“PEC de Marconi fará servidores ficarem 16 anos sem aumento”

“Pela maldade de Marconi Perillo, alguns servidores públicos estaduais ficarão por até 16 anos sem aumento em Goiás”. O alerta foi feito pelo deputado estadual José Nelto, líder do PMDB na Assembleia. Segundo o parlamentar, a PEC que estipula o teto de gastos do Estado, prejudica apenas o funcionalismo público, pois o governo continuará gastando com supérfluos.

“Se essa PEC da Morte for aprovada, serão 10 anos sem aumento para servidores públicos em Goiás. Como alguns servidores já estão com 6 anos sem aumento, serão 16 anos sem reajuste de salários em Goiás. Por isso, nós da oposição não daremos trégua ao governador Marconi Perillo. Ele já cobra os impostos mais caros do Brasil e agora quer prejudicar os servidores? Não aceitaremos”, avisou o parlamentar.Fonte:Goiás Real.

 

Pesadelo! Marconi vai reduzir em 18% o salário de professores

O governador Marconi Perillo (PSDB) assinou Decreto onde reduz em 18% o salário de professores que trabalham com carga horária de 60 horas. A maioria dos docentes são obrigados a trabalhar mais que as 40 horas para complementar o baixo salário pago pelo governo do Estado.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego) este reunida na última terça-feira (17), com a secretária Estadual de Educação, Raquel Teixeira, para tratar deste e outros assuntos que afligem os profissionais da educação de Goiás.

Além da diminuição de carga-horária, o sindicato cobra o pagamento do Piso, Data-base dos administrativos, mais concurso público, reabertura das subsecretarias, melhorias dos contratos temporários, pagamento do vale transporte.

O governador faz questão de não pagar os reajustes de 2016 e nem dá sinais sobre o de 2017. Agora quer que os professores trabalhem a mais e ganhem a menos.(fonte:goiás real)

Absurdo! Marconi quer mudar lei e reduzir efetivo da PM

O governador Marconi Perillo (PSDB) quer mudar uma lei que ele mesmo sancionou, em 2012: a que fixa em 31,7 mil o efetivo da corporação permitido por lei. O tucano quer reduzir esse número para 16 mil, conforme reportagem do jornal O Popular desta quinta-feira, 05.

Em entrevista ao jornal, na semana passada, Perillo já havia citado sua intenção, porque, segundo ele, a segurança em Goiás melhorou e que o efetivo estaria “superestimado”.

Ao jornal, a assessoria do governador disse que o projeto está em elaboração. Por outro lado, entidades classistas reclamam da falta de transparência da gestão tucana sobre o assunto.(fonte:goiás real)

Não é só Valéria: irmã de Marconi ganha quase R$ 15 mil no TJ

Se há uma missão impossível em Goiás nos últimos tempos é achar um Perillo desempregado, mas hoje o desafio é outro: achar um Perillo que ganhe salário modesto, apesar do alto índice de desemprego que atinge o país.

No momento que o governador promete cortar mais de mil cargos comissionados, a folha do Tribunal de Justiça abriga a irmã do governador, Vânia Pires Perillo Cardoso com um generoso salário de $ R14.890,92.

A irmã do tucano mantém um dos mais altos cargos comissionados do Tribunal de Justiça de Goiás e não está na lista dos que serão atingidos pelo corte anunciado por Marconi. 

A primeira-dama de Goiás, Valéria Perillo, goza uma aposentadoria integral de R$ 15.206,43. 

Com o novo salário da polícia de R$ 1.500, o que a irmã do governador ganha dá pra pagar 9 policiais concursados.(fonte:goiás real)

Novo projeto de Marconi confisca insalubridade e periculosidade

Além de todo pacote de maldades apresentado semana passado pelo governador Marconi Perillo (PSDB) e pelo vice José Eliton, chega esta semana à Assembleia o projeto de lei nº 3576/16, que altera regras e corta os valores dos adicionais de insalubridade e periculosidade, direitos históricos do servidor público estadual. Para a periculosidade, a gratificação que hoje tem 3 faixas (10%, 20% ou 30%) passa a ter apenas uma faixa, de 10%. Para a insalubridade, os porcentuais serão de apenas 5%, 10% ou 15%, dependendo do grau de risco alcançado pelo serviço. Atualmente são pagos 10%, 20% e 30% de acordo com o grau baixo, médio ou alto de risco.

Marconi e José Eliton já haviam tentado emplacar esse projeto de “confisco” da insalubridade e periculosidade ano passado, mas ele acabou retirado de pauta por pressão dos servidores públicos e pela repercussão ruim na sociedade. Agora, na surdina, o projeto foi novamente reenviado à Assembleia – e com mais maldades acrescentadas ao texto.

Agora, para ter acesso ao direito, os servidores precisarão se submeter a um recadastramento via laudo técnico oficial, não haverá mais incorporação à aposentadoria, não haverá mais o benefício da redução do tempo de serviço para aposentar e o servidor ainda terá que escolher entre um dos dois adicionais no caso de, atualmente, usufruir do direito a ambos. O projeto também prevê a suspensão ou cancelamento do benefício em várias situações.

