Jovem é preso suspeito de estuprar e engravidar a irmã, de 11 anos, em Goiás

Segundo Polícia Civil, rapaz de 19 anos confessou ter cometido os abusos pelo menos três vezes. Escrivão disse que, como gestação era de risco, foi interrompida.

Um jovem de 19 anos foi preso suspeito de estuprar e engravidar a própria irmã, de 11, em Teresina de Goiás, região norte do estado. Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime em depoimento e contou que o cometeu em ao menos três ocasiões. Ainda conforme a corporação, por ser uma gestação de risco, ela precisou ser interrompida.

De acordo com o escrivão de polícia William Cândido, há pouco mais de um mês, a criança começou a sentir fortes dores abdominais. Após ir a um hospital na cidade e outro em Campos Belos, também no norte, foi enviada para Goiânia, onde foi constatada a gestação.

“A menina contou para os conselheiros tutelares que quem havia a engravidado era o irmão. O jovem foi ouvido dias depois e confessou o crime, mas como já não havia mais flagrante, ele foi liberado”, disse ao G1.

Ainda conforme Cândido, como tratava-se de uma gestação tubária, que poderia causar riscos à menina, ela foi interrompida. No entanto, ele não soube informar em qual hospital o procedimento foi feito.

A polícia entrou com pedido de prisão, que foi deferido pela Justiça. O mandado foi cumprido no último sábado (11).

O jovem está detido no Presídio de Cavalcante, distante 23 km de Teresina de Goiás. Ele deve ser indiciado por estupro de vulnerável e, se condenado, pode pegar uma pena que varia de 8 a 15 anos.

G1 Tocantins.

Irmã de baleado em posto pede punição de PM suspeito de atirar: ‘Foi para executar’

Silvio César da Costa Júnior, de 27 anos, está internado em estado gravíssimo no Hugo; soldado Bruno Correira de Araújo teve prisão mantida pela Justiça.

A irmã do profissional autônomo Silvio César da Costa Júnior, de 27 anos, baleado enquanto estava com amigos em um posto de gasolina de Goiânia, pede a punição do soldado Bruno Correira de Araújo, suspeito de atirar no jovem. Elisa da Costa diz que o irmão foi vítima de uma injustiça, que não fez nada de errado e que o policial queria matá-lo sem conhecê-lo.

A assessoria de comunicação do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) informou ao G1, às 13h30 desta segunda-feira (13), que o estado de saúde de Sílvio era gravíssimo. Ele está internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sedado, respirando com ajuda de aparelhos.

“Eu nem sei dizer o que realmente me revolta porque várias pessoas que estavam ali no local têm nos mandando áudios narrando o que de fato ocorreu. Foi para executar realmente, um ser humano que ele nem conhecia. Ele nunca viu meu irmão. Ele mandou o Júnior se deitar, ele já havia deitado, já estava rendido, não ia fazer nada. Ele abaixou e colocou a arma na cabeça do meu irmão”.

“A minha família tem base, meus pais souberam criar todos os filhos, temos defeitos como todos os seres humanos, mas isso eu posso honrar meu irmão”, disse.

Em nota, a assessoria de Comunicação da PM informou à TV Anhanguera, no sábado (11), que uma equipe foi ao local do fato e conduziu o militar até a Central de Flagrantes, onde foi detido. No domingo, Bruno foi submetido a audiência de custódia, e a Justiça decidiu pela permanência da prisão do soldado.

G1 não conseguiu localizar a defesa de Bruno Araújo.

Autônomo Sílivo Júnior foi baleado por PM de folga, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Autônomo Sílivo Júnior foi baleado por PM de folga, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Autônomo Sílivo Júnior foi baleado por PM de folga, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera).

O caso ocorreu na tarde de sábado, em um posto de combustíveis em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, um amigo da vítima, que estava no local, disse em depoimento que que a confusão começou quando o militar chegou no posto “muito alterado” e tentou puxar conversa com um grupo de pessoas, mas teria sido ignorado pelas pessoas.

