Mãe morta a tiros entrou na frente de arma para proteger o filho

Ela morreu após levar quatro disparos em bairro de Araguaína, norte do Tocantins. Caso aconteceu durante o aniversário do filho da mulher e atiradores seriam traficantes.

A polícia confirmou que Vera Felipe de Sousa Silva, de 62 anos, morreu tentando proteger o filho de disparos feitos por criminosos. O caso foi registrado na noite deste domingo (12) em Araguaína, norte do Tocantins. Segundo a Polícia Civil, o filho da vítima tem passagem por tráfico de drogas e teria sido morto por traficantes.

O caso foi registrado na porta de uma casa no setor Araguaína Sul, onde um grupo de pessoas comemorava o aniversário do filho da vítima, Manoel de Felipe da Silva, de 31 anos. A mulher foi morta com pelo menos quatro tiros.

Testemunhas contaram à polícia que dois homens chegaram em uma motocicleta e depois de uma discussão sacaram a arma para atirar no homem. Ele também foi atingido e está internado. Os suspeitos fugiram.

Segundo a Polícia Civil, a casa em que aconteceu o crime era utilizada como depósito de drogas. Além disso, o local era conhecido dos investigadores.

“A vítima em si, a dona Vera, não tinha envolvimento com o tráfico, mas já era de conhecimento de toda a Polícia Civil e Militar da cidade que os filhos dela seriam envolvidos nessa atividade criminosa”, contou o delegado regional Bruno Boaventura.

Segundo ele, a principal linha de investigação é de que o crime tenha se tratado de um acerto de contas. “O que a gente acha que ocorreu foi justamente isso, um acerto de contas entre uma gangue rival da cidade, que foi tirar satisfações com o filho da vítima e ela, desesperada, se colocou no meio dos tiros e acabou falecendo”, finalizou.

Por noticia ao minuto

Jovem é preso em flagrante suspeito de estuprar a própria mãe, em Goiás

Crime foi denunciado pela própria vítima. Polícia Civil informou que horas antes, ele tentou violentar outra mulher que mora perto da casa dele.

Um jovem de 24 anos foi preso no domingo (12) suspeito de estuprar a própria mãe, em Flores de Goiás. Segundo a Polícia Civil, antes do crime, ele teria tentado violentar outra mulher, mas a vítima conseguiu fugir. Ele foi detido quando tentava deixar a cidade.

Segundo a corporação, nenhum advogado se apresentou até a manhã desta segunda-feira (13) para defender o suspeito. O site não conseguiu localizar a defesa do jovem.

De acordo com a polícia, durante a madrugada, o rapaz bateu na porta da casa de uma mulher de 53 anos que morava nas imediações por volta de 4h e, quando ela atendeu, tentou estupra-la. Porém, a vítima conseguiu fugir pulando pela janela de casa e pedindo socorro aos vizinhos.

“O rapaz é usuário de drogas e voltou para casa muito alterado por volta de umas 6h. Ao chegar, com uma faca, ameaçou e estuprou a própria mãe. A vítima procurou a polícia e denunciou o caso”, disse a escrivã da polícia, Juliana Xavier Bastos.

O rapaz foi encontrado no momento em que tentava fugir da cidade. Ele foi preso em flagrante por estupro e tentativa de estupro. Ele foi encaminhado para o Presídio de Formosa, onde vai aguardar pela audiência de custódia.

G1 Tocantins.

Homem é preso suspeito de matar o próprio pai a facadas e ferir mãe

Colônia Agrícola Samambaia, no Distrito Federal.

A PM foi acionada e os agentes arrombaram a porta da residência da família para tentar impedir o crime. As duas vítimas e o suspeito foram encontrados no local.
O casal foi socorrido e levado ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT). O homem não resistiu aos ferimentos e morreu. A mulher continua internada.

De acordo com o portal ‘Metrópoles’, o suspeito foi autuado por homicídio e tentativa de homicídio na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga).

Por Noticia ao Minuto

Mãe morre e filho fica ferido após serem atingidos por tiros durante aniversário

Vera Felipe de Sousa Silva foi atingida com tiros na cabeça. A família comemorava o aniversário do filho dela, quando dois criminosos atiraram.

Uma mulher morreu e o filho ficou ferido após serem atingidos por tiros na noite deste domingo (i12), em Araguaína. Segundo a Polícia Civil, a família estava na porta de casa, no setor Araguaína Sul, para comemorar ao aniversário do jovem que foi atingido. Dois homens chegaram e uma motocicleta e atiraram.

Mulher morreu ao ser atingida por tiros na porta de casa em Araguaína (Foto: Divulgação)

Vera Felipe de Sousa Silva foi atingida na cabeça e não resistiu. O filho dela levou um tiro nas costas, foi socorrido e levado para o Hospital Regional de Araguaína, onde segue internado. O caso foi registrado por volta das 19h50.

