Casal é preso suspeito de praticar roubos em pontos de ônibus de Palmas

Rapaz de 19 anos e menina de 17 foram detidos em Paraíso do Tocantins com vários objetos roubados e drogas. Segundo a polícia, eles têm passagens por furto e tráfico.

Um casal foi preso em Paraíso, na região central do estado, suspeito de praticar roubos em pontos de ônibus nas ruas de Palmas. Os suspeitos foram detidos em uma casa com diversos objetos e drogas. As informações são da Polícia Civil.

Com os suspeitos foram encontrados nove celulares, várias bolsas e mochilas, além de carteiras e R$ 54 em dinheiro. Também foi localizado um tablete de maconha e porções da droga prontas para venda.

Foram presos um jovem de 19 anos e uma adolescente de 17. Ambos têm passagem pela polícia por furto e venda de drogas. Segundo a polícia, o rapaz saiu da cadeia há uma semana, onde cumpria pena por tráfico.

G1/TO

Um é encontrado morto e outro ferido dentro de carro em avenida de Palmas

Homens foram abandonados pelo motorista do carro na avenida Palmas Brasil, região sul da capital. Um dos homens levou um tiro na cabeça e o outro foi ferido no peito.

Um homem foi encontrado morto e outro ferido dentro de um carro na avenida Palmas Brasil, na região sul da capital. A Polícia Militar informou eles foram deixados no local por um terceiro homem por volta das 2h desta segunda-feira (14). Testemunhas informaram que o homem dirigia o carro antes de abandonar a dupla e fugiu assim que estacionou na avenida. Ainda não há informações se ele é suspeito de atirar nos outros dois.

O rapaz que morreu tinha 21 anos de idade, ele foi ferido com um tiro na cabeça. O nome dele não foi divulgado. A segunda vítima não tinha nenhum documento de identificação. Ele foi levado para o Hospital Geral de Palmas por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Ele levou um tiro no peito.

A delegacia de homicídios vai investigar o caso, até as 9h30 desta segunda-feira (14) ninguém havia sido preso.

G1/TO

Jovem suspeita de dar golpe em namorado virtual é presa em hotel de Palmas

Vítima mora no Pará e teria depositado quase R$ 33 mil na conta da jovem. Ela usava nome e endereço falsos para enganar o homem.

Uma jovem de 26 anos foi presa suspeita de dar um golpe de quase R$ 33 mil em um namorado virtual. Ela teria usado um nome falso e feito o homem acreditar que ela morava no Pará enquanto estava hospedada em um hotel de Palmas. A vítima é de São Luis do Maranhão. A jovem foi presa dentro do hotel, que fica na região central da cidade.

De acordo com a Polícia, a mulher utilizava o nome ‘Rafaela’ para enganar as vítimas. No quarto em que ela estava foram encontrados R$ 2,7 mil em dinheiro e vários objetos eletrônicos que teriam sido comprados com o dinheiro dado pela vítima.

A mulher vai responder pelo crime de estelionato, a Polícia Civil investiga o caso. Ela foi levada para o Presídio Feminino de Palmas onde vai aguardar decisão da Justiça.

G1/TO

Suspeitos de tráfico de drogas são presos com 30 kg de maconha em Palmas

O grupo preso em flagrante era monitorado por policiais da Denarc e são suspeitos de abastecer bocas de fumo da região sul da capital.

Dois homens e uma mulher foram presos em flagrante por tráfico de drogas na quadra 706 Sul, em Palmas, na noite desta segunda-feira (7). Com eles os policiais apreenderam 30 kg de maconha. A delegada Luciana Coelho Midlej disse que a ação faz parte da operação Vortex.

De acordo com a Secretaria de Seguraná Pública, os policiais da Delegacia Especializada na Repressão a Narcóticos (Denarc) investigaram o grupo e constataram que eles abasteciam bocas de fumo na região sul de Palmas.

Além da drogas, os policiais civis também apreenderam balanças de precisão e materiais usados para embalar a droga.

