Imposto de Renda: a 14 dias do fim do prazo, saiba como não cair na malha fina

“O contribuinte realmente deve se preocupar em não cair na malha fina, pois essa se refere ao processo de verificação de inconsistências da declaração do imposto IRPF”, disse um especialista.

apenas 14 dias do término do fim do prazo para entregar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda 2018, ano base 2017 – o medo de grande parcela de contribuintes de caírem na malha fina ainda é grande. Mas o que é esse termo e por que causa tanto medo?

“O contribuinte realmente deve se preocupar em não cair na malha fina, pois essa se refere ao processo de verificação de inconsistências da declaração do imposto IRPF, assim, caso o sistema da Receita Federal perceba alguma informação está errada, separa a declaração para uma análise mais apurada. E, caso perceba erros, chama o contribuinte para ajustes ou até mesmo inicia investigações e cobra de atrasados e multas”, explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos.

Assim, a malha fina é praticamente uma “peneira” para os processos de declarações que estão com pendências, impossibilitando a restituição. “Para evitar a malha fina, é interessante que o contribuinte inicie o quanto antes o processo de elaboração da declaração, pois poderá fazer com mais calma, buscando documentos que faltam e ajustando possíveis inconsistências”, recomenda o diretor da Confirp.

A preocupação deve ser grande, pois apenas em 2017 foram 747.500 contribuintes que ficaram nessa situação, das 30.433.157 declarações entregues.

Melhores pontos que podem levar à essa situação:

  1. Não lançar na ficha de rendimento tributáveis, os rendimentos provenientes de previdências privadas, quando não optantes pelo plano regressivo de tributação;
  2. Não lançar a pensão alimentícia recebida como rendimentos na ficha de rendimento tributáveis recebidos de pessoa física;
  3. Não lançar rendimentos tributáveis, isentos ou tributados exclusivamente na fonte dos dependentes relacionados na declaração de imposto de renda;
  4. Lançar valores na ficha de rendimentos tributáveis diferentes daqueles relacionados nos informes de rendimento [Rendimento tributável, Imposto Retido, etc];
  5. Lançar como na ficha de pagamentos efetuados na linha previdência complementar valores pagos a previdência privada do tipo VGBL, apenas PGBL é dedutível do imposto de renda;
  6. Não informar o valor excedente aos R$ 751,74 recebidos referente parcela isenta da aposentadoria do contribuinte ou dependente que tenha mais de 65 anos na Ficha de rendimentos tributados;
  7. Lançar valores de rendimentos tributados exclusivamente na fonte na ficha de rendimentos tributados;
  8. Não preencher a ficha de ganhos de capital no caso de alienação de bens e direitos;
  9. Não preencher a ficha de ganhos de renda variável se o contribuinte operou em bolsa de valores;
  10. Deixar de relacionar na ficha de pagamentos efetuados os valores reembolsados pela assistência médica, seguro saúde ou outros, referente a despesa médica ou com saúde do contribuinte ou dependentes;
  11. Relacionar na ficha de pagamentos efetuados pagamentos feitos como pensão alimentícia sem o amparo de uma decisão judicial, acordo judicial ou acordo lavrado por meio de escritura pública;
  12. Não relacionar nas fichas de bens e direitos, dívidas e ônus, ganhos de capital e renda variável, valores referentes a dependentes de sua declaração;
  13. Não relacionar valores de aluguéis recebidos de pessoa física na ficha de rendimento de pessoa física;
  14. Não abater comissões e despesas relacionadas a aluguéis recebidos na ficha de rendimentos recebidos de pessoas físicas ou na ficha de rendimentos recebidos de pessoa jurídica;
  15. Lançar os mesmos dependentes quando a declaração é feita em separado pelos cônjuges ou ex-cônjuges;
  16. Lançar como plano de saúde valores pagos por empresas a qual o contribuinte ou dependente é funcionário ou sócio sem que o mesmo tenha feito o reembolso financeiro à referida empresa. 

