Moradores constroem quiosque para família de corujas em praça de Gurupi

Praça está localizada no bairro Waldir Lins. Como essas aves preferem campo, áreas abertas, o canteiro espaçoso se tornou habitat ideal para elas.

Moradores de Gurupi, no sul do estado construíram uma espécie de quiosque para uma família de corujas que mora em praça do bairro Waldir Lins. As aves estão sempre juntas e o objetivo era incentivar a união delas.

“Achei bacana, as corujinhas ficaram muito fofas ali”, diz a técnica de enfermagem, Sueli Franco.

Como essas aves preferem campo, áreas abertas, o canteiro espaçoso da praça se tornou habitat ideal para elas.

“Conviver com os pássaros ao redor é tudo de bom”, afirma o autônomo Pedro Cândido.

G1 Tocantins.

Seis postes são derrubados e moradores ficam sem energia após batida de carro

Ocorrência foi registrada na Arse 22 (antiga 306 sul) em Palmas. De acordo com a Energisa, até julho desse ano, 250 foram danificados em acidentes de trânsito no Tocantins.

Seis postes foram derrubados em uma batida de carro na manhã deste domingo (12). O acidente aconteceu às 6h39, na Arse 22 (antiga 306 sul), em Palmas. Alguns moradores da quadra estão sem energia. O Corpo de Bombeiros informou que o motorista recusou atendimento.

Segundo a concessionária de energia elétrica, Energisa, ao todo, 2.958 clientes foram impactados. Desses, 22 continuam sem energia. O fornecimento deve ser restabelecido até o final da obra de correção que a distribuidora está realizando no local.

De acordo com a Energisa, até julho desse ano, 250 postes foram danificados em acidentes de trânsito no Tocantins.

Conforme a Energisa, o desligamento dos clientes ocorreu de forma automática, sendo realizado pelo sistema de proteção da rede, para garantir a segurança de quem estava no veículo e da comunidade do entorno.

Batida de carro provocou a queda de seis postes (Foto: Divulgação)Batida de carro provocou a queda de seis postes (Foto: Divulgação)

Batida de carro provocou a queda de seis postes (Foto: Divulgação)

Outros acidentes

No dia 8 de junho, um caminhão e um carro de passeio se envolveram em um acidente na avenida Juscelino Kubitschek, perto de um shopping de Palmas. Testemunhas relataram que ao passar por uma rotatória, o caminhão imprensou o carro, que bateu em um poste. O veículo ficou completamente destruído.

Imagens feitas pela TV Anhanguera mostraram o momento em que a estudante de medicina Laís Gontijo, de 24 anos, foi resgatada. Ela ficou presa às ferragens após bater o carro em um poste, na avenida Juscelino Kubitschek, perto de um shopping de Palmas.

Em abril, um casal ficou ferido após um carro bater de frente com um poste em Palmas. O acidente aconteceu na Avenida JK, saída para Paraíso do Tocantins. A mulher ficou presa às ferragens e o carro teve a frente destruída.

Prejuízo

A Energisa informou que o custo médio de substituição de postes é de R$ 3 mil e deve ser pago pelo condutor responsável pela batida. Quando um transformador é afetado no acidente envolvendo poste, esse custo pode ultrapassar os R$ 10 mil.

“O custo de substituição não se resume somente aos postes derrubados, pois depois de trocar o poste é necessário que seja feita uma inspeção no trecho afetado com o intuito de verificar a existência de alguma anomalia na rede consequente da colisão. Caso existam mais estruturas condenadas pela colisão, o custo pode se elevar bastante”, disse a concessionária.

Recomendação

A Energisa orienta que, caso tenha cabo rompido por causa da batida, a vítima deve permanecer dentro do veículo e pedir ajuda, acionando o Corpo de Bombeiros e a Energisa pelo 0800 721 3330.

Para quem presencia o acidente, a orientação é a mesma: entrar em contato com a distribuidora e jamais se aproximar dos cabos de energia. Chegando ao local, a Energisa irá isolar a área de risco e adotar as medidas de segurança necessárias.

Com a batida, seis postes foram danificados  (Foto: Mazim Aguiar/TV Anhanguera)Com a batida, seis postes foram danificados  (Foto: Mazim Aguiar/TV Anhanguera)

Com a batida, seis postes foram danificados (Foto: Mazim Aguiar/TV Anhanguera).

