Rozineide Gonçalves

Cresce o número de mortos e feridos nas rodovias do TO durante mês de julho

Balanço parcial da Polícia Rodoviária Federal mostra que três pessoas morreram e 53 ficaram feridas na primeira quinzena do mês.

Trinta acidentes de trânsito foram registrados nas rodovias federais do Tocantins nos primeiros 15 dias de julho. Apesar de o número ter reduzido em relação a 2017, cresceu a quantidade de mortos e feridos. Foram três mortes e 53 pessoas feridas neste período. Veja os números são da Polícia Rodoviária Federal na tabela abaixo.

A PRF tem feito ações e intensificado a fiscalização durante a Operação Balneário 2018 para tentar reduzir a violência no trânsito, mas a imprudência continua sendo a principal causa dos acidentes. Esse período é considerado o mais crítico nas rodovias, pois ocorre tanto o período de férias, quanto a temporada de praias.

Entre as principais causas de acidente estão: ultrapassagem indevida, excesso de velocidade, falta de equipamentos de segurança, como capacete, cinto de segurança ou cadeirinhas para crianças. Além da embriaguez ao volante.

Balanço parcial de acidentes

Ano Acidentes Feridos Mortes
2016 33 39 11
2017 39 47 2
2018 30 53 3

Embora o número de mortes e feridos tenha aumentado, houve uma redução no número de acidentes. Em 2017, foram 39 na primeira quinzena de julho. Neste ano, foram registrados 30 no mesmo período.

Ainda segundo o levantamento, 14 pessoas foram flagradas dirigindo após consumir bebida alcóolica, sendo que cinco foram presas. Também ocorreram 20 flagrantes de transporte irregular de crianças.

Idoso é preso suspeito de estuprar vizinha de 11 anos quando a levava para comprar comida

Segundo a polícia, há indícios de que o homem, ao saber da investigação, pagou R$ 1 mil à irmã da vítima para que ela levasse a menina à delegacia para retirar a denúncia. Abusos aconteciam no carro do aposentado.

Um aposentado de 79 anos foi preso nesta terça-feira (17) suspeito de abusar sexualmente de uma vizinha, de 11 anos, em Goiatuba, no sul goiano, quando a levava para comprar comida em mercados. Segundo a Polícia Civil, ele pagou R$ 1 mil para a irmã mais velha da vítima para que a criança negasse o crime. Mesmo assim, a menina reafirmou a denúncia. O homem nega o crime.

“Ela relata que ele dizia que ia levar ela no mercado para comprar comida e, depois, realiza os abusos, mas algumas vezes, ele nem ia ao mercado. A menina conta com os olhos cheios de lágrimas”, contou o delegado responsável pelo caso, Patrick Carniel.

O site não localizou a defesa do idoso até a publicação desta reportagem.

Promessa de comida

A Polícia Civil explicou que os abusos aconteciam no carro do autor. A investigação apontou que os crimes ocorreram por seis meses, entre janeiro e junho deste ano. “Ela não consegue relatar quantas vezes, mas acho que acontecia mais de uma vez por semana, porque era recorrente”, explicou Carniel.

De acordo com o delegado, em junho, a criança resolveu contar sobre os abusos para uma professora. Em seguida, ela denunciou o caso ao Conselho Tutelar da cidade que, por sua vez, registrou na Polícia Civil.

‘Suborno da irmã’

Conforme o delegado, após saber que estava sendo investigado, o idoso ofereceu R$ 1 mil à irmã mais velha da vítima, de 19 anos, para que convencesse a menina a retirar a denúncia. Na ocasião, a jovem disse à polícia que os abusos eram uma “invenção da irmã”.

A polícia desconfiou da situação e chamou a menina para um novo depoimento, separada da irmã. “Ela confirmou que era verdade, que a irmã dela a levou para a delegacia porque o senhor tinha prometido dinheiro para a irmã e, inclusive, a irmã disse para a criança que ela tinha de mentir para ganhar uma bota”, relatou Carriel.