Ninguém foi preso. A Polícia Civil informou que o filho de Vera tinha passagens por tráfico de drogas.

 G1 Tocantins.

Imagem de capa (tiros) ilustrativa

Mãe descobre que filha de 5 anos foi estuprada ao levar menina em pediatra

Caso aconteceu em uma casa na cidade de Vale do Paraíso. Menina contou que primo praticou o abuso, segundo a polícia.

Uma mãe descobriu, através de uma consulta na pediatra, que a filha de 5 anos foi estuprada em casa na cidade de Vale do Paraíso (RO), Região Central. Segundo a Polícia Militar (PM), a descoberta ocorreu nesta quarta-feira (8) e o principal suspeito do abuso é o primo da criança, um adolescente de 13 anos.

Nesta quarta-feira, conforme informações da PM, a mãe de 36 anos levou a criança até uma pediatra para fazer os exames de rotina. Durante a consulta, a médica constatou que a menor havia sofrido abuso sexual familiar.

Conversando com a criança após o exame, a menina contou que o primo de 13 anos a estuprou e ainda revelou detalhes de como o ato sexual ocorria.

Após sair da consulta médica, os pais procuraram a polícia e disseram não saber informar quantas vezes a menor teria sofrido o abuso, como também não sabem precisar quando a violência sexual teria acontecido.

Logo depois a menor foi levada para fazer exame de corpo de delito. O Conselho Tutelar da cidade foi acionado e vai acompanhar o caso. O suspeito do estupro deve ser ouvido pelas autoridades.

  • Menino de 3 anos é estuprado dentro de creche em Porto Velho

Após ser estuprada por 7 anos, menina com deficiência visual denuncia estuprador.

G1 Tocantins.

Jovem é suspeito de intervir em briga e matar pai para defender a mãe de agressão, em Anápolis

Rapaz fugiu em seguida. À PM, mãe afirmou que marido não aceitava separação.

Um jovem de 20 anos é suspeito de matar o pai enforcado para defender a mãe durante uma briga do casal, na madrugada desta sexta-feira (3), em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Ele fugiu em seguida e não havia sido localizado até a última atualização desta reportagem. A vítima foi identificada como Wanderli Rodrigues de Oliveira, de 40 anos, que trabalhava como vigilante.

Testemunhas afirmaram à TV Anhanguera que a mulher era constantemente agredida pelo marido. O caso é investigado pela Polícia Civil. O delegado responsável, Cleiton Lobo, disse que nenhum dos dois tinha antecedentes criminais. A reportagem não conseguiu contato com a família.

O crime aconteceu no Parque dos Pireneus, na região norte da cidade, por volta de 3h. Os três – o casal e o filho – moravam na mesma casa. Ao perceber a briga, o rapaz tentou separar o pai e a mãe.

“Segundo a esposa, ela estava querendo separar do Wanderly, esse não aceitou e passou a agredi-la. Os filhos acordaram, e o Reginaldo, o autor, no intuito de proteger a mãe, acabou entrando em luta corporal com o pai. Deu um mata-leão. Após o pai desacordar, eles tentaram uma reanimação”, disse o tenente- coronel Efigênio de Almeida.

A família contou à TV Anhanguera que as brigas entre o casal eram constantes. Apesar disso, não havia registro de denúncias contra o agressor. Este é o segundo crime do tipo em duas semanas.

G1 Tocantins.

Mãe é condenada a 18 anos de prisão por morte de bebê e é absolvida de acusação por esconder corpo em Goiânia

Márcia Zaccarelli alegou que a filha recém-nascida morreu nos braços dela, enquanto ela a segurava contra o peito para que o companheiro não a tomasse. Cabe recurso da decisão.

Um ano após crime, mãe de grávida morta com tiro na cabeça dentro de carro em Goiás pede prisão de genro suspeito: ‘Sem escrúpulos’

Vanessa Camargo, 28, foi executada na frente do filho. Marido dela, Horácio Rozendo de Araújo Neto, 35, chegou a ser preso por um mês; ele nega autoria e diz que houve assalto.

A mãe da representante comercial Vanessa Camargo, de 28 anos, grávida de 5 meses que foi morta dentro do carro onde viajava, em Ivolândia, na região central de Goiás, pede a prisão do principal suspeito do crime, que é o marido da vítima, o empresário Horácio Rozendo de Araújo Neto, de 35 anos. A pecuarista Nilva Camargo Soares afirmou, nesta terça-feira (31), exatamente um ano após o crime, que, para que a justiça seja feita, o genro deve ser preso.

Segundo ela, o principal suspeito do crime e a família dele estão lutando pela guarda do filho do casal, que tem 2 anos de idade. A defesa do empresário, que foi indiciado pela Polícia Civil, sempre negou que ele tivesse cometido o assassinato. O G1 tentou contato por telefone com o advogado nesta terça, mas as ligações não foram atendidas.

“Eu preciso de justiça. Esta impunidade é como se ela estivesse morrendo todos os dias.”

