Três pessoas ficam feridas após batida entre motos e caminhão na faixa de pedestre

Colisão aconteceu em Araguaína, na avenida Filadélfia. Uma das motos foi parar debaixo do caminhão; as vítimas foram levadas para o Hospital Regional.

Três pessoas ficaram feridas depois de um acidente envolvendo duas motocicletas e um caminhão, em Araguaína, neste domingo (15). A colisão foi registrada em cima de uma faixa de pedestre, da avenida Filadélfia. Um dos veículos foi parar debaixo do caminhão.

Segundo os Bombeiros, duas mulheres e um homem tiveram ferimentos. Uma delas, teve uma fratura na coxa e a outra, ferimentos no crânio e no pescoço. O homem teve ferimentos no rosto e no braço.

Os feridos foram levados para o Hospital Regional de Araguaína. Ainda não temos informções sobre as causas do acidente.

G1 Tocantins

Três homens são presos suspeitos de estuprar menina de 11 anos no Tocantins

Suspeitos foram capturados após o cumprimento de mandados de prisão temporária. Crime aconteceu em Miracema do Tocantins.

Três homens foram presos suspeitos de estuprar uma menina de 11 anos, em Miracema do Tocantins. Eles foram capturados nesta terça-feira (10) após o cumprimento de mandados de prisão temporária.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os presos são: José Alves Pereira, de 38 anos, Domingos Pereira Bezerra, de 43 e Manoel da Conceição de França, de 61.

Segundo o delegado Clecyws Antônio, as investigações apontam que os três cometeram o crime de estupro de vulnerável. Os homens foram levados para a Cadeia Pública de Miracema.

G1 Tocantins

imagem ilustrativa gazetainterior

Três suspeitos de torturar e decapitar homem em Arraias são presos

Corpo de vítima foi encontrado parcialmente enterrado e em avançado estado de decomposição. Polícia suspeita que crime seja efeito da disputa pelo controle do tráfico na cidade.

A Polícia Civil prendeu três pessoas suspeitas de ter participação na morte de João Marcos Barbosa Pereira, conhecido como ‘Pinguim’, em Arraias, sul do Tocantins. O crime foi em julho e chocou a cidade pela brutalidade. Foram detidos como suspeitos, Rafael Souza Carvalho, de 23 anos, Thais Aquino da Silva, 24 anos e Francisco Filho Cavalcante, de 36 anos.

Segundo as investigações, os três torturaram, decaptaram e enterraram o corpo de Pereira em uma estrada vicinal da cidade. O rapaz ficou com parte do corpo expostas e por isso foi encontrado por moradores alguns dias depois, já em avançado estado de decomposição.

A Polícia Civil não esclareceu o papel de cada um dos envolvidos no crime. Rafael Souza e Thais Aquino foram pesos em Goiás e Francisco Filho estava em Taguatinga, no sudeste do estado. Todos estão sendo levados para Arraias, já que a Justiça determinou a prisão preventiva deles.

A principal linha de investigação é que a execução seja efeito de uma disputa pelo controle do tráfico de drogas na cidade. A vítima e os suspeitos, têm passagens pela posse de drogas na cidade.

G1 Tocantins

Acidente com van escolar deixa três mortos e adolescentes feridos no sudeste do Tocantins

Segundo Polícia Civil, carro bateu em um bezerro, fazendo o veículo invadir a pista contrária e se chocar com a van.

Três pessoas morreram após uma batida entre um carro e uma van escolar na TO-050, em um trevo com sentido a Conceição do Tocantins.

O acidente aconteceu na manhã deste sábado (24), por volta das 7h. Quatro adolescentes que estavam na van ficaram feridos.

Segundo informações da Polícia Civil, o carro bateu em um bezerro, fazendo o motorista perder o controle da direção e o veículo colidir com a van escolar que trafegava em sentido contrário.

