Um ano após crime, mãe de grávida morta com tiro na cabeça dentro de carro em Goiás pede prisão de genro suspeito: ‘Sem escrúpulos’

Vanessa Camargo, 28, foi executada na frente do filho. Marido dela, Horácio Rozendo de Araújo Neto, 35, chegou a ser preso por um mês; ele nega autoria e diz que houve assalto.

A mãe da representante comercial Vanessa Camargo, de 28 anos, grávida de 5 meses que foi morta dentro do carro onde viajava, em Ivolândia, na região central de Goiás, pede a prisão do principal suspeito do crime, que é o marido da vítima, o empresário Horácio Rozendo de Araújo Neto, de 35 anos. A pecuarista Nilva Camargo Soares afirmou, nesta terça-feira (31), exatamente um ano após o crime, que, para que a justiça seja feita, o genro deve ser preso.

Segundo ela, o principal suspeito do crime e a família dele estão lutando pela guarda do filho do casal, que tem 2 anos de idade. A defesa do empresário, que foi indiciado pela Polícia Civil, sempre negou que ele tivesse cometido o assassinato. O G1 tentou contato por telefone com o advogado nesta terça, mas as ligações não foram atendidas.

“Eu preciso de justiça. Esta impunidade é como se ela estivesse morrendo todos os dias.”

“Se não houver justiça, outros vão fazer esta atrocidade, como ocorre todos os dias de homem matando mulher. Ele não teve escrúpulos para matar minha filha e minha neta. Agora quer direito para visitar o filho. Como que eu deixo um assassino visitar meu neto? A vida está banalizada, temos que rezar para ficar ficarmos vivos. Dói demais pensar que ele seguiu a vida dele e minha filha não vai poder mais chegar e falar ‘mãe, cheguei’.”

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

“Ele vai sentir o mínimo da minha vida, nem que seja por um dia. A vida ficou preto e branco, perdi o paladar. Eles vivem como se ela fosse um lixo que foi descartado”, completou.

A irmã de Vanessa, Bruna Camargo Soares de Assis, conta que o pai delas morreu em um acidente quando ela tinha 2 anos e a irmã, 3. Desde então, ela conta que cresceu unida à mãe e à irmã. Após a morte de Vanessa, ela afirma que se agarra na mãe para ter forças para seguir.

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

“Meu pai faleceu, a gente era muito nova. Éramos só nós duas e minha mãe. [Ela] Era tudo pra gente e nada para ele. Para mim, é como se, eu e minha mãe, a gente tivesse perdido tudo que a gente tinha. A gente pensa que é como se ele estivesse ido ali e matado um cachorro. A Justiça, o juiz, tem que entender que eram duas vidas. Duas vidas muito importante para nós. A gente só descansa quando ele estiver presa. Eu demorei a acreditar que ele tivesse coragem de fazer o que ele fez”, disse.

O crime

Vanessa foi morta no dia 31 de julho de 2017, em uma estrada vicinal da cidade. Na ocasião, o empresário disse que viajava de carro com a mulher e o filho do casal, de 2 anos, quando foram abordados por dois homens em uma moto. O esposo, que dirigia o veículo, parou e um dos suspeitos assumiu a direção.

Horácio disse em depoimento que a vítima discutiu com o rapaz e levou um tiro na cabeça e reforçou a tese durante a reconstituição do crime.

Investigação

O delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, disse que a perícia constatou diversas incongruências entre o relato dele e o que de fato aconteceu.

“O laudo constatou que ela foi morta em posição de repouso, sem qualquer indicação que teria discutido com o atirador. Isso contradiz a versão da briga, corroborada pela posição de respingos de sangue na porta do veículo e o local onde o projétil foi encontrado. Além disso, a perícia confirmou que o empresário não estava no banco traseiro”, explicou ao G1.

No dia do crime, a família havia saído de Iporá, também na região central do estado, onde morava, com destino a Goiânia para compromissos profissionais. O delegado pontuou que a análise do GPS dos celulares do casal foi fundamental para desconstruir a história passada por Horácio.

Segundo Queiroz, a análise do aparelho confirmou que a família saiu de casa às 5h31 e que o veículo parou no local onde houve o crime às 7h08. Ele destaca que o tempo é muito maior que o normal para fazer o trajeto.

“Nós refizemos exatamente o mesmo caminho duas vezes com velocidades menores da que foi apontada por ele. Em uma, levamos 25 minutos a menos. Na outra, 30 minutos. Provavelmente, esse é o tempo que ele teria usado para cometer o crime”, detalha.

Motivação

O responsável pelo caso acredita que Horácio cometeu o homicídio por dois motivos: por não aceitar o fim do relacionamento, já que Vanessa teria comentado da ideia de se separar, e por não querer dividir o patrimônio em um provável divórcio.

“Não acreditamos que o crime não tenha qualquer relação com questões extraconjugais, pois ela era muito séria e respeitava o marido. Um exame de DNA também confirmou que Horácio era o pai da filha que Vanessa esperava, diferentemente de boatos que surgiram afirmando o contrário”, pontua.