Os três suspeitos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas. Em seguida, os dois homens foram levados para Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPP) e a mulher para a Unidade Prisional Feminina de Palmas.

G1/TO

Dono de postos de combustíveis se entrega à polícia após quatro meses foragido

Eduardo Augusto Rodrigues Pereira, o Duda Pereira, é acusado de mandar matar um concorrente. Ele se entregou na delegacia de homicídios de Palmas.

Empresário do ramo de combustíveis, Eduardo Augusto Rodrigues Pereira, conhecido como Duda Pereira, se entregou à polícia na manhã desta segunda-feira (7) após quatro meses foragido. Duda é suspeito de mandar matar um concorrente em Porto Nacional e de formar um cartel que controlava os preços dos combustíveis em Palmas. Ele se entregou na Delegacia de Homicídios da capital.

Duda Pereira chegou a delegacia por volta das 11h20 e chorou ao conversar com jornalistas. Ele deve prestar depoimento e ir ao Instituto Médico Legal antes de participar de uma audiência de custódia em Porto Nacional, onde corre o processo.

O empresário estava foragido há quase quatro meses, desde que teve a prisão decretada. O nome dele chegou a ser mandado para a lista da Interpol depois que o Ministério Público Estadual informou à Justiça que ele poderia ter fugido para os Estados Unidos.

Na semana passada, a defesa do empresário fez um pedido para que ele fique preso em uma cela no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, já que outro suspeito de participação no crime foi assasinado dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas.

O crime

O empresário é suspeito de mandar matar Wenceslau Leobas, que era dono de postos de combustíveis em Porto Nacional. Ele morreu aos 77 anos, no dia 14 de fevereiro após ficar 17 dias internado. Ele foi baleado em Porto Nacional no dia 28 de janeiro, no momento em que saía de casa para trabalhar. No mesmo dia da tentativa de homicídio, dois suspeitos foram presos. A polícia disse que um deles chegou a confessar a participação no crime.

Os dois acusados de executar o crime Alan Sales Borges e José Marcos de Lima iriam a júri popular, mas José Marcos foi encontrado morto dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP) na manhã do dia 3 de março deste ano.

No mês de junho do ano passado, o juiz aceitou a denúncia contra Duda. Ele é acusado de ser o mandante do crime. Segundo o promotor Abel, o processo contra o Duda corre separadamente. A audiência de julgamento dele já estava marcada para o mês de maio. Na época, Duda disse que estava sendo acusado injustamente.

Cartel

O ex-presidente do sindicato dos postos Eduardo Augusto Rodrigues Pereira, o Duda, e o empresário Benedito Neto Faria foram denunciados por supostamente estabelecer um cartel na venda de combustíveis em Palmas. Conforme investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o alinhamento de preços foi verificado entre 2009 e 2011 e continuou entre 2014 e 2015.

A denúncia foi aceita pela Justiça nesta quinta-feira (3). Segundo foi apurado, Eduardo Augusto, impôs “não só aos seus associados, mas também a todo e qualquer proprietário de posto de combustíveis, alinhamento dos preços em Palmas. Para tanto, contou com a indispensável colaboração do também denunciado Benedito Neto de Faria.”

G1/TO

Homem é preso após furtar botijão de gás e carne de comércio

Suspeito havia deixado um presídio onde respondia por outro furto há menos de um mês. PM desconfiou quando ele tentou jogar os objetos fora ao ver a viatura.

Um homem de 22 anos foi preso na madrugada desta quarta-feira (2) com produtos roubados de um comércio no centro de Palmas. Entre os itens encontrados com ele, estão um botijão de gás, 10 quilos de carne, um ventilador e dois litros de leite. Os policiais acharam a atitude do homem suspeita, já que ele tentou se esconder e jogar fora os objetos quando o carro da polícia se aproximou.

O suspeito estava livre há menos de um mês, ele deixou um presídio onde respondia por outro furto realizado na capital recentemente. Além dos produtos roubados também foi encontrado um pé-de-cabra que pode ter sido usado no arrombamento. O comércio assaltado fica na quadra 103 Norte.

