Suspeito de estupro é preso após tentar matar pai de vítima com facão

Conforme a polícia, estupro aconteceu em 2014. Desde então, pais de criança estavam sendo ameaçados; tentativa de homicídio aconteceu no último mês de julho.

Um homem foi preso em Araguaína, norte do Tocantins, suspeito de estuprar uma menina de nove anos e tentar matar os pais dela com um facão. O estupro teria acontecido em 2014 e a tentativa de assassinato no último mês de julho, segundo a Polícia Civil. O suspeito foi detido na casa dele, na manhã desta quinta-feira (10).

O homem tem 36 anos, estaria ameaçando o casal desde que foi denunciado pelo estupro. Ainda de acordo com a polícia, no início de julho o suspeito seguiu os pais da criança e bloqueou a passagem deles no setor Ana Maria.

Uma câmera de segurança mostra o momento em que um carro bloqueia a passagem do casal e um homem desce do veículo. Depois, o agressor dá golpes de facão no pai da criança. A vítima foi socorrida pelo Samu e sobreviveu ao crime.

O suspeito foi preso em cumprimento a um mandado de prisão e levado para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína. Ele foi indiciado por tentativa de homicídio qualificado.

G1/TO

 

Suspeito de violentar e matar idosa é condenado a quase 19 anos de prisão

Idosa foi abusada dentro da própria casa em novembro de 2016. Justiça considerou as provas suficientes para a condenação do suspeito.

O suspeito de violentar e matar uma idosa em Natividade, no sudeste do Tocantins, foi condenadoa quase 19 anos de prisão. Ele teria matado a lavradora Maria Conceição, de 69 anos, dentro da própria casa dela. O crime aconteceu em novembro de 2016.

A decisão foi comunicada nesta terça-feira (1) e divulgada nesta quarta-feira (2) pelo Ministério Público Estadual. A Justiça considerou os fatos suficientes para a condenação do suspeito. A pena aplicada para o crime foi de 18 anos e nove meses de reclusão em regime fechado.

O condenado ainda pode recorrer da decisão. O G1 não conseguiu contato com a defesa do homem.

Entenda

A vítima foi encontrada caída e ensanguentada em um colchão na sala da casa da família em Natividade, na região sudeste do Tocantins. Ela foi levada ao hospital ainda com vida, mas não resistiu aos graves ferimentos.

Após o crime, uma bermuda, um chinelo e os documentos pessoais do suspeito foram encontrados na casa. O criminoso foi visto escondido em uma fazenda da região.

G1/TO

Adolescente suspeito de matar e esconder corpo de colega em cisterna é apreendido no TO

Assassinato aconteceu em Aparecida de Goiânia, no Natal do ano passado, mas corpo só foi encontrado dois meses depois. Menor já responde por tráfico de drogas no Tocantins.

Um menor de 16 anos suspeito de matar e esconder o corpo de Anatanael dos Santos Oliveira, 14 anos, em Aparecida de Goiânia, foi apreendido em Santa Fé do Araguaia. O mandado de busca e apreensão foi cumprido nesta segunda-feira (31), no Centro de Internação Provisória da cidade localizada ao norte do Tocantins, onde o adolescente está internado por tráfico de drogas.

Anatanael desapareceu no Natal do ano passado. Após denúncias, o corpo dele foi encontrado no mês de fevereiro deste ano, em estado de decomposição. O cadáver estava enterrado em uma cisterna, que ficam dentro de um lote ao lado da casa do suspeito do homicídio, no condomínio Amim Camargo, em Aparecida de Goiânia.

Segundo o delegado Luiz Gonzaga, titular da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais de Goiânia, o assassinato foi praticado por motivo fútil. “Eles estavam bebendo juntos, eram colegas. Houve um desentendimento e o autor disparou contra a cabeça da vítima”,

Após cinco meses de investigação, os policiais civis de Goiânia descobriram que o menor estava no Tocantins e que tinha sido apreendido por tráfico de drogas. Um mandado de busca e apreensão foi expedido e cumprido no Centro de Internação Provisória em Santa Fé do Araguaia.

O delegado Luiz Gonzaga informou que o menor deve ficar no Tocantins por no máximo 45 dias. Neste intervalo, os juízes da comarca de Colinas e de Goiânia devem decidir se o adolescente será levado para Goiás e em quando isso ocorrerá. Ele ainda será julgado pelo assassinato e pode ficar até três anos internado.