O motorista do carro ficou preso às ferragens e morreu no local. O condutor da van, identificado como Joaquim Ramalho dos Santos e o passageiro do carro chegaram a ser socorridos, mas morreram a caminho do Hospital Regional de Arraias.

Os corpos serão levados para o Instituto Médico Legal de Natividade.

Os adolescentes que estavam na van foram socorridos por pessoas que passavam pelo local e levados para hospitais de Arraias e de Conceição do Tocantins. O veículo tinha saído de Conceição e levava os menores para Arraias.

G1 Tocantins

Eleito três vezes e cassado duas; relembre trajetória política de Marcelo Miranda

Além de perder o mandato como governador duas vezes, Miranda também foi impedido de assumir o senado quando foi eleito para o cargo em 2010.

O governador cassado do Tocantins, Marcelo Miranda (MDB) é o único político da história do estado a ser eleito e perder o mandato duas vezes para o mesmo cargo.

A trajetória de Miranda na vida pública começou em 1990, como deputado estadual. Ele voltou a ser eleito para o cargo em 1994 e 1998, quando foi escolhido presidente da Assembleia Legislativa.

Em 2002 se aliou ao então governador Siqueira Campos e concorreu ao Palácio Araguaia. Venceu e ficou no cargo até 2009, quando foi cassado pela primeira vez.

Desde então foram muitas as polêmicas. Relembre aqui alguns dos principais episódios.

Primeira cassação

Marcelo Miranda foi eleito governador pela primeira vez em 2002 e cumpriu integralmente o mandato até 2006, quando foi reeleito.

Durante a segunda campanha, se voltou contra o antigo aliado, Siqueira Campos e acabou superando ele nas urnas. Ele continuou no Palácio Araguaia até 2009, quando foi cassado.

A decisão na época foi do Tribunal Superior Eleitoral, por irregularidades encontradas na campanha de 2006. Miranda ficou inelegível pelo prazo de oito anos.

O comando do executivo acabou com o então presidente da Assembleia Legislativa, Carlos Gaguim. Ele venceu uma eleição indireta e ficou no cargo até o fim de 2010, mas não conseguir se reeleger e foi sucedido por Siqueira Campos.

Campanha ao Senado

Por causa da decisão do TSE em 2009, o político acabou impedido de assumir o mandato como senador quando foi eleito para o cargo em 2010. Ele foi o mais votado em todo o estado, mas teve o diploma negado com base na Lei da Ficha Limpa.

Quem assumiu foi o primeiro suplente, senador Vicentinho Alves (PR).

Eleições de 2014 e avião em Piracanjuba

Durante as eleições de 2014, Marcelo Miranda precisou ir à Justiça para conseguir o direito de se candidatar.

Ele era o favorito nas intenções de voto, mas não tinha certeza se poderia continuar no governo em função da condenação em 2009.

Ele foi autorizado a concorrer, mas o candidato a vice, Marcelo Lélis (PV), foi impedido.

Marcelo formou chapa com Cláudia Lélis (PV) e acabou ganhando no voto popular. Durante a campanha, a Polícia Civil apreendeu um avião com R$ 500 mil em dinheiro e santinhos da chapa Miranda-Lélis em Piracamjuba (GO). O caso levaria à nova cassação dele em 2018. 

Avião foi apreendido pela polícia com R$ 500 mil e santinhos e candidato político, em Piracanjuba, Goiás (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Operações da Polícia Federal

Ao longo do segundo mandato, Marcelo Miranda foi alvo de várias operações da Polícia Federal que investigam esquemas de corrupção. O primeiro caso foi em novembro de 2016, quando foi deflagrada a primeira fase da Operação Reis do Gado.

O inquérito investiga um esquema de lavagem de dinheiro e fraudes em licitações públicas. Miranda chegou a ser conduzido coercitivamente para prestar depoimento no caso. Parentes dele foram indiciados, inclusive o pai, Brito Miranda.

Em outubro de 2017, foi lavado para depor novamente. Ele foi interrogado por um ministro do Superior Tribunal de Justiça na quinta fase da Operação Ápia.

