Dois morrem durante ação da PM em Dianópolis; policiais dizem que vítimas ameaçaram atirar

Militares disseram que foram atender uma denúncia de que grupo armado estaria fazendo ameaças na cidade. Maior parte dos suspeitos fugiu, mas dois ficaram para trás e teriam desobedecido ordem para largar as armas.

Dois homens foram mortos pela Polícia Militar de Dianópolis, na região sudeste do Tocantins, na manhã desta terça-feira (24). Segundo o delegado Clezio Cândido Lima Neves, a PM foi chamada pela manhã em por moradores de uma rua do setor Santa Luzia. Eles reclamavam que homens armados estariam fazendo ameaças no local. Os dois mortos seriam parte deste grupo.

Uma equipe de três policiais foi ao local. A maior parte do grupo fugiu assim que eles chegaram, mas Pablo Henrique Almeida Santos, de 23 anos e um menor de idade de 17 anos ficaram para trás. Eles teriam tentado se esconder dentro de uma casa abandonada, mas foram flagrados pelos militares no local.

Segundo o delegado, testemunhas disseram que os policiais pediram que os homens largassem as armas, mas não foram atendidos. Os dois homens não chegaram a atirar, mas os PMs afirmam que eles fizeram menção de apanhar as armas. Foi quando os tiros aconteceram. Os dois morreram no local.

A Polícia Civil informou que a casa foi periciada e os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Natividade, onde devem ser examinados. Não foi informada a quantidade de tiros que atingiu cada um.

Segundo o delegado, além dos três militares, duas testemunhas confirmaram que os homens estavam armados e que fizeram ameaças. Existe também a suspeita de que eles tenham consumido drogas e álcool, mas isso ainda será confirmado pelos exames no IML.

O menor de idade tinha passagens pela polícia e era investigado por ter relação com um homicídio na cidade e com o tráfico de drogas. O delegado destacou que deve ouvir mais testemunhas do caso na quarta-feira (25).

O Comando Geral da Polícia Militar em Palmas disse que deve se manifestar sobre o caso nesta quarta.

G1 Tocantins.

Mesmo com concurso da PM suspenso, candidatos se preparam para próximas fases

Mais de 70 mil candidatos fizeram as provas para concorrer a uma das 1.040 vagas. Concurso foi suspenso após decisão judicial; polícia investiga se houve fraudes na aplicação das provas.

Mais de 70 mil candidatos aguardam um desfecho do concurso da Polícia Militar do Tocantins. Ele foi suspenso em abril deste ano após uma decisão judicial e ainda não foi retomado. Uma investigação da Polícia Civil apontou que houve fraude durante a aplicação das provas. Os resultados da primeira fase não foram nem divulgados, mas alguns candidatos seguem se preparando para as próximas fases. (Veja o vídeo)

O servidor público Thyago de Oliveira fez provas para os cargos de soldado e oficial. Mesmo com o processo seletivo suspenso, ele ainda tem esperanças. “Estou na expectativa da aprovação e até hoje me preparo para o TAF [Teste de Aptidão Física]. Continuo estudando para uma ou outra oportunidade que poderá vir, porém aguardo com muita ansiedade o concurso da PM”.

Foram oferecidas mil vagas para soldado e outras 40 para oficial. As provas foram aplicadas em março deste ano. “Existe o primeiro fato, que é o da suspensão do concurso público da PM. Essa suspensão decorre da transição do governo, no qual houve uma medida cautelar deferida pelo desembargador à época. Após essa medida cautelar, houve um fato novo, que foi indícios de fraude”, explicou o advogado Pablo Araújo.

Candidato ao concurso da PM segue se preparando para as próximas fases (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O Ministério Público Estadual recomendou que o concurso da Polícia Militar não seja retomado pelo governo do estado. A recomendação é para que o governador Mauro Carlesse (PHS) dê uma resposta em 10 dias para informar quais providências vai tomar em relação ao concurso.

De acordo com o MPE, há suspeitas como envelopes violados, celulares apreendidos e vazamento de fotos do gabarito. Em Araguaína, 14 pessoas foram presas suspeitas de fraude durante o concurso, na operação Ateleia. Para a promotoria, as investigações sobre possíveis fraude, podem levar a anulação do concurso.

