Tempestades de raios causam prejuízos para comerciantes no TO

Só este mês foram registrados quatro mil descargas elétricas, em Palmas. Comerciante faz lista dos aparelhos queimados durante tempestades.

O período chuvoso ainda deve permanecer por pelo menos um mês e junto com ele a grande incidência de raios. Só esse mês, os meteorologistas registraram mais de 4 mil na capital Palmas. E além de provocar medo em muita gente, eles têm causado prejuízos também, principalmente a comerciantes. 

O empresário Sérgio Paulo já perdeu vários aparelhos eletrônicos em casa e no trabalho por causa da descarga elétrica. O último prejuízo foi com o equipamento que grava as imagens das câmeras de segurança.

“Eu já tive uma televisão da minha casa, já tive um micro-ondas na minha casa. Aqui na empresa, já tivemos o home theater e agora foi o DVR que é de imagens das câmeras que queimou na semana passada.

Depois dos problemas, o Paulo tomou providência para evitar novas perdas. Todos os equipamentos agora contam com um estabilizador de energia.

“Num investimento um pouquinho anterior eu não teria tido esse prejuízo, não só o material, mas o tempo de estar consertando que hoje é difícil. Tempo é dinheiro”.

No Tocantins, os raios são comuns entre os meses de outubro e início de maio, período chuvoso. O estado fica numa região quente e úmida o que favorece a formação de tempestades que acumulam grande quantidade de raios. Só até o dia 22 desse mês, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 4.040 na capital.

Só para se ter uma ideia, no dia 21 desse mês foram registrados 300 raios em Palmas. O número é considerado alto pelos meteorologistas, para um período de 24 horas. Só que tem um detalhe, esses 300 raios foram registrados em apenas uma hora, entre 19 e 20h.

Embora a maior incidência de raios seja na zona rural, nas cidades eles causam sérios problemas. “O contato da descarga elétrica se dá em locais altos que por ventura em muitas das vezes são na torre de energia. Então há uma propagação desta descarga elétrica por toda a rede de energia que aumenta a intensidade nas residências e que por ventura queima os eletrodomésticos”, explicou o meteorologista da Universidade Estadual do Tocantins, José Luis Cabral.

G1/To

Sul do Tocantins tem novo alerta de tempestades para 44 cidades, dentre elas São Salvador

Alerta amarelo é o segundo em uma semana para municípios da região. Cidades sofrem alagamentos e vendavais desde o começo de 2017 no TO.

A região sul do Tocantins está em alerta amarelo para tempestades a partir da tarde desta quarta-feira (29). O aviso vale para 44 cidades e a lista completa pode ser conferida no site do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que emitiu o alerta. É a segunda vez desde o começo da semana que a região é afetada pelo risco de chuvas fortes, na segunda-feira (27), 48 cidades estavam na área de risco.

O Inmet afirma que o alerta amarelo significa perigo potencial e que existe risco de queda de árvores, alagamentos e cortes de energia na região. Quem mora nas cidades da lista deve evitar se abrigar debaixo de árvores, desligar os aparelhos elétricos e estacionar carros longe de placas de propaganda. São esperados ventos de até 60 km/h e chuvas de até 50 milímetros, o normal para uma semana neste período.

Além do Tocantins, há alertas para partes de Goiás, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e para todo o estado de Rondônia e todo o território do Distrito Federal.

Chuvas intensas
Desde o começo do período de chuva, cidades do estado sofrem com problemas relacionados ao excesso de água. No sábado (25), o muro de uma escola municipal desabou em Palmas. Em fevereiro, policiais precisaram escapar pelas janelas de uma viatura que ficou presa em um alagamento em Formoso do Araguaia, na região sul do estado. Na mesma região, um vendaval deixou um rastro de destruição em São Salvador do Tocantins e também em Palmeirópolis com queda de galho de árvores e postes, telhados arrancados e alagamentos.

G1/To

Mulheres trabalham 5,4 anos a mais do que homens no Brasil

Cálculo foi simulado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

A mulher trabalha 5,4 anos a mais do que o homem ao longo de cerca de 30 anos de vida laboral, segundo simulação do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O trabalho extra é resultado dos afazeres domésticos. O cálculo foi feito a partir de dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2014, do IBGE. As informações são da Agência Brasil.

De acordo com o Ipea, nesse período de aproximadamente 30 anos, as mulheres somam, em média, 22,4 anos de contribuição para a Previdência Social. Um total de 44,4% das mulheres às quais foram concedidas aposentadorias em 2014 atingiram até 20 anos de contribuição.