Entenda

O corpo de Anatanael dos Santos foi encontrado no dia 14 de fevereiro deste ano pelo Grupo de Intervenção Rápida Ostensiva da Polícia Militar (Giro), em Aparecida de Goiânia.

O cabo Thiado da Silva, do Giro, afirmou que uma denúncia anônima levou a equipe até um sobrado perto da casa do adolescente. Os policiais conseguiram uma retroescavadeira, que retirou a terra da cisterna e conseguiu encontrar um corpo enterrado no local, há cerca de cinco metros de profundidade.

“As equipes do Giro receberam uma denúncia anônima relatando uma ocultação de cadáver. Chegando ao local, verificamos que teve uma festa de final de ano, nas proximidades do Natal, onde adolescentes estavam com arma de fogo. Durante essa festa, um adolescente, que era morador da casa, teve uma desavença com outro menor, vitimando ele, que veio a óbito. Posteriormente, eles ocultaram o cadáver dentro de uma cisterna, que era no próprio lote”, disse em entrevista à TV Anhanguera.

Ainda conforme o cabo, o corpo foi escondido por menores que encheram a cisterna com terra. “Para poder ocultar o cadáver eles contrataram um caminhão de terra e, por lata, de pouco em pouco, chegaram a completar com terra a cisterna”, afirmou.

Natanael dos Santos desapareceu na noite de Natal, em Aparecida de Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Natanael dos Santos desapareceu na noite de Natal, em Aparecida de Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

G1/TO

Homem é suspeito de matar primo por espancamento por ciúmes da namorada

Ederson Madureiro morreu quatro dias após ser agredido durante festa de família em Leopoldo de Bulhões. Para a polícia, suspeito disse que a vítima caiu sozinha no chão.

O pintor automotivo Ederson Costa Madureiro, de 40 anos, morreu nesta quarta-feira (5) após ser espancado durante uma festa de família, em Leopoldo de Bulhões, na região central do estado. Segundo os irmãos da vítima, um primo é o autor da agressão, que foi motivada por suposto ciúmes da namorada.

“Eu estou horrorizada, traumatizada, sentida porque era meu irmão querido, nunca aconteceu isso na nossa família. E meu primo está solto. Disseram que meu irmão não fez nada, só cumprimentou a namorada dele quando ela chegou”, disse a funcionária pública Vanilda da Costa Madureiro, irmã da vítima.

A agressão aconteceu na tarde do último sábado (1º), durante a festa de aniversário da mãe do suspeito, Marcos Roberto Alves Carneiro, na casa deles. O homem alegou aos parentes que o primo caiu sozinho.

Agressões

Apesar da alegação de Marcos, outras pessoas que estavam na festa contaram à irmã da vítima que Ederson dormiu no sofá assistindo a um DVD e acordou com as agressões do primo.

“O Marcos chegou e jogou água gelada nele. Ele estava com um pau na mão, começou a dar paulada, chute, pontapé. Meu irmão sofreu polifraturas na cabeça, quebrou uma costela no peito, quebrou a tíbia”, relatou Vanilda.

Mesmo machucado, segundo a irmã, Ederson só foi levado ao hospital no dia seguinte. “Meu irmão ficou no sofá das 16h de sábado ao meio dia de domingo (2). Minha tia deixou ele lá para não prenderem o filho dela. O médico achou um absurdo porque ele ainda chegou maquiado e com as unhas pintadas no hospital”, reclama a funcionária pública.

Os irmãos de Ederson só souberam da agressão na manhã de domingo, após uma irmã de Marcos contatá-los. Como eles moram em Goiânia, se deslocaram até a cidade do interior para entender a situação.

Ao ver que o irmão estava no hospital, Vanilda foi até a casa da tia e se encontrou com Marcos. Ela ficou indignada com a frieza dele. “A gente foi na casa da minha tia, e o Marcos estava na casa dele sentando, tomando cerveja, escutando música,como se nada tivesse acontecido, com o sofá sujo de sangue”, relatou.

Ederson foi transferido ainda no domingo da unidade de saúde de Leopoldo de Bulhões para o Hospital de Urgências de Aparecia de Goiânia (Huapa), na Região Metropolitana da capital. Ele morreu por volta das 5h desta quarta-feira.