Noticias ao Minuto

Acusado de matar ex-mulher após fim do casamento é condenado a 12 anos

Raimundo Alves de Oliveira, de 68 anos, foi julgado pelo assassinato de Raimunda Ferreira de Oliveira, de 64. Eles foram casados por quase 50 anos.

Raimundo Alves de Oliveira, de 68 anos, foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado.

Ele é acusado do assassinato da ex-mulher, Raimunda Ferreira de Oliveira, que tinha 64 anos na época do crime.

Ela foi morta com três tiros e Raimundo teria tentado cortar o próprio pescoço após fazer os disparos. A motivação seria o fim do casamento de 49 anos.

A decisão de que Raimundo deve ser considerado culpado pelo crime é do júri popular, mas o tamanho da pena foi determinado por um juiz.

Os jurados ouviram 12 testemunhas do caso antes de declararem a culpa do ex-marido. Inicialmente, o regime de prisão dele será fechado.

Ele deve ser levado para o presídio Barra da Grota, em Araguaína.

Raimundo e Raimunda ficaram por quase cinco décadas juntos e tiveram quatro filhos. A união tinha chegado ao fim dois meses antes do crime. Raimunda havia saído de casa.

No dia 25 de janeiro, Raimundo foi até a nova casa dela, na rua das Amoeiras no setor Araguaína Sul II.

Ele deu três tiros na ex-companheira e tentou se matar cortando o pescoço com uma faca. Os vizinhos ainda tentaram socorrer Raimunda, mas ela não resistiu e morreu.

Raimundo foi socorrido por uma ambulância e levado ao Hospital Regional de Araguaína.

G1 Tocantins

Operação de fim de ano nas rodovias federais começa nesta sexta-feira

Fiscalização vai durar todo o período das festas de fim de ano, férias e Carnaval. Polícia Rodoviária Federal deu dicas para quem vai pegar as estradas.

Será iniciada nesta sexta-feira (22) a Operação Integrada Rodovida da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em todo o país. Segundo a corporação, os trabalhos de fiscalização e conscientização seguem durante todo o período das festas de fim de ano, férias e Carnaval. A operação será encerrada apenas no dia 18 de fevereiro.

O Tocantins tem seis rodovias federais e alguns trechos não são duplicados. Por causa disso é necessário mais atenção dos motoristas. Conforme a PRF, serão intensificadas ações de fiscalização para coibir ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, motoristas dirigindo embriagados, atropelamento de pedestres e trânsito de motocicletas irregulares.

Durante os feriados de Natal e Ano Novo, a PRF vai restringir o tráfego de veículos de carga em rodovias de pista simples. Serão proibidos de circular das 16h às 22h, nestes dois dias, caminhões bitrens e caminhões cegonhas.

As fiscalizações e patrulhamento serão realizadas em trechos críticos das rodovias federais do estado, em dias e horários de maior fluxo de veículos. Embora os radares que são operados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estejam desligados, a PRF continua fazendo fiscalização com radares móveis.

A PRF também deu dicas para quem vai pegar a estrada neste fim de ano:

Planejamento – O motorista deve se informar sobre as distâncias que percorrerá, condições do tempo, pontos de parada, existência de postos de combustíveis e de restaurantes à beira da estrada. Não esquecer documentação pessoal e do veículo;

Revisão – Providenciar a checagem do automóvel mesmo para pequenas viagens. Precisam ser revisados: calibragem e estado dos pneus, motor, óleo e nível da água do radiador, pneu estepe, além dos limpadores de para-brisa e luzes do veículo.

Pausas durante a viagem – O condutor deve programar paradas a cada 3 horas. Ficar atento a sinais como sonolência, perda de reflexos e força motora; 

Período noturno – Evitar circular à noite por conta da redução da visibilidade;

Previsão do tempo – Procurar se informar sobre as condições do tempo nos lugares por onde vai passar. Ao se deparar com neblina ou cerração, deve acender os faróis e reduzir a velocidade. Durante a chuva, é preciso aumentar a distância do veículo da frente para evitar freadas bruscas que elevam o risco de derrapagens. Além disso, os faróis devem estar sempre acesos.

G1 Tocantins