Ao agradecer os mais de 122 mil votos recebidos, Amastha garante que “a chama se mantém viva” para disputar o governo em outubro

Ex-prefeito de Palmas, que se surpreendeu com o alto índice de votos brancos e nulos e também com as mais de 300 mil abstenções, comemorou a vitória em Araguaína: “Foi uma coisa maravilhosa, derrotamos todos eles”
O candidato a governador do Tocantins pela coligação A Verdadeira Mudança, Carlos Amastha (PSB), por meio de redes sociais, agradeceu aos mais de 122 mil votos obtidos neste domingo, 3, na eleição suplementar do Tocantins para mandato tampão até 31 de dezembro. Ele terminou na terceira colocação.
Amastha avaliou o resultado, comentou índice enorme de votos nulos e brancos e ratificou que segue na disputa pelo Palácio Araguaia em 7 de outubro. “A chama se mantém viva. Vamos ver como essa esperança vira votos. Obrigado a todos, tantos os voluntários, a juventude e mulherada. Seria mais lindo se o resultado fosse favorável nas urnas, mas valeu”, afirmou.
Amastha revelou seu espanto quanto ao número de votos nulos e em branco. Com 99,73% de votos apurados, foram registrados 121.673 (17,15%) votos nulos e 14.622 (2,06%). Entretanto, 306.325  eleitores deixaram de votar, registrando abstenção de 30,16%. “Foram muitos votos nulos, brancos e abstenção. Essa revolta das pessoas não encaminha para votar em gente que possa fazer a diferença. A abstenção faz o que falei durante toda a campanha: [beneficiam] eles, os que continuam a serem eleitos”, afirmou Amastha. “A velha política ainda domina com muita força o cenário político do nosso Estado. Menos de 35% de votos conscientes”, complementou.  
 
Vitória em Araguaína e reflexão pra outubro
Amastha manifestou contentamento com o resultado que obteve em Araguaína. “Foi uma coisa maravilhosa, derrotamos todos eles”, declarou. Na cidade, ele obteve 22.113 (37,46% dos votos válidos). Mauro Carlesse ficou em segundo com 18.281 (30,97%), Márlon Reis terminou em terceiro com 8.184 votos (13,87%) e Vicentinho Alves ficou em quarto, com 6.796 (11,91%).
Via Twitter, Amastha ainda parabenizou os candidatos Márlon Reis, do Rede, e Mário Lúcio Avelar, do Psol. “Vamos reunir o grupo e refletir”, declarou.
Ascom Carlos Amastha

Agricultores de Darcinópolis elogiam propostas de Amastha para resolver necessidades básicas nos assentamentos

Com trabalho reconhecido pelos assentados do município, o candidato a vice Célio Moura garantiu ações práticas e emergenciais, como a instalação de poços artesianos nos assentamentos

Foi embaixo de uma mangueira no Centro Comunitário do Assentamento Amigos da Terra que o candidato a vice-governador Célio Moura (PT), neste sábado, 26, apresentou as propostas do candidato a governador Carlos Amastha (PSB) a agricultores e líderes rurais do município, incluindo as comunidades de assentamentos vizinhos.

“O problema maior dos assentamentos no Tocantins é a falta d’água. E eu vim trazer a proposta de Carlos Amastha que é fazer os poços artesianos e colocar uma antena de celular pra ter uma internet, porque até quem trabalha com enxada precisa de informação pra saber como faz a horta melhorar, por exemplo. E com isso nós estamos oferecendo futuro”, garantiu Célio Moura.

Já o vice-prefeito de Darcinópolis, Elson Morais (PSB), falou um pouco da história de Amastha para os assentados. “Carlos Amastha é uma pessoa muito exemplar, que vendo a precariedade da política, decidiu se candidatar em Palmas, onde se destacou com um gestor diferenciado.”, lembrou.

“Permanecemos aqui dentro com toda essa carência que vocês estão vendo. E o projeto apresentado é de grande importância para nós. O povo não quer promessa, quer solução para suas necessidades. Agora temos que construir uma nova história pro Tocantins”, disse a moradora do assentamento Poliana Silva Rodrigues.

Conhecemos o Célio e o trabalho de Amastha

Domingas Moraes, que hoje é presidente da Associação dos Agricultores Familiares do Assentamento Amigos da Terra e diretora da Secretaria da Mulher do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Darcinópolis, e que viveu a história de luta pelas terras tocantinenses, garantiu que o único candidato que fez um projeto para os assentamentos foi Amastha.

“Ele tem as melhores propostas e temos que mudar a cara do Tocantins votando em alguém que represente a causa dos trabalhadores. E o doutor Célio que está como vice de Amastha já defendeu a gente aqui. Já conhecemos o trabalho dele. Estamos com Célio Moura porque é uma pessoa que tem compromisso com a classe nossa. Estamos junto com Amastha porque fez um trabalho bonito em Palmas e tem a maioria da aceitação do povo de Palmas”, afirmou.

