Terceira Idade de Jaú do Tocantins foi destaque no desfile de 7 de setembro

“Desfile resgatou valores, idosos brilharam na avenida”

O desfile comemorativo ao Dia da Independência do Brasil e aniversario da cidade de Jaú do Tocantins ganhou um brilho extra com a presença do grupo da terceira idade.

O bloco da Assistência Social fechou o desfile estudantil dando um show de elegância e carisma, com um bolo para a comunidade, mostrando que eles são raízes que conduz a cidade.

Assistência Social fazendo a diferença nas riquezas do município.

De acordo com a secretária de Assistência Social Elisangela Leal, os idosos deixaram a marca registrada no evento. Eles mesmos pediram para desfilar.  

O objetivo foi despertar na sociedade o respeito e a necessidade de acolhimento ao idoso, valorizar a sua experiência de vida e promover a integração social. Segundo Elisangela Leal, um dos objetivos é levar aos idosos uma melhor qualidade de vida, com ações que estimulem o corpo e a mente.

Da redação

Fotos: Adailton Siqueira

Palmeirópolis realiza Seminário Final do Pacto Nacional Pela Alfabetização Na Idade Certa (Pnaic)

A alfabetização é a base da vida escolar.

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes, através das Escolas Municipais Elda Silva Barros, (CMEI) Pequenos Brilhantes e Escola Municipal Vila Bom Tempo, realizaram no último dia 30 de agosto, o seminário Final do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC).

O evento aconteceu na quadra de esporte da escola Elda Silva Barros, com a presença de aproximadamente 200 pessoas. A abertura contou com apresentações das alunas do 5º ano, e também da equipe da Rede do Bem com musicais, danças e balé com a voluntária Maísa.

As professoras de cada instituição apresentaram trabalhos realizados em sala de aula. Momento de socialização entre as escolas e os pais, visando apresentar as práticas dos professores alfabetizadores.

O objetivo do PACTO é formar educadores críticos, que proponham soluções criativas para os problemas enfrentados pelas crianças em processo de alfabetização, e garantir que a maioria dos alunos desenvolvam as competências relacionadas à leitura, à escrita e à resolução de problemas em todas as áreas do conhecimento.

O PNAIC foi criado em 2012 e tem como principal desafio garantir que todas as crianças brasileiras até oito anos sejam alfabetizadas com segmento de 1° ao 3º ano. Para isso, contempla a participação da União, estados, municípios e instituições de todo o país.

Em Palmeirópolis, professores, dois orientadores de estudo e um coordenador local integraram o PNAIC em 2013. Em 2017/2018 integraram ao programa Educação Infantil, Programa Novo Mais Educação e formação para professores de 4º e 5º ano.

 “Aderindo ao PNAIC, a Secretaria confirma o seu comprometimento e responsabilidade com a alfabetização de todas as crianças na educação infantil e ensino fundamental. Apoiamos os cursos de formação continuada, colaboramos com o monitoramento das ações do programa e avaliamos periodicamente os resultados dos estudantes. Além disso, reconhecemos e valorizamos as escolas e os profissionais comprometidos com a evolução na alfabetização dos estudantes da nossa rede de ensino. Acreditamos no desempenho de todos, dando o melhor de si para desenvolvermos um trabalho de excelência voltado para a aprendizagem de nossas crianças”, comentou o secretário de Educação Bartolomeu Moura Junior.

O prefeito de Palmeirópolis Fábio Vaz agradeceu aos professores e formadores pelo empenho e dedicação e também o Secretário Municipal de Educação Bartolomeu Moura “que muito contribuiu para uma educação de qualidade”, argumentou.

Da redação/MN

Com informações/Maria José Rodrigues

Fotos: Artes Fotos Paulyanna


Projeto que altera idade máxima para ingresso na Polícia Militar volta a ser analisado

Entre os projetos aprovados nesta quarta-feira, dia 4, na reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o que modifica a idade máxima de 35 anos nos editais de concurso para ingresso na carreira da Polícia Militar do Tocantins retornou à pauta da Comissão.

Esta é a segunda vez que o projeto é reapresentado. Atualmente, só pessoas com até 30 anos de idade podem participar da seleção por meio de concurso público. A proposta deve ser colocada em votação na próxima reunião da Comissão de Finanças, Administração e Controle.

Reapresentado pelo deputado Elenil da Penha (MDB), o projeto que dispõe sobre a mudança na idade máxima de 35 anos para ingresso na carreira da Polícia Militar foi aprovado em 2016 nesta Casa de Leis, mas vetado pelo Governo do Estado. Para o autor, a proposta atende à solicitação de jovens acima de 30 anos que não podem se inscrever em concurso da PM e ampliar as oportunidades.