Por outro lado, a AOCP, empresa responsável pela aplicação das provas divulgou uma nota na última terça-feira (10) informando que será possível identificar e eliminar os candidatos que tentaram fraudar o concurso.

“Por fim, a AOCP reitera que até o momento as investigações demonstram, apesar da tentativa de fraude, a inexistência de qualquer prova de que algum candidato tenha obtido êxito em tal expediente, de forma a afetar a lisura do certame […]”, diz trecho de nota.

A Polícia Militar se manifestou sobre a suspensão do concurso na última segunda-feira (9). Em nota, a comissão organizadora informou que o concurso continua suspenso temporariamente por decisão judicial e decisão administrativa do Tribunal de Contas do Estado.

“Neste intuito, está envidando todos os esforços junto a estes órgãos para agilizar a solução dos entraves que fundamentam tais decisões. O Comando aguarda as decisões a fim de que possa dar continuidade às demais fases do concurso”, dizia nota enviada.

Concurso

As provas do concurso foram aplicadas no dia 11 de março. Ao todo, mais de 70 mil pessoas fizeram as provas em 17 cidades.

O concurso também é composto por avaliação de capacidade física, avaliação psicológica, médica e odontológica e investigação social. A previsão inicial era que o resultado final de todas as etapas do concurso fosse divulgado em agosto deste ano.

O subsídio inicial durante o Curso de Formação de Oficiais é de R$ 4.499,52 e para o Curso de Formação de Soldados é de R$ 2.215,10.

G1 Tocantins.

Promotoria recomenda que concurso da PM continue suspenso por suspeitas de fraude

Concurso está suspenso devido decisão judicial. Investigação apurou fraudes e delegado afirmou que todo o processo pode estar comprometido.

O Ministério Público Estadual recomendou que o concurso da Polícia Militar não seja retomado pelo governo do estado. Os resultados da primeira fase não foram divulgados ainda por causa de uma decisão da Justiça que determinou a suspensão, em abril deste ano. Além disso, uma investigação da Polícia Civil apontou que houve fraude durante a aplicação das provas e todo o concurso pode ser comprometido.

Conforme o MPE, a recomendação é para que o governador Mauro Carlesse (PHS) dê uma resposta em 10 dias para informar quais providências vai tomar em relação ao concurso.

As provas do concurso foram aplicadas em março deste ano. Conforme a 28ª Promotoria de Justiça da Capital, há inúmeras denúncias de envelopes violados e aparelhos celulares apreendidos. Na época do concurso, várias fotos de gabaritos chegaram a circular nas redes sociais.

Imagens de gabaritos circulam nas redes sociais (Foto: Arte G1)Imagens de gabaritos circulam nas redes sociais (Foto: Arte G1)

Imagens de gabaritos circulam nas redes sociais (Foto: Arte G1)

Para o promotor, as suspeitas de fraude podem resultar na anulação do concurso. A recomendação destaca que há investigações sendo feitas pela polícia em Palmas, Arraias e Araguaína. “Se depender do apurado nas investigações em curso, o referido certame deverá ser anulado, seja por via administrativa ou judicial”, disse o promotor.

Por outro lado, a empresa responsável pela aplicação das provas divulgou uma nota nesta terça-feira (10) informando que será possível identificar e eliminar os candidatos que tentaram fraudar o concurso.

“Por fim, a AOCP reitera que até o momento as investigações demonstram, apesar da tentativa de fraude, a inexistência de qualquer prova de que algum candidato tenha obtido êxito em tal expediente, de forma a afetar a lisura do certame […]”, diz trecho de nota.

A Polícia Militar se manifestou sobre a suspensão do concurso nesta segunda-feira (10). Em nota, a comissão organizadora informou que o concurso continua suspenso temporariamente por decisão judicial e decisão administrativa do Tribunal de Contas do Estado.

“Neste intuito, está envidando todos os esforços junto a estes órgãos para agilizar a solução dos entraves que fundamentam tais decisões. O Comando aguarda as decisões a fim de que possa dar continuidade às demais fases do concurso”, dizia nota enviada.

G1 procurou o governo do estado e a Polícia Militar na manhã desta terça-feira (10) para repercutir a recomendação do MPE e aguarda resposta.

