Mãe de menina morta com golpe de foice diz que ex era violento, mas não imaginava crime contra filha: ‘Monstro’

Homem foi preso em flagrante pelo homicídio. Thaynara Gonçalves conta que sofria agressões durante o casamento.

A dona de casa Thaynara Gonçalves, de 21 anos, diz que o ex-marido, preso suspeito de matar a filha de 2 anos e 6 meses com um golpe de foice, sempre foi violento durante o casamento, mas não imaginava que ele pudesse fazer qualquer coisa contra a filha. “Ele é um monstro, não é um homem”, disse. O lavrador Fabiano Medeiros, de 27 anos, foi detido em flagrante em Minaçu, no norte de Goiás, na terça-feira (29).

Thaynara e Fabiano foram casados por um ano e tiveram a Ana Julya. A jovem conta que durante o relacionamento, sofria agressões por parte do rapaz. “Ele me batia, fugi várias vezes. Uma vez quase me matou quando estava grávida ainda. Foi por isso que separei”, contou.

Apesar disso, ela não esperava que ele pudesse fazer qualquer coisa contra a filha. “Ele era violento comigo, não com ela. Tanto que a Ana Julya sempre ia para a casa dele, voltava, não acontecia nada. Então isso causa uma revolta”, contou.

Mesmo depois de separada, ela conta que sofria ameaças do ex-marido. “Ele estava sempre bêbado, ou tinha fumado maconha, então não chegava a denunciar porque achava que isso era porque ele tinha bebido”, completou.

Ana Julya morreu com golpe de foice na cabeça, em Minaçu (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Travesti é morta a tiros em ponto de ônibus em Goiás

Segundo a Polícia Civil, Paola Oliveira, de 35 anos, teria sido baleada após pegar o celular de um cliente que se recusou a pagar o programa.

Uma travesti de 35 anos foi morta a tiros em um ponto de ônibus, na noite desta terça-feira (20) em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal.

De acordo com a Polícia Civil, um homem se aproximou e, após uma discussão, atirou contra ela. A principal suspeita da corporação é a de que a vítima, identificada como Paola Oliveira, tenha sido morta por um cliente que se recusou a pagar o programa.

Segundo o delegado Maurício Passerini, do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), o homem se aproximou da travesti e atirou contra ela após ela se recusar a entregar um aparelho celular.

“O autor chegou ao local, conversou por alguns segundos. Em um dado momento ficou exigindo: ‘me dá meu celular, me dá meu celular’, e acabou atirando contra a vítima”, disse.

O caso ocorreu na noite de terça-feira, em um ponto de ônibus que fica em frente a um supermercado, em Luziânia. A travesti, que se identificava como Paola, era registrada como Paulo Sérgio Moreira da Silva.

De acordo com o delegado, o suspeito foi identificado por meio do carro usado no crime. O nome dele não foi divulgado.

“Temos o nome de um suspeito, que foi identificado após conseguirmos obter a placa do veículo em que ele teria chegado ao local onde matou a travesti. A nossa principal suspeita é a de que o homem se recusou a pagar o programa, a vítima reteve o celular dele e, no momento em que ele voltava para exigir a devolução, resolveu matá-la”, explicou.

O investigador informou que está fazendo novas diligências nesta quarta-feira, para ouvir novas testemunhas e localizar o suspeito do crime.

G1 Goiás

Jovem é morta com machado e marido é suspeito do crime

Crime foi na casa da vítima, em Bernardo Sayão. Marido ainda deixou a filha na casa dos pais da mulher antes de desaparecer.

O corpo da jovem Cinthia Naiane foi encontrado neste domingo (11) na casa dela em Bernardo Sayão, norte do Tocantins.

A Polícia Civil informou que ela foi morta com golpes de machado. O crime pode ter acontecido na noite de sábado (10).

A família disse aos policiais que o marido dela, que ainda não teve o nome divulgado, foi a última pessoa a ver Cinthia com vida.

O casal morava junto no setor Vila São João. A Polícia Civil diz que o marido é considerado foragido, porque após o crime ele levou a filha de pouco mais de um ano até a casa dos pais da vítima e disse que a mulher tinha viajado.

O homem não foi mais visto depois disso.

O corpo só foi encontrado durante a manhã. O Instituto Médico Legal vai fazer exames para confirmar a causa da morte. O enterro será no começo da noite, em Bernardo Sayão.