Como a prisão foi em flagrante, o homem voltou para o presídio, onde deve aguardar decisão da Justiça.

G1/TO

Governador e ex-governador são denunciados por superfaturar milhões em obras

Além de Marcelo Miranda e Siqueira Campos, estão no processo as empresas responsáveis pela obra, o ex-secretário de infraestrutura e mais 25 servidores.

A ponte Fernando Henrique Cardoso, que liga Palmas ao distrito de Luzimangues, teve um superfaturamento de mais de R$ 400 milhões, segundo informações divulgadas pelo Ministério Público Estadual (MPE), nesta terça-feira (1°). Por isso foi protocolada uma Ação Civil Pública (ACP) é contra o consórcio formado pelas empresas Emsa, Rivoli SPA e Construsan, o ex-governador Siqueira Campos (sem partido), o governador Marcelo Miranda (PMDB), o ex-secretário de infraestrutura José Edmar Brito Miranda, o ex-subsecretário de infraestrutura Sérgio Leão e mais 25 servidores do antigo Departamento de Estradas e Rodagens do Tocantins (Dertins).

Os prejuízos causados aos cofres públicos, estimados em R$ 466.940.629,63, segundo valores atualizados até junho de 2017.

De acordo com o MPE, as irregularidades envolvem tanto a ponte de concreto armado, de 1.044 metros de extensão, quanto o aterro de acesso à obra, de 6.587,78 metros de extensão. As duas obras foram realizadas sem licitação e tiveram início um ano antes de serem incluídas ilegalmente, por meio de aditivo, firmado entre o Estado e o consórcio de empresas.

Também teriam ocorrido fraudes como o pagamento por serviços não previstos em planilha, pagamentos em duplicidade, pagamento por quantitativos acima do necessário e prática de sobrepreço. As irregularidades foram detectadas em perícia de engenharia.

Os prejuízos com relação às obras da ponte alcançam R$ 186.122.479,35, enquanto os prejuízos com o aterro chegam a R$ 245.823.414,42, em valores atualizados até 31 de janeiro de 2016.

Responsabilização

Segundo ação, Siqueira Campos autorizou o aditivo ilegal ao Contrato nº 403/98 em fevereiro de 2002 e firmou oito ordens para pagamentos de valores indevidos, também em 2002. Marcelo Miranda, que sucedeu Siqueira Campos no cargo de governador em 2003, firmou 116 autorizações para pagamentos de valores indevidos, entre os anos de 2003 e 2008.

Os governadores teriam articulado com o esquema fraudulento e não fiscalizaram irregularidades nos procedimentos, autorizando pagamentos embasados em medições fraudadas, referentes a serviços indevidos, superfaturados e com sobrepreço.

Com isso, teriam viabilizado o desvio de recursos públicos a favor das empresas, dentre as quais a Emsa, financiadora de campanhas eleitorais para o governo do Estado.

Segundo as investigações, o contrato resulta de uma licitação que inviabilizou a ampla concorrência entre as empresas interessadas e foi firmado com valores superfaturados em 57,09%.

Além disso, o contrato sofreu nove aditivos entre 2000 e 2007, que viabilizaram a inclusão de obras públicas não previstas na licitação e alteraram seu valor. Com os aditivos, o valor do contrato saltou de R$ 411 milhões para R$ 1 bilhão e 416 milhões, que corresponde a 344% de aumento.

Como condição agravante dos danos aos cofres públicos, o contrato previa a utilização do dólar americano como índice de correção do pagamento das medições das obras, o que é vedado por lei.

Financiamento de campanhas

Segundo MPE, em 2002 a Emsa e sua subcontratada Egesa doaram R$ 1.917.512,58 para o Comitê Único do PFL. Este comitê, por sua vez, repassou R$ 1.658.763,33 para a campanha eleitoral de Marcelo Miranda ao cargo de governador.