Operação cumpriu mandados no Tocantins, Maranhão e Piauí (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Operação cumpriu mandados no Tocantins, Maranhão e Piauí (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Operação cumpriu mandados no Tocantins, Maranhão e Piauí (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Suspeitos presos

A investigação em Araguaína, inclusive, resultou na operação Ateleia. Em cumprimento a mandados, a Polícia Civil prendeu 14 pessoas suspeitas de envolvimento em fraude durante o concurso.

Após a operação, o delegado José Anchieta de Menezes disse que o certame continuava comprometido, mesmo após a prisão dos suspeitos e a Polícia Civil ainda não identificou todos os beneficiados com as fraudes.

“É um dos riscos da continuidade deste concurso da Polícia Militar do Tocantins. Porque ainda não foi possível se chegar ao dano exato e impedir todos que teriam praticado a fraude. Corre o risco de, caso o concurso continue, pessoas que não foram aprovadas da forma devida entrem na Polícia Militar”, disse Anchieta.

Concurso

As provas do concurso foram aplicadas no dia 11 de março. Foram oferecidas 1 mil vagas para soldado e mais 40 para oficial da PM. Ao todo, mais de 70 mil pessoas fizeram as provas em 17 cidades.

O concurso também é composto por avaliação de capacidade física, avaliação psicológica, médica e odontológica e investigação social. A previsão inicial era que o resultado final de todas as etapas do concurso fosse divulgado em agosto deste ano.

O subsídio inicial durante o Curso de Formação de Oficiais é de R$ 4.499,52 e para o Curso de Formação de Soldados é de R$ 2.215,10.

G1 Tocantins.

Homenagens marcam enterro de sargento da PM morto por policiais civis

Sargento foi enterrado com honras militares e tiros da guarda fúnebre. Delegado e policiais civis envolvidos na ocorrência foram afastados.

Aplausos e homenagens marcaram o enterro do sargento da Polícia Militar José Maria Rodrigues de Almeida, de 50 anos. O sepultamento foi realizado por volta das 17h deste sábado (28), no cemitério Jardim da Paz em Palmas. 

O sargento morreu na manhã desta sexta-feira (27). Ele estava internado em estado grave no Hospital Geral de Palmas, após ter sido atingido por três tiros, durante uma confusão envolvendo um delegado e três agentes da Polícia Civil.

Centenas de carros percorreram as principais avenidas de Palmas até o cemitério, durante o cortejo. A Polícia Militar estima que 150 veículos participaram. O sargento foi enterrado com honras militares e tiros da guarda fúnebre.

O caso aconteceu em um bar localizado em Taquaralto, região sul da capital, por volta da meia noite.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o delegado Cassiano Oyama, da delegacia de Homicídios, havia sido chamado para um reforço policial no 5º DP. Ele e dois agentes passavam pelo bar quando perceberam o som alto e o sargento “visivelmente sob efeito de álcool”. O delegado e os policiais pediram que ele abaixasse o volume, momento em que Rodrigues reagiu mostrando a arma de fogo.

Sargento José Maria Rodrigues morreu após ser baleado em um bar (Foto: Arquivo Pessoal)

O PM foi atingido no braço, o joelho e o abdômen. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Palmas, mas não resistiu aos ferimentos. Os tiros, conforme a Polícia Civil, foram disparados por um fuzil e pistolas ponto 40.

A corregedoria da Polícia Militar afirmou que o sargento não atirou contra a equipe de policiais civis. “Colocamos oficiais da corregedoria para acompanhar a investigação. Foi uma atuação lamentável, mas nós temos que ter o equilíbrio necessário no sentido de apurar tanto pela Polícia Civil, quanto pela Polícia Militar”, disse o corregedor-geral da PM, coronel Henrique Júnior.

Os três policiais civis e o delegado envolvidos na ocorrência foram afastados e tiveram as armas apreendidas para perícia. A Associação dos Policiais Militares do Tocantins pediu a prisão dos envolvidos. O Ministério Público Estadual também está analisando o caso.

“A gente pede que a Justiça esclareça isso o mais rápido possível porque tem um ser humano, um homem da lei, um homem que trabalha para sustentar sua família”, lamentou o irmão da vítima, Marcos Rodrigues.

G1 Tocantins

Mauro Carlesse empossa comandante-geral da PM e autoriza ações de força tarefa

O novo comandante da PM destacou que terá como prioridade, em sua atuação, um melhor aproveitamento do contingente policial.

