Homem é preso suspeito de furtar cartões da mãe e sacar dinheiro no Tocantins

Segundo delegado responsável pelo caso, homem gastou R$ 1 mil comprando drogas. O caso foi denunciado pela própria mãe, de 77 anos.

Francivaldo Coelho da Silva, de 38 anos, foi preso suspeito de furtar cartões bancários e de aposentadoria da mãe e sacar R$ 1 mil que estava guardado na poupança. A idosa tem 77 anos e denunciou o caso à Polícia Civil, neste domingo (6). O filho aproveitou que ela estava na missa para praticar o crime.

Segundo o delegado Wilson Cabral, responsável pelo caso, os policiais fizeram buscas em bares e chácaras na tentativa de encontrar o suspeito. Ele foi preso por volta das 19h, depois de voltar para casa. O delegado informou que no momento da prisão, Silva consumia maconha. Ele havia gastado o dinheiro todo comprando drogas, conforme as investigações.

Silva foi levado para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína e deve responder por furto qualificado pelo abuso de confiança e posse de droga para consumo. A mãe informou à polícia que o fiho já furtou vários objetos da casa.

G1 Tocantins

Foto ilustrativa/niteroiurgente.com

No tocantins: Mãe descobre troca de bebês em necrotério ao vestir filho para ser enterrado

Erro ocorreu na maior maternidade do Tocantins, em Palmas. Quando dona de casa percebe problema corpo do filho estava sendo levado para Porto Nacional.

Os corpos de dois bebês que morreram neste sábado (28) foram trocados no necrotério do Hospital Dona Regina em Palmas. A dona de casa Maria Aparecida Alves percebeu o erro quando foi vestir o filho e prepará-lo para o enterro, por volta das 14h.

O corpo do bebê Lázaro Alves tinha sido levado momentos antes e estava a caminho de Porto Nacional, onde seria enterrado por outra família.

“Fui ao necrotério vestir o bebê e prepará-lo para o enterro e quando cheguei ao local vi que não era ele. Tinha uma placa com o nome de uma menina. Eu também olhei e vi que não era ele. Eu disse: ‘Meu bebê não é esse'”, contou.

A dona de casa explicou que momentos antes o bebê tinha sido levado para Porto Nacional, por outra família. Maria Aparecida contou que os funcionários do hospital disseram que iriam resolver o problema.

A funerária que levava o corpo para a outra cidade precisou voltar à capital. Os bebês foram destrocados cerca de três horas depois. “Meu marido ficou alterado e chamamos a Polícia Militar para registrar a ocorrência. O assistente social do hospital deveria acompanhar o pessoal da funerária para garantir que isso não acontecesse”, disse.

A Secretaria de Estado da Saúde afirmou, em nota, que a troca dos corpos foi feita pela funerária, “que não observou a identificação com a etiqueta do nome do bebê”. Ainda segundo o Estado, assim que percebido o problema, a equipe do Hospital e Maternidade Dona Regina resolveu a situação. “A secretaria lamenta o ocorrido e informa que irá investigar os fatos.”

G1 Tocantins

Mãe e padrasto são suspeitos de torturar menina de três anos: ‘batiam cabeça dela na parede’, diz polícia

Mãe e padrasto estão presos preventivamente e foram indiciados por tortura, abandono intelectual e obstrução ao Conselho Tutelar. Caso foi registrado em Araguaína, norte do Tocantins.

Um casal foi indiciado por agressão e abandono intelectual contra a filha de apenas três anos em Araguaína, norte do Tocantins.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a mulher era mãe biológica e o homem padrasto da criança.

Os dois são suspeitos de constantemente agredir a menina e até bater a cabeça dela contra uma parede, entre outros tipos de tortura.

Conforme a Delegacia da Criança e Adolescente (DECA), a denúncia dos abusos foi feita pelo pai biológico da criança no início do mês.

O homem ficou sabendo das agressões por vizinhos e inicialmente procurou o Conselho Tutelar.

