Taxa de desocupação corresponde a 12,3% da população do estado. Números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mais de 88 mil pessoas estão desempregadas no Tocantins e não conseguem arrumar um emprego. A taxa de desocupação corresponde a 12,3% da população do estado. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Este é o caso da Lucineide Francisca da Silva, de 34 anos, que está há três meses desempregada. Ela está desempregada e vai receber em junho a última parcela do seguro-desemprego. 

“Agora começa a procura de emprego novamente. Fazer currículos, entregar e entrar no mercado de trabalho, sendo que está um pouco difícil a gente encontrar emprego aqui em Palmas. Não está sendo fácil”, diz Lucineide Francisca da Silva.

Os dados são referentes ao primeiro trimestre deste ano. Os dados apontam que no país o percentual de desocupação é de 12,7%. Na região norte, essa taxa está em 13,1%. No Tocantins, no mesmo período do ano passado era de 11%.

O supervisor do IBGE no Tocantins, Paulo Ricardo Amara, explica que a variação representa uma estabilidade. “É uma situação natural onde as contratações que acontecem no final do ano passam a perder o efeito. As pessoas são demitidas e voltam a fazer parte da taxa de desocupação. Se compararmos com o mesmo período do ano passado há um pequeno crescimento. Por isso, dizemos manteve-se estável com um pequeno crescimento.”

Especialista em gestão de pessoas, Carla Cândido, diz que a demanda por profissionais, apesar de pouca, existe. Só que é preciso se adaptar ao mercado e buscar qualificação.
“Se preparar é muito necessário. Olhar para o mercado de trabalho, olhar as exigências que ele quer, como quer ser colaborador da empresa e ir fechando o círculo para que seja escolhido e não fique na estatística de desempregados”, explicou.

Desempregada, a Lucineide Francisca diz que está ansiosa para voltar a trabalhar. “É preocupante, com filho em casa, tem que se preocupar muito com isso. Não é fácil ter filhos e estar desempregada em um tempo de vida desses”, afirma.

G1 Tocantins.

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