Segundo o delegado André Botesini, responsável pelo caso, os policiais militares colegas de Bruno disseram que o PM havia revidado a uma suposta agressão, mas o fato teria sido desmentido pelas testemunhas que estavam no local do crime.

“Nós temos o relato dos policiais militares, que teria havido um entrevero e ele teria reagido a uma suposta agressão do autor. Este fato é desmentido por todas as testemunhas ouvidas no local. Vamos verificar se há imagens de circuito interno ou do posto de gasolina ou de comércio nas redondezas”, disse o delegado.

A Polícia Civil está investigando as circunstâncias do crime. O policial relatou aos agentes que o prenderam que foi intimidado pelo grupo que estava no posto de combustível e reagiu em legitima defesa.

Duas testemunhas já foram ouvidas e contradizem o relato. “Elas dizem que houve uma discussão, mas provocada pelo policial. Ele deu uma coronhada em um homem e atirou no Silvio depois”, relatou o delegado.

A arma usada no crime foi apreendida. Ela tem o brasão da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). “Possivelmente foi repassada pela Polícia Militar ao suspeito, mas isso ainda tem que ser confirmado pela corporação”, completou o delegado.

Arma usada por policial militar preso por atirar em autônomo (Foto: Vitor Santana/G1)Arma usada por policial militar preso por atirar em autônomo (Foto: Vitor Santana/G1)

Arma usada por policial militar preso por atirar em autônomo (Foto: Vitor Santana/G1)

Bottesini explicou ainda que vai pedir à PM informações sobre a ficha funcional do aluno soldado para saber se há algum registro de comportamento violento ou algum outro desvio de conduta.

Paralelamente será pedido junto ao Hugo informações sobre a lesão sofrida. Isso vai ajudar a ter noção da posição em que a vítima estava no momento do disparo e a distância em que ele foi dado.

“Está caracterizada a tentativa de homicídio. Agora é preciso saber em que circunstâncias: se foi em legitima defesa ou se esses dados vão ser qualificadoras para o crime”, completou o delegado.

O inquérito tem 10 dias para ser concluído e encaminhado ao Poder Judiciário.

Confusão

Um amigo da vítima, que estava no local, disse em depoimento à Polícia Civil que que a confusão começou quando o militar chegou no posto de combustíveis muito alterado e tentou puxar conversa com um grupo de pessoas. Como eles não deram atenção a ele, se irritou, sacou a arma e começou a atirar.

“Ele deu uma coronhada na minha cabeça. Todo mundo correu. Ele disse que já tinha chamado a viatura e correu atrás da gente com a arma. Eu corri na frente e só escutei o tiro. Quando olhei para trás, vi que ele tinha atirado no Júnior”, relatou Heberson de Souza.

O Bruno Correia é aluno soldado da PM. Segundo a Polícia Civil, ele já atuava nas ruas. Ele foi preso em flagrante por tentativa de homicídio. A delegada Caroline Paim disse que o policial confirmou que atirou contra Sílvio.

“Ele relatou que estava bebendo em um posto e travou uma discussão e efetuou disparo numa forma de tentar se defender de agressões”, disse.

G1 Tocantins.

Ex-prefeito é condenado por contratar irmã e cunhados para cargos públicos

Prefeito governou São Miguel do Tocantins por dois mandatos, entre 2005 e 2012. Ele foi condenado por improbidade administrativa devido à prática de nepotismo.

Corpo de ex-técnico de futebol é encontrado pela irmã em Porto Nacional

Armando Martins Filho, conhecido como Armandinho, dirigiu a categoria de base do Interporto. Crime teria acontecido entre o sábado (4) e o domingo (5).

