Acusado de matar dono de postos de combustíveis é julgado por mais de 12 horas

Alan Sales Borges é o principal suspeito de ter atirado e matado Wenceslau Gomes Leobas, ainda em 2016. Julgamento em júri popular está sendo realizado em Porto Nacional.

Está sendo realizado em Porto Nacional, a 52 quilômetros de Palmas, o julgamento de Alan Sales Borges. Ele é acusado de matar o empresário do ramo de combustíveis Wenceslau Gomes Leobas, ainda em 2016.

O júri popular começou durante a manhã desta segunda-feira (19) e dura cerca de 12 horas. A expectativa da promotoria é de que termine apenas na madrugada desta terça-feira (20).

As cinco testemunhas de acusação terminaram de ser ouvidas apenas no final da tarde, após a pausa para o almoço. Durante a noite foram ouvidas as cinco testemunhas da defesa e depois o acusado.

Um novo recesso deverá ocorrer às 22h. Depois disso, acusação e defesa farão um debate que deve durar por pelo menos mais cinco horas.

Wenceslau Leobas foi morto em Porto Nacional (Foto: Divulgação)

Entenda

Borges é acusado de ser o executor do crime e ter atirado contra a vítima. O homicídio aconteceu no momento em que o empresário de 77 anos saía de casa.

Por causa disso, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu a condenação dele por homicídio com o agravante de ter dificultado a defesa da vítima, que foi pega de surpresa e desprevenida.

O outro suspeito de envolvimento na morte era José Marcos de Lima, encontrado morto dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas em 2017, enquanto aguardava julgamento. Ele teria dirigido o carro de fuga após o crime. 

Investigações da polícia apontaram que a morte teria sido contratada por Eduardo Augusto Rodrigues Pereira, que também é dono de postos e na época do crime era presidente do sindicato dos revendedores de combustíveis.

Duda Pereira, como é conhecido, chegou a ser preso depois de passar quatro meses foragido, mas foi solto após uma liminar do Tribunal de Justiça.

O crime teria acontecido porque Leobas não aceitava participar de um cartel para alinhar o preço dos combustíveis vendidos.

De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público, Wenceslau Leobas, pretendia abrir um estabelecimento em Palmas. A intenção era praticar os mesmos preços do combustível vendido em Porto Nacional.

O crime

Wenceslau Leobas morreu aos 77 anos, no dia 14 de fevereiro após ficar 17 dias internado. Ele foi baleado em Porto Nacional no dia 28 de janeiro, no momento em que saía de casa para trabalhar.

No mesmo dia da tentativa de homicídio, dois suspeitos foram presos. A polícia disse que um deles chegou a confessar a participação no crime.

Os dois acusados de executar o crime Alan Sales Borges e José Marcos de Lima iriam a júri popular, mas José Marcos foi encontrado morto dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP) na manhã do dia 3 de março deste ano.

No mês de junho do ano passado, o juiz aceitou a denúncia contra Duda. Ele é acusado de ser o mandante do crime. Segundo o promotor Abel, o processo contra o Duda corre separadamente.

A audiência de julgamento dele já estava marcada para o mês de maio. Na época, Duda disse que estava sendo acusado injustamente.

Eduardo Pereira também é investigado a respeito de um suposto cartel nos postos de combustíveis em Palmas. Duda é apontado como comandante do cartel.

Em uma conversa telefônica gravada pela Polícia Civil, com autorização da Justiça, ele fala com Neizimar Cabral (a quem chama de Leidimar), chefe de fiscalização do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) no Tocantins, e chega a ameaçar um dos fiscais. Durante a conversa, Cabral promete que irá mudar o fiscal.

G1 Tocantins

Marido acusado de matar cabeleireira no Tocantins vai a júri popular

Aldenir Alves Teixeira está preso desde outubro de 2016, pela suspeita de matar e enterrar a esposa em uma chácara. O suspeito vai a júri nesta segunda-feira (19), em Araguaína.

O suspeito de matar a cabeleireira Edilene Oliveira da Silva, de 30 anos, marido dela, vai a júri popular nesta segunda-feira (19), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Araguaína, norte do estado.

