Homem mata mãe idosa com golpes de guidão de bicicleta

Fernando Lino de Souza, de 33 anos, teria espancado a mãe por dinheiro.

Um homem de 33 anos espancou a mãe até a morte, com um guidão de bicicleta, nesta quinta-feira (22), no Distrito Federal.

Conforme a 27ª Delegacia de Polícia, em Riacho Fundo, Fernando Lino de Souza matou a mãe, Isabel Lino de Souza, 60, por causa de dinheiro.

Segundo a polícia, em depoimento, o suspeito teria dito que a mãe gastava muita água, e eles não tinham como pagar a conta – os dois viviam com a aposentadoria de Isabel.

“Foi burrice da minha cabeça”, desabafou Fernando Lino, declarando estar também arrependido, de acordo com o Metropóles. Familiares e vizinhos disseram à polícia que a mãe e o filho tinham problemas mentais.
A polícia foi acionada pela vizinha da família, a enfermeira Letíce Spíndola, de 38 anos, que chegou a prestar os primeiros socorros a Isabel.

Segundo Letíce, Isabel já teria levado três golpes e, na frente dela, foi atingida mais duas vezes. “Verifiquei os sinais vitais. Ela ainda deu alguns suspiros, mas não resistiu”, afirmou, em estado de choque. O próprio Fernando Lino teria pedido para a vizinha chamar a polícia. “Mandei ele manter distância para eu poder sair. Foi horrível”, lembrou ao site.

Irmãs da vítima disseram que os dois viviam na casa há dois anos e brigavam muito. O principal motivo seria o fato de o suspeito ser usuário de drogas.

Delegado da 27ª DP, Pablo Aguiar informou que Fernando já havia sido preso por tentativa de homicídio em 2012 e cumpria prisão domiciliar desde 2014. O suposto agressor será indiciado por feminicídio qualificado e pode ficar até 30 anos preso.

Noticias ao Minuto

Menino que morreu afogado em Jataí não sabia nadar e nunca tinha ido ao lago, diz mãe

Mulher disse que Paulo Henrique Ferreira, 8, tinha o hábito de brincar com colegas e saiu de casa sem que ela percebesse.

Raio mata mãe e deixa filha e duas sobrinhas feridas no interior do Tocantins

Acidente aconteceu enquanto família estava embaixo de árvore em chácara na zona rural de Pau D’arco. Filha disse que ficou com a perna paralisada e não conseguiu socorrer a mãe.

Um raio matou a dona de casa Maria Edileusa Campos Ferreira, de 52 anos e deixou a filha dela de 16 anos e duas sobrinhas feridas no interior do Tocantins.

O acidente aconteceu enquanto a família se abrigava debaixo de uma árvore na tarde desta terça-feira (2). A filha contou que eles perceberam o tempo fechando e se preparavam para deixar o local quando o raio caiu na árvore.

As sobrinhas, Alessandra dos Santos Silva e Renata dos Santos Silva, precisaram ficar em observação no hospital. Os ferimentos da filha, Elaine Beatriz Campos da Silva, foram mais leves e ela já foi liberada. 

Elaine disse que ficou com a perna paralisada no momento em que o raio caiu e que por isso não conseguiu ver se a mãe estava bem. Ela gritou por socorro e outros parentes vieram ajudar.

Ainda de acordo com Elaine, momentos antes de o raio cair havia mais gente sob a árvore, inclusive quatro crianças. O corpo de Maria Edileusa foi levado para o Instituto Médico Legal de Araguaína, no norte do Tocantins. Ainda não há informações sobre o velório.

A família mora em Bandeirante do Tocantins e foi passar as festas de fim de ano com o pai de Maria Edileusa, no interior do estado.

Outro caso

Outro acidente envolvendo raios matou sete vacas em Talismã, na região sul do Tocantins. O caso aconteceu durante uma chuva na tarde desta segunda-feira (1°).A Defesa Civil orientou a população a tomar alguns cuidados durante a chuva, como evitar ficar em áreas abertas, debaixo de árvores ou de fios de rede elétrica. 

G1 Tocantins

Mãe, filha e neta morrem num acidente na BR-153 em Goiás

Entre as vítimas, há uma recém-nascida de apenas 4 meses. Além das vítimas fatais, outras seis pessoas se feriram após colisão frontal entre dois veículos.