Em 2006, a Emsa e algumas empresas subcontratadas pelo consórcio doaram R$ 3,7 milhões para o Comitê Único do PMDB e R$ 1,9 milhões para o PFL. Nessa campanha eleitoral, o candidato à reeleição Marcelo Miranda declarou, em sua prestação de contas pessoal como candidato mostrou arrecadação de pouco mais de R$ 6,9 milhões quase tudo proveniente do próprio Comitê Financeiro do PMDB. Este comitê, além de ter arrecadado recursos de pessoas físicas e jurídicas, recebeu do Comitê Financeiro do PFL o montante de R$ 1.010.500,00.

Os promotores de justiça sustentam que “está documentalmente comprovado e declarado na prestação de contas eleitoral, que a Emsa e algumas subcontratadas pelo Consórcio foram responsáveis, ao menos indiretamente, pelo financiamento da campanha eleitoral de Marcelo de Carvalho Miranda, tanto no ano de 2002 (quando era apoiado por Siqueira Campos), quanto no ano em 2006.”

G1 entrou em contato com a assessoria do ex-governador Siqueira Campos e do ex-subsecretário de infraestrutura Sérgio Leão e aguarda um posicionamento. A defesa do governador Marcelo Miranda e ex-secretário de infraestrutura José Edmar Brito Miranda informou que está tomando conhecimento do caso e vai se pronunciar em seguida. As empresas citadas na ação não foram encontradas para comentar a denúncia.

G1/TO

Número de mortes reduz em rodovias do estado durante mês de férias

No ano de 2016, 19 pessoas morreram e em 2017 foram sete mortes. No geral, o número de acidentes também reduziu.

O número de mortes nas rodovias do estado reduz, de acordo com um balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal, nesta terça-feira (1°). No ano de 2016, 19 pessoas morreram e em 2017 foram sete mortes.

No geral, o número de acidentes também reduziu. Em 2016 foram 78 registros: 29 deles sem vítimas, 39 com feridos e 10 com mortes. Este ano foram 69 registros: 20 sem vítimas, 42 com feridos e sete com mortes.

A PRF registrou ainda diminuição no número de flagrantes por excesso de velocidade: 79 este ano e 203 no passado. Ultrapassagens em local proibido também sofreu queda: 311 em 2016 e 262 em 2017.

Flagrantes por embriagues ao volante também reduziram. Em 2016 40 registros com 10 pessoas presas. Já em 2017 foram 32 registros com oito pessoas presas.

A Operação Balneário foi desenvolvida do dia 1° a 31 de julho, período de férias escolares e da temporada de praias fluviais no Estado do Tocantins.

G1/TO

Após desaparecimento de homem, moradores matam jacaré e encontram restos mortais

Material foi recolhido e está sendo analisado pelo IML em Palmas. Homem sumiu no rio Javaé, em Lagoa da Confusão, mas Bombeiros não o encontraram.

Instituto Médico Legal em Palmas vai fazer exames para saber se restos mortais encontrados na barriga de um jacaré-açu são de um homem que desapareceu no rio Javaé, em Lagoa da Confusão, na última sexta-feira (28). Assim que Adilson Bernardes de Oliveira, 47 anos, sumiu, os Bombeiros iniciaram buscas pelo rio, mas não o encontraram.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem, que é natural de Belo Horizonte (MG), acampava na região com amigos e desapareceu de quinta-feira (27) para sexta-feira (28).

“O dono do local contou que foi dormir, por volta das 22h e quando acordou não viu Adilson. Ele procurou e encontrou os chinelos e um isqueiro perto do rio”, contou o sargento Ronaldo Barbosa.

Os militares foram chamados, mas só conseguiram chegar no local na madrugada de sábado (29). A região é de difícil acesso. O sargento Ronaldo e o soldado Bruno Teixeira, do Corpo de Bombeiros de Gurupi, participaram das buscas.