G1 Tocantins

Técnica em radiologia é morta com cinco tiros na porta de casa no sul do Tocantins

Vítima chegou a ser socorrida pelo Samu e foi levada ao hospital, mas não resistiu. Crime aconteceu no residencial João Lisboa da Cruz.

A técnica em radiologia, Cirlene Pereira, de 29 anos, foi morta com pelo menos cinco tiros na porta de casa, no residencial João Lisboa da Cruz em Gurupi, sul do Tocantins. O crime aconteceu na noite deste domingo (4), por volta das 22h40.

Mulher é morta pelo ex-companheiro no dia do próprio aniversário

Segundo a PM, Juscelino Barbosa se matou após cometer o crime. Testemunhas relataram que o casal tinha se separado, mas que ele tentava uma reconciliação.

Silvia Cleide Batista Cardoso, de 47 anos, foi morta a facadas pelo ex-companheiro nesta segunda-feira (25) no setor Vitalino Brandão, em Axixá do Tocantins, norte do estado. Segundo a Polícia Militar, o suspeito é Juscelino Barbosa, de 43 anos, que também se matou após o crime.

Testemunhas relataram à polícia que o casal tinha se separado, mas que Barbosa tentava uma reconciliação. No dia do crime, vizinhos escutaram gritos na casa da mulher.

A PM informou que o irmão do pedreiro chegou a presenciar o crime. A mulher foi atingida com vários golpes de faca e morreu no local. 

G1 Tocantins

Investigação aponta que jovem encontrada perto de lixão no Tocantins foi morta por vizinho

Suspeito passou cerca de 40 vezes na frente da casa da vítima um dia antes do crime. Após quebra de sigilo telefônico, delegada verificou que rapaz tinha paixão não correspondida pela mulher.

A polícia identificou o suspeito de ter matado a jovem Taísa Ribeiro, 24 anos, em Paraíso do Tocantins. Ela desapareceu em novembro e foi encontrada quatro dias depois perto de um lixão. Conforme a delegada Raimunda Bezerra, o suspeito é o mesmo que aparece pulando o muro da vítima na noite em que ela desapareceu.

O crime foi supostamente cometido por um vizinho que tinha uma paixão não correspondida pela vítima há pouco mais de um mês. “Um dia antes de ela desaparecer, ele passou de 30 a 40 vezes na frente da casa dela, indo e voltando”, afirmou a delegada. A vítima pode ter sido morta por asfixia, pois não foram encontradas marcas de violência no corpo.

A delegada revelou que as imagens não mostram o suspeito entrando na casa de Taísa, o que sugere que ele entrou por outro local. “O exame pericial constatou que ele só pulou para sair, ou seja, estava no local e possivelmente entrou pelo fundo.

Mas o muro na parte de trás e bem alto e tem apenas uma brecha que dá na casa em que o suspeito morava. Segundo testemunhas, era comum ele pular e ficar vigiando ela.” 

Inicialmente, a polícia investigava dois ex-companheiros da mulher e um terceiro sujeito com quem ela tinha marcado um encontro no dia que desapareceu.

Porém, as suspeitas foram descartadas depois que a delegada conseguiu quebrar o sigilo do telefone da vítima. “De toda forma foi um crime passional, um feminicídio”, comentou.

As investigações foram feitas pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Paraíso do Tocantins.

A delegada Raimunda Bezerra pediu a prisão do suspeito, que tem 24 anos, e diz que ele possuía histórico de violência doméstica.

“Ele tem um problema, ficou vários dias na UTI após um acidente e devido a esse amor não correspondido ficou mais introspectivo e depressivo. É uma pessoa sem residência fixa, rejeitado pela família.”

Entenda

Câmeras de segurança de um comércio registraram os últimos momentos de Taísa Ribeiro, 24 anos, antes de desaparecer. O corpo dela foi encontrado no dia 23 de novembro próximo de um lixão, após a jovem ficar quatro dias desaparecida em Paraíso do Tocantins.

As imagens são da madrugada de domingo (19) e mostram a mulher saindo de casa e sendo seguida por um homem. Conforme a Polícia Civil, a vítima sumiu depois de marcar um encontro por meio de um aplicativo de celular. 

A mulher deixou três filhos de 5, 7 e 11 anos. 

