Jovem procurado por matar namorada posta foto com segundo suspeito de crime: ‘tamo junto’

Silas Barreira Borges, de 23 anos, é amigo do principal suspeito do assassinato, Iury Mendanha. Patrícia Aline dos Santos foi encontrada morta em um matagal de Palmas.

A Polícia Civil identificou o segundo suspeito do assassinato de Patrícia Aline dos Santos, de 29 anos. Ele é Silas Barreira Borges dos Santos, de 23 anos, e é amigo do namorado da vítima, Iury Italu Mendanha, principal suspeito do crime. Os dois aparecem juntos numa foto publicada em uma rede social no mesmo dia em que o corpo da vítima foi encontrado, na última quinta-feira (8), com a seguinte legenda: “Tamo junto meu irmãozinho”. As informações são do delegado Israel Andrade, responsável pelas investigações.

Silas também está sendo procurado pela polícia. O delegado Israel disse que vai pedir a prisão dele, já que o jovem não se apresentou na delegacia e nem foi encontrado em casa.

Ele seria o homem que aparece em um vídeo, juntamente com Iury, horas antes de a jovem ser encontrada morta. Nas imagens, gravadas pela câmera de segurança de uma padaria, é possível ver que Iury chega ao local acompanhado pelo amigo.

Patrícia Aline dos Santos foi encontrada morta em matagal na zona norte de Palmas (TO) (Foto: Arquivo Pessoal)Patrícia Aline dos Santos foi encontrada morta em matagal na zona norte de Palmas (TO) (Foto: Arquivo Pessoal)

Patrícia Aline dos Santos foi encontrada morta em matagal na zona norte de Palmas (TO) (Foto: Arquivo Pessoal)

No vídeo, Iury chega dirigindo e desembarca sozinho do carro. Ele chama Patrícia na porta e os dois conversam por alguns minutos até que o homem, que seria Silas, também desce do veículo. Os três ficam no local por mais alguns minutos e voltam para o carro juntos, desta vez com Iury no banco do passageiro e Patrícia no banco de trás.

A jovem parecia tranquila e chegou a abraçar o suspeito durante a conversa. Amigos de Patrícia disseram à polícia que ela usou a mesma roupa durante todo o dia, o que pode indicar que ela não esperava a visita e não estava preparada para sair de casa. O vestido é o mesmo com o qual ela foi encontrada morta.

Patrícia entrou no carro com ex-namorado e um amigo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Patrícia entrou no carro com ex-namorado e um amigo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Patrícia entrou no carro com ex-namorado e um amigo (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A morte

A jovem foi encontrada em um matagal na última quinta-feira (9), perto de um shopping, na quadra 107 Norte, em Palmas. Dias antes do crime, ela pediu ajuda para uma amiga pelo WhatsApp, afirmando que o namorado queria matá-la. Segundo o delegado responsável pelo caso, Israel Andrade, o corpo de Patrícia tinha marcas de tiros.

As amigas chegaram a orientar que ela procurasse a polícia, mas durante os dois meses em que estiveram juntos, Patrícia nunca apresentou queixa contra ele na polícia.

“Inclusive, um dia antes de morrer, em uma das mensagens, ela diz: ‘Amiga, eu estou com um mau pressentimento, eu acho que o Iury vai me matar’. A amiga falou para ela procurar a polícia, ela não quis, falou que não queria que chegasse a esse ponto, que iria deixar”, relatou o delegado.

A Polícia Civil revelou ainda que Patrícia já sofreu violência de um ex-companheiro, com quem morou na capital. “Achamos o boletim de ocorrência que ela registrou junto à delegacia da mulher reclamando que o seu atual companheiro, na época, havia agredido e ameaçado ela de morte. A Justiça deferiu a medida protetiva afastando ele de chegar perto dela, ele descumpriu a medida protetiva, chegou a agredi-la novamente e ameaçá-la. Está tudo registrado”, informou o delegado Israel.

Áudio de Patrícia

Em uma mensagem de áudio enviada para uma amiga, Patrícia relata momentos de terror que viveu quando o namorado pulou o muro da casa dela e disse que ia matá-la. A Polícia ainda procura por Iury Italu Mendanha.