Investigação

O caso foi registrado na delegacia de Leopoldo de Bulhões, no domingo, onde o suspeito foi conduzido pela Polícia Militar. No boletim de ocorrência consta que Marcos negou ter agredido o primo e disse que Ederson caiu sozinho.

A Polícia Civil informou que, apesar de o pintor ter morrido em Aparecida de Goiânia, o homicídio será investigado na delegacia de Leopoldo de Bulhões, onde aconteceu a agressão.

Ederson deixa uma filha de 7 anos e um filho, de 7.

O G1 tenta contato com o suspeito.

G1/GO

Dentista é preso acusado de matar a ex-namorada, grávida de três meses

Corpo dela foi encontrado carbonizado em Vassouras, no centro-sul fluminense.

Um dentista de 33 anos foi preso neste domingo, 25, pela Polícia Civil do Rio sob suspeita de matar a ex-namorada, que estaria grávida dele e estava desaparecida desde a última quinta-feira, 22. O corpo dela foi encontrado carbonizado em Vassouras, no centro-sul fluminense. O suspeito foi detido em casa, em Botafogo.

Segundo a polícia, Thiago Medeiros conheceu a farmacêutica Nathalie Rios Motta Salles em 2008 e começaram a namorar. Depois romperam o relacionamento, mas continuaram se encontrando. Nathalie, de 37 anos, engravidou há três meses e Thiago seria o pai.

Atualmente noivo de uma médica, o dentista teria tentado, sem sucesso, convencê-la de abortar. Na última quinta-feira, Nathalie saiu de uma de suas farmácias, na Tijuca, por volta de 16h30, e foi de metrô da estação Saens Peña até o Flamengo onde encontrou o ex-namorado.

Segundo o depoimento de Thiago, que durou mais de 10 horas, a farmacêutica entrou no carro dele e começaram a trafegar pelo Rio. Então, Nathalie teria pedido para desembarcar no Aterro do Flamengo e que ele a teria deixado no local pedido. A partir daí, Nathalie não foi mais vista.

Até o momento a polícia não encontrou provas de que Thiago deixou de fato a ex-namorada no Aterro do Flamengo, como imagens gravadas por câmeras de segurança da região.

O dentista alega que, após ter deixado a ex-namorada, viajou para Vassouras, onde a família dele mora e onde mantém um consultório odontológico.

Na sexta-feira, 23, policiais encontraram um corpo carbonizado dentro de uma pilha de pneus, em um lugar ermo a cerca de dez quilômetros do centro de Vassouras. Embora o cadáver tenha ficado irreconhecível e os dentes sido arrancados, os brincos e partes da roupa estavam intactos e foram reconhecidos por familiares da farmacêutica como sendo dela.

Com base nos indícios, a Polícia Civil pediu neste domingo a prisão temporária de Medeiros, autorizada pela Justiça. Ele foi detido em casa. A reportagem não conseguiu localizar representantes do dentista, que pudessem emitir sua versão sobre o caso. Com informações do Estadão Conteúdo. 

Noticias ao Minuto

MPE pede que suspeito de matar policial em Araguaína vá a julgamento

Sargento foi morto em troca de tiros durante assalto a uma agência bancária de Araguaína. O suspeito foi preso no final do mês passado, no Piauí.

O inquérito ainda não foi concluído, mas o Ministério Público Estadual já ofereceu denúncia contra o suspeito de matar um policial militar em Araguaína, no norte do Tocantins. O crime aconteceu no mês passado. Jandres Alves Bezerra, que tinha 43 anos, foi morto em troca de tiros durante um assalto a uma agência bancária da cidade.

“Com base no inquérito policial, o Ministério Público entendeu, que em tese, houve um crime de latrocínio contra o policial militar James e tentativa de latrocínio com relação às vítimas do estabelecimento, no momento do assalto, praticamente ao lado do policial militar e que também foram alvo dos disparos, que por sorte não as atingiram e de forma alguma descaracteriza o crime por ele praticado”, diz o promotor de Justiça Leonardo Goveia.

O suspeito foi preso no final do mês passado, em Canto dos Buritis (PI), após uma denúncia anônima por porte ilegal de arma de fogo. Segundo a polícia, ele estava com arma usada para matar o policial. Ainda não há informações de quando o suspeito será transferido para uma cadeia do Tocantins.