A pesquisadora do Ipea Joana Mostafá explica que essas informações foram obtidas por meio de uma parceria que possibilitou o acesso a microdados do extinto Ministério da Previdência Social, ­ atualmente Secretaria da Previdência Social, vinculada ao Ministério da Fazenda.

Segundo Joana, as interrupções na contribuição previdenciária feminina são causados por situações como desemprego, trabalho informal, afastamento do mercado de trabalho para cuidar dos filhos, entre outras. Com base nesse cenário, o Ipea lançou uma nota técnica na última semana na qual defende que as idades de aposentadoria de homens e mulheres devem ser diferentes.

“A princípio, a diferença [no sistema em vigor hoje, em que a mulher se aposenta cinco anos mais cedo que o homem] é justificada”, disse a pesquisadora.

Atualmente, para se aposentar, o homem deve acumular 35 anos de contribuição e a mulher, 30. Há ainda a opção da aposentadoria por idade, que exige 15 anos de contribuição e idade de 65 anos para o homem e 60 anos para a mulher.

A PEC 287/2016, de reforma da Previdência, atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, altera esse modelo e estabelece como condição para a aposentadoria no mínimo 65 anos de idade e 25 anos de contribuição para homens e mulheres. Um dos argumentos do governo para a mudança é que as mulheres vivem mais que os homens.

Segundo dados do IBGE, ao atingir os 65 anos, a mulher tem uma sobrevida 3,1 anos superior à do homem. Mas, para Joana Mostafá, usar a sobrevida como base para equiparação das aposentadorias está em desacordo com a função da Previdência. “O acordo da Previdência é um acordo social. Ele visa, entre outras coisas, compensar algumas desigualdades do mercado de trabalho”, afirma.

A pesquisadora destaca que outros fatos, além da jornada dupla de trabalho, distanciam a realidade feminina da masculina. “Estamos falando da desigualdade ocupacional, da diferença de salários e da taxa de desemprego, que é maior entre as mulheres do que entre os homens. A mulher poderia contribuir mais [para a Previdência] se não fossem essas dificuldades”, afirma.

A pesquisadora Luana Mhyrra, professora do Departamento de Demografia e Ciências Atuariais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, corrobora dizendo que os sistemas nos quais os participantes ganham de acordo com o que poupam e com o tempo que contribuem são modelos de capitalização, diferentes da proposta previdenciária brasileira.

“Os fundos de Previdência complementar [privados] são exemplos de fundos capitalizados, que atualizam e capitalizam o dinheiro aplicado pelo contribuinte. Isso não se aplica ao RGPS [Regime Geral da Previdência Social] do Brasil, uma vez que quem contribui hoje não o faz para sua própria aposentadoria e sim para aqueles que já estão aposentados. Pensar que a mulher precisa contribuir mais porque vive mais é coerente quando se pensa em um fundo capitalizado”, ressalta.

QUEDA NA DESIGUALDADE

De acordo com o governo, ao equiparar-se a idade de aposentadoria masculina e feminina, a desigualdade no mercado de trabalho tende a cair. Recentemente o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a defasagem entre os salários de homens e mulheres acabará em até 20 anos.

A pesquisadora Joana Mostafá admite que tem havido uma redução na desigualdade de renda. Segundo ela, dados da Pnad apontam que em 1995 o rendimento da mulher equivalia a 55% do rendimento dos homens. Passados 20 anos, em 2015, esse percentual havia subido para 76%. Joana alega, entretanto, que a melhora não é verificada em outros indicadores. Ela cita como exemplo a participação da mulher no mercado de trabalho. “Desde 2005, está em 60%. Não se move”, afirma.

Em debate na Câmara dos Deputados, a assessora especial da Casa Civil da Presidência da República Martha Seiller disse que as justificativas para manutenção da diferença de idade mínima para aposentadoria entre homens e mulheres já não se sustentam como antigamente.

Martha lembrou que a pirâmide demográfica brasileira está cada vez mais desfavorável à manutenção de um sistema previdenciário equilibrado, já que a base jovem tem diminuído, devido à queda na taxa de natalidade, ao crescente número de idosos no topo, com o avanço da expectativa de vida. ‘Como é que esse sistema previdenciário sobrevive com uma mudança tão brusca na taxa de natalidade e expectativa de vida sem passar por mudanças?’, questionou.

A assessora da Casa Civil disse que as regras de transição previstas na reforma para vigorar em 20 anos podem compensar as desigualdades ainda existentes. Ela acrescentou que a diferença de cinco anos é a maior entre os regimes de outros países que ainda consideram a necessidade de diferenciação. Com informações da Folhapress. 