G1 Tocantins.

Homem é amarrado na rua por moradores após invadir casa e tentar estuprar mulher,diz PM

Suspeito foi encontrado amarrado deitado na rua com a camiseta rasgada e as calças abaixadas. Moradores ouviram gritos de socorro e conseguiram defender a vítima.

Um homem foi preso suspeito de ter tentado estuprar uma mulher na manhã desta sexta-feira (10) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, o suspeito, de 39 anos, invadiu uma casa e tentou atacar a vítima.

Moradores ouviram os gritos de socorro dela, agrediram o suspeito e o amarraram com cordas.

A situação ocorreu no início da manhã na Rua Nacional, no Bairro Jardim Potiguar.

Testemunhas disseram que o homem entrou no quarto onde a mulher estava e tentou abusar dela. A mulher, de 39 anos, conseguiu gritar, pediu socorro e os moradores correram para defendê-la.

Moradores ouviram os gritos de socorro dela, agrediram o suspeito e o amarraram com cordas (Foto: Polícia Militar de MT)Moradores ouviram os gritos de socorro dela, agrediram o suspeito e o amarraram com cordas (Foto: Polícia Militar de MT)

Moradores ouviram os gritos de socorro dela, agrediram o suspeito e o amarraram com cordas (Foto: Polícia Militar de MT)

O suspeito foi arrastado até a rua onde foi amarrado com cordas. Quando os policiais chegaram o encontraram deitado na rua com a camiseta rasgada e as calças abaixadas. O suspeito tinha machucados pelo corpo, principalmente na cabeça.

A polícia encaminhou o suspeito até o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG). A vítima foi encaminhada para a Central de Flagrantes.

G1 Tocantins.

Moradores fazem protesto e fecham rodovia após povoado ficar 15 dias sem água

Cerca de 180 famílias que moram em povoado de Babaçulândia estão sem água. Problema aconteceu porque uma bomba queimou.

Moradores do povoado Vila Corrente, na zona rural de Babaçulândia, estão convivendo com a falta de água há mais de duas semanas. Nesta segunda-feira (6), um grupo bloqueou uma rodovia TO-442 em protesto ao problema. Eles atearam fogo em pneus, galhos de árvore e impediram o trânsito. 

O desabastecimento começou a cerca de duas semanas, após a bomba que abastece o povoado queimar. No local vivem cerca de 180 famílias. “A gente tá cansado. Tem que ficar carregando água, sofrendo. Beber água suja, sem ser tratada”, reclamou a lavradora Ana Lúcia Pereira.

A única água que os moradores recebem é de um caminhão-pipa. “Às vezes não vem. A gente fica economizando a água porque não é certeza que ele vai vir [o caminhão]”, lamenta a estudante Tamires Alves.

A Joseânea Arruda está há mais de 15 dias sem água. Para sobreviver, ela tem estocado água em garrafas pet para fazer comida e tarefas essenciais do dia a dia. “Quando cheguei, à tardinha, minha menina disse que a bomba queimou. Eu desesperei.”

Segundo os moradores essa não é a primeira vez que o equipamento estraga.

O prefeito de Babaçulândia, Aleno Dias (MDB), garantiu que uma nova bomba de água seria instalada ainda nesta segunda-feira (6). “Ela já foi providenciada. O rapaz já está se dirigindo de Araguaína para o local para instalar a bomba. Foi comprada e está a caminho.”

Apesar disso, a água que os moradores recebem por meio da bomba não é tratada. Sobre isso, a prefeitura disse que não tem uma previsão de resolver a situação.

Lixo nas margens de rodovia causa mau cheiro e atrapalha rotina de moradores

Sofás, móveis velhos e até restos de animais são jogados em terreno ao lado da TO-374, no sul do estado.

Moradores recusam visita de agentes do CCZ após funcionário ser preso

Homem preso por assaltos a bancos não trabalhava diretamente no Centro de Controle de Zoonoses, segundo o município. Secretaria afirma que não há motivo para receio da população.

Muitos moradores de Palmas não têm deixado os agentes do Centro de Controle de Zoonoses entrar nas casas. Isso atrapalha o combate de doenças como a dengue. O motivo é que um funcionário público da Prefeitura de Palmas, que seria funcionário do CCZ, foi preso na semana passada. Com isso, parte da população ficou com receio.

