Queimada atinge mata ao lado da entrada do aeroporto de Palmas

Infraero disse que terminal continua operando normalmente.

Uma queimada atingiu a mata ao lado da entrada do Aeroporto de Palmas na tarde deste domingo (2). Um vídeo feito no local mostra que as chamas chegaram próximas da rede de energia elétrica. O Corpo de Bombeiros informou que deslocou uma equipe para atender o caso.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura aeroportuária (Infraero) disse que o terminal segue operando normalmente, mas que a brigada que monitora as operações na pista foi alertada sobre o caso. Há cinco voos previstos para pousar na cidade e três para decolar até o fim do dia.

O grande número de focos de queimadas tem causado transtornos para os moradores desde o começo de agosto. Durante a semana, um incêndio na serra do Lajeado deixou quase toda a capital coberta pela fumaça. O difícil acesso ao local dificultou o combate.

Desde o começo do ano, o Tocantins já registrou mais de 4,6 mil focos de queimadas. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que informou que foram mais de 220 casos nos dois primeiros dias de setembro.

 G1 Tocantins.

Policial morre e outros três ficam feridos em acidente na entrada da Agrotins

Dois carros estão envolvidos no acidente e um deles capotou. Viaturas do Corpo de Bombeiros, da PM e do Samu foram ao local.

O subtenente da Polícia Militar Silvino Costa Mendes morreu e outras três pessoas ficaram feridas em um acidente na entrada da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins), cerca de 34 km de Palmas. As primeiras informações são de que dois carros estão envolvidos na batida e um deles capotou várias vezes. 

Viaturas do Corpo de Bombeiros, da PM e do Samu estão no local para prestar socorro. Uma mulher e uma criança foram resgatadas de um dos veículos e um homem do outro, a gravidade dos ferimentos deles não foi informada. O militar que morreu no acidente teria sido lançado para fora de um dos carros.

A estrada em questão é usada somente para o acesso à feira e o trânsito no local está parcialmente interditado. Os dois carros estão em uma ribanceira ao lado da pista.

G1 Tocantins

Bebê morre após dar entrada em hospital de Gurupi para tratar queimadura no braço

A Secretaria Estadual da Saúde disse que a direção do hospital vai apurar o caso. Pais alegam que situação da criança piorou após ela tomar um medicamento na veia.

Uma criança deu entrada no Hospital Regional de Gurupi, sul do Tocantins, com uma queimadura no braço, mas acabou morrendo. Segundo os pais, Júlio Henrique Barbosa Ferreira começou a sentir mal após uma medicação que teria recebido na unidade. 

A Secretaria Estadual da Saúde lamentou a morte. Disse ainda que a direção do hospital vai instalar uma sindicância para apurar o caso.

A mãe Fabiana Ferreira conta que o bebê de um ano e seis meses se queimou em casa com um ferro de passar roupas. A queimadura de segundo grau afetou em parte o braço direito. Segundo ela, a criança não parava de chorar, e por isso procurou o hospital. Júlio deu entrada na unidade às 20h da última sexta-feira (11), e morreu menos de 24 depois. A mãe disse que ele piorou após tomar um medicamento na veia.

“Injetaram no soro e colocaram na veia dele. Eu saí do quarto e chamei meu marido. Quando ele entrou, ele estava em pé na maca e chamou: ‘Papai’. Ele chegou perto, o nenem encostou a cabeça no ombro dele e desmaiou, deu uma parada cardíaca”.

O pai do menino, Júlio Barbosa, disse que não suspeitava que a criança fosse alérgica a alguma medicação e que, apesar dos médicos terem perguntado sobre alguma restrição, nenhum teste foi feito.

“A gente veio para tratar só da queimadura. Meu filho chegou aqui nos meus braços, só chorando. Chegou bom, normal e eu achei que iria só passar uma pomada ou um remedinho e a gente iria voltar para casa no mesmo dia. Meu filho nunca tinha sido internado, eu não sabia que ele tinha alergia a algum medicamento”.

Os pais alegam que o hospital não teria dado a assistência devida a criança, já que a maternidade não conta com uma UTI neonatal. “Meu filho estava precisando ir para uma UTI e ninguém resolvia nada. Uma cidade dessa, desse tamanho, não tem uma UTI para criança?”, questionou a mãe.

Segundo consta na declaração de óbito, Júlio sofreu paradas respiratória e cardíaca, um edema agudo no pulmão e um choque anafilático.
G1/TO