O suspeito Aldenir Alves Teixeira está preso desde outubro de 2016, pela suspeita de matar e enterrar a esposa em uma chácara, na zona rural de Araguaína.

O crime contra Edilene Oliveira da Silva ocorreu em julho de 2016, após uma discussão entre o casal.

O corpo da cabeleireira só foi encontrado dois meses depois, quando o suspeito levou a polícia no local.

Entenda

O corpo da cabeleireira Edilene Oliveira da Silva foi encontrado em outubro de 2016. O corpo estava enrolado em um colchão dentro de um buraco de aproximadamente 30 centímetros de profundidade.

A polícia informou que o Alves tentou enganar a polícia se passando por vítima. Ele teve a prisão decretada como principal suspeito de matar a própria mulher e foi levado para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA).

Edilene era dona de um salão de beleza em Araguaína. Segundo a polícia ela foi vista pela última vez com o ex-marido Aldenir Alves Teixeira, após voltarem de uma viagem no Maranhão.

G1 Tocantins

Adolescente é suspeito de matar irmão com facada no coração durante briga

Caso foi registrado em Palmeiras do Tocantins, no norte do estado. Segundo a polícia, menor é suspeito de outro homicídio ocorrido na cidade em 2016.

Em jovem de 21 anos foi morto pelo próprio irmão em Palmeiras do Tocantins, norte do estado, na noite desta quinta-feira (16) com uma facada no coração.

Segundo a Polícia Militar, o suspeito tem 17 anos e seria usuário de drogas. Ele fugiu da cidade e está sendo procurado.

O crime aconteceu por volta das 20h em uma casa próximo da delegacia de polícia. Ainda conforme a PM, o menor teria ameaçado a mãe durante o dia e quando voltou ao local começou a brigar com o irmão mais velho.

A vítima foi morta com uma facada no coração.

O irmão foi socorrido e levado para um hospital em Estreito (MA), mas chegou sem vida.

A polícia foi até a casa do pai do menor, onde foi localizada uma arma de fabricação caseira que seria do adolescente.

Até o momento o suspeito não foi encontrado. Ainda de acordo com a PM, o menor é suspeito de um outro homicídio registrado em 2016 na cidade.

G1 Tocantins

Índia é suspeita de matar companheiro com facão na zona rural de Itacajá

Crime aconteceu após um desentendimento em uma mesa de bar. Homem foi morto com golpes de facão e suspeita foi presa em flagrante.

A indígena Mariana Pyrã, da etnia Krahô, é suspeita de matar o companheiro Lázaro Pereira da Silva, de 68 anos, após um desentendimento em uma mesa de bar.

De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu na zona rural de Itacajá, a 295 quilômetros de Palmas. A vítima foi golpeada com um facão na cabeça e no braço.

O homem não pertence à etnia da indígena e morreu no local. A mulher foi presa em flagrante e encaminhada para a delegacia da cidade.

O assassinato ocorreu na madrugada desta quinta-feira (8), no Dia Internacional da Mulher, por volta das 3h.

G1 Tocantins/Imagem ilustrativa

Polícia prende suspeitos de matar idoso com enxada após não encontrar dinheiro em Arraias

Crime aconteceu em setembro de 2017 na cidade de Arraias, sudeste do Tocantins. Suspeitos invadiram casa da vítima, que teria reagido e foi morta com golpes de faca e enxada.

Dois homens foram presos pela Polícia Civil em Arraias, sudeste do Tocantins, suspeitos de matar o idoso Terezo Francisco Carvalho, de 68 anos, com golpes de enxada e faca em setembro de 2017.

Segundo o delegado regional José Antônio, David Wilson Gomes dos Santos é o principal suspeito e teria confessado o crime.

Além dele, o suspeito Lucas Balduino Pontes Rocha também foi preso, mas a participação dele ainda está sendo investigada.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os dois teriam chegado à casa da vítima para roubar dinheiro, mas após render o idoso os suspeitos não encontraram o que procuravam.

Por causa disso, Santos teria roubado dois isqueiros e aplicado um golpe conhecido como “gravata” no idoso. A vítima resistiu e conseguiu golpear o agressor com uma lanterna.

Ainda de acordo com a polícia, Santos teria dado vários golpes no idoso com uma enxada e uma faca. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu.