Segundo a coordenadora de Vigilância e Controle de Zoonoses, Lara Melo, a população não precisa ficar com medo de receber os agentes de endemias.

“Não precisa ter resistência porque todos os nossos agentes de combate a endemias são capacitados para fazer esse trabalho. Eles visitam sempre e estão caracterizados para fazer essa atividade. Vão portar a camisa com o nome ACE, a calça com a sigla do CCZ, além do crachá e bolsa identificada”, afirmou.

Ainda de acordo com a coordenadora, o servidor preso pela polícia não trabalhava diretamente no controle de zoonoses. “Ele era da Secretaria Municipal de Saúde, mas não trabalhava na gerência do CCZ. Ele ia lá às vezes realizar um tipo de trabalho, mas nunca chegou a fazer nenhuma inspeção domiciliar”, afirmou.

Durante as visitas domiciliares, os agentes inspecionam tudo que pode se transformar em um criadouro do mosquito. Além de orientar os moradores sobre os cuidados do dia a dia.

“Tem que receber. É um cuidado muito importante para nós. Eles entram no quintal para ver sem tem água parada, se tem mosquito. Nós precisamos isso. Todo mundo deve abrir as portas e atender”, comentou a aposentada Vera Lúcia Áurea.

G1 Tocantins.

Moradores descartam lixo eletrônico em avenida no centro de Gurupi

Impressora e cartuchos foram deixados no canteiro central de uma avenida da cidade. Material pode levar centenas de anos para se decompor de forma natural, o que prejudica o meio ambiente.

Impressora e cartuchos foram deixados no canteiro central de uma avenida de Gurupi, no sul do estado. O material pode levar centenas de anos para se decompor de forma natural, o que prejudica o meio ambiente por causa das substâncias e resíduos químicos contidos nele. Além de chamar atenção, a atitude causa indignação.

“O lixo tem que ser jogado em um lugar específico tanto lixo hospitalar, quanto eletrônico, orgânico. Cada um tem que ter destino próprio”, diz a empresária Cleide Teixeira.

Geralny Leite trabalha há 50 anos na manutenção de eletrônicos. O problema é que nem sempre esses objetos têm conserto. Foi aí que ele esbarrou na dificuldade para descartar esse material, que se acumula.

“A cidade não tem coleta de placas eletrônicas e a gente não pode descartar em qualquer lugar porque contamina o solo. Então a gente fica com o prejuízo. A casa toda ocupada com placas de aparelhos que eram para ir para o lixo”, diz o autônomo.

O ideal é que sejam reciclados e não descartados no lixo comum. Essa é a preocupação do assistente técnico Joatan Borges. Ele separa as peças que podem ser reaproveitadas. “A gente tenta reciclar o máximo que pode. Tem coisas que a gente não consegue e acaba descartando no lixo comum.”

“Tem pessoas que chegam com os aparelhos antigos, de tubo, só para gente fazer o desmanche porque não tem para onde levar. As eletrônicas de hoje são locais para descarte desse lixo, mas a gente não aproveita peças dessas placas”, reclama o autônomo.

Segundo a Prefeitura de Gurupi, existe uma lei que determina que é de responsabilidade dos comerciantes e empresários terem um plano de gerenciamento de resíduos eletrônicos aprovado pela Diretoria de Meio Ambiente.

Disse que atualmente o município já está realizando o levantamento dessas empresas e que campanhas vão ser feitas para informar à população os locais que fazem reaproveitamento. A previsão é que esse trabalho comece em setembro.

G1 Tocantins.

Alimentos que iriam para o lixo são reaproveitados e ajudam moradores do TO

Programa Mesa Brasil evita desperdício e reaproveita frutas e verduras que estão fora dos padrões de comercialização. Cerca de 17 mil tocantinenses são beneficiados.

Frutas, verduras e legumes que iriam para o lixo têm ajudado cerca de 17 mil moradores do Tocantins. Os alimentos são reaproveitados por meio do programa Mesa Brasil, do Sesc. São 78 mil quilos de alimentos produtos em todo o estado. 

Os alimentos doados são aqueles que não são mais comercializados nos supermercados. “Antes de estragar, a gente já recolhe, passa por uma avalição, o pessoal separa e faz a distribuição. Tem algumas ONGs que a gente ajuda. Ao invés de jogar fora, a gente está alimentando quem precisa realmente“, explica o gerente de supermercado, João Cruz de Almeida.