Os conselheiros chegaram a ir à casa da criança, mas a mãe disse que ela não estava. A mulher também tentou enganar a polícia, porém os agentes entraram na casa e encontraram a menina cheia de hematomas.

Ainda segundo o Conselho Tutelar, a criança está internada em um hospital da cidade, onde passa por exames.

Antes, ela foi levada ao IML e o médico legista constatou que a criança sofria agressões há muito tempo.

A menina tinha hematomas nas costas, pernas e principalmente na cabeça.

“É uma situação muito grave e ela está internada para fazer tomografia porque os hematomas eram principalmente na região da cabeça. A própria criança relata que o padrasto a derrubou no chão, bateu na parede. Ela tem marquinhas no joelho porque provavelmente ficava ajoelhada em cima de grãos”, disse a conselheira tutelar Renata Rego.

Ainda segundo a conselheira, a criança estava sem frequentar a creche há vários dias. Nas poucas vezes que foi ao local, funcionários também relataram ter visto hematomas na criança.

O casal está preso preventivamente e a investigação sobre o caso foi concluída nesta terça-feira (13).

Conforme a polícia, os dois foram indiciados por tortura, abandono intelectual e obstrução ao Conselho Tutelar.

Denúncias de abusos contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo telefone do Disque Direitos Humanos, o Disque 100. Assim como diretamente à Polícia Civil no 197.

G1 Tocantins/Foto ilustrativa

Homem mata mãe idosa com golpes de guidão de bicicleta

Fernando Lino de Souza, de 33 anos, teria espancado a mãe por dinheiro.

Um homem de 33 anos espancou a mãe até a morte, com um guidão de bicicleta, nesta quinta-feira (22), no Distrito Federal.

Conforme a 27ª Delegacia de Polícia, em Riacho Fundo, Fernando Lino de Souza matou a mãe, Isabel Lino de Souza, 60, por causa de dinheiro.

Segundo a polícia, em depoimento, o suspeito teria dito que a mãe gastava muita água, e eles não tinham como pagar a conta – os dois viviam com a aposentadoria de Isabel.

“Foi burrice da minha cabeça”, desabafou Fernando Lino, declarando estar também arrependido, de acordo com o Metropóles. Familiares e vizinhos disseram à polícia que a mãe e o filho tinham problemas mentais.
A polícia foi acionada pela vizinha da família, a enfermeira Letíce Spíndola, de 38 anos, que chegou a prestar os primeiros socorros a Isabel.

Segundo Letíce, Isabel já teria levado três golpes e, na frente dela, foi atingida mais duas vezes. “Verifiquei os sinais vitais. Ela ainda deu alguns suspiros, mas não resistiu”, afirmou, em estado de choque. O próprio Fernando Lino teria pedido para a vizinha chamar a polícia. “Mandei ele manter distância para eu poder sair. Foi horrível”, lembrou ao site.

Irmãs da vítima disseram que os dois viviam na casa há dois anos e brigavam muito. O principal motivo seria o fato de o suspeito ser usuário de drogas.

Delegado da 27ª DP, Pablo Aguiar informou que Fernando já havia sido preso por tentativa de homicídio em 2012 e cumpria prisão domiciliar desde 2014. O suposto agressor será indiciado por feminicídio qualificado e pode ficar até 30 anos preso.

Noticias ao Minuto

Menino que morreu afogado em Jataí não sabia nadar e nunca tinha ido ao lago, diz mãe

Mulher disse que Paulo Henrique Ferreira, 8, tinha o hábito de brincar com colegas e saiu de casa sem que ela percebesse.

Raio mata mãe e deixa filha e duas sobrinhas feridas no interior do Tocantins

Acidente aconteceu enquanto família estava embaixo de árvore em chácara na zona rural de Pau D’arco. Filha disse que ficou com a perna paralisada e não conseguiu socorrer a mãe.