“Se não houver justiça, outros vão fazer esta atrocidade, como ocorre todos os dias de homem matando mulher. Ele não teve escrúpulos para matar minha filha e minha neta. Agora quer direito para visitar o filho. Como que eu deixo um assassino visitar meu neto? A vida está banalizada, temos que rezar para ficar ficarmos vivos. Dói demais pensar que ele seguiu a vida dele e minha filha não vai poder mais chegar e falar ‘mãe, cheguei’.”

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

“Ele vai sentir o mínimo da minha vida, nem que seja por um dia. A vida ficou preto e branco, perdi o paladar. Eles vivem como se ela fosse um lixo que foi descartado”, completou.

A irmã de Vanessa, Bruna Camargo Soares de Assis, conta que o pai delas morreu em um acidente quando ela tinha 2 anos e a irmã, 3. Desde então, ela conta que cresceu unida à mãe e à irmã. Após a morte de Vanessa, ela afirma que se agarra na mãe para ter forças para seguir.

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

“Meu pai faleceu, a gente era muito nova. Éramos só nós duas e minha mãe. [Ela] Era tudo pra gente e nada para ele. Para mim, é como se, eu e minha mãe, a gente tivesse perdido tudo que a gente tinha. A gente pensa que é como se ele estivesse ido ali e matado um cachorro. A Justiça, o juiz, tem que entender que eram duas vidas. Duas vidas muito importante para nós. A gente só descansa quando ele estiver presa. Eu demorei a acreditar que ele tivesse coragem de fazer o que ele fez”, disse.

O crime

Vanessa foi morta no dia 31 de julho de 2017, em uma estrada vicinal da cidade. Na ocasião, o empresário disse que viajava de carro com a mulher e o filho do casal, de 2 anos, quando foram abordados por dois homens em uma moto. O esposo, que dirigia o veículo, parou e um dos suspeitos assumiu a direção.

Horácio disse em depoimento que a vítima discutiu com o rapaz e levou um tiro na cabeça e reforçou a tese durante a reconstituição do crime.

Investigação

O delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, disse que a perícia constatou diversas incongruências entre o relato dele e o que de fato aconteceu.

“O laudo constatou que ela foi morta em posição de repouso, sem qualquer indicação que teria discutido com o atirador. Isso contradiz a versão da briga, corroborada pela posição de respingos de sangue na porta do veículo e o local onde o projétil foi encontrado. Além disso, a perícia confirmou que o empresário não estava no banco traseiro”, explicou ao G1.

No dia do crime, a família havia saído de Iporá, também na região central do estado, onde morava, com destino a Goiânia para compromissos profissionais. O delegado pontuou que a análise do GPS dos celulares do casal foi fundamental para desconstruir a história passada por Horácio.

Segundo Queiroz, a análise do aparelho confirmou que a família saiu de casa às 5h31 e que o veículo parou no local onde houve o crime às 7h08. Ele destaca que o tempo é muito maior que o normal para fazer o trajeto.

“Nós refizemos exatamente o mesmo caminho duas vezes com velocidades menores da que foi apontada por ele. Em uma, levamos 25 minutos a menos. Na outra, 30 minutos. Provavelmente, esse é o tempo que ele teria usado para cometer o crime”, detalha.

Motivação

O responsável pelo caso acredita que Horácio cometeu o homicídio por dois motivos: por não aceitar o fim do relacionamento, já que Vanessa teria comentado da ideia de se separar, e por não querer dividir o patrimônio em um provável divórcio.

“Não acreditamos que o crime não tenha qualquer relação com questões extraconjugais, pois ela era muito séria e respeitava o marido. Um exame de DNA também confirmou que Horácio era o pai da filha que Vanessa esperava, diferentemente de boatos que surgiram afirmando o contrário”, pontua.

Na questão financeira, a polícia encontrou dois documentos que podem ter servido de motivação para o assassinato. No mesmo cômodo onde estavam as munições, havia uma apólice de seguro no nome da representante comercial no valor de R$ 86 mil, cujos beneficiários eram Horácio e o filho.

Além disso, um contrato de seguro de vida, ligado ao emprego da vítima, no valor de R$ 300 mil, também dava direitos ao marido de receber metade da quantia. O restante seria divido entre o filho e uma irmã de Vanessa.

G1 Tocantins.

Família identifica mãe do Paraná que deu à luz e morreu depois de acidente em São Paulo

Ingrid Irene Ribeiro era de São José dos Pinhais, na Região de Curitiba, e faria 21 anos nesta segunda-feira (30). Caminhão em que ela estava tombou na quinta-feira (26), no Vale do Ribeira.

Polícia e Conselho Tutelar tentam identificar mãe de bebê que nasceu após grave acidente em SP

Gestante estava sem documentos e morreu durante o acidente. Bebê nasceu saudável e está internado em hospital em Pariquera-Açu, interior paulista.