A família se sente mais aliviada após a denúncia do Ministério Público. “Estou tomando remédio direto, mas não passa. Quando vem aquela dor, o vazio, não tem jeito. A dor é grande, é um vazio que não preenche nunca”, desabafa a mãe.

Entenda

O policial militar foi morto no dia 12 de maio em Araguaína, norte do Tocantins, durante uma troca de tiros na porta de uma agência bancária. O sargento Jandres Alves Bezerra, de 43 anos, que reagiu a um assalto. Outras duas pessoas ficaram feridas.

Os criminosos conseguiram fugir, mas foram perseguidos. A PM confirmou que um deles foi morto mais tarde, em troca de tiros com os militares no setor JK.

A tentativa de assalto foi registrada por volta das 15h30, na avenida Ademar Vicente. O policial foi atingido por vários disparos e morreu no local. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e confirmou a morte.

De acordo com a PM, o policial estava na fila esperando para ser atendido quando os criminosos chegaram. Segundo testemunhas, duas pessoas que estavam no local foram baleadas. Elas foram levadas para o Hospital Regional de Araguaína.

G1/TO

Suspeita de matar filho diz à polícia que bebê se feriu enquanto ela ‘fumava maconha’

Presa, jovem de 23 anos alegou que recém-nascido, de 2 meses, caiu do carrinho, em Goiânia. Delegado não acredita em versão e afirma que mãe foi negligente.

O delegado Ranor de Araújo informou que a jovem de 23 anos presa suspeita de matar o filho, de apenas 2 meses, em Goiânia, confessou que estava “lavando roupa, bebendo e fumando maconha” quando a criança teria se machucado. Ela alegou à polícia que o bebê caiu do carrinho, mas a corporação não acredita nesta versão. Para o responsável pela investigação, a mulher foi negligente em relação aos cuidados com o menino.

Ainda de acordo com o delegado, a jovem disse que na terça-feira (6), depois do suposto acidente, prestou socorro ao filho. No entanto, para a polícia, a conduta foi inadequada.

“Ela disse que estava lavando roupas no tanque, fumando maconha e bebendo quando ouviu o choro do bebê, que estava na sala. Então a jovem contou que pegou a criança no colo, colocou no peito, deu um remedinho e um banho”.

Em seguida, ao invés de levar o filho ao hospital, a jovem foi a casa de um amigo, na Vila Boa, mesmo bairro onde mora. Lá ela passou a noite e na quarta-feira (7), por volta das 10h, notou que o filho estava passando mal e o levou ao Cais de Campinas, mas ela não resistiu e morreu.

“Acredito em negligência dela. Teria de ter levado a criança no hospital de imediato. Como ela só foi ver o problema no outro dia? Para mim, não tem explicação”, pontua o delegado.

Agressão

Segundo relatório médico do Cais, o bebê apresentava sinais que poderiam ser de agressão. Porém, de acordo com o delegado, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) não apontou lesões aparentes. No entanto, ele solicitou mais exames e disse que a possibilidade de atitude com dolo não está descartada.

Uma tia da jovem prestou depoimento e afirmou à polícia que ela é usuária de drogas. A mulher tem outros três filhos, mas nenhum deles mora com ela.

Araújo não acredita na versão da queda e diz que a mulher “está escondendo a verdade”. “Para mim, é um absurdo uma criança de dois meses capotar do carrinho. Ela está escondendo o real motivo [da morte]”, opina.

A princípio, a polícia deve indiciar a suspeita por homicídio culposo – quando não há intenção de matar – com um agravante por omissão de socorro. Ela está detida em na carceragem do 14º DP de Goiânia.

Segundo o IML, o corpo do garoto já foi liberado para a família, mas até as 7h desta quinta-feira (8), ainda não havia sido retirado.

Fonte: G1/GO

 

Namorado acusado de matar fisioterapeuta volta a dizer que tiro foi acidental

Em Audiência, durante sessão, Diego Lima deu a mesma versão de quando foi ouvido na delegacia. Na saída do Fórum, parentes de Caillane Marinho o chamaram de ‘assassino’; crime ocorreu em Vianópolis, GO.

