será cumprida.

Outro ponto cobrado pelos trabalhadores em educação é o pagamento do retroativo da Data-Base que o prefeito garantiu que até abril de 2018 será pago, assim como as progressões.

“A data-base de todos os funcionários dessa cidade serão pagas até dezembro. Esta é a única capital que pode cumprir o compromisso graças as medidas de contenção de despesas. Até o final de abril estaremos pagando retroativo, e ninguém ficará com qualquer direito atrasado. São mais de 30 milhões de reis que serão injetados na economia”, explicou o chefe do Executivo Municipal.

Proposta do Executivo

Durante a apresentação, Amastha enumerou os benefícios já concedidos para o quadro da educação em que 2.153 servidores receberam a 1° parcela do retroativo, e 5.229 servidores de nível fundamental, médio e Professor Nível I já recebem com a data-base. Para os demais servidores, o prefeito apresentou uma proposta de pagamento da data-base de forma escalonada. Os servidores que ganham de R$2 mil até R$3.500, terão sua data-base paga a partir deste mês de outubro. Num outro grupo os servidores com vencimentos de R$3.500 a R$5 mil, receberão a data-base a partir de novembro e, por fim, uma parcela pequena de servidores que recebem acima de R$5 mil deverão receber a concessão em dezembro.

O prefeito assegurou que até o final deste ano todos os servidores de Palmas terão a data-base paga. “Todo mundo vai receber a data-base até dia 31 de dezembro, independente das circunstâncias, mesmo que para isso eu tenha que fazer cortes de despesas e demissões. O que anunciamos hoje é compromisso”, afirmou.

Greve ilegal

Amastha reafirmou que a greve é ilegal e recomendou que os manifestantes voltem para as salas de aula. “Não estamos em greve, o que temos é algumas pessoas que estão faltando ao trabalho, no entanto, mais de 80% dos servidores da educação estão trabalhando. A greve já foi declarada ilegal. Não podemos ensinar às nossas crianças que a lei não deve ser respeitada. As pessoas que não estão trabalhando estão fazendo isso de maneira ilegítima e devem voltar a trabalhar”, avaliou.

Acordo e corte de ponto

Questionado sobre o acordo de 2015 que não foi cumprido, Amastha explicou que devido a crise nacional, acabou atrasando o compromisso. “Realmente nós atrasamos porque no ano de 2016 o país passou por uma profunda crise que nos obrigou a atrasar esse compromisso . A gente extrapolou o limite de responsabilidade fiscal, fizemos cortes e agora depois dessas medidas de contenção a gente começou a cumprir esse compromisso. Começamos a pagar antes mesmo da greve ser deflagrada, já estava sendo pago no mês de agosto e até o final de dezembro todos terão seus direitos garantidos”.

Na ocasião Amastha reafirmou ainda que o corte de ponto será feito, pois não pode pagar quem não está trabalhando, uma vez que a greve foi declarada ilegal. “Como a sociedade julgaria um prefeito que paga quem não trabalha. É uma responsabilidade com o dinheiro de todos nós. Como vamos pagar quem não está trabalhando?”, argumentou.

Pouca adesão e Eleição de diretores

Na ocasião o Secretário Municipal de Educação informou que o cenário nas escolas é positivo, pois há professores e alunos em sala de aula, e informou ainda que toda a pauta reivindicações está sendo negociada. “Estamos com mais de 80% dos funcionários trabalhando. Não faz sentido dizerem que Palmas não faz um bom ensino tendo um dos melhores IDEB’s das capitais do Brasil. Temos hoje só 15 escolas com menos de 100 alunos. 52% de alunos presentes e 72% dos servidores, na administração 90% está trabalhando e quase 60% dos professores em sala de aula”, pontuou.

Outro ponto da pauta de reivindicações que está sendo negociado é a eleição de diretores. O secretário garantiu que vai acontecer a eleição, não da forma como quer, pois a proposta da classe é autoritária. “A eleição de diretores vai acontecer. A gestão já tem uma posição sobre isso. Não vamos fazer eleição de diretores para servir o sindicato, vamos fazer para servir a comunidade. Ainda não conseguimos um consenso, mas o modelo que eles querem é autoritário e nós não concordamos. Tivemos uma experiência fracassada de gestão com o sindicato na Escola Caroline Campelo que não queremos repetir nunca mais. Foi um desastre do ponto de vista pedagógico, administrativo e social. Não vamos mais ceder esse tipo de situação. No modelo que eles querem chegou ao ponto da escola aplicar um castigo para os pais. Isso não existe”, avaliou o gestor da pasta.

T1noticias/Foto divulgação