Professora de Chapada de Natividade resgata cultura local através da dança Suça

A dança que tem origem africana é marcada pelo ritmo agitado e batuques de tambores e do cuíca, que são instrumentos musicais semelhantes ao tambor.

Com o objetivo de preservar e valorizar a cultura e a identidade da comunidade de Chapada de Natividade, a professora de História e especialista em Cultura Afro-Brasileira, Roberta Tavares está desenvolvendo um projeto que ensina crianças e adolescentes a dançarem suça.

A professora contou a Gazeta que se sente lisonjeada em poder fazer algo que resgata a cultura do seu povo. “

“Eu enquanto professora de História me sinto grata por poder ajudar e fazer mais pela comunidade onde vivo. Doar um pouco do meu tempo para que a memória da cidade onde moro não se perca. Isso é responsabilidade social”.

Divulgação

Desde a criação do projeto em 2015, várias crianças de adolescentes foram atendidos. Além das orientações da professora, ajudam nos ensaios figuras importantes da cultura local como, Dona Santana, o folião Poscidônio e o folião Patricinho, que continua até hoje no projeto.

Prestes a fazerem uma grande apresentação, que acontece na próxima sexta-feira, 16, ao Gazeta, a professora contou também que o grupo de Suça Tia Zezinha não possuía instrumentos para tocar em suas apresentações, sempre colocavam cds para tocar, mas agora a realidade é diferente.

“Elaboramos um projeto que preserva nossas raízes onde resgatamos os tambores na comunidade. Foram mais de 70 anos dançando a Suça sem os instrumentos”.

Repórter Lucas Eurilio – Gazeta do Cerrado/Fotos divulgação

Turista goiana morre após cair e bater a cabeça durante passeio na Chapada Diamantina

Caso ocorreu quando mulher de 55 anos passeava pela Cachoeira do Roncador com a família.

Uma turista goiana de 55 anos morreu após cair e bater a cabeça enquanto fazia um passeio pela Cachoeira do Roncador, na Chapada Diamantina. O caso ocorreu no sábado (6).

A mulher, identificada como Deise Borges, estava com a família quando caiu. Eles tentaram levar Deise para o hospital em Andaraí, mas ela não resistiu.

Ainda no sábado, o corpo de Deise foi encaminhado para Goiânia e o sepultamento ocorreu no domingo (7).

G1/Bahia/Imagem da internet

Avião que levava bombeiros à Chapada dos Veadeiros sai da pista ao pousar

Comandante da corporação do DF e mais quatro pessoas estavam na aeronave, mas ninguém se feriu. Grupo viajou para se encontrar com os governadores de GO e DF , que vistoriam combate ao incêndio na reserva.

Um avião do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal sofreu uma saída de pista ao pousar neste sábado (28) no aeroporto de Alto Paraíso de Goiás, no noroeste goiano. O grupo seguia para uma visita à Chapada dos Veadeiros, que é atingida pelo maior incêndio da sua história.

O Corpo de Bombeiros de Goiás informou que cinco pessoas estavam na aeronave e não se machucaram. Porém, a TV Anhanguera apurou que dois ocupantes sofreram ferimentos leves, mas passam bem.

O acidente aconteceu por volta das 10h. O capitão do Corpo de Bombeiros Pedro Ferreira Neri do Corpo de Bombeiros de Goiás, que atendeu à ocorrência, explicou que há a suspeita que o vento forte colaborou para o problema.

“A aeronave não conseguiu pousar com sucesso e saiu da pista, continuou por cerca de 5 metros na mesma direção e parou antes de chegar à rodovia. Todos estão bem”, disse capitão.

Por e-mail, o G1 questionou ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e a Força Aérea Brasileira se alguma medida será tomada, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Vistoria

O grupo dos bombeiros do DF tinha saído de Brasília em direção a Alto Paraíso para se encontrar com os governadores de Goiás e do Distrito Federal, respectivamente, Marconi Perillo (PSBD) e Rodrigo Sobral Rollemberg (PSB). As autoridades sobrevoaram a região da Chapada dos Veadeiros afetada para acompanhar o combate às chamas. Segundo o capitão Neri, estavam no avião o comandante-geral dos bombeiros do DF, coronel Hamilton Santos; tenente Vicente; tenente-coronel Glauber; o piloto, tenente-coronel Albuquerque; e o copiloto, major Pimentel.

G1/TO

Jovem que morreu afogada na Chapada dos Veadeiros nadava em área com ‘correntezas fortes’

Vítima estava fora de região considera segura para banho, conforme corporação. Local é próximo a queda d’água de mais de 80 metros de altura.

A jovem Daniela Cavalcante Bezerra, de 23 anos, que morreu afogada perto de cachoeira na Chapada dos Veadeiros, nadava em área com correntezas fortes, conforme informou o tenente coronel do Corpo de Bombeiros Pablo Frazão. Segundo ele, a área é considerada de risco por ser muito perto de uma queda d’água de mais 80 metros de altura, conhecida como Salto do Garimpão.

“Ela e o grupo estavam em uma região distante da área segura para banho. O local é perigoso porque é profundo e muito perto da cachoeira, o que faz as correntezas serem muito fortes”, disse.

O caso aconteceu na segunda-feira (24), quando a jovem visitava o parque na companhia do irmão e de amigos.

Frazão destacou que os locais em que é permitido nadar são delimitados pela corporação com uma corda e placas. Segundo ele, perto da área restrita existe uma placa que informa que há riscos e as áreas onde é permitido nadar também ficam sinalizadas.

“Todos que entram no parque são orientados a ficar só na área delimitada para banho. Os visitantes recebem informações sobre os riscos e os cuidados necessários”, destacou.

Daniela Bezerra morreu próximo a cachoeira de mais de 80 metros de altura (Foto: Guilherme Gonçalves/G1)

O corpo dela foi encontrado a 12 metros de profundidade e foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campos Belos. O órgão informou ao G1 que o corpo foi liberado para a família, que mora no Distrito Federal.

Em nota divulgada nas redes sociais, a equipe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros/ICMBio prestou solidariedade à família e amigos de Daniela e disse que desenvolve, junto com bombeiros, uma série de ações preventivas no local.

“As equipes do ICMBio e Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, que desenvolvem uma série de ações preventivas nos atrativos do Parque Nacional, não conseguiram alcançar a visitante, que nadava próximo à cachoeira, quando se afogou”, diz o texto da nota.

Daniela Bezerra morreu próximo a cachoeira de mais de 80 metros de altura (Foto: Guilherme Gonçalves/G1)
Daniela Bezerra morreu próximo a cachoeira de mais de 80 metros de altura (Foto: Guilherme Gonçalves/G1)

G1/GO