A vítima mora com a irmã e dois irmãos mais novos. De acordo com o investigador, um dos meninos afirmou que o suspeito frequentava a casa da família.

Prisão do idoso

O delegado pediu ao Poder Judiciário a prisão preventiva do idoso. No entanto, foi decretada apenas a prisão domiciliar do suspeito, com uso de tornozeleira eletrônica.

Em depoimento, o aposentado negou os abusos. Ele também disse que conhece a família da vítima, mas que nunca doou nada.

Carriel deve ouvir a irmã novamente, nesta semana, e, assim, concluir o inquérito. A jovem também pode ser indiciada, mas o delegado precisa interroga-la para definir qual o crime irá responder.

O idoso será indiciado por estupro de vulnerável, que prevê de 8 a 15 de prisão.

G1Tocantins

No Tocantins, homem morre após ser baleado durante discussão

Discussão teria ocorrido porque suspeito encontrou a namorada na casa da vítima. O homem foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.

José Roberto de Sousa, de 65 anos, morreu na tarde desta terça-feira (17), após ser baleado durante uma discussão na casa dele. O caso aconteceu por volta das 13h, no setor Itapuã, em Araguaína, no norte do Tocantins.

Segundo a Polícia Civil, a discussão ocorreu porque o suspeito do crime encontrou a namorada na casa do Sousa. Ela era ex da vítima.

O homem foi socorrido por parentes, mas morreu a caminho do hospital. O suspeito ainda não foi localizado.

G1 Tocantins.

Imagem ilustrativa da internet

Bens de ex-governador do Tocantins são liberados após MPF perder prazo para apresentar ação

Sandoval Cardoso e outros políticos são investigados pela PF por supostos desvios em obras de rodovias. Juiz disse que a medida era temporária e que não poderia ficar “à espera da boa vontade” do MPF.

Os bens do ex-governador do Tocantins, Sandoval Cardoso, foram desbloqueados pela Justiça Federal nesta terça-feira (17). O bloqueio havia sido determinado em 2017 após o político ser alvo de uma investigação da Polícia Federalsobre supostos desvios em obras de rodovias. A decisão foi revogada porque o Ministério Público Federal perdeu o prazo para apresentar a ação principal contra o ex-gestor.

Sandoval Cardoso chegou a ser preso pelas suspeitas, mas sempre negou todas as acusações. O político foi solto após pagar fiança. A defesa disse que já esperava o desbloqueio e agora tenta a anulação completa do inquérito no Supremo Tribunal Federal já que encontrou irregularidades na investigação.

Na sentença, o juiz disse que o sequestro dos bens era temporário e que a Justiça “não pode permanecer indefinidamente, à espera da boa vontade ou das conveniências do Ministério Público Federal ajuizar a ação principal”. Ele acrescentou que o MPF extrapolou o que poderia ser considerado um prazo razoável.

A ação deveria ter sido apresentada até 30 dias após o bloqueio dos bens, mas já se passou mais de um ano e isso ainda não aconteceu.

O site procurou o MPF para comentar o caso e aguarda resposta.

Além do ex-governador, também foram liberados os bens do ex-presidente da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (então Agetrans, atual Ageto). O valor total liberado pela Justiça é de R$ 134,5 milhões

Obras investigadas na Operação Ápia são de rodovias (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O caso

A Operação Ápia, da Polícia Federal, investiga dezenas de políticos, funcionários públicos e empresários por supostas fraudes em obras.A suspeita é de que recursos liberados para a construção de rodovias no Tocantins tenham sido desviados e aplicados em campanhas eleitorais. O valor total das obras é de mais de R$ 1,2 bilhão.

No dia 28 de março do ano passado a Justiça bloqueou mais de R$ 430 milhões em bens de 38 pessoas e quatro empresas. Entre os atingidos estavam dois ex-governadores e um deputado estadual.

A PF afirma que o esquema funcionou entre 2013 e 2014, nos governos de Siqueira Campos e Sandoval Cardoso. O caso ainda não se tornou um processo judicial.

