Taxista é feito refém e tem carro incendiado após criminosos se passarem por clientes

Homens armados ligaram para pedir uma corrida e aproveitaram para praticar o roubo. Eles abandonaram a vítima e fugiram com o carro, que foi queimado.

O taxista Wellington Neves Miranda, conhecido como Bil, de 47 anos, foi feito refém por pelo menos três criminosos em Gurupi, na noite desta quinta-feira (12). Eles se fingiram de clientes, chamaram o taxista para uma corrida e aproveitaram para praticar o crime. Largaram a vítima no meio do mato e na fuga queimaram o táxi.

A ação dos criminosos começou por volta da meia-noite. O taxista estava no ponto de táxi da rodoviária e recebeu a ligação. O destino era o setor União. Quando ele chegou ao local, foi rendido pelos homens que colocaram um capacete na vítima.

Em seguida, eles percorreram a BR-153, na zona rural de Cariri do Tocantins, onde o abandonaram em um matagal. Depois, voltaram para Gurupi.

Durante a madrugada desta sexta-feira, o motorista caminhou por quilômetros até alcançar um posto de combustível no município, onde ligou para a polícia avisando sobre o crime. Ele foi levado para a delegacia, sem ferimentos.

O veículo foi encontrado na manhã desta sexta-feira, no setor Atalaia, em Gurupi. A perícia esteve no local e a polícia agora investiga o caso. Os assaltantes levaram dinheiro do taxista.

G1 Tocantins

Após passarem a noite na CPP, médicos do Tocantins presos pela PF são ouvidos na Justiça Federal

A PF decretou a prisão temporária de 13 pessoas no Tocantins, durante a Operação Marcapasso, que estão envolvidos em esquema criminoso relacionado à compra superfaturada de Órteses e Próteses.

Após passarem a noite na Casa de Prisão Provisória de Palmas, 10 médicos e um representante comercial, que são investigados pela Polícia Federal por fraudes em licitações, começam a ser ouvidos em audiências de custódia, a partir das 9h desta quarta-feira, 8, pela Justiça Federal. Na audiência, o juiz avaliará se mantém ou não a prisão dos investigados.

A Polícia Federal decretou a prisão temporária de 13 pessoas no Tocantins na manhã de ontem, 7, durante a Operação Marcapasso, que estão envolvidos em esquema criminoso relacionado à compra superfaturada de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME’s). Outro foco da investigação foram fraudes no Plansaúde. Durante a investigação, ainda foi descoberto que houve a retirada de vários equipamentos caros do Hospital Geral de Palmas (HGP) para serem utilizados em clínicas da rede privada.

Ao todo 137 mandados judiciais foram expedidos pela 4ª Vara Criminal Federal de Palmas, sendo 12 mandados de prisão temporária expedidos, 41 mandados de condução coercitiva contra empresários e 84 mandados de busca e apreensão no Tocantins, Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Paraná, Bahia, Ceará, Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

A investigação começou quando os sócios da empresa Cardiomed Comércio e Representação de Produtos Médicos e Hospitalares Ltda-Epp foram presos em flagrante por terem, na qualidade de proprietários da empresa, fornecido à Secretaria de Saúde do Tocantins produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais cujos prazos de validade de esterilização estavam vencidos.

T1noticias