Patrícia: Eu não quero mais. Uma que nós estamos brigando muito e outra que ele quer ficar me xingando, amiga, de vagabunda. E ele já avançou em mim duas vezes. Uma ele bateu na minha cara e a outra ele jogou o celular nos meus braços. Não quero uma pessoa que fica com esse ciúme obsessivo de amiga, de cachorro, de academia. Não tô aguentando mais não. Aí eu fui, larguei, ele foi e perdeu a cabeça. Saiu do serviço, foi direto pra minha casa e pulou o muro. Aí eu não quis abrir a porta pra ele, e ele foi e falou que ia me matar. Eu fui, liguei pra minha amiga, pedi ajuda e ela foi lá me buscar. Ele pegou e falou que ia atrás de uma arma, ia voltar e ia me matar.

G1 Tocantins.

Um ano após crime, mãe de grávida morta com tiro na cabeça dentro de carro em Goiás pede prisão de genro suspeito: ‘Sem escrúpulos’

Vanessa Camargo, 28, foi executada na frente do filho. Marido dela, Horácio Rozendo de Araújo Neto, 35, chegou a ser preso por um mês; ele nega autoria e diz que houve assalto.

A mãe da representante comercial Vanessa Camargo, de 28 anos, grávida de 5 meses que foi morta dentro do carro onde viajava, em Ivolândia, na região central de Goiás, pede a prisão do principal suspeito do crime, que é o marido da vítima, o empresário Horácio Rozendo de Araújo Neto, de 35 anos. A pecuarista Nilva Camargo Soares afirmou, nesta terça-feira (31), exatamente um ano após o crime, que, para que a justiça seja feita, o genro deve ser preso.

Segundo ela, o principal suspeito do crime e a família dele estão lutando pela guarda do filho do casal, que tem 2 anos de idade. A defesa do empresário, que foi indiciado pela Polícia Civil, sempre negou que ele tivesse cometido o assassinato. O G1 tentou contato por telefone com o advogado nesta terça, mas as ligações não foram atendidas.

“Eu preciso de justiça. Esta impunidade é como se ela estivesse morrendo todos os dias.”

“Se não houver justiça, outros vão fazer esta atrocidade, como ocorre todos os dias de homem matando mulher. Ele não teve escrúpulos para matar minha filha e minha neta. Agora quer direito para visitar o filho. Como que eu deixo um assassino visitar meu neto? A vida está banalizada, temos que rezar para ficar ficarmos vivos. Dói demais pensar que ele seguiu a vida dele e minha filha não vai poder mais chegar e falar ‘mãe, cheguei’.”

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

A representante comercial Vanessa Camargo, assassinada dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

“Ele vai sentir o mínimo da minha vida, nem que seja por um dia. A vida ficou preto e branco, perdi o paladar. Eles vivem como se ela fosse um lixo que foi descartado”, completou.

A irmã de Vanessa, Bruna Camargo Soares de Assis, conta que o pai delas morreu em um acidente quando ela tinha 2 anos e a irmã, 3. Desde então, ela conta que cresceu unida à mãe e à irmã. Após a morte de Vanessa, ela afirma que se agarra na mãe para ter forças para seguir.

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

Irmã e mãe da representante comercial Vanessa Camargo, morta com tiro na cabeça dentro de carro quando estava grávida do segundo filho, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)

“Meu pai faleceu, a gente era muito nova. Éramos só nós duas e minha mãe. [Ela] Era tudo pra gente e nada para ele. Para mim, é como se, eu e minha mãe, a gente tivesse perdido tudo que a gente tinha. A gente pensa que é como se ele estivesse ido ali e matado um cachorro. A Justiça, o juiz, tem que entender que eram duas vidas. Duas vidas muito importante para nós. A gente só descansa quando ele estiver presa. Eu demorei a acreditar que ele tivesse coragem de fazer o que ele fez”, disse.

O crime

Vanessa foi morta no dia 31 de julho de 2017, em uma estrada vicinal da cidade. Na ocasião, o empresário disse que viajava de carro com a mulher e o filho do casal, de 2 anos, quando foram abordados por dois homens em uma moto. O esposo, que dirigia o veículo, parou e um dos suspeitos assumiu a direção.

Horácio disse em depoimento que a vítima discutiu com o rapaz e levou um tiro na cabeça e reforçou a tese durante a reconstituição do crime.

Investigação

O delegado Ramon Queiroz, responsável pelo caso, disse que a perícia constatou diversas incongruências entre o relato dele e o que de fato aconteceu.

“O laudo constatou que ela foi morta em posição de repouso, sem qualquer indicação que teria discutido com o atirador. Isso contradiz a versão da briga, corroborada pela posição de respingos de sangue na porta do veículo e o local onde o projétil foi encontrado. Além disso, a perícia confirmou que o empresário não estava no banco traseiro”, explicou ao G1.