O sequestro dos bens era para evitar a dissipação ou ocultação do patrimônio adquirido de forma ilícita, além de possibilitar a retomada de bens.

‘Trata homossexualidade como doença’, diz OAB sobre vereador que mudou nome de creche

Para vereador Filipe Martins (PSC), nome Arco-íris ‘promove o homossexualismo’. Com alteração, unidade se chamará Romilda Budke Guarda.

Para a Ordem dos Advogados, o pedido do vereador Filipe Martins (PSC) para mudar o nome do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Arco-íris, dá a homossexulaidade um tratamento de doença. Ele solicitou a mudança argumentando que o nome ‘promove o homossexualismo’.

“Para justificar a alteração que propôs, ele disse que o arco-íris fazia apologia ao homosexulismo. O sufixo “ismo” é ligado a doença. Desde de 1990, que o homosexualismo saiu do rol de doenças mentais da Organização Mundial de Saúde. A gente vê na justificativa dele um atraso de quase 30 anos, desrespeitando a população LGBT, tratando a homossexualidade como se fosse doença”, diz a presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB, Karoline Chaves.

Ela também questiona o uso de recurso público empregado na mudança. “Desrespeita a população de Palmas porque nós temos uma população significativa LGBT e desrespeita o público geral, fazendo o uso de recurso público para esse tipo de atuação na Câmara, quando na verdade a gente espera outro tipo de ação.”

Entenda

O problema começou após a prefeitura enviar um projeto de lei para a Câmara de Vereadores criando seis novas creches. Uma das unidades seria chamada de Arco-íris, mas o nome encontrou resistência por ser “usado para a promoção do homossexualismo”, segundo o vereador Filipe Martins.

Conforme a Secretaria Municipal de Educação, o nome da creche foi escolhido pela própria comunidade da Arse 102 (antiga 1.006 Sul). Porém, a unidade teve o nome mudado a pedido do vereador.

A prefeitura informou que o projeto com o novo nome foi sancionado, uma vez que seus trâmites cumpriram todos os requisitos legais. (veja a nota completa no fim desta reportagem)

O projeto com o novo nome foi publicado no Diário Oficial do Município, na semana passada, após ser sancionado pela prefeita de Palmas. A creche passou a se chamar Romilda Budke Guarda.

A mudança no nome da escola foi divulgada no próprio site do vereador: “o objetivo é homenagear uma das pioneiras de Palmas como reconhecimento pelos relevantes serviços prestados aos palmenses, além de substituir o nome Arco-Íris, que apesar de ser um símbolo do cristianismo, também é usado para promoção do homossexualismo”, diz trecho de nota publicada.

Nas redes sociais, os internautas comentaram a medida aprovada pelos vereadores. “É isso aí vereador, agora só falta trocar o veado das placas nas rodovias que alerta sobre animais silvestres”, comentou um internauta.

“Eu que pensava que a buraqueira, a falta de iluminação pública, segurança educação de qualidade fossem de maior necessidade […] Deve ser difícil para o senhor sair às ruas em dias de sol e chuva”, comentou uma mulher.

“O problema não é colocar o nome de uma pessoa. Porque se é uma pessoa que tem serviços prestados, tudo bem. Só que ele foi eleito para cuidar de tantas outras questões mas importantes do que isso”, comentou o professor Luciano Coelho, que é orientador educacional na rede municipal de educação.

O vereador informou que pediu a mudança do nome após ser procurado por moradores de uma quadra de Palmas para homenagear Romilda Budke Guarda, que foi pioneira na região norte da cidade. Ainda segundo ele, o nome fazia referência a uma única bandeira, mas a administração pública não pode privilegiar nenhum grupo em detrimento dos demais.

“Além disso, o grupo LGBTI tem usado bastante a bandeira do Arco-íris. Eles usam como símbolo deles. Então para não ter uma bandeira fizemos a substituição, que é de direito do vereador. Já que essa bandeira tem apologia do homossexualismo e estaria dentro de um centro infantil, fizemos a alteração. Mas não tenho nada contra o homossexualismo.”