Um raio matou a dona de casa Maria Edileusa Campos Ferreira, de 52 anos e deixou a filha dela de 16 anos e duas sobrinhas feridas no interior do Tocantins.

O acidente aconteceu enquanto a família se abrigava debaixo de uma árvore na tarde desta terça-feira (2). A filha contou que eles perceberam o tempo fechando e se preparavam para deixar o local quando o raio caiu na árvore.

As sobrinhas, Alessandra dos Santos Silva e Renata dos Santos Silva, precisaram ficar em observação no hospital. Os ferimentos da filha, Elaine Beatriz Campos da Silva, foram mais leves e ela já foi liberada. 

Elaine disse que ficou com a perna paralisada no momento em que o raio caiu e que por isso não conseguiu ver se a mãe estava bem. Ela gritou por socorro e outros parentes vieram ajudar.

Ainda de acordo com Elaine, momentos antes de o raio cair havia mais gente sob a árvore, inclusive quatro crianças. O corpo de Maria Edileusa foi levado para o Instituto Médico Legal de Araguaína, no norte do Tocantins. Ainda não há informações sobre o velório.

A família mora em Bandeirante do Tocantins e foi passar as festas de fim de ano com o pai de Maria Edileusa, no interior do estado.

Outro caso

Outro acidente envolvendo raios matou sete vacas em Talismã, na região sul do Tocantins. O caso aconteceu durante uma chuva na tarde desta segunda-feira (1°).A Defesa Civil orientou a população a tomar alguns cuidados durante a chuva, como evitar ficar em áreas abertas, debaixo de árvores ou de fios de rede elétrica. 

G1 Tocantins

Mãe, filha e neta morrem num acidente na BR-153 em Goiás

Entre as vítimas, há uma recém-nascida de apenas 4 meses. Além das vítimas fatais, outras seis pessoas se feriram após colisão frontal entre dois veículos.

Três pessoas morreram em um acidente na madrugada desta terça-feira (2), na BR-153, em Rialma, região central de Goiás. Dois veículos bateram de frente.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), trata-se de uma mulher, de 44 anos, a filha dela, de 26, e a neta, de apenas 4 meses. Outras seis pessoas se feriram.

Ainda conforme a corporação, as vítimas fatais estavam em um VW Gol, que invadiu a pista contrária e se chocou contra um For Focus.

O condutor do Gol, que teve ferimentos leves, viajava com a mulher, a filha e a sogra, que morreram. Além deles, outro filho do casal, de 5 anos, também estava no veículo e se machucou sem gravidade.

Já no Focus estava um casal e duas filhas, de 7 e 9 anos. O pai e a menina mais velha tiveram machucados leves. Já a mulher e caçula sofreram lesões graves. Ambas foram encaminhadas para o hospital.

Por conta da colisão, a pista ficou mais de 3h interditada.

G1/Goias

Corpos de mãe e filho mortos em acidente são velados no Tocantins

Caminhonete onde vítimas estavam foi atingida por caminhão na BR-153, perto de Brasilândia do Tocantins. Marido de vítima sobreviveu e está internado em hospital.

Os corpos de Gelsa Maria Marques Guimarães e do filho João Paulo Marques Santana, que morreram na noite desta terça-feira (12) em um acidente na BR-153, estão sendo velados no salão de uma funerária em Araguaína. Os dois estavam em uma caminhonete que foi atingida por um caminhão. O marido de Gelsa, Lorisvaldo Ferreira Santana, sofreu ferimentos e está internado no Hospital Regional de Colinas.

Segundo informações de parentes às 11h os corpos serão levados para Rio Verde (GO) onde serão enterrados.

A batida aconteceu no km 265, perto de Brasilândia do Tocantins, região central do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, um caminhão invadiu a pista contrária para não bater em um carro que estava na sua frente. No momento, a caminhonete onde estavam as vítimas foi atingida pelo caminhão, conforme a polícia.

O motorista da caminhonete Lorisvaldo ficou gravemente ferido. Já Gelsa e João Paulo morreram no local. Um quarto ocupante do veículo não teve ferimentos.