Por meio do Mesa Brasil, o que ia para o lixo, vira comida para quem precisa. “Nós trabalhamos com vários parceiros, sendo que nós temos as entidades sociais que são cadastradas conosco, por meio de visita técnica, documentação. Nós pedimos que essas entidades sociais possam realizar alguma ação para que não fique só na distribuição do alimento porque as ações sócio-educativas são de suma importância, que essa parte do reaproveitamento possa partir das crianças e das famílias”, explicou a assistente social do programa, Érica Miranda.

A assistente social conta que é possível evitar o desperdício. “Simplesmente comprar somente o que vai consumir e aquele alimento que já está na geladeira, que já passou da conservação, é bom também a dona de casa dar uma olhada para que você possa aproveitá-lo com alguma receita, salada”.

Durante o processo de seleção dos alimentos, até mesmo os que são impróprios para consumo humano têm uma função, viram ração animal. Para contribuir com o programa Mesa Brasil, é preciso se cadastrar com um CNPJ, mas pessoas físicas também podem fazer doações, dependendo do tipo de alimento.

Caminhão frigorífico tomba em ribanceira e carga de carne é levada por moradores

Acidente foi próximo de Dianópolis, na região leste do Tocantins. Três pessoas estavam no veículo e tiveram ferimentos; vítimas foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros.

Um caminhão frigorífico tombou na madrugada desta quinta-feira (21) próximo de Dianópolis, na região leste do estado. Três pessoas estavam no veículo, dois adultos e uma criança, e tiveram ferimentos. Imagens feitas no local mostram que a carga foi levada por pessoas que passavam pela região.

O acidente ocorreu próximo ao trevo na TO-040, por volta das 3h da madrugada. As vítimas foram socorridas por terceiros e levadas até o posto de saúde da cidade, onde foram atendidas pelos bombeiros. Depois, foram transferidos para o Hospital Regional de Dianópolis.

Além do caminhoneiro, estavam no veículo uma mulher e uma criança. Segundo os Bombeiros, apenas a mulher apresentava ferimentos mais graves.

O motorista contou aos bombeiros que estava passando pelo local e perdeu o controle em uma curva. O caminhão caiu em uma ribanceira e teve a carroceria destruída.

Motoristas levaram a carga de caminhão que tombou em rodovia de Dianópolis (Foto: Divulgação)

Imagens feitas no local mostram que o caminhão transportava carne bovina. As peças de carne foram levadas por pessoas que passavam pelo local e por veículos.

Porém, ainda não é possível afirmar se houve saque ou se a carga foi liberada pelo proprietário. 

Moradores interditam ponte que liga Palmas a Paraíso e causam congestionamento

Protesto começou por volta de 6h30 e trânsito foi liberado às 7h30. Ato é realizado por moradores que cobram melhorias para o distrito de Luzimangues.

A ponte Fernando Henrique Cardoso, que liga Palmas a Paraíso do Tocantins, foi interditada na manhã desta segunda-feira (28). O bloqueio começou por volta das 6h30 e terminou às 7h30. O ato é realizado por moradores que cobram melhorias no distrito de Luzimangues e não está relacionado à greve dos caminhoneiros.

Por causa do protesto, uma fila gigante de carros se formou no local. A ponte tem um alto fluxo de veículos principalmente no início da manhã e fim da tarde. Os moradores pedem, entre outras medidas, transporte escolar de qualidade, creches e a redução dos valores no IPTU.

Luzimangues é distrito de Porto Nacional e tem 20 mil habitantes. Após o ato na ponte, moradores foram até a subprefeitura e esperam para falar com o prefeito de Porto Nacional, Joaquim Maia. “A urgência é com relação a entrega da UPA, que não foi concluída. Esperamos a entrega da unidade há mais de um ano. Nós só temos uma unidade e ela atende 20 mil moradores. Quem precisa, muitas vezes, precisa ir a Palmas”, disse um dos organizadores do movimento, Roberto Sousa.

A população também pede outras melhorias. “Nós queremos que os recursos captados sejam aplicados aqui. Nós não temos escolas suficientes, têm crianças fora das escolas, a coleta de lixo é ineficiente e o transporte escolar é precário”, reclamou o presidente da Associação Comunitária de Luta pela Emancipação do distrito de Luzimangues, Edson Pires de Almeida.