G1 Tocantins

Corpo de jovem encontrada morta após marcar encontro foi enterrado no TO

Taísa Ribeiro deixa três filhos, de cinco, sete e 11 anos. Ela desapareceu no dia 19 deste mês; imagens de câmeras de segurança mostram homem seguindo vítima.

O corpo de Taísa Ribeiro, de 24 anos, que foi encontrada morta perto do lixão de Paraíso do Tocantins, foi enterrado na manhã desta sexta-feira (24), em um cemitério da cidade. 
Ela sumiu no dia 19 deste mês após marcar um encontro com um homem. O tio da vítima, Edvaldo Gonçalves disse que os parentes ainda não sabem o que realmente aconteceu. Taísa deixa três filhos, de 5, 7 e 11 anos.

O velório começou por volta das 15h30 desta quinta-feira e seguiu até a manhã desta sexta. O corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição, no setor Nova Esperança.

“Estamos sem resposta, não sabemos o que aconteceu. Como podem ter feito tamanha crueldade. Nós que tínhamos sempre a presença dela, sabemos que ela queria o bem de todos. Os filhos são muito pequenos, eles ainda não conseguem saber o tamanho da gravidade disso na vida deles”, disse.

Câmeras de segurança de um comércio registraram os últimos momentos de Taísa antes de desaparecer. As imagens mostram a jovem saindo da casa dela 1h07 da madrugada de domingo (19). Cerca de um minuto depois, um homem aparece no vídeo após pular um muro e começa a correr pela rua, supostamente atrás da vítima.

“O vídeo está sendo periciado e os parentes dela identificaram como sendo um dos ex-companheiros da vítima”, disse a delegada. 

A polícia investiga o caso como crime passional e até o momento tem três suspeitos, dois ex-companheiros da jovem e o homem com quem ela marcou o encontro. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados para não atrapalhar as investigações.

Um dos suspeitos é o pai dos três filhos da jovem. Ele mora no Pará e foi ouvido por um delegado em Redenção. Durante a manhã desta quinta-feira (23), o outro homem que marcou encontro com Taísa foi ouvido em Paraíso do Tocantins e liberado. A polícia ainda não ouviu o segundo ex-companheiro da vítima.

O corpo de Taísa foi encaminhado para o IML de Palmas e passou por exames antes de seguir para o velório. 

G1/Tocantins

Acidente entre duas motos e um caminhão deixa uma pessoa morta e outra ferida no Tocantins

Batida foi registrada na BR-153, perto de Paraíso do Tocantins. Segundo a PRF, o acidente aconteceu depois que uma motociclista caiu por causa de um buraco na pista.

Um acidente envolvendo duas motocicletas e um caminhão deixou uma pessoa morta e outra ferida na BR-153 em Paraíso do Tocantins, na noite desta terça-feira (22). Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o acidente aconteceu depois que Michele de Melo Rocha, de 23 anos, caiu da moto. A suspeita é que ela tenha perdido o controle da direção por causa de um buraco na pista.

Segundo a polícia, um caminhão que seguia logo atrás freou para não atropelar a vítima. Neste momento, o motociclista Ronaldo Alves de Sousa, que trafegava atrás do caminhão, não conseguiu parar a tempo e bateu na traseira do veículo.

Sousa chegou a ser atendido, mas não resistiu. Já Michele foi socorrida com vida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. A batida foi registrada no km 490.

G1/Tocantins

Grávida é morta com tiro dentro de carro após abordagem de criminosos em Goiás

Marido e filho do casal, de 2 anos, também estavam no veículo, mas não se feriram. Segundo esposo, vítima foi baleada após discutir com um dos suspeitos, que havia assumido a direção do automóvel.

Uma mulher de 28 anos foi morta após ser baleada dentro do carro onde viajava, em Ivolândia, região central de Goiás. Segundo a Polícia Civil, a representante comercial Vanessa Camargo, grávida de 3 meses, estava acompanhada do marido e do filho do casal, de 2 anos, quando eles foram abordados por dois homens em uma moto. O esposo, que dirigia o veículo, parou e um dos suspeitos assumiu a direção. Ele disse em depoimento que a vítima discutiu com o rapaz e levou um tiro na cabeça. Até o momento, ninguém foi preso.

O crime aconteceu na segunda-feira (7) em uma estrada vicinal da cidade. O marido e a criança não se feriram. De acordo com o delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, a família mora em Iporá, também na região central, e seguia para Goiânia por motivo de trabalho.