O ex-técnico de futebol, Armando Martins Filho, conhecido como Aramandinho, foi encontrado morto pela irmã dele na madrugada deste domingo (5). O crime teria acontecido entre nas priemrias horas do dia, mas o corpo só foi encontrado no começo da noite, ensanguentado, na casa onde ele morava, no setor cruzeiro do sul, em Porto Nacional. Até às 15h30 desta segunda-feira (6), ninguém havia sido preso.

A polícia não divulgou detalhes de como foi o assassinato. Armando Martins Filho era funcionário da Prefeitura de Porto Nacional, na Secretaria Municipal Municipal de Educação e liderou as categorias de base do Interporto, onde conseguiu vários títulos, além dos Jogos Escolares.

O técnico era muito conhecido na cidade e foi homenageado pela Federação Tocantinense de Futebol em 2013, quando o Campeonato Estadual Sub-17 levou o nome de ‘Taça Professor Armandinho’.

Ele está sendo velado em Porto Nacional, na funerária Santo Antônio, no setor Vila Nova. O enterro está marcado para às 17h, no cemitério São Pedro.

Armandinho ao lado do jogador Lucca, técnico foi encontrado morto pela irmã (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal )

G1/TO

Músico integrante do reality show “Troca de Família” mata mãe e irmã

Jacob segue em condições críticas; a polícia não divulgou informações sobre motivo do crime.

Um integrante de uma família em Ohio (EUA), suspeito de matar a mãe e o irmão, deu um tiro na própria cabeça e está internado em estado crítico desde sexta-feira (16), num hospital de Cleveland, disseram autoridades locais à rede CBS.

Eles ficaram conhecidos por participarem do reality show “Troca de Família” (“Wife Swap”), na TV norte-americana.

O xerife do condado de Stark, George T. Maier, explicou que os oficiais que atenderam a uma chamada telefônica da região, na última quinta-feira (15), viram uma porta aberta na casa da família, em Beach City, e ouviram um disparo de arma de fogo ao se aproximarem. Em seguida, eles encontraram o músico Jacob Stockdale, de 25 anos, com um ferimento a bala na cabeça, e os corpos da sua mãe, Kathryn Stockdale, 54 anos, e do irmão, James Stockdale, 21, já sem vida.

As autoridades acreditam que Jacob Stockdale atirou contra a própria mãe e o irmão com uma espingarda. Jacob e James, junto ao pai Timothy Stockdale, eram membros da banda Family Stockdale, que tocava bluegrass e tinha fama na região.

“Esta é uma tragédia para a família. É uma tragédia para a comunidade”, disse o xerife. Além disso, a família ganhou notoriedade em 2008 ao participar do reality show da ABC, em que duas famílias de diferentes origens trocam esposas por duas semanas. O programa retratou os Stockdales como “devotadamente religiosos”, uma família que evitava o uso de palavrões, televisão e videogames.

O pai, Timothy Stockdale, não estava em casa no momento do tiroteio, enquanto outros dois filhos dele vivem em uma cidade diferente. “Kathy foi minha amada mulher por 32 anos e uma mãe maravilhosa para nossos quatro filhos. Ela não amava nada além de ser mãe e avó”, disse Timothy Stockdale em um comunicado. A nota diz ainda que a família “agradece às orações e ao apoio que recebemos dos nossos amigos e da comunidade”.

Calvin Stockdale disse que seu irmão Jacob “ainda está em condições críticas e estamos rezando por sua recuperação física à medida que nossa família faz planos de funeral e tenta se recuperar”. A polícia não divulgou nenhuma informação sobre um possível motivo do crime. “É difícil supor o que o levou a fazer isso “, disse o xerife Maier. “Mas já há algumas especulações”.

Noticias ao Minuto

Irmã de Aécio joga ‘culpa’ para o senador e pede para ser solta

A defesa de Andrea quer que a prisão preventiva seja convertida em medidas alternativas.

Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) foi presa preventivamente em razão da delação de executivos do frigorífico JBS e agora pede para o Supremo Tribunal Federal (STF) revogar a sua prisão. A defesa de Andrea quer que a prisão preventiva seja convertida em medidas alternativas. Marcelo Leonardo, advogado de Andrea Neves, alega que a cliente não tem participação nos supostos crimes e atribui a responsabilidade ao irmão dela, Aécio.

“O pedido do PGR (procruador-geral da República, Rodrigo Janot), e a decisão agravada (do ministro do STF, Edson Fachin), em verdade, apontam razões que, se existentes, poderiam ser aplicadas para a pessoa física do senador Aécio Neves, nunca para sua irmã Andrea, residente na região de Belo Horizonte e sem qualquer ação política pessoal”, argumentou o advogado.

Em outro trecho do documento apresentado pela defesa de Andrea, o advogado cita que “a jurisprudência dos Tribunais Superiores rejeita a tentativa de justificar prisão preventiva de uma pessoa com fundamentos aplicáveis a outra, por violação do princípio pessoalidade da responsabilidade penal, do qual decorre a imperiosa necessidade de individualização da fundamentação da prisão preventiva”.

Como destaca o jornal O Globo, o ministro do STF Edson Fachin autorizou na última quinta-feira, uma operação deflagrada pela Polícia Federal que prendeu várias pessoas, entre elas Andreia.

Aécio Neves não foi preso mas também é um dos citados na delação de Joesley Batista. Em uma gravação feita pelo empresário da JBS, Aécio aparece pedindo R$ 2 milhões ao dono da empresa, sob a justificativa de que precisava da quantia para pagar despesas com sua defesa na Lava Jato.

A investigação indica que Andrea teria sido a responsável pela primeira abordagem ao empresário Joesley Batista, por telefone e via WhatsApp. No entanto, a defesa da irmã de Aécio afirma que ela nunca participou de questões financeiras das campanhas de Aécio, como arrecadação de recursos.

“O único e isolado episódio que teve participação de Andrea Neves foi a sua conversa com o delator premiadíssimo Joesley, pessoa que até então ela não conhecia, como reconhecido pelo mesmo, quando lhe fez a solicitação de ajuda para custeio de despesas lícitas, mediante a oferta do imóvel de sua mãe, que foi recusada pelo delator premiadíssimo Joesley, que preferiu conversar, diretamente, com o senador Aécio Neves, cujo encontro foi marcado, com conhecimento de Andrea, a qual não teve mais nenhuma participação nos fatos, tendo cessado sua intervenção neste ponto”, diz trecho do pedido da defesa de Andrea.

Noticias ao Minuto

Com a ajuda dos pais, homem engravida irmã menor e enterra feto

Os suspeitos vão responder por ocultação de cadáver, além de serem investigados por crime de aborto e abuso sexual.

Um jovem de 20 anos engravidou a irmã, de 14, e enterrou o feto com a ajuda dos pais. O trio acabou sendo preso em Palotina, na Zona Rural do Paraná, na última quinta-feira. O caso só foi divulgado nesta terça-feira (28) pela polícia. Os suspeitos vão responder por ocultação de cadáver, além de serem investigados por crime de aborto e abuso sexual.

Segundo informações, a mãe da criança estava com oito meses de gestação quando os pais decidiram provocar o aborto e enterrar o feto próximo à casa onde moravam. Graças a uma denúncia anônima sobre um parto caseiro sem assistência médica, a polícia conseguiu chegar aos suspeitos.

Apesar de a mãe negar envolvimento, o pai, de 44 anos, confessou que sabia do caso. “Vamos apurar a participação de cada um tanto no abuso sexual da menor quanto no aborto”, ressaltou o delegado Aldair Oliveira, responsável pelo caso. A vítima está sob cuidados do Conselho Tutelar do município.

Ainda de acordo com a reportagem, a Polícia Civil aguarda o resultado da coleta de material genético no local do sepultamento caseiro para determinar a paternidade, o sexo e causa da morte.

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