Conselho Municipal de Direito do Idoso de Palmeirópolis reuniu-se para tratar de assuntos relevantes a obra do salão de eventos

Os Conselheiros também falaram das doações do Imposto de Renda de pessoa física e jurídica que geram benefícios a idosos de Palmeirópolis

A Secretaria Municipal de Assistência Social reuniu-se, na última semana do mês de março, com o Conselho Municipal de Direito do Idoso (CMDI) de Palmeirópolis para realizarem uma visita in loco na obra de construção do salão de eventos, localizado no centro dos idosos.

Durante a visita, os conselheiros puderam apreciar o salão que se encontra em processo de construção. O projeto conta com banheiros adaptados, vestiários, dentre outras instalações, para atender a população da 3ª idade do município de Palmeirópolis.

A secretária frisou que o projeto de construção nasceu da necessidade de atender a demanda de idosos participantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV, que vem crescendo cada dia. 

E como acontece as aulas de hidroginásticas na piscina semi-olímpica, aquecida (que também é um projeto governamental elaborado pela Secretária de Assistência Social e financiado através de Incentivo Fiscal, pela empresa Engie Brasil Energia), surgiu a necessidade de proporcionar um local adaptado para a realização das aulas de aquecimento, eventos como a dança e demais atividades que são realizadas no salão.

A secretária lembrou ainda que todas as etapas do projeto incluindo a publicação do edital, passaram pela apreciação dos conselheiros, cumprido com rigor o princípio de imparcialidade.

Vice presidente Núbia Domaszak e a presidente do Conselho Adelaide Gomes Correia.

A presidente do Conselho Adelaide Gomes Correia, disse que como usuária assídua dos serviços ofertados no Centro de Convivência do Idoso, é muito bom ver as melhorias que estão sendo feitas no local, “é muito bom ver que um dinheiro que seria pago com impostos, está sendo empregado diretamente na população de Palmeirópolis, por uma empresa que conhece a região, estou feliz em ver a cidade melhorando.

Daniella Tavares Barros

A Secretária Executiva do (CMDI), Daniella Tavares Barros, explica que a Secretaria Municipal de Assistência Social é um órgão normativo, já o Conselho tem funções deliberativas, atuando em parceria e que são inúmeras as atribuições do conselho, com destaque para a fiscalização do uso dos recursos financeiros.

A secretária Ana Paula, ressaltou a importância da junção entre prefeitura e parceiros, “só foi possível realizar o projeto com a ajuda da Empresa Engie Tractebel Energia, que mais uma vez através da Lei de Incentivo Fiscal fez a doação ao Fundo Municipal de Direitos do Idoso para financiar o projeto. Basicamente as Leis de incentivos fiscais é uma espécie de renúncia do governo para incentivar a cultura, o esporte e os projetos sociais. Com isso, por meio de dedução de impostos, pessoas e empresas tem a opção de destinar uma parte do imposto (que já teria que pagar ao Governo) para projetos culturais, esportivos e sociais à sua escolha.” explicou a secretária.

Falou ainda da importância da fiscalização do conselho. Segundo ela, todas as informações sobre a construção da obra são discutidas com os conselheiros e só depois de aprovados é dado prosseguimento no fluxograma do processo. Nosso cotidiano de gestão é muito intenso, e o Conselho deve ser um parceiro para fiscalizar e legitimar as ações. Estamos construindo uma relação humanizada, democrática e eficiente. Esta reunião foi para avaliar a primeira medição da obra através da visita “in loco” e solicitar autorização de pagamento ao CMDI, para então iniciar a segunda etapa da obra” destacou Ana Paula.

Mari Correia/Daniela Tavares

Deputado Gaguim recebe vereadores de Palmeirópolis para tratar da “Curva da Morte”

Os vereadores foram a Brasilia em busca de uma solução urgente.

O Deputado Federal, Carlos Henrique Gaguim, Podemos-TO, recebeu, hoje, 5, no seu gabinete parlamentar, em Brasília, os vereadores da cidade de Palmeirópolis, em audiência para tratar de diversos temas de interesse do município.

Os vereadores vieram solicitar várias demandas, dentre elas: providencias no sentido de se criar alguma alternativa viável de engenharia, transformando a “curva da morte” em um trecho seguro para os motoristas da Rodovia TO-387.

Trecho, este, bem próximo à cidade de Palmeirópolis, que tem levado muitas pessoas a óbito. O trecho, localizado a 5 km do centro da cidade, é conhecido como “Apertado da Hora”.

Atualmente já se contabilizam 51 vítimas nessa curva, sendo 9 vítimas fatais. O trecho é antigo e conhecido por vários acidentes em série. Há muitos anos a população vem fazendo abaixo assinado, buscando uma reforma nessa curva.