No dia do crime, a família havia saído de Iporá, também na região central do estado, onde morava, com destino a Goiânia para compromissos profissionais. O delegado pontuou que a análise do GPS dos celulares do casal foi fundamental para desconstruir a história passada por Horácio.

Segundo Queiroz, a análise do aparelho confirmou que a família saiu de casa às 5h31 e que o veículo parou no local onde houve o crime às 7h08. Ele destaca que o tempo é muito maior que o normal para fazer o trajeto.

“Nós refizemos exatamente o mesmo caminho duas vezes com velocidades menores da que foi apontada por ele. Em uma, levamos 25 minutos a menos. Na outra, 30 minutos. Provavelmente, esse é o tempo que ele teria usado para cometer o crime”, detalha.

Motivação

O responsável pelo caso acredita que Horácio cometeu o homicídio por dois motivos: por não aceitar o fim do relacionamento, já que Vanessa teria comentado da ideia de se separar, e por não querer dividir o patrimônio em um provável divórcio.

“Não acreditamos que o crime não tenha qualquer relação com questões extraconjugais, pois ela era muito séria e respeitava o marido. Um exame de DNA também confirmou que Horácio era o pai da filha que Vanessa esperava, diferentemente de boatos que surgiram afirmando o contrário”, pontua.

Na questão financeira, a polícia encontrou dois documentos que podem ter servido de motivação para o assassinato. No mesmo cômodo onde estavam as munições, havia uma apólice de seguro no nome da representante comercial no valor de R$ 86 mil, cujos beneficiários eram Horácio e o filho.

Além disso, um contrato de seguro de vida, ligado ao emprego da vítima, no valor de R$ 300 mil, também dava direitos ao marido de receber metade da quantia. O restante seria divido entre o filho e uma irmã de Vanessa.

G1 Tocantins.

No Tocantins, homem morre após levar tiro na cabeça em bar e amigo é preso suspeito do crime

Suspeito do crime tentou fugir, mas foi detido pelo dono do bar; caso foi registrado em Luzimangues. Ele sofreu traumatismo craniano e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

Rone Gonçalves Moura morreu no hospital após ser baleado na cabeça em um bar no distrito de Luzimangues, a cerca de 10 quilômetros de Palmas. Após o disparo, o dono do estabelecimento entrou em luta corporal com o suspeito e conseguiu segurar o homem até a chegada da polícia. O caso foi registrado na noite deste domingo (8). As informações são da Polícia Militar.

Segundo a PM, uma testemunha contou que os dois homens estavam bebendo juntos e começaram a discutir. O suspeito sacou uma arma e atirou na cabeça da vítima. Depois, tentou fugir, mas acabou sendo detido pelo dono do bar e ficou desacordado.

Quando a polícia chegou no local, o suspeito deu outra versão do crime, afirmando que o dono do local é que teria atirado na vítima usando uma espingarda. A PM fez buscas no local, mas não encontrou a arma indicada.

O Samu esteve no local e levou a vítima dos disparos para o Hospital Geral de Palmas, mas ele não resistiu. O suspeito de atirar também foi levado para o hospital, onde foi constatado que ele sofreu um traumatismo craniano devido à luta.

O dono do bar e uma testemunha foram levados para a delegacia. A Polícia Civil pediu exame para detectar pólvora nas mãos do homem e ouviu uma mulher que estava no local. O suspeito de atirar na vítima está internado no HGP.

G1 Tocantins.

Imagem ilustrativa da internet

Homem morre após levar tiro na cabeça em bar e amigo é preso suspeito do crime

Suspeito do crime tentou fugir, mas foi detido pelo dono do bar; caso foi registrado em Luzimangues. Ele sofreu traumatismo craniano e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

 

Mãe de menina morta com golpe de foice diz que ex era violento, mas não imaginava crime contra filha: ‘Monstro’

Homem foi preso em flagrante pelo homicídio. Thaynara Gonçalves conta que sofria agressões durante o casamento.

A dona de casa Thaynara Gonçalves, de 21 anos, diz que o ex-marido, preso suspeito de matar a filha de 2 anos e 6 meses com um golpe de foice, sempre foi violento durante o casamento, mas não imaginava que ele pudesse fazer qualquer coisa contra a filha. “Ele é um monstro, não é um homem”, disse. O lavrador Fabiano Medeiros, de 27 anos, foi detido em flagrante em Minaçu, no norte de Goiás, na terça-feira (29).