Outras matérias aprovadas na CCJ são de autoria dos parlamentares Jorge Frederico (PSC) e Olyntho Neto (PSDB). As propostas tratam da isenção de ICMS nas contas de água e energia das residências habitadas por alunos da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e da proibição da cobrança de IPVA após a comunicação de venda de veículo.

Maisa Medeiros.
Foto: Clayton Cristus

Ao som de forró o Serviço de Convivência de Palmeirópolis realizou encontro com a terceira idade

Na terceira idade, o cuidado com a saúde é indispensável. Para evitar doenças e ter uma vida saudável é preciso unir o bom hábito alimentar e a prática frequente de exercícios físicos.

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para a Terceira Idade (SCFV), desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Palmeirópolis (SEMAS), realizou, nesta terça-feira (17), mais um encontro com os idosos, o tradicional forró, não podia ficar de fora.

Sorrisos, forró, boa comida, hidroginástica e muita alegria. Esse era o clima do encontro desta semana da “Melhor Idade” do Serviço de Fortalecimento de Vínculo de Palmeirópolis.

Bastava apenas ouvir o som da sanfona marcando a próxima música para começarem mais uma dança.

Durante todo o dia foi nítido ver nos olhos dos idosos, a satisfação em estar ali desfrutando de um momento de diversão e troca de experiências. Ao som da banda de música de Dudu do Forró, que abrilhantou o evento, senhoras e senhores, espalhados no salão suaram a camisa. Vida manifestada no entusiasmo, na alegria e na boa conversa.

Ainda no encontro o coordenador do Projeto Rede do Bem Richart Junior Barbosa deu uma palavra de reflexão sobre a paciência e fé em Deus.

Homens e mulheres já cansados, que se dedicaram e muitos ainda se dedicam à lutar e proteger suas famílias, que não tiveram uma vida fácil, que passaram por dificuldades, mas que vencem e venceram e hoje desfrutam do prazer de dançar, conversar, brincar e ser feliz.

A prefeitura, através da secretaria de Assistência Social de Palmeirópolis tenta retribuir a estes grandes merecedores de recompensas, que ajudaram o município a crescer e hoje, o município tenta retribuir, oferecendo atividades de socialização.

Momento da hidroginástica com a Fisioterapeuta Juliana Correia

 

Toda equipe de organizadores, juntamente com a secretária Ana Paula Vaz, tem procurado desempenhar um trabalho cada vez melhor.

Da redação

Baile da terceira idade anima idosos de Palmeirópolis

Animação e forró tomou conta dos “jovens” da terceira idade de Palmeirópolis.

 

Ampliar a cada dia o atendimento aos idosos, dando condições de atividades e qualidade de vida é o principal objetivo da Prefeitura Municipal de Palmeirópolis, por intermédio da Secretaria Municipal de Assistência Social e CRAS – Centro de Referência em Assistência Social.

A coordenadora do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo, conhecido como (Centro do Idoso), Iraildes Gomes, destacou que os encontros com o grupo da terceira idade têm por objetivo compartilhar alegrias, afeto, amor, criar oportunidades para desenvolvimento de novas habilidades e competências. Trabalhar a autonomia e a independência, propiciando suporte emocional e motivado para esta etapa da vida.Coordenadora do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo, Iraildes Gomes.

“É uma alegria e um prazer estar aqui há anos e poder compartilhar este momento de muita alegria, dança, esporte e diversão com todos, é importante promover atividades sociais para as pessoas da terceira idade, principalmente o forró, pois eles adoram e podem sair da ociosidade”, conta a coordenadora Iraildes. Ela ainda elogiou toda equipe que trabalha em prol da realização dos eventos.

Ela se emocionou ao falar dos idosos falecidos que passaram pelo Centro de Convivência. Disse que “cria um vínculo afetivo, uma família, difícil não se emocionar”.

Para a coordenadora Iraildes Gomes, sem dúvida, o baile é o que eles mais gostam e ressalta. “Estamos terminando o ano proporcionando muita festa e alegria para nossos queridos idosos, fizemos muitas atividades recreativas este ano, mas o baile é a preferência de quase todos, vamos continuar durante todas as férias, aqui não vai fechar”.

“Em busca de saúde e diversão”. Foi essa a temática do encontro desta quarta-feira, uma confraternização a todos que participam do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Palmeirópolis.Animação tomou conta do Baile, com casais dançando forró coladinhos, ou, até mesmo, mulheres com mulheres no salão. Não importava se tinha ou não alguém para tirar para dançar. Animados, a vontade de confraternizar era o que mais importava para os convidados. O forró alegrou e levou todos ao arrasta-pé.