O novo comandante da Polícia Militar do Tocantins (PM/TO), Jaizon Veras Barbosa, foi empossado pelo governador interino, Mauro Carlesse (PHS) no início da manhã desta terça-feira, 3, em solenidade realizada no Quartel do Comando Geral (QCG). Na ocasião, Carlesse também anunciou o início das atividades da Força Tarefa de Combate à Criminalidade e à Violência.

O governador agradeceu ao comandante substituído e deu boas vindas ao novo comandante. “São homens e mulheres comprometidos com a segurança da população e que nosso governo respeita e confia. Agradeço ao coronel Edvan de Jesus Silva pelos relevantes trabalhos prestados e sei que continuará ajudando nosso Estado. Coronel Jaizon Veras, desejo sucesso nessa empreitada”, disse.

O novo comandante da PM destacou que terá como prioridade, em sua atuação, um melhor aproveitamento do contingente policial. “Com o retorno dos policiais que estavam cedidos a outras instituições, ao quartel e para as ruas, vamos priorizar combate à criminalidade, com maior frequência de operações para esses fins e darei continuidade aos projetos iniciados. Junto com os demais profissionais, trabalharemos dia e noite para cumprirmos nossa missão com eficiência e eficácia”, garantiu Jaizon Veras Barbosa.

Força Tarefa

A Força Tarefa de Combate à Criminalidade e à Violência anunciada por Carlesse será desenvolvida em conjunto pelas polícias Civil e Militar, com o apoio da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. A primeira ação será realizada no município de Gurupi, ainda está semana. “Além do trabalho rotineiro, com essa força tarefa, vamos de imediato dar uma resposta à população tocantinense que clama por mais segurança. Com o trabalho integrado das forças de segurança, vamos colocar mais policiais na rua e trabalhar mais perto das comunidades. Proteger as famílias e a vida das pessoas é nosso compromisso”, ressaltou o governador.

Junto com a intensificação das ações continuadas das polícias, serão desenvolvidas ações de impacto nas cidades com os maiores índices de criminalidade e violência no Estado.

Polícia Militar

Nas operações, a PM vai empregar parte do efetivo da Capital e das unidades especializadas da Casa Militar (Camil); da Companhia Independente de Operações Especiais (Cioe); das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (Rotam); Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva (Giro); e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque).

“A força tarefa consistirá no emprego do nosso efetivo operacional e administrativo, deslocados para as cidades, inicialmente para Gurupi e na sequência para outras cidades que tem altos índices de criminalidade”, afirmou o novo comandante geral da PM.

Entre as ações continuadas da PM estão à utilização de sistemas de monitoramento com câmeras; ampliação das Redes Comunitárias de Segurança (RCS), facilitando a comunicação entre a PM e a comunidade; ampliação dos serviços de inteligência entre os entes envolvidos; fortalecimento das ações preventivas e proativas, por meio de Visitas Cidadãs (realizadas pela PM em diversas unidades do Estado).

Segurança Pública

Dentro da força tarefa, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) vai empregar todo efetivo disponível nas operações a serem realizadas; vai prestar apoio à PM no trabalho ostensivo com duas equipes do Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote); cumprirá mandados de prisão em aberto e destinará equipe específica para intensificar a apuração dos crimes de homicídio.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Deusiano Pereira de Amorim ressaltou que o trabalho da Polícia Civil será investigativo. “Vamos intensificar nossas ações na apuração dos crimes, principalmente aqueles que estão incomodando a nossa sociedade, que são os crimes de homicídio. Já designamos equipes de delegados específicos para apuração desses crimes”, explicou.

Perfil do Comandante-geral da PMTO

Jaizon Veras Barbosa é natural da cidade de presidente Kennedy (TO). Ingressou na PM em 1º de janeiro de 1991, no 1º ano do curso de Formação de Oficiais. Foi declarado aspirante a oficial PM em 10 de dezembro de 1993 e promovido ao posto de 2º tenente da PM em 25 de agosto de 1994. Promovido ao posto máximo da corporação, coronel, em 05 de outubro de 2013.