“Nós fizemos buscas pela terra, na margem e ao longo rio. Descemos e subimos o rio várias vezes e vimos pelo menos sete jacarés, alguns adultos de mais de quatro metros. Não encontramos nenhum vestígio do homem. Quando chegamos em um remanso, parte mais funda do rio, onde a água fica parada, decidi mergulhar a quatro metros de profundidade, mesmo correndo risco. A água é muito escura, então não conseguia ver quase nada. Quando eu voltei para superfície, uns 20 minutos depois, tinha um jacaré a uns seis metros de mim”, relatou o sargento.

As buscas terminaram por volta das 13h de domingo (30). Os Bombeiros relataram que os moradores resolveram capturar um dos jacarés e mataram o animal. Dentro dele, foram encontrados sacolas e restos mortais. O material foi recolhido pela perícia.

“Os moradores acreditam que os animais tenham devorado o homem. Os jacarés estavam com uma barriga cheia, desproporcional. Dentro do que foi morto, foram encontradas sacolas e Adilson andava sempre com sacolas nas calças”.

Caso semelhante

Em abril do ano passado, um jacaré foi morto em Araguacema, região oeste do Tocantins. Dentro da barriga do animal, moradores localizaram restos mortais. Eles acreditavam que o material era de um homem desaparecido no rio.

Rogério Marques de Oliveira, de 41 anos, havia sumido no mesmo mês. Os Bombeiros procuraram por ele durante quatro dias, mas ele não foi encontrado. Parentes contaram à polícia que ele teria sido atacado por um jacaré e puxado para o fundo do Rio Araguaia.

O material encontrado dentro do animal passou por exames e o IML constatou que os restos mortais não eram de humanos.

Jacaré-açu foi morto por moradores da região (Foto: Divulgação)
Jacaré-açu foi morto por moradores da região (Foto: Divulgação)

G1/TO

Furtos frequentes assustam moradores em bairro de Palmas

Moradores do Jardim Aureny III relatam que criminosos praticam sempre a mesma ação: entrando pelo telhado.

Os furtos frequentes no setor Jardim Aureny III estão preocupando os moradores. Segundo eles, o modo de agir dos criminosos é sempre o mesmo: entrando pelo telhado.

O eletricista Willian Oliveira da Silva teve a casa invadida em plena luz do dia. Felizmente, não havia ninguém em casa, mas o furto assustou a família. “Às 18h eu recebi uma ligação da minha esposa, informando que um indivíduo invadiu a nossa casa e furtou a televisão, quebrou o forro do quarto, fez um estrago imenso na nossa residência.”

Segundo o morador, o prejuízo foi em torno de R$ 5 mil. “Levou minha televisão, um celular e uma máquina de lavar.”

Silva não foi o único que teve a casa furtada recentemente. No caso desse vizinho, que prefere não ser identificado, a invasão foi à noite. “Deixou a nossa casa arrebentada, saiu carregando as coisas: uma moto, uma caixa de som, pendrive, mochila com material escolar do meu filho. Comeu e deixou a roupa dele lá.”

A motocicleta do motorista Edimar Veloso dos Santos também foi levada quando ele não estava em casa. Mesmo assim, a família anda amedrontada. “Essa é uma preocupação grande porque tenho filhos, minha família, meu lar. Ninguém que passa por uma situação dessa se sente satisfeito”, desabafa.

O que chama a atenção dos moradores é que em todos os casos a estratégia usada para invadir as casas foi a mesma: por meio do telhado. “Essa ação já conhecida na região. Sobe no telhado, tira telha, entra na casa e age como acha melhor”, diz o motorista.

Com tanta insegurança, os moradores têm evitado até sair de casa. “Na região aconteceu a mesma coisa várias pessoas. Quem me garante que isso não pode acontecer de novo?”, questiona o motorista.

A Polícia Militar informou que o policiamento no Aureny III é realizado pelo 6° Batalhão e, com a chegada de mais uma viatura na semana passada, vai ser possível intensificar os patrulhamentos e as abordagens no setor.

 G1/TO