Padrasto é preso suspeito de estuprar e engravidar enteada de 12 anos em Goiás

Segundo a PM, crime foi descoberto pela mãe da vítima devido às mudanças no corpo da menina.

Um homem de 30 anos foi preso suspeito de estuprar a enteada, de 12 anos, em Senador Canedo. Segundo a polícia, a adolescente está grávida dele. A hipótese é que os abusos aconteciam há mais de um ano.

A Polícia Militar informou que o homem morava com a mãe da vítima na Região Metropolitana de Goiânia. O crime só foi descoberto após a mãe perceber as mudanças no corpo da menina devido à gestação.

Pressionada, ela relatou os abusos que aconteciam dentro da casa. “Ela contou que foi seduzida por ele e ficou mantendo esse relacionamento durante esse período, mas como é criança, não tem como se posicionar”, disse o tenente Daniel Resende.

De acordo com a PM, quando a mãe da vítima descobriu o crime, expulsou o suspeito de casa. Porém, o homem ainda a ameaçava. A polícia, então, foi acionada. O suspeito foi encontrado próximo à residência da adolescente e disse que estava tentando uma reconciliação com a mãe.

A corporação disse que o suspeito confessou o crime. “Ele disse que morava com a mãe, mas que com o tempo, começou a se envolver com a filha, se sentir atraído por ela. Ele fala com uma certa naturalidade, como se fosse algo normal”, disse o tenente da PM.

Ele foi levado para a Delegacia da Mulher de Goiânia e autuado por estupro de vulnerável.

 G1 Goiás

Mãe é presa suspeita de torturar o filho em Goiás

Segundo Rotam, mulher, de 31 anos, espancou garoto, de 8, com corda pelo fato dele ser ‘levado e teimoso’. Criança foi entregue ao Conselho Tutelar.

Uma mulher de 31 anos foi presa suspeita de torturar o próprio filho, de 8, em Senador Canedo, Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a equipe das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (Rotam) que fez a detenção, a mãe alegou que espancou a criança com uma corda porque ele estava muito “teimoso e levado”.

O crime foi cometido na manhã de domingo (11). De acordo com o tenente João Rosa Soares Júnior, a corporação chegou até a mulher depois que um vídeo do menino agredido, feito pela própria mulher e enviado ao pai do garoto, começou a repercutir nas redes sociais.

“Nós conseguimos encontrar a residência a noite [de domingo] e, em entrevista, ela confessou o crime, alegando que o menino estava teimoso e que queria dar um corretivo nele”, disse o policial.

O menino apresentava hematomas e marcas na costas, peito, braços e pescoço. De acordo com João Júnior, o pai da criança mora em Tocantins. O garoto vive com a mãe, o padrasto e mais cinco irmãos.

A vítima está aos cuidados do Conselho Tutelar de Senador Canedo. Já a mulher está detida na delegacia de Senador Canedo.

G1/GO

Irmã de Aécio joga ‘culpa’ para o senador e pede para ser solta

A defesa de Andrea quer que a prisão preventiva seja convertida em medidas alternativas.

Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) foi presa preventivamente em razão da delação de executivos do frigorífico JBS e agora pede para o Supremo Tribunal Federal (STF) revogar a sua prisão. A defesa de Andrea quer que a prisão preventiva seja convertida em medidas alternativas. Marcelo Leonardo, advogado de Andrea Neves, alega que a cliente não tem participação nos supostos crimes e atribui a responsabilidade ao irmão dela, Aécio.

“O pedido do PGR (procruador-geral da República, Rodrigo Janot), e a decisão agravada (do ministro do STF, Edson Fachin), em verdade, apontam razões que, se existentes, poderiam ser aplicadas para a pessoa física do senador Aécio Neves, nunca para sua irmã Andrea, residente na região de Belo Horizonte e sem qualquer ação política pessoal”, argumentou o advogado.

Em outro trecho do documento apresentado pela defesa de Andrea, o advogado cita que “a jurisprudência dos Tribunais Superiores rejeita a tentativa de justificar prisão preventiva de uma pessoa com fundamentos aplicáveis a outra, por violação do princípio pessoalidade da responsabilidade penal, do qual decorre a imperiosa necessidade de individualização da fundamentação da prisão preventiva”.

Como destaca o jornal O Globo, o ministro do STF Edson Fachin autorizou na última quinta-feira, uma operação deflagrada pela Polícia Federal que prendeu várias pessoas, entre elas Andreia.

Aécio Neves não foi preso mas também é um dos citados na delação de Joesley Batista. Em uma gravação feita pelo empresário da JBS, Aécio aparece pedindo R$ 2 milhões ao dono da empresa, sob a justificativa de que precisava da quantia para pagar despesas com sua defesa na Lava Jato.

A investigação indica que Andrea teria sido a responsável pela primeira abordagem ao empresário Joesley Batista, por telefone e via WhatsApp. No entanto, a defesa da irmã de Aécio afirma que ela nunca participou de questões financeiras das campanhas de Aécio, como arrecadação de recursos.

“O único e isolado episódio que teve participação de Andrea Neves foi a sua conversa com o delator premiadíssimo Joesley, pessoa que até então ela não conhecia, como reconhecido pelo mesmo, quando lhe fez a solicitação de ajuda para custeio de despesas lícitas, mediante a oferta do imóvel de sua mãe, que foi recusada pelo delator premiadíssimo Joesley, que preferiu conversar, diretamente, com o senador Aécio Neves, cujo encontro foi marcado, com conhecimento de Andrea, a qual não teve mais nenhuma participação nos fatos, tendo cessado sua intervenção neste ponto”, diz trecho do pedido da defesa de Andrea.

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