O motorista do caminhão não sofreu ferimentos e foi levado para a delegacia de Polícia Civil em Colinas do Tocantins. Ele foi ouvido e liberado. O condutor disse que seguia em direção a Goiânia.

Carro ficou destruído após batida que matou três da mesma família (Foto: Divulgação)

G1 Tocantins

Padrasto confirma ao juiz que matou menino asfixiado em Goiânia a pedido da mãe

Jeannie Oliveira diz que ex assassinou o filho dela porque não aceitava o fim do relacionamento; corpo de Jorginho, de 9 anos, foi encontrado em um matagal em maio deste ano.

O padrasto de Antônyo Jorge Ferreira da Silva, de 9 anos, acusado de matar o menino asfixiado, voltou a dizer durante audiência, na terça-feira (5), que cometeu o crime a pedido da mãe, em Goiânia. Renato Carvalho Lima deu detalhes sobre como matou Jorginho. Ao ser ouvida, Jeannie da Silva chorou, disse que foi enganada e que acredita que o ex assassinou o filho dela por não aceitar o fim do relacionamento.

A audiência ocorreu de portas fechadas, na tarde de terça-feira, no Fórum de Goiânia. Renato e Jeannie, que estão presos, chegaram escoltados pela polícia. O depoimento dos dois durou cerca de duas horas. Várias testemunhas já foram ouvidas e novos depoimentos ainda devem ser marcados.

O crime ocorreu no dia 19 de maio, no Setor Nunes de Morais. Dois dias depois, Renato e Jeannie foram até a Polícia Civil para registrar um falso desaparecimento. A mãe afirmou à Polícia Civil que o filho tinha sido sequestrado. No entanto, ela e o então namorado entraram em contradição, o casal passou a ser suspeito do crime e, no mesmo dia, Renato confessou que matou Jorginho estrangulado a pedido de Jeannie.

Conforme apuração, durante a audiência Renato, que já tinha confessado o crime à Polícia Civil, voltou a confirmar a autoria, mas entrou em contradição sobre horários e sobre como planejou o crime. Já Jeannie disse ao juiz que acredita que o crime tenha sido cometido porque o ex sentia ciúmes da relação dela com o filho, além de não aceitar o término da relação.Antônyo Jorge Ferreira foi morto asfixiado pelo padrasto, segundo a Polícia Civil (Foto: Divulgação/Polícia Civil

A avó da vítima e mãe de Jeannie, Rosângela Raniel da Silva, compareceu ao local. Chorando muito no corredor, a mulher reforçou a versão da filha. “Eu não durmo direito, não como direito, só pensando nisso. Porque a menina dentro da cadeia, e o menino morto. Este monstro fez isso para se vingar dela”, desabafou.

A defesa dos acusados não quis gravar entrevista.

Imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram Renato explicando que matou Jorginho asfixiado e colocou o corpo em uma caixa de papelão. Em seguida, abandonou em uma matagal. “Passei um lençol no pescoço dele, abracei e dei um mata-leão, enforquei até ele ficar sem ar”, disse na gravação. Em outros vídeos, o padrasto aparece a caminho do chaveiro e volta passeando com o enteado em direção ao local onde ele foi morto. 

Mãe e padrasto presos suspeitos de matar garoto são apresentados pela polícia, em Goiânia

Denúncia

O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) denunciou o casal no dia 6 de junho deste ano. De acordo com a denúncia, o crime foi motivado por um motivo fútil. “Consta no processo que a mãe estava doente e enfrentaria um longo tratamento e, por isso, não teria, não queria, continuar cuidando do filho e arquitetou toda a morte, que foi executada pelo namorado”, disse o promotor. 

Conforme o documento emitido pelo MP-GO, o casal é denunciado pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime. Segundo o órgão, a mulher pediu ao companheiro que matasse o menino.

