Bombeiros arrombam apartamento para combater fogo causado por ferro de passar

Princípio de incêndio foi em um residencial no centro de Palmas. Além do equipamento, fogo destruiu tábua usada para passar e algumas roupas.

Um ferro de passar esquecido na tomada causou um incêndio em um apartamento na tarde desta quarta-feira (6) na quadra 304 Sul, em Palmas.

A fumaça provocada mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros e eles precisaram arrombar o apartamento, no 7º andar de um residencial, para combater as chamas. Ninguém ficou ferido.

Segundo os bombeiros, a hipótese é de que o equipamento tenha sido esquecido ligado na tomada.

Além do ferro, o fogo queimou a tábua de passar, que era de madeira, e algumas peças de roupa. Por medida de segurança, os elevadores do prédio foram isolados.

O Corpo de Bombeiros alertou para os cuidados com acidentes domésticos. A recomendação é para que o aparelho seja desligado se surgir algum imprevisto enquanto o morador estiver passando roupas.

“Geralmente quando a pessoa está passando roupa e algo faz que com ela desvie a atenção, o ferro fica ligado em cima da tábua. Desta vez foi apenas um susto, mas se não tivéssemos sido acionados a tempo o prejuízo poderia ser maior”, explicou o capitão Douglas Brito.

G1/Tocantins

Brigadistas desistem de combater incêndios e deixam parque

Fogo está em área onde só acesso com helicóptero. Incêndios simultâneos, baixa eficácia do combate e disponibilidade parcial da aeronave foram decisivos.

Brigadistas desistiram de combater o fogo e deixaram o Parque Nacional do Araguaia, na região sudoeste do Tocantins, nesta quarta-feira (20), após 70% da reserva ser devastada pelos incêndios. O chefe do parque Raoni Japiassu Merisse estima que cerca 400 mil hectares foram queimados, o que equivale a quase três vezes a cidade de São Paulo.

Há mais de um mês equipes tentam combater as queimadas no local (Foto: Acervo Parque Nacional do Araguaia/ ICMBio)

A área total do parque é de 560 mil hectáres equivale ao tamanho de Teresina (PI) e faz parte da Ilha do Bananal. Há mais de um mês equipes tentam combater as queimadas no local. Três delas acontecem na Mata do Mamão, maior área verde do parque.

Segundo Merisse, as equipes desisitiram de tentar combater o fogo porque perceberam que não seria possível apagar os diversos incêndios que persistem no local.

“Esse ano pela primeira vez, foi possível cumprir o planejamento da etapa de prevenção, com manejo de combustível e queimas prescritas. A gente mesmo fez queimas controladas no entorno da principal área de mata do parque para que o fogo não entrasse na área, só um pequeno trecho da mata que a gente não conseguiu protege, que foi justamente onde houve o primeiro incêndio mais grave e esse incêndio vinha sendo combatido desde o dia 15 de agosto. Durante o combate a esse incêndio, surgiram outros seis em áreas de campo, que a gente não se preocupou porque a prioridade são as áreas de mata. Posteriormente surgiram mais três incêndios dentro da área de mata, na Mata do Mamão. Aí a gente viu que o nosso trabalho não ia ter eficácia nenhuma, por isso optamos por retirar a brigada hoje.”

De acordo com o chefe, os incêndios estão em uma área onde não há acesso por terra, só por helicóptero, o que diminui muito a efetividade do combate.

“Além disso, o IBAMA precisou deslocar o helicóptero para o incêndio em Palmas, na Serra do Lajeado, na sexta-feira (15). Diante dessa situação de vários incêndios, baixa eficácia do combate, disponibilidade parcial da aeronave, a gente achou melhor cancelar o combate e chamar os envolvidos, Funai e Ministério Público para discutir toda a situação porque da forma que está é inviável.” 

Sobre as medidas de combate aos incêndios no Tocantins anunciadas pelos governos Federal e Estadual, o chefe do parque acredita serem válidas, mas talvez um pouco tardias. 

“É uma característica das instituições que trabalham com fogo a mobilizar recursos e esforços quando já é tarde demais. A gente não consegue isso no período de fazer a prevenção, conversar com as pessoas que estão usando as áreas, fazer as queimas prescritas, preparar todo o sistema de acionamento. Eu acho que é bem vinda essa preocupação, esse recurso, mas a gente precisa desse cuidado no início dessa ação seca”, opina.

Os custos que devem ser assumidos pelo Ibama são de abastecimento das aeronaves e de pagamentos de diárias, passagens e equipamentos para os brigadistas. O próprio instituto é responsável pela gestão dos recursos. O Governo Estadual disse que estuda uma série de ações para antecipar o trabalho de combate em 2018.

Incêndios simultâneos baixa eficácia do combate e disponibilidade parcial da aeronave foram decisivos (Foto: Acervo Parque Nacional do Araguaia/ ICMBio)

G1/TO

PF faz operação para combater desvios de dinheiro no Tocantins

Objetivo da operação é combater desvios no Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev). Mandados são cumpridos em Palmas.

Polícia Federal realiza operação nesta terça-feira (27) e cumpre mandados em Palmas para combater desvios de dinheiro no Instituto de Gestão Previdenciária no Tocantins (Igeprev). A PF não passou mais detalhes. As primeiras informações são que um dos alvos da operação é um político do estado.

Bloqueio

No ano passado, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 250 milhões de cinco ex-gestores do Igeprev. O valor é referente a oito processos por atos de improbidade administrativa, quando o agente público causa lesão ao patrimônio. Os pedidos de bloqueio foram feitos pelo Ministério Público Estadual ainda em 2015 e aceitos pelo Tribunal de Justiça.

G1/TO

Governo vai usar falas de Lula para combater críticos da Previdência

Sobre as declarações da ex-presidente Dilma Rousseff a respeito do tema, palacianos decidiram não usá-las. Eles alegam que seria difícil trabalhar com elas, já que são “confusas”.

O Palácio do Planalto está disposto a explorar as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para combater os críticos da reforma da Previdência.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, aliados de Temer querem resgatar antigas falas de Lula para apoiar as mudanças nas regras de aposentadorias propostas pelo governo.

Sobre as declarações da ex-presidente Dilma Rousseff a respeito do tema, palacianos decidiram não usá-las. Eles alegam que seria difícil trabalhar com elas, já que são “tão confusas”.

No dia 17 de abril, antes da votação do relatório sobre a reforma da Previdência, o governo organiza um evento para toda a base aliada. Temer e Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, serão os anfitriões.

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