Marcelo Miranda é investigado em operação da Polícia Federal (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Na época, a investigação era sobre um esquema que seria comandado pelo Procurador Geral de Justiça do estado, Clenan Renault de Melo, para beneficiar algumas empresas através de ações do Ministério Público Estadual. Miranda não respondeu a nenhuma pergunta do ministro.

No último dia 6, o governador foi intimado para depor pela terceira vez. Ele se tornou alvo da operação Pontes de Papel, um desdobramento da Ápia que investiga pagamento de propina em obras rodoviárias.

O novo depoimento durou cerca de três horas, mas como a investigação está em segredo de Justiça o conteúdo não foi divulgado.

Nova cassação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou na manhã desta quinta-feira (22) os diplomas do governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice-governadora Cláudia Lelis (PV).

O processo, que analisa caixa dois durante a campanha de 2014, começou em 2015 após uma aeronave ser apreendida com R$ 500 mil em Goiás.

O advogado Thiago Boverio, que representa o governo, informou que vai recorrer da decisão. “Há muitos fatos para esclarecer.

O próprio ministro disse que há muitos indícios e isso tudo será esclarecido nos embargos declaratórios.

Quanto à execução, o que ficou bem claro é que o ministro tomou para si a possibilidade de decidir sobre isso”, disse.

A decisão tem efeito imediato e o governador deverá deixar o cargo para realização de novas eleições, na qual o vencedor deverá ocupar o cargo até o final deste ano.

Porém, a defesa do advogado pode recorrer ainda dentro do próprio órgão.

G1 Tocantins

Mãe e padrasto são suspeitos de torturar menina de três anos: ‘batiam cabeça dela na parede’, diz polícia

Mãe e padrasto estão presos preventivamente e foram indiciados por tortura, abandono intelectual e obstrução ao Conselho Tutelar. Caso foi registrado em Araguaína, norte do Tocantins.

Um casal foi indiciado por agressão e abandono intelectual contra a filha de apenas três anos em Araguaína, norte do Tocantins.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a mulher era mãe biológica e o homem padrasto da criança.

Os dois são suspeitos de constantemente agredir a menina e até bater a cabeça dela contra uma parede, entre outros tipos de tortura.

Conforme a Delegacia da Criança e Adolescente (DECA), a denúncia dos abusos foi feita pelo pai biológico da criança no início do mês.

O homem ficou sabendo das agressões por vizinhos e inicialmente procurou o Conselho Tutelar.

Os conselheiros chegaram a ir à casa da criança, mas a mãe disse que ela não estava. A mulher também tentou enganar a polícia, porém os agentes entraram na casa e encontraram a menina cheia de hematomas.

Ainda segundo o Conselho Tutelar, a criança está internada em um hospital da cidade, onde passa por exames.

Antes, ela foi levada ao IML e o médico legista constatou que a criança sofria agressões há muito tempo.

A menina tinha hematomas nas costas, pernas e principalmente na cabeça.

“É uma situação muito grave e ela está internada para fazer tomografia porque os hematomas eram principalmente na região da cabeça. A própria criança relata que o padrasto a derrubou no chão, bateu na parede. Ela tem marquinhas no joelho porque provavelmente ficava ajoelhada em cima de grãos”, disse a conselheira tutelar Renata Rego.

Ainda segundo a conselheira, a criança estava sem frequentar a creche há vários dias. Nas poucas vezes que foi ao local, funcionários também relataram ter visto hematomas na criança.

O casal está preso preventivamente e a investigação sobre o caso foi concluída nesta terça-feira (13).

Conforme a polícia, os dois foram indiciados por tortura, abandono intelectual e obstrução ao Conselho Tutelar.

Denúncias de abusos contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo telefone do Disque Direitos Humanos, o Disque 100. Assim como diretamente à Polícia Civil no 197.