Thaynara e Fabiano foram casados por um ano e tiveram a Ana Julya. A jovem conta que durante o relacionamento, sofria agressões por parte do rapaz. “Ele me batia, fugi várias vezes. Uma vez quase me matou quando estava grávida ainda. Foi por isso que separei”, contou.

Apesar disso, ela não esperava que ele pudesse fazer qualquer coisa contra a filha. “Ele era violento comigo, não com ela. Tanto que a Ana Julya sempre ia para a casa dele, voltava, não acontecia nada. Então isso causa uma revolta”, contou.

Mesmo depois de separada, ela conta que sofria ameaças do ex-marido. “Ele estava sempre bêbado, ou tinha fumado maconha, então não chegava a denunciar porque achava que isso era porque ele tinha bebido”, completou.

Ana Julya morreu com golpe de foice na cabeça, em Minaçu (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Morador de Arraias é condenado a 8 anos de reclusão pelo crime de tentativa de homicídio

O réu foi julgado em sessão do Tribunal do Júri ocorrida no último dia 3, na Comarca de Arraias.

Odair José Santana, 38 anos, morador do município de Arraias, foi condenado a oito anos e oito meses de reclusão pelo crime de tentativa de homicídio, praticado contra Weber Ramalho de Lima em julho de 2016.

Segundo foi relatado pelo Promotor de Justiça João Neumann Marinho da Nóbrega na denúncia, Weber Ramalho de Lima estava conversando com familiares quando Odair José Santana adentrou na residência e lhe surpreendeu com ao menos um tiro de espingarda calibre 38, desferido a curta distância contra o tórax da vítima. Duas crianças, filhas da vítima, presenciaram a cena.

O representante do Ministério Público Estadual (MPE) relatou que a intenção de matar só não foi consolidada porque a companheira da vítima e uma testemunha do crime avançaram contra Odair José Santana, tomando sua arma e impedindo que ele efetuasse novos disparos. Em seguida, Weber Ramalho de Lima foi encaminhado para socorro médico.

No julgamento, o Tribunal do Júri reconheceu a qualificadora sustentada pelo representante do MPE, de que o crime foi cometido mediante recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima.

Odair José Santana encontra-se recolhido na Cadeia Pública de Arraias e teve sua prisão cautelar mantida na sentença.

Flávio Herculano/

Polícia Civil desvenda homicídio e prende autor do crime em Arraias

Suspeito de invadir casa para matar rival é preso; vítima dormia quando foi baleada.

A Polícia Civil do Tocantins, por intermédio da Delegacia de Arraias, sob a coordenação do Delegado de Polícia Ronan Almeida Souza e sua equipe, desvendou, na manhã desta segunda-feira, 12, a autoria do crime de homicídio qualificado, o qual vitimou Fábio Júnior Serafim Batista, vulgo “Bilú”.

Crime foi em Arraias, sul do Tocantins, em 2017. Polícia Civil acredita que morte esteja ligada a disputa pelo controle do tráfico de drogas na região.

Por sua vez, um menor de idade, que também participou do crime e que estava foragido, foi apreendido no dia 09 de março do corrente ano, na cidade Uruaçu/GO com a valiosa colaboração da Polícia Civil daquela cidade.  

Os dois suspeitos encontram-se recolhidos na Cadeia Pública da cidade de Arraias à disposição do Poder Judiciário.

Conforme apurado, Davi Rodrigues Izabel, em concurso com o adolescente infrator, durante a madrugada do dia 08 de julho de 2017, valendo-se de conhecimento prévio da ausência de tranca da porta dos fundos da residência da vítima, adentraram no imóvel e efetuaram dois disparos de arma de fogo contra Fábio Júnior Serafim Batista, enquanto este dormia, causando – lhe a morte.

Tão logo tomou conhecimento do fato, a equipe de policiais civis de Arraias, coordenada pelo delegado Ronan Almeida efetuou diversas diligências com o propósito de capturar e levar a justiça, os autores do grave delito que chocou e tirou o sossego dos moradores da cidade.

Durante as investigações, o delegado representou, junto ao Poder Judiciário, pela prisão preventiva de Davi e pela internação provisória do menor, as quais foram deferidas e devidamente cumpridas.

Conforme demonstraram as investigações, a prática do delito está ligada ao tráfico de drogas e o motivo da execução, seriam dívidas oriundas da mercancia de entorpecentes.