Três pessoas morreram em um acidente na madrugada desta terça-feira (2), na BR-153, em Rialma, região central de Goiás. Dois veículos bateram de frente.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), trata-se de uma mulher, de 44 anos, a filha dela, de 26, e a neta, de apenas 4 meses. Outras seis pessoas se feriram.

Ainda conforme a corporação, as vítimas fatais estavam em um VW Gol, que invadiu a pista contrária e se chocou contra um For Focus.

O condutor do Gol, que teve ferimentos leves, viajava com a mulher, a filha e a sogra, que morreram. Além deles, outro filho do casal, de 5 anos, também estava no veículo e se machucou sem gravidade.

Já no Focus estava um casal e duas filhas, de 7 e 9 anos. O pai e a menina mais velha tiveram machucados leves. Já a mulher e caçula sofreram lesões graves. Ambas foram encaminhadas para o hospital.

Por conta da colisão, a pista ficou mais de 3h interditada.

G1/Goias

Corpos de mãe e filho mortos em acidente são velados no Tocantins

Caminhonete onde vítimas estavam foi atingida por caminhão na BR-153, perto de Brasilândia do Tocantins. Marido de vítima sobreviveu e está internado em hospital.

Os corpos de Gelsa Maria Marques Guimarães e do filho João Paulo Marques Santana, que morreram na noite desta terça-feira (12) em um acidente na BR-153, estão sendo velados no salão de uma funerária em Araguaína. Os dois estavam em uma caminhonete que foi atingida por um caminhão. O marido de Gelsa, Lorisvaldo Ferreira Santana, sofreu ferimentos e está internado no Hospital Regional de Colinas.

Segundo informações de parentes às 11h os corpos serão levados para Rio Verde (GO) onde serão enterrados.

A batida aconteceu no km 265, perto de Brasilândia do Tocantins, região central do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, um caminhão invadiu a pista contrária para não bater em um carro que estava na sua frente. No momento, a caminhonete onde estavam as vítimas foi atingida pelo caminhão, conforme a polícia.

O motorista da caminhonete Lorisvaldo ficou gravemente ferido. Já Gelsa e João Paulo morreram no local. Um quarto ocupante do veículo não teve ferimentos.

O motorista do caminhão não sofreu ferimentos e foi levado para a delegacia de Polícia Civil em Colinas do Tocantins. Ele foi ouvido e liberado. O condutor disse que seguia em direção a Goiânia.

Carro ficou destruído após batida que matou três da mesma família (Foto: Divulgação)

G1 Tocantins

Padrasto confirma ao juiz que matou menino asfixiado em Goiânia a pedido da mãe

Jeannie Oliveira diz que ex assassinou o filho dela porque não aceitava o fim do relacionamento; corpo de Jorginho, de 9 anos, foi encontrado em um matagal em maio deste ano.

O padrasto de Antônyo Jorge Ferreira da Silva, de 9 anos, acusado de matar o menino asfixiado, voltou a dizer durante audiência, na terça-feira (5), que cometeu o crime a pedido da mãe, em Goiânia. Renato Carvalho Lima deu detalhes sobre como matou Jorginho. Ao ser ouvida, Jeannie da Silva chorou, disse que foi enganada e que acredita que o ex assassinou o filho dela por não aceitar o fim do relacionamento.

A audiência ocorreu de portas fechadas, na tarde de terça-feira, no Fórum de Goiânia. Renato e Jeannie, que estão presos, chegaram escoltados pela polícia. O depoimento dos dois durou cerca de duas horas. Várias testemunhas já foram ouvidas e novos depoimentos ainda devem ser marcados.

O crime ocorreu no dia 19 de maio, no Setor Nunes de Morais. Dois dias depois, Renato e Jeannie foram até a Polícia Civil para registrar um falso desaparecimento. A mãe afirmou à Polícia Civil que o filho tinha sido sequestrado. No entanto, ela e o então namorado entraram em contradição, o casal passou a ser suspeito do crime e, no mesmo dia, Renato confessou que matou Jorginho estrangulado a pedido de Jeannie.

Conforme apuração, durante a audiência Renato, que já tinha confessado o crime à Polícia Civil, voltou a confirmar a autoria, mas entrou em contradição sobre horários e sobre como planejou o crime. Já Jeannie disse ao juiz que acredita que o crime tenha sido cometido porque o ex sentia ciúmes da relação dela com o filho, além de não aceitar o término da relação.Antônyo Jorge Ferreira foi morto asfixiado pelo padrasto, segundo a Polícia Civil (Foto: Divulgação/Polícia Civil

A avó da vítima e mãe de Jeannie, Rosângela Raniel da Silva, compareceu ao local. Chorando muito no corredor, a mulher reforçou a versão da filha. “Eu não durmo direito, não como direito, só pensando nisso. Porque a menina dentro da cadeia, e o menino morto. Este monstro fez isso para se vingar dela”, desabafou.