O engenheiro agrônomo Diego Henrique Lima, de 30, participou de uma audiência de instrução relacionado ao processo no qual é acusado de matar a namorada, a fisioterapeuta Caillane Marinho, de 27. O crime ocorreu em outubro do ano passado, em Vianópolis, região sul de Goiás. Assim como quando prestou depoimento na delegacia, o homem voltou a alegar que o tiro que matou a mulher foi acidental.

A sessão ocorreu na quarta-feira (30), no Fórum de Vianópolis. Diego estava acompanhado de seus advogados, que foram procurados pela TV Anhanguera, mas não quiseram falar sobre o caso.

O promotor de Justiça Júlio Alexandre da Silva, disse que há contradições no depoimento do acusado. “Essa versão apresentada pelo réu não coaduna nem com a parte lógica dos fatos que foram trazidos, tampouco com os depoimentos que já foram colhidos”, disse.

Parentes e amigos de Caillane foram ao Fórum embora não pudessem acompanhar a sessão. Na saída, quando Diego estava indo embora, eles começaram a chamá-lo de “assassino”.

A mãe de Caillane, a dona de casa Maria Lucélia Marinho, espera que o acusado seja punido pelo crime. “Espero justiça da terra e dos homens e também espero a justiça de Deus”, desabafa.

Morte

Caillane foi morta no dia 9 de outubro, na residência onde vivia com o namorado. Segundo as investigações, a jovem foi encontrada dentro de casa com um tiro na cabeça. Após o crime, Diego passou a ser procurado pela polícia, mas só se apresentou no dia 14 de outubro. Como tinha um mandado de prisão em aberto, ele foi preso.

Ao se entregar à Polícia Civil, Diego alegou que o disparo que matou a namorada foi acidental e aconteceu durante uma briga. Ele disse que pegou uma arma para se matar, mas que Caillane tentou tirar o armamento dele e acabou baleada.

No entanto, na ocasião, o delegado Marcos Vinícius Costa, responsável pelo inquérito policial, afirmou que essa versão contradiz as provas. “O laudo pericial diz que foi homicídio doloso. O tiro acertou entre a nuca e a orelha. Como uma pessoa tentar tirar a arma da outra de costas? Não tem como o disparo ter sido acidental”, afirmou.

O engenheiro ficou detido até o dia 3 de fevereiro, quando foi solto por meio de um habeas corpus. Desde então, responde ao processo em liberdade. No dia 13 do mesmo mês, a polícia fez uma reconstituição do homicídio.

Relação conturbada

Várias testemunhas disseram que o relacionamento entre os dois era bastante conturbado. De acordo com a polícia, o motivo da briga que culminou com o homicídio foi uma discussão sobre um relacionamento anterior dele. O suspeito ainda é casado, no papel, com outra mulher.

Cerca de duas semanas antes do crime, o engenheiro agrônomo escreveu uma carta para a namorada. No texto, o homem pede desculpas à jovem, diz que a ama e afirma: “Não te mereço e deixei tudo acabar”.

Caillane deixou uma filha de 7 anos que, segundo os parentes, ficou muito abalada com a morte da mãe. 

Fisioterapeuta Caillane Marinho foi morta dentro de casa após ser baleada (Foto: Reprodução/Facebook) Morte
Fisioterapeuta Caillane Marinho foi morta dentro de casa após ser baleada (Foto: reprodução/Face)

G1/GO

Marido e mais dois são presos suspeitos de matar estudante

Segundo polícia, motivação do crime seria uma suposta traição da vítima. Thaís Alves Pereira, 20, foi morta com um tiro na cabeça após sumir por 5 dias; corpo foi achado em decomposição.

A Polícia Civil prendeu três homens suspeitos de matar a estudante Thaís Alves Pereira, de 20 anos, cujo corpo foi encontrado em um matagal de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Entre os detidos, está o marido da vítima. De acordo com as investigações, o crime foi cometido sob a alegação de supostas traições praticadas pela jovem.

O trio foi apresentado pela polícia na quinta-feira (18). O marido de Thais, Denilson Oliveira, foi preso apontado como mandante do crime. Já Francisco Oliveira Santos seria o autor do homicídio. Por fim, Jonhs Mariano de Sousa emprestou o carro usado no crime.