G1 Tocantins/Foto ilustrativa

Caminhonete tomba após ultrapassagem e deixa três feridos no Tocantins

Acidente foi na tarde deste domingo (4). O carro era ocupado por cinco pessoas, dois saíram ilesos.

Uma caminhonete com cinco ocupantes tombou na tarde deste domingo (4) em uma estrada próximo a TO-010, na região de Lajeado.

Conforme a Polícia Militar, três ficaram feridos, dois em estado grave. Os outros dois saíram ilesos.

De acordo com a PM, o acidente ocorreu depois que o motorista realizou uma ultrapassagem e saiu de frente com um caminhão, com isso, ao desviar o véiculo saiu da estrada e tombou.

Os três feridos foram levados para Hospital Geral de Palmas (HGP). Os outros dois ocupantes receberam atendimento no local.

 G1 Tocantins

Deputado do Tocantins presta depoimento durante três horas na sede Polícia Federal

Eduardo Siqueira Campos foi intimado a prestar novos esclarecimentos sobre a operação Ápia. Suspeita é de que ele tenha recebido propina de empreiteiras na construção de estradas.

Terminou por volta do meio-dia desta quinta-feira (1) o depoimento do deputado Eduardo Siqueira (DEM) na sede da Polícia Federal.

Conforme apurado pela TV Anhanguera, o parlamentar foi intimado para prestar esclarecimentos sobre as investigações da operação Ápia. Ele foi ouvido por cerca de 3 horas.

A Polícia Federal quer apurar se o parlamentar negociou com empreiteiras o pagamento de propina na pavimentação de um trecho da TO-050 que dá acesso a Lago da Confusão, sul do Tocantins.

A assessoria do deputado ainda não se manifestou sobre o novo depoimento.

Eduardo Siqueira também foi ouvido na quarta fase da Ápia, em 2017. Na época, ele foi levado coercitivamente para depor. A suspeita também era de que ele teria recebido propina de empresários.

A operação começou ainda em 2016 e é considerada a maior investigação da Polícia Federal no estado. Com vários desdobramentos e seis fases, a Ápia levou à prisão empreiteiros, políticos e até o ex-governador Sandoval Cardoso, que chegou a ser preso e ganhou liberdade após pagar fiança.

São investigados contratos de empréstimos do governo do Tocantins feitos entre 2012 e 2014, que somam R$ 1,2 bilhão para obras de pavimentação no interior do estado.

Operação Ápia

Apenas nas quatro primeiras fases da Ápia foram 90 investigados e cerca de 500 indiciamentos. Mais de 2 mil documentos foram apreendidos e analisados.

Além disso, 41 pessoas tiveram bens bloqueados num total de R$ 431 milhões. São casas, apartamentos, fazendas e carros, entre outros.

Um relatório de 226 páginas foi concluído e entregue ao Ministério Público Federal durante 2017, mas as investigações continuam.

O acordo de delação feito com Guimarães, a empresa dele recebeu cerca de R$ 135 milhões em contratos questionados.

A Ápia teve como foco contratos de empréstimos do governo do Tocantins feitos entre 2012 e 2014, que somam R$ 1,2 bilhão para 12 obras de pavimentação no interior do estado.

A Polícia Federal apurou que o desvio aconteceu no momento em que o Estado pagou indevidamente as empreiteiras por serviços não realizados.

Desdobramento

A documentação apreendida em todas as fases da Ápia deu origem a outra operação chamada Convergência, que envolvem a família do governador Marcelo Miranda e do procurador-geral de justiça Clenan Renaul.

O chefe do MPE é suspeito de beneficiar empreiteiros e os filhos dele, que segundo a Polícia Federal teriam recebido propina por meio de um contrato fictício com um escritório de advocacia. Mas, até agora, nada ficou provado segundo os procuradores.

Esquema

Segundo informações da PF, a organização suspeita de fraudar licitações de terraplanagem e pavimentação asfáltica no Tocantins funcionava em três núcleos compostos por políticos, servidores públicos e empresários.