Conforme a delegada Vanusa Regina de Carvalho Nunes, responsável pelas investigações, o crime causou muita revolta na população porque o idoso era uma pessoa muito querida cidade.

Após o cumprimento das prisões preventivas, os dois suspeitos foram levados para a cadeia de Arraias.

O site tenta contato com a defesa das vítimas.

G1 Tocantins

Fazendeiro suspeito de matar cavalos é preso com armas no Tocantins

Segundo a Polícia Civil, o homem também é suspeito de ameaçar vizinhos. Na fazenda em Couto Magalhães, os policiais encontraram armas e munições.

O fazendeiro Mateus Felipe Buss, de 29 anos, foi preso durante uma operação da Polícia Civil em Couto Magalhães, nesta quarta-feira (21).

Na casa dele foram encontradas armas e munições. Ele é suspeito de matar cavalos de outras propriedades e de ameaçar vizinhos.

As armas foram encontradas depois que os policiais civis deram cumprimento a um mandado de busca e apreensão na fazenda Paraná.

Foram apreendidos um fuzil, um rifle calibre 22, duas espingardas, frascos de pólvora, munições e roupas camufladas. O fazendeiro não tem autorização para possuir o material.

Ele foi levado para a Cadeia Pública de Colméia.

G1 Tocantins

Acusado de matar ex-mulher após fim do casamento é condenado a 12 anos

Raimundo Alves de Oliveira, de 68 anos, foi julgado pelo assassinato de Raimunda Ferreira de Oliveira, de 64. Eles foram casados por quase 50 anos.

Raimundo Alves de Oliveira, de 68 anos, foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado.

Ele é acusado do assassinato da ex-mulher, Raimunda Ferreira de Oliveira, que tinha 64 anos na época do crime.

Ela foi morta com três tiros e Raimundo teria tentado cortar o próprio pescoço após fazer os disparos. A motivação seria o fim do casamento de 49 anos.

A decisão de que Raimundo deve ser considerado culpado pelo crime é do júri popular, mas o tamanho da pena foi determinado por um juiz.

Os jurados ouviram 12 testemunhas do caso antes de declararem a culpa do ex-marido. Inicialmente, o regime de prisão dele será fechado.

Ele deve ser levado para o presídio Barra da Grota, em Araguaína.

Raimundo e Raimunda ficaram por quase cinco décadas juntos e tiveram quatro filhos. A união tinha chegado ao fim dois meses antes do crime. Raimunda havia saído de casa.

No dia 25 de janeiro, Raimundo foi até a nova casa dela, na rua das Amoeiras no setor Araguaína Sul II.

Ele deu três tiros na ex-companheira e tentou se matar cortando o pescoço com uma faca. Os vizinhos ainda tentaram socorrer Raimunda, mas ela não resistiu e morreu.

Raimundo foi socorrido por uma ambulância e levado ao Hospital Regional de Araguaína.

G1 Tocantins

Preso suspeito de matar a namorada em apartamento usou toalha e ventilador para tentar disfarçar cheiro, diz irmã

Corpo de Giselle Evangelista foi achado sobre a cama, em Goiânia. Mãe da vítima não aprovava relação, e filho diz que até se mudou de casa por não se sentir à vontade com suspeito.

A família da servidora Giselle Evangelista, de 38 anos, encontrada morta no apartamento do namorado, o comerciante José Carlos de Oliveira Júnior, de 37, está devastada com o crime.

O homem, que foi preso, é suspeito de esganar a mulher. Irmã da vítima, a psicóloga Michelle Evangelista Gonçalves, de 39 anos, disse que o sangue frio dele foi tanto que, após o assassinato, ele tentou disfarçar o odor do corpo antes de fugir.

“Ele teve a capacidade de colocar um pano em cima do rosto dela, uma toalhinha, e ligar o ventilador para que ela não exalasse cheiro rapidamente”, disse ao G1, indignada.

O corpo de Giselle foi localizado na tarde de sexta-feira (16), em um prédio na Vila Alpes, em Goiânia, onde mora José Carlos.

Familiares da vítima contaram à polícia que não conseguiram contato com o casal. Por isso, foram até o prédio em busca de informações e a acharam morta.