Noticias ao Minuto

 

Juiz cancela concurso público que foi realizado há 10 anos em Três Ranchos

Cerca de 150 funcionários foram contratados pelo certame, em 2007.
TJ-GO alega fraude na contratação da empresa e inchaço no orçamento.

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) cancelou, depois de dez anos, um concurso público da Prefeitura de Três Ranchos, na região sudoeste do estado. A decisão, à qual cabe recurso, pode afetar cerca de 150 funcionários públicos que trabalham em diversas áreas da administração. O cancelamento foi um pedido feito pelo Ministério Público Estadual (MP-GO), que alegou fraude na contratação da empresa organizadora e alto custo para o orçamento do município.

A decisão de cancelar o processo seletivo foi proferida pelo juiz Marcos Vinicius Ayres Barreto. Nela, o magistrado alega que, entre as falhas encontradas no certame está a identificação de inscrições feitas fora do prazo previsto em edital, a distribuição de provas fora de envelopes lacrados, além do fato da contratação de servidores, segundo ele, causar  “transtornos orçamentários”.

A ação civil pública pedindo o cancelamento do certame foi aberta pelo MP-GO em 2007, ano em que a seleção foi realizada e quando os aprovados foram convocados e começaram a trabalhar para a administração municipal. O juiz informou à TV Anhanguera que a sentença demorou a sair porque ele teve que ouvir os 150 concursados e que muitos deles não eram encontrados ou não compareciam às audiências.

Os concursados formaram uma associação para, juntos, lutar na Justiça pela manutenção dos cargos. Segundo o advogado do grupo, Tadeu Aguiar, a defesa vai recorrer da decisão do cancelamento.

“A gente vai estar impetrando este recurso, ao Tribunal de Justiça, para que possa manter todos nos cargos, pelo menos até que a gente possa ter um provimento do segundo grau”, afirmou.

Três Ranchos tem cerca de 2,8 mil habitantes e a prefeitura é responsável por mais de 10% dos empregos, com  aproximadamente 300 funcionários. Metade dos servidores é composta pelos contratados a partir do concurso público de 2007 e prestam serviços na área da educação, saúde e limpeza urbana.

Para o prefeito da cidade, Hugo Deleon (PSDB), os funcionários públicos não representam um “inchaço orçamentário” e a prefeitura precisa do trabalho deles. “A nossa intenção é que todos permaneçam, continuem trabalhando, até porque vem prestando bons serviços à prefeitura”, disse.

Para o funcionário público Marlon Ferreira da Silva, que trabalha há dez anos na administração pública municipal, teme perder o emprego. “É constrangedor ficar numa situação dessas, para a gente que é pai de família”, desabafou.

G1/Goias

Justiça autoriza frigorífico embargado em Gurupi a retomar compra de gado

Cooperfrigu foi um dos alvos da operação Carne Fria, do Ibama.
Investigação diz que frigorífico comprou gado em áreas de desmatamento.

Frigorífico em Gurupi foi autuado por compra em áreas desmatadas (Foto: Heitor Moreira/TV Anhanguera)

A Justiça Federal do Tocantins retirou o embargo ao frigorífico Cooperfrigu, de Gurupi, no sul do estado. O Ibama havia proibido o estabelecimento de comprar novos lotes de animais para a produção da carne na última quarta-feira (22). A operação que levou à interdição, batizada de Carne Fria, investiga a compra de gado de pecuaristas que desmataram ilegalmente a Amazônia por parte de frigoríficos no Tocantins e no Pará.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagrou a Carne Fria na semana passada. Dois frigoríficos foram autuados no Tocantins, o Cooperfrigu, de Gurupi e o Plena Alimentos, de Paraíso do Tocantins. Empresários e fazendeiros do Pará, do Tocantins, Mato Grosso e de Goiás estariam envolvidos.

Segundo o chefe substituto da Divisão Técnica do instituto, Sandoval Santos, os frigoríficos teriam comprado gado de áreas do Pará que estão irregulares. “Primeiro estas áreas foram embargadas por desmatamento. Elas deveriam se regularizar, o que não aconteceu. Depois, foram mais uma vez notificadas por descumprir o primeiro embargo”.

Na decisão, o juiz federal Eduardo de Assis, de Gurupi, determinou que o frigorífico deve se comprometer a não adquirir gado de áreas com problemas como os identificados na Carne Fria. Para o juiz, o embargo ao Cooperfrigu poderia gerar prejuízos para a cadeia produtiva do estado e diz que ainda não há provas de que “parte significativa do gado abatido pelo frigorífico tinha/tem origem em área desmatada irregularmente”.