Segundo o superintendente regional da PF no Tocantins, Arcelino Vieira, os núcleos eram formados com a intenção de fraudar e burlar a fiscalização de forma a conseguir lucrar com os serviços, que muitas vezes não eram executados.

“O núcleo político era composto por pessoas que compunham o alto escalão do Estado, dois ex-governadores que, através de contratos com Banco do Brasil, conseguiram empréstimos internacionais”, disse.

O superintendente explicou que os empréstimos estavam fundamentados em uma lei estadual, a qual também autorizou o estado a criar um comitê executivo que gerava os recursos e os distribuía para várias secretarias estaduais.

Uma delas era a Secretaria de Infraestrutura (Agetrans) que fazia a licitação e o acompanhamento de todas as obras.

Segundo a investigação da PF, os recursos adquiridos através de três linhas de crédito somavam R$ 1,2 bilhão. Deste valor, a Agetrans ficou com R$ 850 milhões para investir em obras nas rodovias, mas os contratos receberam aditivos que se computados, ultrapassariam R$ 1 bilhão.

“Os editais eram recheados de cláusulas restritivas à concorrência que favoreciam empresários do grupo. Ao final se constatou que havia ajuste de preços para dividir o lote entre seis empresas. Está bem clara a existência de um cartel para o fim de fraudar as licitações e desviar dinheiro público federal”, explicou o procurador da república José Ricardo Teixeira.

G1 Tocantins

Polícia Civil localiza três irmãs que desapareceram em Aparecida de Goiânia

Delegado informou que as adolescentes, de 12, 13 e 17 anos, estão bem. Corporação descartou a possibilidade de sequestro.

A Polícia Civil localizou as três irmãs que estavam desaparecidas há cinco dias, em Aparecida de Goiânia. O delegado regional André Fernandes informou que as meninas, de 12, 13 e 17 anos estão bem. Ele havia descartado a possibilidade de sequestro.

Mãe das meninas, a costureira Valdivina Fernandes de Araújo, de 34, anos, se emocionou ao saber que as filhas haviam sido encontradas. Ela e a família foram para a delegacia encontrá-las.

“Foi muito difícil, estou chorando de alegria. Não sei nem descrever a alegria de saber que elas estão vivas e vou poder levar para casa”, comemora.

Pai das duas meninas mais novas, Diego Silva dos Santos, de 33 anos, agradeceu ao apoio dos policiais e da comunidade que ajudou nas buscas. “Maior alegria da minha vida, elas são tudo pra gente, para a família toda, quero abraçar, beijar, falar que amo elas demais”, disse.

Mãe das adolescentes se emociona ao saber que filhas foram encontradas em Aparecida de Goiânia (Foto: Paula Resende/G1)

As adolescentes foram vistas pelos parentes pela última vez no sábado (20). Segundo o pai, quando ele acordou as três não estavam mais na casa. A mais velha chegou a enviar uma mensagem para a mãe, na manhã de segunda-feira (22), pelas redes sociais pedindo ajuda.

“Mãe, eu estou presa em um lugar sem celular. Preciso de ajuda. Vão me levar para o Mato Grosso hoje. Estão me deixando louca, as meninas tentaram me ligar, mas não deixaram eu atender”, diz a mensagem.

Antes de encontrar as adolescentes, o delegado descartou a hipótese que elas estivessem em perigo e que informações obtidas pela corporação, que se encontram em sigilo, atestavam que as adolescentes estavam bem.

Ligação misteriosa

Pai de duas das meninas e padrasto da terceira, o pedreiro Diego Silva contou que ao G1 que, logo após sumir, uma das adolescentes ligou dizendo que estava com as irmãs em Inhumas e que “não queriam mais voltar”.

“Vi a porta aberta e quando olhei nos quartos elas não estavam lá. A gente está sem chão, não sabemos o que fazer. Uma chegou a ligar dizendo que estavam em Inhumas e que não queriam mais voltar, mas ela estava chorando muito, não sabemos se tem alguém forçando ela a dizer essas coisas. Logo em seguida a ligação caiu e não conseguimos mais falar”, contou o pai.