Horas antes da vítima ser encontrada, câmeras de segurança do condomínio flagraram o casal passando pelo saguão.

Mãe da vítima, a funcionária pública, Maria Lucia Evangelista, de 59 anos, disse que estava muito abalada, sem notícias da filha, e conseguiu entrar com uma corretora, que é moradora do prédio.

“Eu estava com as pernas bambas, meu peito doendo. A moradora já apontou onde era e vimos que a porta estava aberta. Entrando, olhei e falei: ‘Olha a bolsa da minha filha aqui’. Ela disse: ‘Oi, tem gente aqui? Estou vendo um pé ali’. Eu pensei, será que a minha filha está machucada aí dentro? Ou ele? Nisso ela falou assim: ‘Não. Vamos embora’”, relatou.

Maria Lúcia desceu e chamou a polícia. Depois que os policiais chegaram, a irmã, a prima e o filho de Giselle entraram na casa e viram o corpo.

Principal suspeito do crime, José Carlos foi preso, na noite de sábado (17), em uma mata, em Pirenópolis, onde estava escondido há dois dias.

O delegado responsável pela operação, Dannilo Ribeiro Protto, informou que só dará mais detalhes sobre a prisão e o andamento da investigação nesta segunda-feira (19), em uma coletiva.

O site não identificou e não localizou o advogado do preso para comentar o caso.

Prima, filho, mãe e irmã de Giselle Evangelista pedem justiça pela morte da servidora pública (Foto: Vanessa Martins/G1)

Relacionamento conturbado

A mãe contou ainda que desconfiava do caráter do namorado da filha desde o início do relacionamento. Segundo ela, o homem só se comportava de forma agradável na frente de Giselle, mas quando ela não estava presente, era grosso, frio e de difícil convivência.

“Cheguei a falar para ela: ‘ele não é da minha confiança, ele não te merece’. Eu vi quem era ele. Ele era muito estranho, não sei se foi intuição de mãe, mas ele nunca foi bem visto, mas nunca pensei que chegaria a esse extremo”, disse em entrevista à TV Anhanguera.

Filho da vítima, o estudante Hian Evangelista Gonçalves Ferreira, de 19 anos, contou que a mãe e o namorado estavam juntos há mais de um ano, mas sempre discutiam, o que acabou fazendo com que o jovem saísse de casa.

“Eu morava com a minha mãe, mas depois de certo tempo [dele ficando lá na casa por causa de um reforma no apartamento dele] eu não sentia liberdade e fui morar com a minha avó em outro lugar. De julho ao começo desse ano ele ficou morando sozinho com a minha mãe no apartamento. Eu não gostava dele, não aguentava as brigas deles”, afirmou.

Hian, que vai começar a faculdade nesta segunda-feira, disse ainda que quer entender o que aconteceu na noite em que a mãe foi morta. O filho destaca que, apesar das brigas, não imaginava que nada do tipo pudesse acontecer.

“Estou me sentindo vazio. Vai ser um dia após o outro. Quero olhar na cara dele, no olho dele, e perguntar o que aconteceu naquela noite. Não importa o que ele vai dizer, eu vou perguntar”, afirmou em entrevista à TV Anhanguera.

Gisele Evangelista foi encontrada morta no apartamento no namorado, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Prima da vítima, a advogada Larissa Evangelista Franco de Castro, de 36 anos, destacou que, com ela, o homem sempre pareceu tranquilo e se questiona se poderia ter feito alguma coisa para impedir o fato.

“Ele era uma pessoa que eu já hospedei na minha casa quando eu morava em outra cidade. Nunca, na minha cabeça, imaginei que pudesse acontecer isso. Por que eu não sai com ela na quinta, porque eu não chamei ela pra sair? Meu arrependimento é de não ter sido mais perspicaz, não ter visto nas entrelinhas”, lamentou.

G1 Goiás

Vereador é preso suspeito de mandar matar radialista em Goiás

Questões políticas e ciúme motivaram crime, diz polícia; vereador José Eduardo Alves da Silva (PR) nega. Jornalista conduzia programa de rádio polêmico na cidade.

