Se a pessoa passar por uma situação de risco, deve procurar imediatamente uma unidade de saúde para fazer o uso de medicamentos.

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do uso dos preservativos na prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST´s), como sífilis, HIV e hepatite, as unidades de saúde de Palmeirópolis realizaram, nesta quarta-feira (27), ações educativas para o Carnaval.

Além de sensibilizar a população sobre a importância da prática do sexo seguro teve também a realização do teste rápido.

A prefeitura de Palmeirópolis, por meio da Secretaria de Saúde, esteve na Feira do Produtor Rural, na praça Limírio Viana Guimarães, realizando a distribuição de preservativos e conscientizando as pessoas sobre doenças transmitidas pelo ato sexual.

Foi montado no local, um ponto de teste rápido de HIV, sífilis e hepatites, e posteriormente a equipe realizou a entrega de caixas de preservativos em pontos comerciais estratégicos da cidade.

A campanha é uma ação junto com o Ministério da Saúde que visa incentivar o uso de preservativos, além de sensibilizar a população sobre a importância da prática do sexo seguro e a realização do teste rápido.

A Coordenadora da Atenção Básica de Saúde de Palmeirópolis, Mara Layane Alves Benvindo, lembrou que qualquer pessoa está vulnerável ao contágio e é possível viver muitos anos sem saber que é portador do vírus.

“Uma tatuagem, um piercing e até um alicate de manicure tornam-se transmissores da doença, por isso é muito importante a realização do teste rápido e, caso seja necessário, iniciar o tratamento adequado, o resultado sai em menos de 2 minutos”, ressaltou Mara Layane.

Ainda segunda a coordenadora, o trabalho preventivo e de aconselhamento acontece sistematicamente durante todo ano, em todas as unidades de saúde de Palmeirópolis, e os preservativos são sempre ofertados e estão cada vez mais acessíveis.

Se a pessoa passar por uma situação de risco, deve procurar imediatamente uma unidade de saúde para fazer o uso de medicamentos. Se utilizada até 72 horas após a ocorrência, durante 28 dias, os remédios impedem que a pessoa seja infectada pelo vírus HIV.

Informações e fotos:Daniela Tavares/Ascom prefeitura

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