O corpo de Thais foi localizado no último dia 31 de janeiro, em avançado estado de decomposição. A perícia constatou que ela havia sido morta com um tiro na cabeça. Na ocasião do crime, a família informou que ela tinha sido vista pela última vez cinco dias antes, entrando em um carro de cor prata.

 do e mais dois são presos suspeitos de matar estudante em Luziânia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

O delegado regional de Luziânia, Rodrigo Mendes, afirmou que a motivação passional não pode ser usada como pretexto para o assassinato. “A motivação do crime, pelo que a Polícia Civil apurou, teria sido traições praticadas por parte da vítima. Mas isso não justifica a prática de um homicídio”, desataca.

Dois carros usados no crime serão submetidos à perícia para verificar se há ou não marcas de sangue da vítima. Francisco já era investigado por outro homicídio cometido na cidade.

Os suspeitos estão presos preventivamente. Eles devem responder por homicídio triplamente qualificado. Se condenados, podem pegar até 30 anos de prisão.

G1/Go

Pistola usada para matar cinegrafista é de uso restrito da PF e das Forças Armadas

Elvis Greener Rosendo, de 25 anos, foi assassinado em frente à casa da namorada, em Anápolis. Jovem trabalhou em um programa policial de TV.

Polícia Civil informou que os tiros que atingiram o cinegrafista Elvis Greener Rosendo, de 25 anos, saíram de uma pistola calibre 9 milímetros que é de uso exclusivo das Forças Armadas e da Polícia Federal. O jovem foi executado na porta da casa da namorada dele, em Anápolis, a 55 km de Goiânia.

“Essa pistola tem sido utilizada de vez em quando homicídios. É realmente uma arma de um impacto muito grande, tanto que existe esta restrição por conta do uso dela pelas forças policiais. O porte e a posse dela por civis são proibidos”, disse à TV Anhanguera o delegado responsável pelo caso, Renato Rodrigues.

A polícia informou ainda que, aparentemente, foi usado um “kit rajada” na arma, que permite que ela dispare muito mais tiros. “Com esse material, a pistola funciona como uma pequena metralhadora. Ao invés de dar tiros de um em um, dependendo do kit, é possível disparar até 100 tiros”, esclareceu.

O crime aconteceu por volta das 22h da última quinta-feira (27), na Rua Floriano Peixoto. De acordo com a Polícia Civil, o jovem estava dentro do carro quando um veículo se aproximou, e o ocupante atirou. Os policiais apreenderam o carro e o celular de Elvis para serem periciados.

Cerca de uma hora após o cinegrafista ser assassinado, o pit-dog do ex-chefe dele foi atingido por diversos tiros. Eles trabalharam juntos no programa de TV policial “190 Urgente”. A Polícia Civil apura se a morte do jovem e o atentado têm ligação.

 Motivação

Conforme a Polícia Civil, Elvis tinha passagem por posse de arma de fogo e era investigado por sequestro, cárcere privado, extorsão e tráfico de drogas. A corporação apura se os eventos recentes têm alguma ligação com os crimes dos quais o cinegrafista era suspeito ou com a profissão dele.

Amigo de infância do cinegrafista, o engenheiro civil Márcio Alves de Oliveira Filho, de 24 anos, disse que Elvis comprou uma arma há cerca de três anos, quando ainda trabalhava no programa policial, por ter medo de ser abordado por algum criminoso filmado por ele. No entanto, o engenheiro diz desconhecer qualquer envolvimento do cinegrafista com os crimes investigados pela polícia.

“Pode ser que outras pessoas ligadas a ele, de alguma forma, tenham feito isso [cometido crimes], mas, por parte dele, eu não sei. Não tinha contato com a vida profissional dele, só sei o que ele me contava, que tinha muito contato com policial e que tinha que lidar com bandidos”, afirmou.

Ainda conforme o amigo, o cinegrafista estava atuando com árbitro de futebol e cursava direito em uma faculdade da cidade. Segundo Márcio, Elvis não tinha mais contato com as pessoas com quem convivia na época em que era cinegrafista do programa policial.

“Ele estava correndo atrás do que ele gostava, mexendo com esporte, estudando, estava muito caseiro ultimamente. Há quase dois anos estava namorando, não tinha contato mais com a parte policial. Ele estava muito bem, muito feliz. A gente fica sem entender porque isso aconteceu”, lamentou.

A Polícia Civil deve ouvir testemunhas e ainda analisa imagens de câmeras de segurança do local, que não foram divulgadas. A corporação ainda não sabe quantas pessoas estão envolvidas no crime.

G1/GO