Dos cursos e capacitações, destaca-se o curso de Altos Estudos em Segurança Pública, realizado na Academia de Polícia Militar do estado de Goiás, em 2015; curso de especialização em defesa social, realizado no Instituto de Ensino em Segurança Pública (Iesp), em Marituba (PA), em 2004; e curso de pós-graduação lato sensu: Especialização em Ciências Políticas e Estratégia Brasileira, realizado em Palmas, promovido pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), em 2012.

T1noticias

Divulgados os gabaritos definitivos do concurso de soldados e oficiais da PM do Tocantins

Novo gabarito leva em conta os recursos feitos pelos candidatos e as questões que podem ter sido anuladas. Concurso oferece 1 mil vagas para soldado e 40 para oficial.

Foi divulgado na manhã desta sexta-feira (23) o gabarito final da primeira prova do concurso da Polícia Militar. 

As provas foram realizadas no dia 11 de março em 17 cidades do estado e o gabarito provisório divulgado um dia depois das avaliações.

Esse novo gabarito leva em conta os recursos feitos pelos candidatos e as questões que consequentemente podem ter sido anuladas.

Na prova de cadetes foram duas questões anuladas e na prova de soldados outras três.

Foram mais de 86 mil inscritos disputando 1 mil vagas para soldado e 40 vagas para cadete. As provas tiveram abstenção de 18% dos candidatos ao cargo de oficial e de 16% para os que tentam vagas como soldados.

O governo do estado deu início, nesta semana, a seleção dos instrutores que serão responsáveis pelo curso de formação dos 1 mil soldados e 40 oficiais.

Não há uma data específica para o início das aulas, pois, segundo o governo, essa fase depende da conclusão das anteriores.

O concurso também é composto por avaliação de capacidade física, avaliação psicológica, médica e odontológica e investigação social.

Segundo o governo, a previsão para o resultado final de todas as etapas do concurso é o mês de agosto deste ano e o curso de formação deve ser finalizado até dezembro.

O subsídio inicial durante o Curso de Formação de Oficiais é de R$ 4.499,52 e para o Curso de Formação de Soldados é de R$ 2.215,10.

G1 Tocantins

AOCP descarta anular concurso da PM e garante investigação das denúncias feitas

AOCP diz que inexiste qualquer possibilidade de anulação da prova, visto que não existe qualquer ilegalidade na aplicação da mesma e os fatos que foram denunciados, já estão sendo investigados.

A empresa organizadora do concurso público da Polícia Militar do Tocantins, AOCP – Assessoria em Organização de Concursos Públicos LTDA, descartou qualquer possibilidade de anulação do certame e afirmou que já tomou as providências cabíveis quanto às denúncias realizadas, passando às autoridades competentes as informações para que sejam investigadas.

Sobre os fiscais terem localizado um celular no banheiro de um dos prédios onde se realizava as provas em Araguaína, a AOCP afirma que o aparelho “foi entregue as autoridades policiais para que possam investigar eventual tentativa de fraude, bem como identificar o proprietário”.

Quando as alegações sobre discrepância de conteúdo do edital com o que caiu na prova, a empresa afirma que “o candidato que se sentir prejudicado, poderá interpor o recurso na forma e prazo estipulados”, mas garante “todas as legislações necessárias aplicáveis aos cargos de segurança pública foram devidamente atendidas”.

Sobre candidatos terem fotografado a prova e publicado em redes sociais, a empresa afirma que não houve divulgação do conteúdo delas durante o período de realização das provas.

“Os candidatos somente puderam levar o caderno de provas após o término do período de aplicação e as imagens divulgadas serão periciadas pelas autoridades competentes, no intuito de comprovar se as mesmas são verdadeiras, bem como se foram divulgadas durante o período de realização das provas”. A empresa afirma ainda que o candidato que fotografou a Folha de Respostas será eliminado, tendo o fato sido relatado em ata.

Confira nota na íntegra:

Em relação as matérias jornalísticas que relatam ocorrências de possíveis fraudes no concurso público da Polícia Militar do Estado do Tocantins, temos a esclarecer o seguinte:

O presente concurso público foi aplicado para mais de 86.532 candidatos, em 181 locais de aplicação e 349 salas, sendo para que a aplicação fosse realizada com tranquilidade e segurança, tenha sido necessário contar com mais de 700 fiscais de salas. Além disso haviam mais de 700 detectores de metais para averiguar qualquer suspeitar ou tentativa de fraude.