O vereador José Eduardo Alves da Silva (PR), de 39 anos, foi preso nesta sexta-feira (9) suspeito de mandar matar o radialista Jefferson Pureza Lopes, 39 anos, em Edealina, no sul de Goiás.

Segundo a Polícia Civil, ele planejou o crime por questões políticas e por a vítima ter se relacionado com a ex-mulher dele. O político nega, informou a corporação.

“O motivo foi um misto de questões políticas com passional. Ele vinha carregando a vontade de eliminar a vítima e o estopim foi quando descobriu que a ex-mulher tinha se relacionado com o radialista”, explicou o delegado responsável pelo caso, Quéops Barreto.

Outros dois homens e um adolescente também foram detidos suspeitos de envolvimento no crime. Nenhum dos presos foi apresentado à imprensa.

De acordo com a investigação, o caseiro Marcelo Rodrigues Santos, de 39 anos, era amigo do vereador e intermediou o contato entre os executores e o mandante. Ele foi preso na fazenda em que trabalha, em Edealina.

Já os supostos executores foram localizados em Aragoiânia, também na região sul do estado. Um deles é o dono de um lava a jato da cidade, Leandro Cintra da Silva, de 23 anos, e o outro é um adolescente de 17 anos.

Ao delegado, o vereador alegou que já havia planejado matar o radialista em duas ocasiões, sendo a primeira em janeiro de 2017, quando foi descoberto e desistiu de ordenar o crime.

A segunda vez que o político pensou em matá-lo foi em dezembro do ano passado, após descobrir que a mulher, de quem tinha se separado em novembro, havia se relacionado com o rival. Apesar das tentativas, ele negou ter concluído o plano.

Policiais civis prendem suspeito de matar radialista em Edealina, em Goiás, a mando de vereador (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Lopes foi encontrado morto em 17 de janeiro, na casa em que morava. Ele foi atingido por três tiros no rosto. Ele era conhecido por conduzir programa de rádio polêmico na cidade.

Após a morte do jornalista, a Polícia Civil montou uma força-tarefa para investigar o crime, o que resultou na Operação Nuntius, realizada nesta manhã. A ação contou com 20 servidores das delegacias de Edealina, Acreúna, Rio Verde e do setor de inteligência.

Ameaças

Um amigo dele, o agropecuarista Márcio Carlos de Souza, 36 anos, disse que ele era ameaçado de morte por ligações anônimas.

“Ele recebia ligações anônimas de pessoas dizendo que se ele gostasse da família e dos filhos para ele parar com denúncias, se não ele morreria. Falavam para não deixar o carro aberto, que iam colocar droga lá dentro para incriminar ele”, disse.

G1 Goiás

Suspeito de matar técnica de enfermagem e atirar na própria cabeça morre no hospital

José Humberto Nogueira estava internado no Hospital Geral de Palmas desde a semana passada. Informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde, mas causa da morte ainda não foi divulgada.

Morreu na tarde desta quinta-feira (8) o suspeito de ter matado a técnica de enfermagem Juvenia Cunha de Sousa, 36 anos.

José Humberto Nogueira estava internado em estado grave no Hospital Geral de Palmas desde o último dia 31 de janeiro, quando foi encontrado com um ferimento de tiro na cabeça.

A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde, mas a causa ainda não foi divulgada. Nogueira era suspeito de matar a ex-companheira e ter atirado na própria cabeça. O crime aconteceu em uma kitnet, na quadra 804 Sul.

O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). Segundo a delegada responsável, algumas testemunhas foram ouvidas. Faltam ainda os depoimentos de parentes de Juvenia, que viajaram para acompanhar o velório dela.

Juvenia Cunha foi morta a tiros na região sul de Palmas (Foto: Reprodução/Facebook)

O crime

A técnica de enfermagem Juvenia Cunha de Sousa, 36 anos, foi morta a tiros na noite desta quarta-feira (31), em Palmas. O crime aconteceu em um conjunto de kitnets na quadra 804 Sul.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher foi encontrada sem vida ao lado de José Humberto Nogueira, que apresentava um ferimento na cabeça.

Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que o homem teria matado a mulher e depois atirado contra a própria cabeça. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e levado para o Hospital Geral de Palmas (HGP) com vida.

G1 Tocantins