O projeto, na íntegra, pode ser lido clicando aqui. As armadilhas do projeto estão escondidas no seu interior, sem muita divulgação por parte do governo. A propaganda oficial diz que o projeto “uniformiza as regras para concessão de adicionais de insalubridade e de periculosidade, de modo que todos os servidores estaduais, efetivos e comissionados, cumpram os mesmos critérios e requisitos, e percebam o mesmo percentual”, mas o fato não é bem esse.(fonte:goiás real)

Promessa furada: Goiás continua longe de ser a 5ª economia do Brasil

Na campanha eleitoral de 2010, o governador Marconi Perillo (PSDB) afirmou que tinha o projeto de colocar Goiás como a quinta maior economia do Brasil num período curto de tempo. Em 2014, repetiu a promessa. Passados seis anos, a economia goiana segue correspondendo a 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Na época dos governos do PMDB, a economia goiana era mais forte, chegando a representar 3,4% do PIB. Antes de 1983, Goiás chegou a ser a 14ª economia do país, mas rapidamente alcançou o 9º lugar com o primeiro governo de Iris Rezende (1983-1986).

O Estado tem hoje um PIB de R$ 165 bilhões, segundo dados do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desde 1984, o Estado se mantém na 9.ª posição no ranking nacional, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Bahia e Distrito Federal. Já o PIB per capita dos goianos atinge o valor de R$ 25.296,60 e faz com que Goiás ficasse na 10.ª colocação.

Pelos dados, Goiás continua sendo a segunda maior economia do Centro-Oeste, com 30,4% do bolo, atrás apenas do Distrito Federal com 36,4%. O Mato Grosso detém 18,7% e o Mato Grosso do Sul os outros 14,5%. Antigamente, Goiás tinha 40% do bolo da economia do Centro-Oeste.(fonte:goiás real)

Marconi anuncia saída de José Eliton da Segurança Pública

O governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou na manhã desta quinta-feira, 01, a demissão do vice-governador José Eliton da secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP). Ele será trocado em janeiro, após 10 meses à frente da pasta.

José Eliton é pré-candidato a governador em 2018 e sua gestão na secretaria é considerada pífia. Aumento de roubos e furtos, assassinatos e explosões de caixas, que após expandir no interior, já atinge forte a capital. 

O vice-governador saí com a imagem manchada após não cumprir a promessa de convocar os aprovados no último concurso – prometido ao tomar posse. Não resgatou a autoestima da categoria, assim como não diminuiu rapidamente os números de ocorrências de crimes, como prometera. As rebeliões e fugas também pioraram com Eliton. 

Eliton deixa como marca na segurança pública em Goiás a omissão e a tentativa de maquiagem dos números da violência no Estado. A leitura que a dupla Marconi e Eliton podem ter feito para tomar a decisão é de que são incapazes de resolver a insegurança que assola o Estado, e vão tentar reconstruir a imagem de Eliton até 2018.(fonte:goiás real)

Maior patrimônio dos goianos, Celg é vendida por R$ 2,187 bi

Apesar do governador Marconi Perillo (PSDB) ter prometido na campanha eleitoral que não venderia a Celg, a estatal foi arrematada hoje por R$ 2,187 bilhões pela Italiana Enel, única interessada. 

Apesar do ágio de 28%, o valor é menos da metade que a solução boicotada por Marconi em 2010, quando o então governador Alcides Rodrigues encontrou uma solução, que na prática aportaria cerca de R$ 6 bilhões na empresa goiana. 

Enel é a mesma empresa que comprou a usina Cachoeira Dourada, no governo Maguito Vilela (PMDB) dentro do plano de estatização do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Os governos estaduais eram obrigados a estatizar setores da economia, como pré requisito para renegociar as dívidas. 

No caso da venda da Celg, a decisão foi de foro íntimo de Marconi. O fluxo de caixa da companhia é de cerca de R$ 8 bihões, mas foi fortemente endividada nos últimos 16 anos.(fonte:goiás real)

Trabalhadores fazem manifestação contra venda da Celg

Servidores da Celg realizam na manhã desta terça-feira, 29, a partir das 10 horas, protesto contra a venda da estatal. O ato será na Praça do Bandeirante, no Centro. Amanhã, o governador Marconi Perillo (PSDB), deve finalmente conseguir vender a companhia.

Quem comprar, levará a empresa a preço de banana. O maior patrimônio dos goianos foi dilapidado, ao longo dos últimos anos, pelas gestões do tucano. De 2011 para cá, já foram quase R$ 6 bilhões em empréstimos para sanear a Celg – o que não aconteceu.(fonte:goiás real)

Abismo! Marconi coloca OS para administrar até o Hemocentro

O governador Marconi Perillo (PSDB) decidiu aumentar a participação das Organizações Sociais (OS) em seu governo. Depois de hospitais e escolas, até o Hemocentro e toda a rede pública de hemoterapia passará a ter a administração terceirizada. A OS que contemplada terá contrato estimado em quase R$ 70 milhões anuais. 

A decisão de Marconi de terceirizar tudo que for possível tem a missão de dar sobrevida ao seu quarto governo. Os repasses para as OS e a forma com que esses recursos são investidos possuem fiscalização mais branda do Tribunal de Contas, da Assembleia Legislativa e do Ministério Público – há uma verdadeira caixa preta nesses contratos que escondem supersalários, apadrinhamento político. Além disso, o governo costuma atrasar repasses da Saúde sem que haja qualquer punição por isso – o que seria inviável por administração direta.

Os desgastes pela precarização no atendimento aos pacientes e atrasos nos contratos com empresas terceirizadas, que já fizeram diversas greves, são assumidos por essas Organizações Sociais, o que também vai ao encontro dos interesses do governo tucano. Em resumo, as OS passaram a facilitar a situação de um governo pífio, sem prioridades e que aposta na maquiagem e na propaganda para se manter.(fonte:goiás real)