Essa não é a primeira vez que a Câmara de Vereadores de Palmas se envolve em polêmicas envolvendo questões de gênero. Em 2016, por exemplo, os parlamentares aprovaram uma lei proibindo a discussão sobre ideologia de gênero (diversidade sexual) nas escolas municipais.

Cmei

O Cmei Romilda Budke Guarda está sendo construído na Arse 12 (antiga 106 Sul). A unidade ainda não tem uma data de inauguração, mas deve ter oito salas com capacidade para atender cerca de 450 crianças.

A Prefeitura de Palmas informou, em nota, que publicou no Diário Oficial do dia 9 de julho, a Lei nº 2.399, que cria, denomina e localiza seis Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs). E que após indicação da comunidade, a Câmara de Vereadores, aprovou por maioria e em dois turnos de votação, a escolha da líder comunitária Romilda Budke Guarda para dar nome ao CMEI localizado na Arse 102. A prefeita Cinthia Ribeiro sancionou a matéria, uma vez que seus trâmites cumpriram todos os requisitos legais.

A nota diz ainda, que a creche deve ficar pronta neste segundo semestre de 2018.

G1 Tocantins.

Homem morre após ser baleado durante discussão em Araguaína

Discussão teria ocorrido porque suspeito encontrou a namorada na casa da vítima. O homem foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital.

José Roberto de Sousa, de 65 anos, morreu na tarde desta terça-feira (17), após ser baleado durante uma discussão na casa dele. O caso aconteceu por volta das 13h, no setor Itapuã, em Araguaína, no norte do Tocantins.

Segundo a Polícia Civil, a discussão ocorreu porque o suspeito do crime encontrou a namorada na casa do Sousa. Ela era ex da vítima.

O homem foi socorrido por parentes, mas morreu a caminho do hospital. O suspeito ainda não foi localizado.

G1 Tocantins.

Homem encontrado morto em lago é enterrado como indigente

O enterro foi realizado no cemitério Jardim da Paz,na capital. O corpo já estava em avançado estado de decomposição.

Sem identificação, o corpo do homem encontrado boiando na praia da Graciosa, em Palmas, foi enterrado como indigente na tarde desta terça-feira (17). O enterro foi realizado na cemitério Jardim da Paz, na capital, por volta das 17h.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins, o enterro foi realizado porque o corpo estava em avançado estado de decomposição. Registros fotográficos da arcada dentária e a numeração do túmulo foram guardados para uma futura identificação.

O corpo foi encontrado boiando no último domingo (15), na área de banho de uma das praias mais movimentadas da capital. Trata-se de um homem branco e calvo e que ficou submerso por cerca de dois dias. Ele estava apenas com uma roupa íntima. Não foram verificados sinais de violência.

Nesta segunda-feira, uma mulher foi até o IML e informou que estava à procura de um parente desaparecido há dois meses e que possui as mesmas características do homem. Mas a mulher não retornou ao instituto para fazer o reconhecimento.

G1 Tocantins.

Médico cubano morre após carro bater de frente com caminhão em curva

Luís Alberto Martinez Vila morava em Redenção (PA) e trabalhava no Distrito Sanitário Especial Indígena Kayapó do Pará. Batida ocorreu próximo de Colméia,região central do Estado.

Um acidente grave causou a morte do médio cubano Luis Alberto Martinez Vila e deixou outra pessoa gravemente ferida. A colisão aconteceu durante a madrugada desta terça-feira (17) na TO-336, próximo de Colméia, a 206 quilômetros de Palmas. O carro em que as vítimas estavam bateu de frente com um caminhão.

Segundo informações da Polícia Civil, quatro pessoas estavam no carro de passeio. Todos foram levados inicialmente para o hospital de Colmeia.

Depois, o motorista do veículo foi transferido para o Hospital Regional de Araguaína em estado grave. Os outros dois passageiros, uma mulher e um adolescente, tiveram ferimentos mais leves. O médico não resistiu.