“O marido dela disse ontem [terça-feira, 1º] que eles foram abordados na GO-060, cerca de 15 km depois de Iporá. Depois que um dos homens assumiu a direção, o outro continuou na moto e seguiu o carro. O condutor pegou o caminho inverso, entrou em uma estrada de terra e fugiu com o comparsa na moto depois de cometer o crime”, disse o delegado.

Ainda conforme Queiroz, o marido de Vanessa, que é empresário, afirmou que a esposa discutiu com o criminoso porque queria descer do veículo. Ele disse também que como seu celular estava sem sinal, pegou o filho e foi até a estrada para pedir ajuda. Porém, a mulher não resistiu.

O responsável pelo caso disse que nenhum pertence foi levado. O esposo da vítima afirmou que ficou com medo e parou o veículo após ver a arma do motociclista.

“Não descartamos nenhuma possibilidade. Temos que checar tudo. Estou tentando marcar a reconstituição do crime ainda para esta semana para que o marido possa mostrar como se deram os fatos”, afirmou Queiroz.

G1/TO

Grávida não consegue fazer pré-natal por constar como morta no SUS

No cadastro do sistema, aparece que jovem morreu no mesmo dia de seu nascimento. Com dez semanas de gestação, ela não consegue fazer o acompanhamento necessário em Goiânia.

 A jovem Tayrine de Souza Nunes, de 26 anos, grávida de dez semanas, tomou um susto ao procurar uma unidade de saúde de Goiânia para começar a fazer o pré-natal. Para seu espanto, ela descobrir que consta como “morta” no cadastro do Sistema Único de Saúde (SUS). Desde então, ela começou uma verdadeira peregrinação para resolver o problema e poder cuidar de sua gestação da forma correta.

Em nota enviada ao G1, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que Tayrine já procurou o setor responsável pela atualização cadastral e que o caso “já segue em tramitação”.

Moradora de Goianira, Região Metropolitana da capital, ela nasceu no dia 15 de janeiro de 1991, mesmo dia em que teria morrido segundo o SUS. Ela é estudante de direito, ela teve que deixar o curso por causa de dinheiro e ainda está desempregada. A jovem contou que no dia 16 de maio passou mal, foi ao hospital e descobriu que estava grávida.

No dia seguinte, Tayrine foi até a Maternidade Nascer Cidadão, em Goiânia, onde foi informada que estaria “morta”. Desde então, ela não consegue atendimento. “Não consigo. Não adianta. Você vai lá eles falam ‘você está como morta, você precisa resolver no sistema’. E quando você vai resolver no sistema, sempre está bloqueado”, afirma à TV Anhanguera.

No hospital, ela foi informada que teria de procurar o posto de saúde do Jardim Primavera, onde fez o cartão do SUS, para resolver o problema. Porém, lá ela foi encaminhada para o distrito sanitário, para arrumar as questões cadastrais. Novamente, o problema não foi resolvido. Foi solicitada então que ela fosse até o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), onde a situação permaneceu inalterada.

Curiosamente, a jovem diz que já conseguiu atendimento na rede pública outras vezes e que o problema nunca foi constatado. “Eu fiz esse cartão em 2013 e de lá para cá, já precisei e fui atendida algumas vezes. Agora é que descobrimos essa situação”, pontua.

Nota da Secretaria Municipal de Saúde (SMS):

A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia informa que a paciente Tayrine de Souza Nunes já procurou o departamento que cuida do Cartão SUS na Capital para solicitar a atualização dos dados junto ao Cadastro Nacional de Saúde e que o caso já segue em tramitação.

As providências necessárias já foram tomadas para solicitar ao Ministério da Saúde a reativação do Cartão SUS da paciente. O procedimento inclui o envio de um documento pela Secretaria junto a um comprovante de que a paciente está viva, como cópia do cadastro ativo da Receita Federal, por exemplo.

Informamos que o sistema de registro no cadastro do Sistema Único de Saúde, o CAD SUS, é complexo e conta com grande número de pessoas que podem acessá-lo, portanto, é possível a ocorrência de erro no lançamento de dados.

Reiteramos ainda que a SMS de Goiânia assumiu a atualização do caso, pois, apesar de residir no interior, a paciente procurou uma unidade de saúde municipal da Capital. A Secretaria de Saúde de Goianira tem condições de solucionar a situação. O recomendado é que as pacientes do interior realizem o acompanhamento pré-natal em seus municípios de origem.