A defesa dos acusados não quis gravar entrevista.

Imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram Renato explicando que matou Jorginho asfixiado e colocou o corpo em uma caixa de papelão. Em seguida, abandonou em uma matagal. “Passei um lençol no pescoço dele, abracei e dei um mata-leão, enforquei até ele ficar sem ar”, disse na gravação. Em outros vídeos, o padrasto aparece a caminho do chaveiro e volta passeando com o enteado em direção ao local onde ele foi morto. 

Mãe e padrasto presos suspeitos de matar garoto são apresentados pela polícia, em Goiânia

Denúncia

O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) denunciou o casal no dia 6 de junho deste ano. De acordo com a denúncia, o crime foi motivado por um motivo fútil. “Consta no processo que a mãe estava doente e enfrentaria um longo tratamento e, por isso, não teria, não queria, continuar cuidando do filho e arquitetou toda a morte, que foi executada pelo namorado”, disse o promotor. 

Conforme o documento emitido pelo MP-GO, o casal é denunciado pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime. Segundo o órgão, a mulher pediu ao companheiro que matasse o menino.

Para a defesa de Jeannie, no entanto, ela é inocente. “Todas as testemunhas falaram que ela não tem envolvimento no crime. Então acreditamos na absolvição dela”, explicou a advogada Rosângela Borges de Freitas.

Já o advogado que representa Renato disse apenas que o cliente confessou o crime e que não tinha outras informações sobre o caso para passar no momento.

G1 Goiás

Mãe e padrasto são presos suspeitos de espancar criança de 2 anos até a morte, em Goiás

Casal registrou ocorrência dizendo que criança morreu em decorrência de acidente de moto. Porém, investigação apontou lesões de agressões e comprovou que vítima foi estuprada.

A mãe e o padrasto do menino Bruno Diogo Dias Ferreira, de 2 anos e 8 meses, foram presos suspeitos de espancar a criança até a morte, em Goiânia.

De acordo com a Polícia Civil, o casal chegou a registrar um boletim de ocorrência dizendo que a criança tinha morrido em uma unidade de saúde em decorrência de um acidente de trânsito. Porém, a investigação apurou que existiam lesões em todo o corpo da vítima e um laudo comprovou que ela foi estuprada.

Bruno morreu no último dia 3 na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Itaipu, na capital. Na ocasião, a mãe, Bruna Lucinda Batista Ferreira, de 28 anos, e o padrasto, Gedeon Alves dos Santos, de 24, chegaram pedindo socorro dizendo que o menino se recuperava de uma cirurgia após sofrer um acidente de moto com uma tia.

Na época, o Conselho Tutelar foi acionado e recebeu denúncias de que o menino era vítima de maus-tratos e constantemente agredido. Assim, o órgão procurou a Polícia Civil e o caso passou a ser apurado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), que solicitou laudos sobre a morte de Bruno.

“Diante dessas suspeitas, instauramos a investigação. Laudos mostraram que ele tinha lesões em todos os lugares. O fígado foi dilacerado, o pâncreas partido ao meio e tinham várias lesões na cabeça”, disse o delegado Danillo Proto, responsável pelo caso.

Prisão

A mãe e o padrasto foram presos na última terça-feira (14) depois de fugir de casa. Antes, segundo a polícia, eles incendiaram o imóvel em que moravam na tentativa de esconder provas do crime e falar que o fogo foi colocado por vizinhos.

O delegado diz que, ao ser questionado sobre a morte de Bruno, Gedeon confessou o crime com frieza, inclusive confessando que usou um amassador de legumes para estuprar a vítima. Proto afirmou que, apesar da mãe negar, ela sabia das agressões e foi conivente com o assassinato do filho.

Ao ser apresentada na delegacia, na manhã desta segunda-feira (20), Bruna negou qualquer envolvimento com o crime. “Eu não sabia que ele ia fazer isso. Eu já vi ele batendo no meu filho duas vezes e eu falei que se ele fizesse de novo eu ia largar dele. Eu errei em confiar nele. Agora só sinto ódio dele. Estou como monstra aqui, mas eu não fiz nada disso”, se defendeu.

