Uso racional de medicamentos é tema de campanha em Gurupi

Na oportunidade também serão oferecidos serviços como aferição de pressão arterial e teste de glicemia.

Tomar remédios por conta própria, não respeitar os horários de ingestão, ou ainda utilizar de medicamentos de uso contínuo sem reavaliação, são práticas que podem colocar a saúde em risco.

Sobre essas e outras questões, o curso de Farmácia do Centro Universitário UnirG irá promover uma campanha alertando a população sobre o Uso Racional de Medicamentos.  As ações serão realizadas nos dias 15 e 16 de maio, das 16 às 18h, durante a Semana Farmacêutica da UnirG.

Acadêmicos e professores estarão no Parque Mutuca e no campus II da UnirG prestando esclarecimentos à população sobre o tema, recolhendo medicamentos vencidos e ainda coletando doações de medicamentos fracionados ou não, que estejam adequados para o consumo. Não serão recebidos medicamentos líquidos e pomadas.

O objetivo é “informar sobre o armazenamento e conservação dos medicamentos em domicílios, destacar a importância da adesão ao tratamento e ainda estimular o descarte correto de medicamentos vencidos ou impróprios ao consumo”, explica a professora Karin Anne Margaridi Gonçalves.

Ainda segundo Karin, além da automedicação também são preocupantes os impactos ambientais e de saúde pública que podem ser causados com o descarte inadequado de medicamentos vencidos ou fora de uso.

“Estocar medicamentos nos domicílios é uma prática comum e o seu descarte quase sempre é feito de forma inadequada em pias, vasos sanitários e lixo comum. A população deve encaminhar o medicamento vencido ou em desuso para uma farmácia para que esta promova o encaminhamento adequado”, recomendou.

A ocasião também servirá para envolver os acadêmicos em atividades que coloquem os conhecimentos adquiridos em prática.

O evento

“Farmacêutico: antiga profissão, novos desafios” é o tema da VII Semana Farmacêutica. A programação do evento inclui palestras e mini-cursos sobre diversos temas. As inscrições estão abertas até a próxima segunda-feira, 14, clicando aqui

Para ler a programação completa clique http://www.unirg.edu.br/images/paginas/farmacia/1aFolder_Semana_Farmaceutica2018.pdf

Imagem acima ilustrativa/tuasaude.com

Após acordo, Estado tem 30 dias para levar proposta a fornecedores de medicamentos

Conforme a Justiça Federal, a intenção é concluir, de forma amigável, a Ação Civil Pública que trata do fornecimento de medicamentos contra o câncer para a Secretaria Estadual de Saúde.

Durante audiência de conciliação realizada na tarde desta quinta-feira, 22, na Justiça Federal, em Palmas, representantes de nove dos principais laboratórios de medicamentos do país e o Governo do Tocantins fizeram acordo para que, no prazo de até 30 dias, o Estado apresente uma proposta com as principais necessidades da Rede Estadual de Saúde.

Conforme a Justiça Federal, a intenção é concluir, de forma amigável, a Ação Civil Pública que trata do fornecimento de medicamentos contra o câncer para a Secretaria Estadual de Saúde.

O acordo foi homologado pelo juiz federal Adelmar Aires Pimenta, titular da 2ª Vara Federal de Palmas.

“Estamos pedindo que vocês entrem nas nossas licitações”, disse o superintendente de compras da Secretaria, Afonso Piva. Os advogados dos laboratórios cobraram uma proposta por parte do Governo do Tocantins, mas nenhuma foi apresentada. Por tal motivo, concordaram em suspender o processo no período de 30 dias para que o Estado tenha tempo de apresentar uma proposta para ser apreciada pelos fornecedores de medicamentos.

Em maio de 2017, a Justiça Federal determinou, por meio de decisão liminar, que 16 laboratórios, de renome internacional, fornecessem medicamentos contra o câncer para o Governo do Tocantins com preços indicados pela tabela CMED – lista elaborada pelo Ministério da Saúde que, em alguns casos, contém valores inferiores aos praticados pelas grandes empresas.