A decisão é liminar e ainda cabe recurso, o Ibama diz que ainda não foi notificado sobre a decisão e que só vai se manifestar depois que isso acontecer.

G1 To

Procon apreende uma tonelada de frango com validade adulterada

O Procon Goiás, em conjunto com Agrodefesa e Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor do Estado de Goiás (Decon), inspecionou uma carga de frangos que apresentava irregularidades nas datas de fabricação e vencimento dos produtos. A abordagem aconteceu em Trindade, na Região Metropolitana da capital de Goias. Ao todo, os fiscais apreenderam aproximadamente 932,9 kg de frango.

Durante a vistoria na tarde de sexta-feira, dia 24, foram verificados pelos fiscais produtos com datas de validade remarcadas, sendo que em alguns constavam duas datas de vencimento. Outra parte da carga apresentava produtos com data de fabricação ou data de vencimento ilegíveis. Os produtos com as datas adulteradas foram apreendidos pelo Procon Goiás e encaminhados à Agrodefesa para providências cabíveis.

A carga, que chegava para abastecer supermercados do município, pertence à empresa Bonasa, que foi autuada por infringir as normas de defesa do consumidor e por não garantir informações claras e corretas aos compradores dos produtos.

Mais informações: (62) 3201-7134

Fonte: Goias agora

Estudante que estava desaparecida é encontrada morta em hotel de Goiânia

Ana Cláudia teria tirado a própria via ao se enforcar dentro de um quarto na região Central de Goiânia, onde se hospedou na quinta-feira passada.

 Fonte: Mais Goias

Sem energia, noivos se casam no escuro e são indenizados em R$ 33 mil

Casal relembra cerimônia à luz de velas e diz que sonho virou pesadelo.
Empresa de energia alega que problema foi provocado por tempestade.

Um casamento realizado à luz de velas e lanternas levou a empresa de energia do Tocantins, Energisa, a ser condenada pela Justiça a indenizar um casal de noivos em R$ 33,8 mil. No dia da cerimônia faltou energia elétrica no local do evento, em Araguaína, norte do estado. Os noivos se casaram no escuro. A cerimônia que era para ser um sonho, se tornou um pesadelo. “Eu entrei sem música, praticamente no escuro. Algumas pessoas tropeçavam e caíam, a comida estragou. Ninguém pôde usufruir de nada”, relembra a assistente de gestão de pessoas Danielly Costa Soares, 24 anos.

A decisão da Justiça ainda cabe recurso. A Energisa informou que a interrupção no fornecimento de energia, em Araguaína ocorreu em função de uma forte chuva com trovoadas.

Era 20 de dezembro de 2014. Danielly e o noivo, o pedreiro Elizeu de Oliveira Martins, 34 anos, se preparavam para realizar um sonho. Eles tinham oito anos de namoro e passaram meses planejando a cerimônia e economizando dinheiro para a festa.

Pastor precisou de velas e lanternas para ler texto bíblico (Foto: Divulgação)
Pastor precisou de velas e lanternas para ler texto bíblico (Foto: Divulgação)

Os dois tinham alugado um clube para se casar. Às 16h do dia tão esperado, o noivo recebeu uma ligação. “Me falaram que tinha acabado a energia elétrica no clube. Liguei várias vezes para a empresa de energia. Tentamos de tudo, mas nada foi resolvido”.

Enquanto Elizeu corria contra o tempo para encontrar uma solução para o problema, Danielly se arrumava no salão. “Ninguém me falou o que estava acontecendo, não queriam me deixar preocupada. Até então eu não sabia de nada. Só percebi, quando estava na porta do clube. Eu via os carros voltando e ficava desesperada”.

A cerimônia estava marcada para às 19h30. Até esse horário, a luz ainda não tinha sido religada. Então, a irmã da noiva teve a ideia de comprar velas para que o casamento acontecesse.

A cerimônia começou com mais de duas horas de atraso, às 22h. “Eu entrei sem música, sob a luz de velas e de lanterna. Também ligaram os faróis dos carros para ajudar. Não pudemos usufruir de nada. Ainda não pegamos nosso álbum de fotografia. Não temos vontade”, argumenta Danielly.

Sem microfone, o celebrante precisou usar apenas a voz e se esforçar para ser ouvido. Além disso, contou com a lanterna para ler o texto bíblico. A cerimônia era para ter uma duração de duas horas, mas não durou nem 30 minutos. O noivo chegou a passar mal.