O pedreiro contou que não sabe o que pode ter acontecido ou como as filhas sumiram.

G1 Goiás

Polícia tenta localizar três irmãs que desapareceram há 5 dias em Goiás

Delegado afirma que sequestro foi descartado e que corporação faz buscas para levar adolescentes, de 17, 13 e 12 anos, para casa; filha mais velha enviou mensagem “pedindo ajuda” à mãe.

A delegado regional de Aparecida de Goiânia, André Fernandes, afirmou nesta quinta-feira (25) que a Polícia Civil está tentando localizar as três irmãs, de 17, 13 e 12 anos, desaparecidas há 5 dias na cidade.

O investigador disse que a corporação tem informações sigilosas que descartam a possibilidade de sequestro. A família recebeu uma mensagem da filha mais velha “pedindo ajuda”.

“Nós estamos com várias diligências, a investigação já está bem adiantada. O que a gente apurou é que elas saíram de casa, ainda não sabemos se acompanhadas de terceiros.

Mas a possibilidade de sequestro está descartada. Queremos entregar estas menores à tutela da família o mais rápido possível”, disse o delegado.

Vitória Fernandes Lopes, de 17 anos, Maria Eduarda Fernandes dos Santos, 13, e Ana Caroline Fernandes dos Santos, 12, foram vistas pelos parentes pela última vez no sábado (20).

Segundo o pai, quando ele acordou as três não estavam mais na casa. Vitória chegou a enviar uma mensagem para a mãe, na manhã de segunda-feira (22), pelas redes sociais.

“Mãe, eu estou presa em um lugar sem celular. Preciso de ajuda. Vão me levar para o Mato Grosso hoje. Estão me deixando louca, as meninas tentaram me ligar, mas não deixaram eu atender”, diz Vitória na mensagem.

Questionado sobre a possibilidade da mensagem de Vitória sugerir que ela e as irmãs estivessem em perigo, o delegado André Fernandes disse que informações obtidas pela corporação, que se encontram em sigilo, atestam que as adolescentes “estão bem” e “serão localizadas pela polícia”.

O vigilante Fernando Barbosa, tio das adolescentes, afirma que a família está desesperada sem ter informações sobre o que pode ter motivado o sumiço das menores de idade. “A polícia realmente tem nos dito que está acompanhando, que o caso está sendo apurado, mas nós não temos pistas, nem porque elas saíram, nem onde estão”.

“Enquanto elas não voltarem para casa a gente não fica em paz”, disse o tio.

Filha mais velha mandou mensagem para a mãe, em Aparecida de Goiânia (Foto: Instagram/Reprodução)

Ligação misteriosa

Pai de duas das meninas e padrasto da terceira, o pedreiro Diego Silva dos Santos, de 33 anos, contou que a família está desesperada a procura das adolescentes. Ele afirma que logo após sumir, uma delas ligou dizendo que estava com as irmãs em Inhumas e que “não queriam mais voltar”.

“Vi a porta aberta e quando olhei nos quartos elas não estavam lá. A gente está sem chão, não sabemos o que fazer. A Maria Eduarda chegou a ligar dizendo que estavam em Inhumas e que não queriam mais voltar, mas ela estava chorando muito, não sabemos se tem alguém forçando ela a dizer essas coisas. Logo em seguida a ligação caiu e não conseguimos mais falar”, contou o pai.

O pedreiro contou que não sabe o que pode ter acontecido ou como as filhas sumiram. Ele conta que está muito preocupada com as adolescentes e em especial com Maria Eduarda, que toma remédios controlados.

“Há uns dois ou três anos atrás ela começou a ter convulsões. Levamos ao médico e ele prescreveu uma medicação para evitar que ela desenvolvesse esquizofrenia, então ela precisa tomar os remédios para não ter convulsão”, completou.

G1 Goiás