Rogério de Oliveira/Secom Segurança Pública

Jovem é morta com machado e marido é suspeito do crime

Crime foi na casa da vítima, em Bernardo Sayão. Marido ainda deixou a filha na casa dos pais da mulher antes de desaparecer.

O corpo da jovem Cinthia Naiane foi encontrado neste domingo (11) na casa dela em Bernardo Sayão, norte do Tocantins.

A Polícia Civil informou que ela foi morta com golpes de machado. O crime pode ter acontecido na noite de sábado (10).

A família disse aos policiais que o marido dela, que ainda não teve o nome divulgado, foi a última pessoa a ver Cinthia com vida.

O casal morava junto no setor Vila São João. A Polícia Civil diz que o marido é considerado foragido, porque após o crime ele levou a filha de pouco mais de um ano até a casa dos pais da vítima e disse que a mulher tinha viajado.

O homem não foi mais visto depois disso.

O corpo só foi encontrado durante a manhã. O Instituto Médico Legal vai fazer exames para confirmar a causa da morte. O enterro será no começo da noite, em Bernardo Sayão.

G1 Tocantins

Corpos de policial civil e mãe mortas em acidente são enterrados em Porto Nacional

Policiais civis fizeram homenagem durante enterro neste sábado (3). Mãe e filha morreram em acidente na rodovia que liga Palmas a Porto Nacional.

Os corpos da policial civil Anna Paula Soares Carvalho, de 28 anos, e da mãe Maria Soares de Andrade Carvalho, de 58, foram enterrados no fim da tarde deste sábado (3) em um cemitério de Porto Nacional. As duas morreram em um acidente nesta sexta-feira na rodovia que liga Palmas a Porto Nacional.

Parentes, amigos e colegas de profissão fizeram o cortejo até chegar ao cemitério. O enterro foi marcado por uma homenagem da Polícia Civil.

Anna Paula era enfermeira e atuava como agente de necrotomia no Instituto Médico Legal, em Porto Nacional. Em nota, o Sindicato dos Policiais Civiis do Tocantins lamentou a morte da profissional: ‘A morte sempre entristece nossos corações. Estamos unidos em pensamentos e orações para que familiares e amigos sejam consolados neste momento’.

Mãe e filha morreram em acidente na rodovia entre Palmas e Porto Nacional (Foto: Arquivo Pessoal)Mãe e filha morreram em acidente na rodovia entre Palmas e Porto Nacional (Foto: Arquivo Pessoal)

Mãe e filha morreram em acidente na rodovia entre Palmas e Porto Nacional (Foto: Arquivo Pessoal)

Após o acidente, a policial chegou a ser socorrida e foi levada para o Hospital Geral de Palmas, mas não resistiu. A mãe morreu no local. Outras quatro pessoas ficaram feridas.

Segundo a Polícia Militar (PM), dois carros se envolveram no acidente que aconteceu perto do posto da Polícia Rodoviária Estadual. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e o Corpo de Bombeiros foram ao local. Uma das vítimas ficou presa às ferragens e uma operação de resgate foi montada para retirá-la. Os outros feridos também foram levados para hospitais em Palmas.

Fonte: G1 Tocantins

Ex-presidiário sobrevive a tiro que atravessou mão e pescoço

Crime foi em Colinas do Tocantins, no norte do estado. A Polícia Civil informou que a vítima tinha diversas passagens por roubo e furto.

m ex-presidiário de 32 anos sobreviveu a um tiro que atravessou o pescoço e a mão dele. Segundo a Polícia Militar (PM), a ocorrência foi nessa terça-feira (27), por volta das 13h50, no Jardim Boa Esperança em Colinas do Tocantins, na região norte do estado.

O Corpo de Bombeiros informou que quando chegou ao local encontrou o homem caminhando com a mão e o pescoço feridos. Os bombeiros disseram que ele tentou se proteger, mas a bala atravessou a mão, depois o pescoço e em seguida caiu no chão.

A PM disse que a arma usada no ataque era de baixo calibre. O homem foi levado para o Hospital Municipal de Colinas do Tocantins e depois transferido para o Hospital Regional de Araguaína.

Os parentes da vítima disseram aos policiais que o homem tinha saído da cadeia recentemente. A Polícia Civil informou que a vítima tinha diversas passagens pela polícia por roubo e furto. O caso está sendo tratado como tentativa de homicídio, mas até o momento ninguém foi preso.

A Secretaria de Cidadania e Justiça informou que o homem cumpriu pena por receptação e foi liberado da cadeia há 20 dias após uma decisão da Justiça.

Fonte: G1 Tocantins