Seu Francisco Regis (Chiquinho), “um dançarino de primeira”, só parou rapidinho para a entrevista, mas logo voltou animadíssimo para o salão. Ele disse que não perde uma festança, que faz parte do grupo da melhor idade e que participa das festas e todos os encontros. “Onde tem festa eu vou, gosto mesmo é de dançar e me divertir, e este forró aqui está bom demais, vou dançar até terminar”, disse ele, animado.Dona Maria Gomes Barros, com seus bens conservados 73 anos, participa há cinco anos e disse que as atividades renovaram sua vida. “Descobri que fazer as atividades aqui é uma terapia, a hidroginástica é o que eu mais gosto. Fazemos amizades, conversamos, revemos os amigos, que as vezes morando na mesma cidade dificilmente a gente vê, aqui encontramos e batemos um papo. a Paula trata bem, abraça, é carinhosa, hoje me sinto mais feliz”, ressaltou Maria.

Dona Maria Gomes Barros

O casal Ermínia Alves Telles e Marcelino Pereira Telles, frequentadores do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo, disse participar de todas as atividades e que o baile é a preferência do casal, principalmente este, onde eles podem dançar coladinhos o forró. “A festa está linda, a música está ótima, viemos preparados para dançar até o final”, disse dona Ermínia sorrindo.

Dona Ermínia Telles e seu esposo, Marcelino Pereira.

A primeira Dama, Assistente Social Ana Paula Vaz, foi muito elogiada tanto pela equipe, como pelos os idosos. Ela não pôde estar presente no baile por estar viajando a Palmas, mas ressaltou que logo será construído o barracão, aberto, (para ventilar), com palco, um espaço para outros divertimentos, tudo se ajustando para atender melhor cada um.A coordenadora Iraildes Gomes é pioneira no trabalho em Palmeirópolis, desde que fundou o Serviço de Convivência em 2002 ela é coordenadora, se mudou, mas logo retornou a função. De lá para cá tem notado o crescimento do número de pessoas cadastradas. Hoje aproximadamente 182 pessoas são atendidas no local.

Depois de um delicioso jantar a música ficou por conta de Dudu do Forró e banda  que abrilhantou e fez a galera dançar até meia noite.

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Da redação

O que nos faz mais felizes: tempo ou dinheiro?

Se pudesse optar entre um aumento de salário e uma redução na jornada de trabalho, o que você escolheria? Sua felicidade depende da resposta a essa pergunta

O sucesso está associado a ter mais de tudo. Mais coisas, mais reconhecimento, um salário maior. E isso faz sentido: já falamos sobre quanto o dinheiro, quando bem utilizado, pode nos ajudar a ter felicidade. Mas, e o tempo? O estereótipo da pessoa bem-sucedida normalmente está ligado ao do trabalhador frenético que mal tem tempo para dedicar às coisas de que gosta, às suas amizades ou à família. Se o objetivo nesta vida é ser feliz, será que conseguiremos isso enchendo nossos bolsos de dinheiro, ou será preciso dispor de tempo livre para dedicarmos a nós mesmos e às pessoas que amamos?

Um estudo publicado recentemente pela revista Social Psychological and Personality Science perguntou a quase 4.500 pessoas se, para obter felicidade, elas valorizam mais o dinheiro ou o tempo. Do total de entrevistados, 64% declararam preferir dinheiro. A pesquisa também detectou, no entanto, que aqueles que atribuíam uma importância maior à disponibilidade de tempo se mostravam mais felizes.

 

A ideia do trabalho nasceu de uma experiência pessoal de um de seus realizadores, Hal E. Hershfield. Esse professor recebeu um convite para participar de um seminário em um estado que não é o mesmo onde vive. Naquele momento, ele tinha em casa uma menina com apenas 3 meses de idade. O dinheiro que lhe pagariam serviria para ajudar nos cuidados com o bebê, mas, ao mesmo tempo, ele perderia um fim de semana inteiro em que poderia desfrutar junto a ela dessa etapa tão delicada dos recém-nascidos. Nesse caso, o que o deixaria mais feliz: o tempo ou o dinheiro?

Os resultados de sua pesquisa são os mencionados acima: “Se tivéssemos duas pessoas iguais em tudo o mais, aquela que considerasse que o tempo é mais importante do que o dinheiro seria mais feliz do que a que escolhesse apenas o dinheiro”, explicam Hershfield e Cassie Mogilner Holmes, membros da Universidade da Califórnia em Los Angeles, em artigo publicado pelo The New York Times. Logicamente, naquela ocasião o professor Hershfield optou por ficar em casa e aproveitar os dias com a menina em vez de ganhar o dinheiro de sua ida ao seminário. Alguns entrevistados também acabaram coincidindo, em sua trajetória, com os resultados da pesquisa: cerca de 25% dos que haviam escolhido o dinheiro mudaram de ideia e escolheram o tempo um ano depois da primeira entrevista.