“Vi aquela situação e comecei a ter aperto no peito, fiquei fraco. Passei mal e tiveram que me dar água com açúcar. Queria sair de lá e esquecer. Foram os 30 minutos mais longos da minha vida. Usamos o dinheiro de reformar a casa para fazer a festa”, relata Elizeu.

Durante a cerimônia, várias pessoas tropeçaram e caíram. Vasos de vidro, usados na decoração, foram derrubados. O casal precisou ressarcir os danos.

“Estávamos planejando ficar toda a madrugada com nossos amigos, comendo churrasco e cantando músicas, mas as pessoas não ficaram na festa. Tivemos prejuízo, muita comida foi jogada fora”, argumenta o pedreiro.

oiva relembra que entrou no casamento sob a luz de velas e lanternas (Foto: Divulgação)
Noiva relembra que entrou no casamento sob a luz de velas e lanternas (Foto: Divulgação)

Decisão judicial
Após o casamento, os noivos decidiram entrar na Justiça e pediram a reparação dos prejuízos que eles sofreram. A decisão foi favorável. No documento, a Energisa alegou que a queda na energia foi causada por uma chuva forte, mas a juíza Adalgiza Viana rebateu.

“A simples ocorrência de chuvas não afasta o dever de a requerida [Energisa] tomar providências aptas e rápidas para solucionar a ocorrência, pois a energia elétrica se trata de um serviço publico essencial, que deve ser prestado de forma contínua”.

A juíza fixou o valor dos danos materiais em R$ 30,8 mil e os danos morais em R$ 3 mil. Para o casal, a indenização é pequena se comparada aos transtornos que a falta de energia provocou.

“Estamos analisando juntamente com nossa advogada sobre quais atitudes tomar. A gente tenta sorrir, brincar, mas no fundo é uma brincadeira sem graça. Quando as pessoas se casam, têm orgulho de postar fotos nas redes sociais. Nós não postamos nada. Ficamos uns três dias aéreos. Foi uma decepção, mas hoje a gente vive feliz”, finalizou Elizeu.Fonte:G1

Lojas Americanas oferece 650 vagas de emprego; veja prazo de inscrição

Os requisitos são ensino médio completo e disponibilidade de horário. Não é preciso ter experiência.

Estão abertas as inscrições para interessados em trabalhar na Lojas Americanas. A empresa está selecionando 650 funcionários para vagas efetivas e temporárias no Rio de Janeiro e Niterói, na Região Metropolitana. O prazo termina no dia 31 de março.

Segundo informa o Extra, são 600 oportundiades para o cargo de auxiliar de loja e 50 para auxiliar de prevenção de perdas. Os requisitos são ensino médio completo e disponibilidade de horário. Não é preciso ter experiência.

A empresa explica que é relevante ter facilidade em lidar com o público, dinamismo, simpatia, pró-atividade, boa comunicação. Os candidatos precisam ter idade igual ou acima de 18 anos para o cargo de auxiliar de loja, já para auxiliar de prevenção de perdas, a idade mínima é de 26 anos.

Os interessados podem se dirigir aos locais de atendimento: Centro do Rio de Janeiro (Rua do Passeio 56, na Cinelândia), Centro de Niterói (Rua Visconde de Uruguai 503) e Campo Grande (Rua Coronel Agostinho 112). Os candidatos devem levar carteira de trabalho, RG, CPF, título de eleitor, comprovante de residência, uma foto 3×4, declaração escolar, certificado de reservista e caneta para as provas.

A seleção será feita por meio de entrevista pessoal e provas de matemática e língua portuguesa.

Ainda segundo a publicação, a Lojas Americanas oferece vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde e odontológico, descontos em faculdades e cursos de idiomas, além de plano de carreira.

Noticias ao minuto

Mais de duas toneladas de drogas são incineradas em Palmas

Drogas são resultados de apreensões dos últimos três meses no Tocantins.
São 2.250 kg de entorpecentes entre maconha e cocaína.

Mais de duas toneladas de drogas, entre maconha e cocaína foram incineradas na manhã desta terça-feira (14) em uma cerâmica de Palmas. Segundo a Polícia Federal (PF), os 2.250 kg das drogas destruídas são resultados de apreensões dos últimos três meses no Tocantins.

A Polícia Federal informou que a maior quantidade das drogas foi apreendida no último mês, em Gurupi, no sul do Tocantins, quando um caminhão carregado com mais de duas toneladas de maconha foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-153.

Além da Polícia Federal, participaram da incineração representantes da Vigilância Sanitária e do Ministério Público Estadual (MPE).(Fonte:G1/To)