Já Gedeon confirmou o assassinato e disse que não sabe o motivo de tê-lo cometido. “Não sei por que fiz isso. Bati nele em um momento de raiva”, afirmou.

O padrasto relatou que já tinha agredido a criança outras vezes. “Já bati usando um monte de coisas que não podia. Dessa vez eu usei esse pilão, bati na cabeça dele. Aí depois eu coloquei o pilão dentro dele”, narrou, se referindo ao estupro.

O casal vai responder por homicídio triplamente qualificado e incêndio. Além disso, Gedeon também vai responder por estupro de vulnerável.

Revolta

Vizinhos do casal acompanharam a apresentação dos presos na delegacia e estavam revoltados.

“Ela sabia de tudo. A gente via as agressões e falava que se ela não quisesse criar, que desse pra gente, que a gente cuidava. Ela é culpada, é um monstro”, reclamou a servente Monica Rodrigues de Oliveira.

 G1/Goiás

Casal de irmãos morre e mãe fica gravemente ferida após acidente

Um homem de 29 anos e a irmã dele, de 24, morreram após sofrerem um acidente na BR-060, em Anápolis, a 55 km de Goiânia, nesta quarta-feira (4). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os filhos levavam a mãe, de 46 anos, para fazer quimioterapia no momento do acidente. A mulher sofreu ferimentos graves e foi levada para o Hospital de Urgências de Anápolis (Huana). Os nomes das vítimas não foram divulgados.

A unidade de saúde informou que a paciente tem estado de saúde “gravíssimo, instável e respira por ajuda de aparelhos”.

A PRF informou que o carro em que a família estava, um VW Voyage, saiu da pista, bateu em uma lateral metálica, bateu em duas árvores, capotou e caiu fora da pista. A corporação suspeita que o veículo estava em alta velocidade e que havia neblina no momento do acidente. No momento da batida, a jovem foi lançada para fora.

O site tenta contato com o Instituto Médico Legal (IML) de Anápolis para saber se os corpos dos irmãos já foram liberados, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta reportagem.

G1/GO

Filho é preso suspeito de matar mãe com golpes de facão

Assassinato ocorreu neste domingo (10), na cidade de Catuípe, localizada no Noroeste do Rio Grande do Sul.

Um jovem, de 20 anos, foi preso em flagrante por suspeita do assassinato da própria mãe com golpes de facão neste domingo (10), na cidade de Catuípe, localizada no Noroeste do Rio Grande do Sul.

De acordo com informações, os policiais encontraram Vanilde Fatima Dornelles, de 45 anos, já sem vida no banheiro. Seu filho disse aos policiais que se tratava e um caso de suicídio. O jovem era o único que estava em casa no momento da morte. No entanto, apresentou um álibi falso para os agentes.

“Ele disse que a mãe tinha se matado, algo que seria impossível em virtude dos tamanhos do corte. Ele era a única pessoa que estava com ela na hora do crime, e depois ainda apresentou um álibi dizendo que estava com a namorada na hora do crime, mas os horários não batiam”, disse o delegado Ricardo Miron, que registrou a ocorrência.

Noticias ao Minuto

Mãe é presa suspeita de torturar o filho em Goiás

Segundo Rotam, mulher, de 31 anos, espancou garoto, de 8, com corda pelo fato dele ser ‘levado e teimoso’. Criança foi entregue ao Conselho Tutelar.

Uma mulher de 31 anos foi presa suspeita de torturar o próprio filho, de 8, em Senador Canedo, Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a equipe das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (Rotam) que fez a detenção, a mãe alegou que espancou a criança com uma corda porque ele estava muito “teimoso e levado”.

O crime foi cometido na manhã de domingo (11). De acordo com o tenente João Rosa Soares Júnior, a corporação chegou até a mulher depois que um vídeo do menino agredido, feito pela própria mulher e enviado ao pai do garoto, começou a repercutir nas redes sociais.

“Nós conseguimos encontrar a residência a noite [de domingo] e, em entrevista, ela confessou o crime, alegando que o menino estava teimoso e que queria dar um corretivo nele”, disse o policial.

O menino apresentava hematomas e marcas na costas, peito, braços e pescoço. De acordo com João Júnior, o pai da criança mora em Tocantins. O garoto vive com a mãe, o padrasto e mais cinco irmãos.

A vítima está aos cuidados do Conselho Tutelar de Senador Canedo. Já a mulher está detida na delegacia de Senador Canedo.

G1/GO