Na ocasião, o juiz federal Adelmar Aires Pimenta fixou multa diária no valor de R$ 50 mil em caso de descumprimento da determinação. Desde então, a Ação Civil Pública tramita na Justiça Federal.

O processo foi movido pelo Governo do Tocantins e Ministério Público Federal que alegaram que desde julho de 2016 a Secretaria de Saúde enfrentava dificuldades para abastecer seus hospitais com medicamentos destinados ao tratamento do câncer, pois, de acordo com a ação, nenhum laboratório, dos 42 que participaram da licitação de compra de medicamentos, se prontificou a atender o Poder Público.

(Com informações da Ascom SJTO/Seção Judiciária do Tocantins) e T1noticias

Comida para pacientes em coma está em falta no HGP, diz Defensoria

Segundo o órgão, 15 pessoas estão precisando da alimentação.
Secretaria da Saúde disse que o que houve foi um atraso no fornecimento.

Está faltando alimentação especial para pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral de Palmas (HGP), segundo a Defensoria Pública do Tocantins. O problema foi constatado após vistoria realizada nesta quinta-feira (17). A unidade tem 24 horas para resolver a situação. 

De acordo com a Defensoria, está em falta a alimentação enteral e parenteral. Uma comida líquida especial que vai para o estômago através de um tubo, já que em estado de coma, o paciente não tem a capacidade de se alimentar adequadamente pela via oral.

O defensor público Arthur Pádua afirmou que 15 pacientes da UTI do HGP estão na mesma situação. De acordo com os nutricionistas, a alimentação que está sendo servida na substituição não é adequada.

Cairo de Souza, filho de um dos pacientes que está sendo prejudicado, disse que ao chegar na UTI, viu que o pai estava sem se alimentar. “Está faltando a dieta dele”.

O rapaz pediu uma receita para tentar adquirir a substância por conta própria, que ele diz custar cerca de R$ 300, suficiente para apenas um dia. “É um descaso. Agente paga tantos impostos para chegar aqui quando precisa. É muito injusto o que eles fazem com a gente”, disse, Cairo.

Para o defensor, esse é um problema a mais para quem já corre risco de morte. “Daqui a pouco vamos ter a situação onde os pacientes ao invés de morrer em razão da patologia que sofrem, vão morrer com fome no hospital”, disse.

Além da alimentação inadequada, a defensoria afirma que o hospital apresenta outras irregularidades, como a falta de medicamentos para tratamentos, fraudas para pacientes, válvulas essenciais para a realização de cirurgias, antibióticos que previnem infecção hospitalar, além dos funcionários da limpeza estarem trabalhando sem luvas e sem sacos de lixo para recolher os resíduos.

No mês de agosto deste ano, faltou alimentação para os pacientes em 19 hospitais públicos do Tocantins. Na ocasião, a Secretaria Estadual da Saúde assumiu o fornecimento das refeições que eram feitas por uma empresa terceirizada. A população também se mobilizou para arrecadar alimentos e realizarem doações e até marmitas eram vendidas na entrada do hospital.

A Secretaria de Saúde do Tocantins informou que a alimentação está garantida à todos os pacientes internados na UTI do HGP e o que houve foi um atraso no fornecimento, mas o problema já foi solucionado. A secretaria ainda disse que as fraudas e válvulas não estão em falta e que os outros itens serão entregues na unidade.(fonte:g1/to)

Aplicativo que compara preços de farmácia é lançado em Goiânia

iPharma é gratuito para Android e iOS

Goiânia é uma cidade conhecida por ter uma farmácia em cada esquina. Exatamente por isso, os preços dos produtos e da entrega podem variar significativamente. Para dar uma mãozinha na hora de comprar remédios, finalmente chegou a Goiânia um aplicativo dedicado a comparar os preços das farmácias.

O iPharma Mobile está disponível para Goiânia em dispositivos Android e iOS e funciona de maneira similar a outros serviços de entrega online: você cadastra seu CEP e através do GPS do celular ele te mostra todas as farmácias que fazem entregas na sua região.

Depois, basta você selecionar a farmácia e os produtos para fazer o seu pedido, facilitando todo o processo de pesquisa.(fonte:mais goias noticias)