Questão de idade

Este não é o único estudo sobre a questão. No começo deste ano, uma pesquisa da Universidade de British Columbia, em Vancouver (Canadá), concluiu que a postura de valorizar mais o tempo do que o dinheiro está associada a níveis mais altos de felicidade, sobretudo quando são necessárias longas jornadas de trabalho para se obter esse dinheiro. Essa pesquisa constatou também que, conforme a idade aumenta, o tempo passa a ter mais importância entre as prioridades das pessoas. Há uma lógica nisso: cada segundo que passa se torna um bem mais escasso. Como dizia o poeta José Manuel Caballero Bonald: “Somos o tempo que nos resta”.

Os mais jovens parecem ter tirado sua lição do poeta: valorizar o tempo tem se mostrado uma tendência na chamada geração Millenium (os nascidos entre 1980 e 1995): segundo um estudo de 2013 da consultoria Price Waterhouse Coopers, as pessoas dessa faixa de idade preferem dispor de mais tempo livre e poder compatibilizar sua vida pessoal com o trabalho a ter um salário mais alto. Os milleniuns vêem o trabalho apenas como um meio para ter estabilidade e bem-estar, mas não como o único meio. Segundo esse estudo, 21% das mulheres e 15% dos homens estariam dispostos a abrir mão de parte de seu salário para ter mais flexibilidade de tempo.

O psicólogo Dan Gilbert, professor da Universidade de Harvard e autor do best-seller O que nos faz felizes? (Campus-Elsevier), explicou em visita recente à Espanha que, a partir de um determinado limite, a quantia de dinheiro ganha não proporciona uma felicidade a mais. Esse limite são 600.000 euros (2,1 milhões de reais). Por isso, comparativamente, os milionários não desfrutam de mais felicidade quanto mais dinheiro acumulem (nada indica que Amancio Ortega ou Bill Gates tenham tanta felicidade quanto têm de dinheiro).

As quatro chaves para a felicidade são gratuitas

“Uma vez atendias as nossas necessidades básicas, que são fundamentais para o bem-estar, um aumento da riqueza pode gerar alguma felicidade, mas apenas de curto prazo”, explica Silvia Álava, psicóloga do Centro de Psicologia Álvaro Reyes. “Depois disso o que acontece é aquilo que chamamos de adaptação hedonista: nós nos habituamos com as coisas que temos, nos comparamos com os outros e queremos mais”.

“O que pode gerar um aumento duradouro do bem-estar é investir em coisas que nos façam crescer como pessoas ou que melhorem nosso relacionamento com os outros” (Silvia Álava, psicóloga)

Isso talvez tenha acontecido com você: adquiriu um carro mais potente, uma casa um pouco maior, mas, depois de um primeiro momento de satisfação, não daria para dizer que se sente mais feliz do que antes. “ O que pode gerar um aumento duradouro do bem-estar é investir em coisas que nos façam crescer como pessoas ou que melhorem o nosso relacionamento com os outros”, observa a psicóloga. Por exemplo, um curso de violão ou para saber fazer cupcakes, participar de excursões ou atividades esportivas são atividades que podem fazer mais pelo nosso estado de ânimo do que os mencionados carrão e mansão.

Dessa forma, as quatro atividades cotidianas que aportam mais felicidade, como explica Gilbert, não custam nenhum tostão: fazer sexo, praticar exercícios, ouvir música e conversar. Elas não custam nada, mas exigem tempo. “Investir em experiências é melhor do que investir em coisas materiais”, afirma o psicólogo.

Na psicologia, é dado como fato consumado que ter relações variadas e saudáveis com as pessoas, com uma vida social intensa e salutar (para além das “curtidas” no Facebook), é uma das coisas que mais contribuem para o nosso bem-estar, e, para isso, o tempo é imprescindível. “Não podemos limitar nossa felicidade aos grandes acontecimentos da vida, temos de aprender a usufruir os pequenos momentos: um café da manhã com um colega de trabalho ou contar uma história para os nossos filhos na hora de dormir”, conclui Ávala. Com pouco se pode fazer muito. E, para isso, o que falta é mais tempo e não tanto o dinheiro. Embora o ideal seja, logicamente, a combinação de ambos: ter um ofício que nos traga muitos milhões por mês trabalhando apenas algumas horas por dia. Não existem muitos deles por aí.(fonte:El País)