Todos os fiscais do concurso foram devidamente treinados de como proceder com as rotinas do concurso, através de vídeo e manuais de treinamento. No dia da aplicação da prova objetiva, a AOCP trabalhou exaustivamente e rigorosamente no intuito de que a prova objetiva transcorresse na mais perfeita ordem.

A fiscalização foi muito efetiva, tendo em vista que na cidade de Araguaína os fiscais de corredor e banheiros localizaram um celular. O celular localizado foi entregue as autoridades policiais para que possam investigar eventual tentativa de fraude, bem como identificar o proprietário do referido aparelho.

Quanto a discrepância de conteúdo alegado, informamos que o candidato  que se sentir prejudicado, poderá interpor o recurso na forma e prazo estipulados. Ressaltamos que todas as legislações necessárias aplicáveis aos cargos de segurança pública foram devidamente atendidas, conforme prevê o Edital do Concurso Público.

Quanto às alegações de violação de conteúdo sigiloso das provas, com a divulgação de imagens das provas do concurso, ressaltamos que inexistiu qualquer divulgação do conteúdo das mesmas durante o período de realização das provas.

Os candidatos somente puderam levar o caderno de provas após o término do período de aplicação e as imagens divulgadas serão periciadas pelas autoridades competentes, no intuito de comprovar se as mesmas são verdadeiras, bem como se foram divulgadas durante o período de realização das provas.

Todos os candidatos foram alertados pelos fiscais de provas e pelo contido no Edital do Concurso sobre a vedação do uso do celular durante o período de realização das provas.

Os fiscais de sala estiveram devidamente atentos e cumpriram de forma efetiva qualquer tentativa de uso do celular. Inclusive o caso da imagem da Folha de Respostas fotografada, foi relatado na ata da sala para eliminação do candidato responsável pela imagem.

Por fim, Inexiste qualquer possibilidade de ANULAÇÃO da prova aplicada, tendo em vista que não existe qualquer ilegalidade na aplicação da mesma e os fatos que foram denunciados, já estão sendo devidamente apurados pelas autoridades competentes.

Maringá, 13 de março de 2018.

AOCP – ASSESSORIA EM ORGANIZAÇÃO DE CONCURSOS

Wanderlei Barbosa e Comandante-Geral da PM discutem melhorias para a Segurança Pública do Tocantins

Para Wanderlei, o apoio da Casa é fundamental para fomentar políticas públicas de combate à violência.

Na tarde desta terça-feira, 13, o deputado Wanderlei Barbosa (SD) se reuniu, juntamente com o Presidente da Assembleia Legislativa, Mauro Carlesse (PHS) e outros parlamentares, com o Comandante-Geral da Polícia Militar do Tocantins, Coronel Edvan de Jesus Silva, para definir ações que podem melhorar a segurança pública do Estado. 

Durante o encontro, o comandante apresentou aos deputados pontos importantes que irão beneficiar a Segurança Pública e pediu apoio dos deputados.

Dentre os assuntos discutidos, está a destinação de verbas de emendas para projetos apresentados pela PM para compras de viaturas, investimentos em infraestrutura, tecnologia, além de outros projetos que irão beneficiar à população.

O parlamentar ouviu atenciosamente as demandas solicitadas pelo coronel Edvan de Jesus e mostrou interesse em contribuir e apoiar as ações propostas pelo comandante-geral. 

Requerimento

Durante a sessão ordinária, a pedido de vereadores, o parlamentar apresentou propositura solicitando ao Secretário de Segurança Pública o aumento do efetivo e policiamento ostensivo na cidade de Campos Lindos do Tocantins, não somente visando a redução da criminalidade, como também objetivando uma maior interação entre polícia e sociedade.

O parlamentar espera que os órgãos competentes tomem as devidas providências em defesa da Segurança Pública do município.

Ascom deputado Wanderley Barbosa

Concurso da PM tem abstenção de 18% para oficiais e 16% para soldados

Disputa é por mil vagas de soldados e 40 de oficiais, com salários que chegam a R$ 9 mil. Polícia Militar informou que não houve problemas na aplicação das provas.

A primeira fase do concurso da Polícia Militar terminou com a abstenção de 18% dos candidatos ao cargo de oficial e de 16% para os que tentam vagas como soldados.