Na questão financeira, a polícia encontrou dois documentos que podem ter servido de motivação para o assassinato. No mesmo cômodo onde estavam as munições, havia uma apólice de seguro no nome da representante comercial no valor de R$ 86 mil, cujos beneficiários eram Horácio e o filho.

Além disso, um contrato de seguro de vida, ligado ao emprego da vítima, no valor de R$ 300 mil, também dava direitos ao marido de receber metade da quantia. O restante seria divido entre o filho e uma irmã de Vanessa.

G1 Tocantins.

Jovem leva tiro no rosto ao ser surpreendido por dois homens em Araguaína

Ele ficou ferido, foi socorrido e levado para o Hospital Regional de Araguaína. Polícia acredita que trata-se de um acerto de contas.

No Tocantins, homem morre após levar tiro na cabeça em bar e amigo é preso suspeito do crime

Suspeito do crime tentou fugir, mas foi detido pelo dono do bar; caso foi registrado em Luzimangues. Ele sofreu traumatismo craniano e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

Rone Gonçalves Moura morreu no hospital após ser baleado na cabeça em um bar no distrito de Luzimangues, a cerca de 10 quilômetros de Palmas. Após o disparo, o dono do estabelecimento entrou em luta corporal com o suspeito e conseguiu segurar o homem até a chegada da polícia. O caso foi registrado na noite deste domingo (8). As informações são da Polícia Militar.

Segundo a PM, uma testemunha contou que os dois homens estavam bebendo juntos e começaram a discutir. O suspeito sacou uma arma e atirou na cabeça da vítima. Depois, tentou fugir, mas acabou sendo detido pelo dono do bar e ficou desacordado.

Quando a polícia chegou no local, o suspeito deu outra versão do crime, afirmando que o dono do local é que teria atirado na vítima usando uma espingarda. A PM fez buscas no local, mas não encontrou a arma indicada.

O Samu esteve no local e levou a vítima dos disparos para o Hospital Geral de Palmas, mas ele não resistiu. O suspeito de atirar também foi levado para o hospital, onde foi constatado que ele sofreu um traumatismo craniano devido à luta.

O dono do bar e uma testemunha foram levados para a delegacia. A Polícia Civil pediu exame para detectar pólvora nas mãos do homem e ouviu uma mulher que estava no local. O suspeito de atirar na vítima está internado no HGP.

G1 Tocantins.

Imagem ilustrativa da internet

Homem morre após levar tiro na cabeça em bar e amigo é preso suspeito do crime

Suspeito do crime tentou fugir, mas foi detido pelo dono do bar; caso foi registrado em Luzimangues. Ele sofreu traumatismo craniano e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

 

Homem é morto com tiro nas costas enquanto cumprimentava amigos na porta de casa

Amigos e testemunhas afirmam nas redes sociais que vítima foi morta por engano. Crime aconteceu durante a noite no Jardim Aureny II, na região sul de Palmas.

Marco Antônio Nunes Gomes, de 30 anos, foi morto com um tiro nas costas no Jardim Aureny II, na região sul de Palmas. O crime aconteceu na noite desta sexta-feira (20), enquanto a vítima cumprimentava conhecidos na porta de uma casa. Segundo a Polícia Militar, a vítima ainda foi levada para a UPA Sul, mas não resistiu ao ferimento e morreu horas de pois.

Testemunhas contaram à polícia que a Gomes estava conversando com outros homens, quando dois criminosos passaram em uma motocicleta e fizeram vários disparos em direção ao grupo. Gomes foi o único atingido.

Nas redes sociais, amigos do homem e testemunhas afirmam que ele foi morto por engano ao parar para cumprimentar alguns amigos. Porém, o caso ainda será investigado pela Polícia Civil. O velório de Gomes está sendo em uma casa no Jardim Aureny III. Até o momento, nenhum suspeito do crime foi preso.

G1 Tocantins

Ex-presidiário sobrevive a tiro que atravessou mão e pescoço

Crime foi em Colinas do Tocantins, no norte do estado. A Polícia Civil informou que a vítima tinha diversas passagens por roubo e furto.

m ex-presidiário de 32 anos sobreviveu a um tiro que atravessou o pescoço e a mão dele. Segundo a Polícia Militar (PM), a ocorrência foi nessa terça-feira (27), por volta das 13h50, no Jardim Boa Esperança em Colinas do Tocantins, na região norte do estado.

O Corpo de Bombeiros informou que quando chegou ao local encontrou o homem caminhando com a mão e o pescoço feridos. Os bombeiros disseram que ele tentou se proteger, mas a bala atravessou a mão, depois o pescoço e em seguida caiu no chão.

A PM disse que a arma usada no ataque era de baixo calibre. O homem foi levado para o Hospital Municipal de Colinas do Tocantins e depois transferido para o Hospital Regional de Araguaína.

Os parentes da vítima disseram aos policiais que o homem tinha saído da cadeia recentemente. A Polícia Civil informou que a vítima tinha diversas passagens pela polícia por roubo e furto. O caso está sendo tratado como tentativa de homicídio, mas até o momento ninguém foi preso.