Para a defesa de Jeannie, no entanto, ela é inocente. “Todas as testemunhas falaram que ela não tem envolvimento no crime. Então acreditamos na absolvição dela”, explicou a advogada Rosângela Borges de Freitas.

Já o advogado que representa Renato disse apenas que o cliente confessou o crime e que não tinha outras informações sobre o caso para passar no momento.

G1 Goiás

Mãe e padrasto são presos suspeitos de espancar criança de 2 anos até a morte, em Goiás

Casal registrou ocorrência dizendo que criança morreu em decorrência de acidente de moto. Porém, investigação apontou lesões de agressões e comprovou que vítima foi estuprada.

A mãe e o padrasto do menino Bruno Diogo Dias Ferreira, de 2 anos e 8 meses, foram presos suspeitos de espancar a criança até a morte, em Goiânia.

De acordo com a Polícia Civil, o casal chegou a registrar um boletim de ocorrência dizendo que a criança tinha morrido em uma unidade de saúde em decorrência de um acidente de trânsito. Porém, a investigação apurou que existiam lesões em todo o corpo da vítima e um laudo comprovou que ela foi estuprada.

Bruno morreu no último dia 3 na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Itaipu, na capital. Na ocasião, a mãe, Bruna Lucinda Batista Ferreira, de 28 anos, e o padrasto, Gedeon Alves dos Santos, de 24, chegaram pedindo socorro dizendo que o menino se recuperava de uma cirurgia após sofrer um acidente de moto com uma tia.

Na época, o Conselho Tutelar foi acionado e recebeu denúncias de que o menino era vítima de maus-tratos e constantemente agredido. Assim, o órgão procurou a Polícia Civil e o caso passou a ser apurado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), que solicitou laudos sobre a morte de Bruno.

“Diante dessas suspeitas, instauramos a investigação. Laudos mostraram que ele tinha lesões em todos os lugares. O fígado foi dilacerado, o pâncreas partido ao meio e tinham várias lesões na cabeça”, disse o delegado Danillo Proto, responsável pelo caso.

Prisão

A mãe e o padrasto foram presos na última terça-feira (14) depois de fugir de casa. Antes, segundo a polícia, eles incendiaram o imóvel em que moravam na tentativa de esconder provas do crime e falar que o fogo foi colocado por vizinhos.

O delegado diz que, ao ser questionado sobre a morte de Bruno, Gedeon confessou o crime com frieza, inclusive confessando que usou um amassador de legumes para estuprar a vítima. Proto afirmou que, apesar da mãe negar, ela sabia das agressões e foi conivente com o assassinato do filho.

Ao ser apresentada na delegacia, na manhã desta segunda-feira (20), Bruna negou qualquer envolvimento com o crime. “Eu não sabia que ele ia fazer isso. Eu já vi ele batendo no meu filho duas vezes e eu falei que se ele fizesse de novo eu ia largar dele. Eu errei em confiar nele. Agora só sinto ódio dele. Estou como monstra aqui, mas eu não fiz nada disso”, se defendeu.

Já Gedeon confirmou o assassinato e disse que não sabe o motivo de tê-lo cometido. “Não sei por que fiz isso. Bati nele em um momento de raiva”, afirmou.

O padrasto relatou que já tinha agredido a criança outras vezes. “Já bati usando um monte de coisas que não podia. Dessa vez eu usei esse pilão, bati na cabeça dele. Aí depois eu coloquei o pilão dentro dele”, narrou, se referindo ao estupro.

O casal vai responder por homicídio triplamente qualificado e incêndio. Além disso, Gedeon também vai responder por estupro de vulnerável.

Revolta

Vizinhos do casal acompanharam a apresentação dos presos na delegacia e estavam revoltados.

“Ela sabia de tudo. A gente via as agressões e falava que se ela não quisesse criar, que desse pra gente, que a gente cuidava. Ela é culpada, é um monstro”, reclamou a servente Monica Rodrigues de Oliveira.

 G1/Goiás