Acidente aconteceu na TO-336, na região central do estado (Foto: Divulgação)Acidente aconteceu na TO-336, na região central do estado (Foto: Divulgação)

Acidente aconteceu na TO-336, na região central do estado (Foto: Divulgação)

Luis Alberto Martinez Vila morava em Redenção (PA) e trabalhava no Distrito Sanitário Especial Indígena Kayapó do Pará. As informações foram confirmadas pela Unidade de Atenção à Saúde Indígena.

Ainda não há informações do que pode ter provocado o acidente. Porém, imagens feitas no local mostram que a batida ocorreu em uma curva onde é proibida a ultrapassagem. A perícia foi acionada e o caso repassado para a Polícia Civil.

O corpo do médico foi levado para o IML de Araguaína.

G1 Tocantins.

Mulher ganha indenização após ser derrubada de maca e fraturar clavícula

Caso aconteceu no Hospital Regional de Araguaína, em 2012. Estado ainda pode recorrer da decisão.

Uma paciente ganhou uma indenização de R$ 5 mil após ser derrubada de uma maca no Hospital Regional de Araguaína, norte do Tocantins, e quebrar a clavícula. O caso ocorreu ainda em 2012, mas a sentença saiu apenas nesta segunda-feira (16). O Estado ainda pode recorrer da decisão.

G1 procurou a Secretaria de Saúde e aguarda um posicionamento.

Segundo consta no processo, a paciente estava internada no corredor da unidade e foi derrubada ao ser transportada para fazer exames. Ela foi derrubada durante o trajeto e sofreu a fratura na clavícula esquerda. Depois do acidente, ela continuou internada no corredor e ficou sem os cuidados necessários.

Ainda conforme a decisão, por causa disso ela perdeu parte do movimento do ombro. “Pelo contido nos autos, é inegável que a parte requerente passou por um sofrimento ao ser derrubada da maca hospitalar, sofrendo com isso lesão na clavícula do lado esquerdo, fato este incontroverso nos autos, conforme se extrai da prova anexada pela própria requerida […]”, afirmou juiz Roniclay Alves de Morais, do Núcleo de Apoio às Comarcas (Nacom).

A mulher ganhou uma indenização de R$ 5 mil por danos morais. O valor ainda deverá ser corrigido com juros a partir da data do acidente.

G1 Tocantins.

Tocantins teve pelo menos oito mortes de bebês que aguardavam cirurgias em 2018

Levantamento é da Defensoria Pública e leva em consideração apenas os casos que já estavam na Justiça quando as crianças morreram. Mãe que aguarda transferência fala sobre a angústia da espera.

Pelo menos oito bebês já morreram no Tocantins a espera de cirurgias cardíacas em 2018. Este tipo de procedimento não é feito no estado e sempre que alguma criança precisa do serviço o governo tem que procurar vagas em outros hospitais e fazer a transferência. O problema é que o processo costuma ser demorado e em muitos casos os pequenos não resistem a espera.

Existe uma decisão judicial que determinou que as transferência fossem imediatas, mas segundo a Defensoria Pública ela não está sendo cumprida pela Secretaria de Saúde. Uma das mães, que aguarda pela transferência a mais de 15 dias, falou sobre a angústia da espera.

“Quando eu vejo eles vindo na hora do boletim, quatro horas da tarde, antes deles chegar [SIC] eu já estou chorando. Porque todo dia eles me falam isso: que o coração dela está fraco, que ela pode via a óbito a qualquer momento”.

Alzira da Conceição é a mãe da Isadora, a pequena foi diagnosticada com um problema cardíaco logo que nasceu, há menos de um mês. Ela está internada na UTI da Maternidade Dona Regina, em Palmas.

O levantamento que mostrou que já são oito bebês mortos leva em consideração apenas casos que já estavam na Justiça quando a morte aconteceu. Na semana passada o Ministro da Saúde, Gilberto Occhi, esteve em Palmas e falou sobre o problema, mas não deu prazo para resolver a situação.