A Polícia Militar disse que não houve grandes problemas na aplicação das provas, apenas alguns candidatos sem documentos ou portando celulares.

Em Araguaína, foi encontrado um celular abandonado dentro de um dos banheiro. O aparelho foi recolhido e vai passar por perícia para identificar o dono. Ao todo, mais de 70 mil pessoas fizeram as provas em 17 cidades. A organização considerou o nível de abstenção baixo.

O gabarito deve ser divulgado nesta segunda-feira (12)

Os candidatos tiveram 4 horas para responder 60 questões de múltipla escolha e fazer a redação. Para soldado, o candidato deverá obter o mínimo de 50% de acerto, tendo pelo menos um ponto em cada disciplina.

Já para oficial, a pontuação mínima será de 60% de acerto, tendo pelo menos um ponto em cada disciplina para ser aprovado para a segunda etapa do certame.

O concurso também é composto por avaliação de capacidade física, avaliação psicológica, médica e odontológica e investigação social.

Segundo o governo do estado, a previsão para o resultado final de todas as etapas do concurso é o mês de agosto deste ano.

O subsídio inicial durante o Curso de Formação de Oficiais é de R$ 4.499,52 e para o Curso de Formação de Soldados é de R$ 2.215,10.

G1 Tocantins

Provas da PM acontecem no domingo; Comissão diz que aprovados serão chamados este ano

Sobre a convocação dos aprovados no concurso, a PM informou que “o secretário de Administração nos garantiu a previsão do provimento e efetivação de todos os candidatos aprovados para este ano”.

Em entrevista coletiva realizada ontem, 8, no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (QCG), em Palmas, o presidente da Comissão do Concurso da PM e chefe do Estado Maior, coronel Marcelo Falcão Soares, garantiu que está tudo pronto para a realização da primeira etapa do certame, que acontece no próximo domingo, 11, e teve número recorde de inscritos, cerca de 86.524.

Sobre a convocação dos aprovados no concurso, coronel Falcão informou que “o secretário de Administração nos garantiu a previsão do provimento e efetivação de todos os candidatos aprovados para este ano. Os aprovados podem ficar tranquilos que o governo do Estado cumprirá com todo o cronograma do concurso”. 

Segundo a PM, serão dois concursos distintos. Pela manhã ocorrem as provas para o ingresso no Curso de Formação de Oficiais (CFO) no horário de 8h às 12h. Já no período da tarde acontecem as provas para o ingresso no Curso de Formação de Soldados (CFSD), das 14h30 às 18h30.

Os portões dos locais de prova serão abertos com uma hora de antecedência. São ofertadas 1.000 vagas para soldados e 40 vagas para cadetes no CFO da PM. Os salários iniciais, após os cursos de formação, são de R$ 4.455,46 para soldado e R$ 8.382,10 para aspirante a oficial.

As provas do CFSD serão realizadas nas cidades de Arraias, Taguatinga, Dianópolis, Natividade, Porto Nacional, Araguatins, Augustinópolis, Sítio Novo do Tocantins, Tocantinópolis, Wanderlândia, Gurupi, Alvorada, Formoso do Araguaia, Palmas, Paraíso, Miracema e Araguaína. Já as provas do CFO ocorrem apenas nas regionais em Palmas, Arraias, Araguatins, Gurupi, Araguaína.

Na ocasião, o gestor de concursos da AOCP, Wesley Faria, destacou que toda logística para realização desta primeira fase do concurso está pronta. Ele orientou os candidatos a lerem o edital e acessarem o site da instituição, onde já estão disponíveis os locais de provas, e se possível visitarem com antecedência esses locais, para minimizar os riscos de imprevistos no dia da prova.

Provas

As provas intelectuais serão objetivas, de múltipla escolha, dissertativa, e terão o seguinte conteúdo: língua portuguesa, raciocínio lógico e matemática, atualidades e conhecimentos regionais, noções de direito, noções de informática, normas pertinentes à PM. Em caráter discursivo, a redação. No total, serão 60 questões que somarão 100 pontos.

Para soldado, o candidato deverá obter o mínimo de 50% de acerto, tendo pelo menos um ponto em cada disciplina; já na de oficial, a pontuação mínima será de 60% de acerto, tendo pelo menos um ponto em cada disciplina para ser aprovado para a segunda etapa do certame.