Kamilla Christina Alves, aluna do curso de Letras do Câmpus Goiânia, é a única representante do Brasil dentre os vencedores do concurso na categoria graduação

A estudante Kamilla Christina Alves de 29 anos concluinte do curso de Letras-Língua Portuguesa, ofertado no Câmpus Goiânia do Instituto Federal de Goiás (IFG), é uma das premiadas no Concurso IILP-Itamaraty de Artigos Científicos sobre a Língua Portuguesa (PLNM), na categoria graduação.

O resultado do concurso foi divulgado no dia 7 de abril e Kamilla foi premiada pela produção do artigo de título: “Aprendizagem em movimento: à docência em formação no ensino de português para migrantes haitianos”, resultante de projeto de língua portuguesa para migrantes e indígenas desenvolvido no Câmpus Goiânia do IFG.

Essa é minha primeira premiação em um concurso, sinto que é o reconhecimento do trabalho que realizamos no MoV(irtual), pois desenvolvemos todas as aulas desde os planos de aulas às tarefas direcionadas aos alunos”, destaca a estudante Kamilla Christina Alves.

Ela explica que nasceu em Goiânia, mas os avós moravam em Palmeirópolis. “Minha mãe Sônia Cristina Alves é costureira e para que eu pudesse estudar e ela trabalhar, nos mudamos para a cidade quando eu era pequena. Considero-me de Palmeirópolis, pois foi onde vivi momentos importantes da minha formação e ainda visito a cidade, para ir de encontro a minha madrinha Lucineide Gomes da Silva, aos meus amigos e familiares”, pontuou.

Kamilla morou em Palmeirópolis até os 16 anos, e destaca alguns professores que fizeram parte na sua formação. “Foi de extrema importância na minha vida, pois minha base escolar foi feita na Escola Elda Silva Barros com a professora, Eula Maria de Jesus Braga e a professora Edna Barcelos de Fátima, das quais me recordo com carinho pelo comprometimento e atenção quanto a minha alfabetização”, disse.

Comentou ainda, que o Ensino Fundamental cursou no Colégio Estadual de Palmeirópolis, hoje professora Maria Guedes, onde teve aulas com o professor Fábio Vaz (ex-prefeito), e a professora Lucy Calixto.

“Pessoas importantes na formação do meu senso crítico, com suas aulas interativas e dialogadas”, argumentou.

Durante o Ensino Médio foi para o Colégio Professora Oneides Rosa de Moura, onde teve aulas com a professora Maria José Bernardes Alves. “Tenho muito amor por essa professora que estimulou as minhas leituras literárias e que com suas aulas impulsionou minha busca pelo saber”.

A mãe e os tios de Kamilla passaram a infância e adolescência em Palmeirópolis, a avó Maria Ercy Martins era merendeira na Escola Pré Escolar Elda Silva Barros, era com ela que ia a escola. Avó aposentou-se em Palmeirópolis por tempo de trabalho prestado.

Relatou ainda que o irmão nasceu na cidade e ainda tem contato com um primo da mãe, Antônio Rodrigues da Silva (marceneiro), esposo da Nair Alves Moreira da Silva (enfermeira) que reside na cidade.

O artigo científico elaborado pela estudante é fruto de sua atuação enquanto professora voluntária, desde 2019, no projeto de extensão “Acolher, Ensinar e Aprender: português para imigrantes em situação de vulnerabilidade”, que foi renomeado para o ensino remoto para “Movimentos Migratórios em V: português para falantes de outras línguas – MoV(irtual)” durante o sistema remoto de ensino implantado no IFG em virtude da pandemia de Covid-19.

Da redação

Veja a matéria completa abaixo no link do site do Instituto Federal de Goiás

Estudante do IFG é premiada em concurso internacional promovido pelo Itamaraty

 

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