A Secretaria de Cidadania e Justiça informou que o homem cumpriu pena por receptação e foi liberado da cadeia há 20 dias após uma decisão da Justiça.

Fonte: G1 Tocantins

Corpo de vereador é encontrado com tiro na cabeça em Goiás

Wilson Portilho estava desaparecido desde segunda-feira (4).

O corpo do vereador licenciado e atual secretário de Desenvolvimento Econômico e Social de Goianésia, Wilson Portilho, 48 anos, foi encontrado com um tiro na cabeça nesta quarta-feira (6) no Distrito de Cirilândia, que pertence a Santa Isabel. 

Wilson estava desaparesido desde segunda-feira (4), quando teria passado pela prefeitura e saiu do local com um funcionário.

Segundo informações preliminares, Wilson teria deixado esse funcionário na casa dele e depois não foi mais visto. Ele estava usando um carro oficial da prefeitura.

As investigações sobre a morte do vereador estão a cargo do delegado regional Marco Antônio Maia, que não deu detalhes da investigação, mas ele já teria conversado com a esposa do vereador, que deixa, além da mulher, dois filhos. 

Eleito vereador em Goianésa nas eleições de 2016, Wilson Portilho é de família tradicional no município e já foi presidente do Sindicato Rural. 

Diário do Norte

Adolescente de 15 anos morre com tiro na cabeça no Tocantins

Após o disparo, Bruno foi encaminhado ao Hospital Regional de Paraíso ainda com vida, mas morreu.

Bruno Almeida da Silva, de 15 anos, morreu na última segunda-feira, 4, em Marianópolis, após ser atingido com um disparo de arma de fogo na cabeça. O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura se a vítima e um grupo de amigos, também adolescentes, estariam fazendo “roleta-russa”.

Conforme depoimento de um jovem de 17 anos, o grupo de amigos estava em uma casa e Bruno teria supostamente pedido para ver a arma, quando o revólver disparou. O jovem que levou à arma ao local fugiu, mas se apresentou à delegacia no mesmo dia.

Após o disparo, Bruno foi encaminhado ao Hospital Regional de Paraíso ainda com vida, mas morreu.

T1noticias

Corpo com marcas de tiro na cabeça é encontrado em Araguaína

Ele foi localizado na rua dos Babaçus, no Setor Araguaína Sul II. A vítima ainda não foi identificada e segundo a polícia, o crime tem características de execução.

corpo de um homem foi encontrado na rua dos Babaçus, no Setor Araguaína Sul II, em Araguaína, na manhã desta sexta-feira (24), por volta das 6h30. Apresentava marcas de tiros na cabeça e na nuca e ainda não foi identificado.

De acordo com a Polícia Militar, testemunhas disseram que ouviram a vítima gritar para que o suspeito do crime não a matasse. Em seguida houve três disparos de arma de fogo. Segundo a polícia, o crime tem características de execução.

G1/Tocantins

Grávida é morta com tiro dentro de carro após abordagem de criminosos em Goiás

Marido e filho do casal, de 2 anos, também estavam no veículo, mas não se feriram. Segundo esposo, vítima foi baleada após discutir com um dos suspeitos, que havia assumido a direção do automóvel.

Uma mulher de 28 anos foi morta após ser baleada dentro do carro onde viajava, em Ivolândia, região central de Goiás. Segundo a Polícia Civil, a representante comercial Vanessa Camargo, grávida de 3 meses, estava acompanhada do marido e do filho do casal, de 2 anos, quando eles foram abordados por dois homens em uma moto. O esposo, que dirigia o veículo, parou e um dos suspeitos assumiu a direção. Ele disse em depoimento que a vítima discutiu com o rapaz e levou um tiro na cabeça. Até o momento, ninguém foi preso.

O crime aconteceu na segunda-feira (7) em uma estrada vicinal da cidade. O marido e a criança não se feriram. De acordo com o delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, a família mora em Iporá, também na região central, e seguia para Goiânia por motivo de trabalho.

“O marido dela disse ontem [terça-feira, 1º] que eles foram abordados na GO-060, cerca de 15 km depois de Iporá. Depois que um dos homens assumiu a direção, o outro continuou na moto e seguiu o carro. O condutor pegou o caminho inverso, entrou em uma estrada de terra e fugiu com o comparsa na moto depois de cometer o crime”, disse o delegado.

Ainda conforme Queiroz, o marido de Vanessa, que é empresário, afirmou que a esposa discutiu com o criminoso porque queria descer do veículo. Ele disse também que como seu celular estava sem sinal, pegou o filho e foi até a estrada para pedir ajuda. Porém, a mulher não resistiu.

O responsável pelo caso disse que nenhum pertence foi levado. O esposo da vítima afirmou que ficou com medo e parou o veículo após ver a arma do motociclista.

“Não descartamos nenhuma possibilidade. Temos que checar tudo. Estou tentando marcar a reconstituição do crime ainda para esta semana para que o marido possa mostrar como se deram os fatos”, afirmou Queiroz.

G1/TO