“Vou pessoalmente no Ministro dos Transportes, na tentativa de conseguir uma solução urgente para reformamos essa “curva da morte”. Temos que levar técnicos nesse local para solucionarmos definitivamente este problema.” Finalizou o ex-governador, Gaguim.

O último acidente foi na semana passada, na sexta-feira 29, levando a morte do pastor Marcos Antônio de Oliveira Freitas, de 52 anos, líder da Igreja Cristã Evangélica em Gurupi, vítima de acidente de trânsito na curva “Apertado da Hora”, município de Palmeirópolis – Tocantins. 

O pastor estava dirigindo um caminhão e perdeu o controle, descendo em seguida em uma ribanceira da curva perigosa na TO-387 e capotou. Ele estava acompanhado do seu funcionário Carlos Eduardo de Paulo e Silva, que foi conduzido para o Hospital Regional de Gurupi.

A curva fica no pé de uma serra com ribanceira e tem sido alvo de reclamações de moradores devido o perigo e os constantes acidentes. Em maio de 2016 os moradores  de Palmeirópolis chegaram a interditar a rodovia em busca de alternativas de segurança e até agora nada foi resolvido. 

Gaguim explicou: Recebi hoje os vereadores de Palmeirópolis Wiliam de Souza Marques, Presidente da Câmara Municipal, Divino Isidorio Pereira, Fábio Gonçalves Silva Santos, Hildene Tokio de Macedo, Jamilton Guedes Milhomem, Nilson Rodrigues do Nascimento, Raimundo N. Ribeiro da Silva, Sinomar Cassemiro, que vieram à Brasília para tratar das demandas de suas cidades e solicitar emendas parlamentares.

“Cidadãos de Palmeirópolis saibam que o Gaguim esta trabalhando todos os dias para angariar recursos para os municípios tocantinenses. Já conseguimos liberar R$ 254.000,00 para a saúde, de minhas emendas impopsitivas, para Palmeirópolis e nas minhas idas aos ministérios, aqui, em Brasília, sempre, incluo Palmeirópolis nos programas de saneamento básico, educação e equipamentos agrícolas entre outras ações em prol desta cidade.” Finalizou Gaguim.

Ascom/Deputado Gaguim/Rozineide Gonçalves

Bebê morre após dar entrada em hospital de Gurupi para tratar queimadura no braço

A Secretaria Estadual da Saúde disse que a direção do hospital vai apurar o caso. Pais alegam que situação da criança piorou após ela tomar um medicamento na veia.

Uma criança deu entrada no Hospital Regional de Gurupi, sul do Tocantins, com uma queimadura no braço, mas acabou morrendo. Segundo os pais, Júlio Henrique Barbosa Ferreira começou a sentir mal após uma medicação que teria recebido na unidade. 

A Secretaria Estadual da Saúde lamentou a morte. Disse ainda que a direção do hospital vai instalar uma sindicância para apurar o caso.

A mãe Fabiana Ferreira conta que o bebê de um ano e seis meses se queimou em casa com um ferro de passar roupas. A queimadura de segundo grau afetou em parte o braço direito. Segundo ela, a criança não parava de chorar, e por isso procurou o hospital. Júlio deu entrada na unidade às 20h da última sexta-feira (11), e morreu menos de 24 depois. A mãe disse que ele piorou após tomar um medicamento na veia.

“Injetaram no soro e colocaram na veia dele. Eu saí do quarto e chamei meu marido. Quando ele entrou, ele estava em pé na maca e chamou: ‘Papai’. Ele chegou perto, o nenem encostou a cabeça no ombro dele e desmaiou, deu uma parada cardíaca”.

O pai do menino, Júlio Barbosa, disse que não suspeitava que a criança fosse alérgica a alguma medicação e que, apesar dos médicos terem perguntado sobre alguma restrição, nenhum teste foi feito.

“A gente veio para tratar só da queimadura. Meu filho chegou aqui nos meus braços, só chorando. Chegou bom, normal e eu achei que iria só passar uma pomada ou um remedinho e a gente iria voltar para casa no mesmo dia. Meu filho nunca tinha sido internado, eu não sabia que ele tinha alergia a algum medicamento”.

Os pais alegam que o hospital não teria dado a assistência devida a criança, já que a maternidade não conta com uma UTI neonatal. “Meu filho estava precisando ir para uma UTI e ninguém resolvia nada. Uma cidade dessa, desse tamanho, não tem uma UTI para criança?”, questionou a mãe.

Segundo consta na declaração de óbito, Júlio sofreu paradas respiratória e cardíaca, um edema agudo no pulmão e um choque anafilático.
G1/TO