Fotos: Ascom

Secretaria de Comunicação PT-TO

 

MPE dá parecer no TSE pela impugnação de Amastha

Para vice-procurador-geral eleitoral, surpresa da eleição suplementar não deve conduzir o abrandamento da Carta Magna.

O Ministério Público Eleitoral (MPE), de Brasília, se manifestou pela improcedência do recurso da coligação “A Verdadeira Mudança” que tem a intenção de reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) responsável por negar o registro de candidatura ao ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) ao governo do Estado na eleição suplementar do dia 3 de junho.

No parecer proferido na terça-feira, 22, o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, também entendeu que prazos constitucionais de desincompatibilização não podem ser mitigados, apesar da imprevisibilidade do pleito.

Ao recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a coligação de Carlos Amastha voltou a argumentar que a regra contida no artigo 14º, § 6º, da Constituição da República, não se aplica à eleição suplementar por não haver previsibilidade dela quanto ao momento em que ocorrerá, o que, segundo alega, impede o exercício tempestivo da desincompatibilização. 

Neste sentido, Humberto Jacques aponta que o debate do processo reside em saber se é aplicável a referida regra constitucional às hipóteses de um pleito extraordinário, o que defende que sim.

O dispositivo constitucional debatido estabelece que chefes do Poder Executivo, salvo em reeleição, não devem disputar outros mandatos sem se afastarem dos cargos de que são titulares, para isso tendo de renunciar ao mandato executivo seis meses antes do pleito.

“Discute-se nestes autos se nas eleições suplementares, face a sua especificidade, haveria, ou não, a necessidade de observância ao prazo para desincompatibilização”, reforça. Amastha renunciou da Prefeitura de Palmas no dia 3 de abril.

Esvaziamento da Constituição
Na argumentação, o vice-procurador-geral eleitoral aponta que a Constituição Federal não se limita a estabelecer apenas causas de inelegibilidade, mas também as chamadas condições de elegibilidade, citando a nacionalidade brasileira, o pleno exercício dos direitos políticos, o alistamento eleitoral, o domicílio na circunscrição, a filiação partidária e a idade mínima como exemplos.

Diante disto, Humberto Jacques entende que a decisão a ser adotada no caso de Amastha servirá de precedente para todas as demais hipóteses constitucionalmente previstas. “O que poderia vir a representar um severo esvaziamento da força normativa da Constituição, em nome de suposta anulação do fator surpresa”, diz o vice-procurador, que pondera: “Não se quer, com isso, negar o reconhecimento da complexidade da discussão jurídica aqui travada”.

Humberto Jacques admite no parecer que a imprevisibilidade da eleição suplementar impede que alguns atores políticos possam se organizar no tempo, ajustando-se aos regramentos legais e constitucionais, reforçando que as regras estabelecidas no artigo 14º da Carta Magna “possivelmente” gera “um esvaziamento do leque de escolhas disponíveis à população”. Entretanto, o parecer defende que tal situação não pode gerar flexibilização de dispositivo constitucional.

“Em origem, as hipóteses de inelegibilidade foram estabelecidas com o claro objetivo de defender a democracia contra possíveis e prováveis abusos […] Não se trata, portanto, de tema que comporte flexibilização por meio de costumes ou instrumentos infralegais […]. Eventual incompatibilidade de determinado indivíduo ao regramento constitucional – por mais injusta que lhe possa parecer, diante da surpresa das eleições suplementares – não deve conduzir ao abrandamento daquilo que o constituinte estabeleceu com rigor”, resume o vice-procurador-geral.

Ele ainda argumenta que o “protagonismo político” não deve recair sobre pessoas, mas sim sobre os partidos políticos. “A impossibilidade de participação no pleito de um pretenso candidato não retira da sua agremiação a possibilidade de propor um vasto leque de representantes das suas propostas ideológicas à sociedade, para que escolha livremente”, afirma Humberto Jacques, que reforçou o parecer com jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF).

Clebertoledo

TSE nega recurso e mantém PT na coligação de Amastha

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garantiu ao Partido dos Trabalhadores do Tocantins (PT/TO) a continuidade na Coligação A Verdadeira Mudança.

Composta pelos partidos PT, PTB, PODEMOS, PSB e PCdoB, a coligação traz Carlos Amastha (PSB) como candidato ao governo e Célio Moura (PT) como candidato a vice-governador nas eleições suplementares.

O relator do processo no TSE, ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, entendeu nesta terça-feira, 22, que todos os trâmites legais foram respeitados pelo Diretório Estadual do PT e por isso “não se vislumbram os requisitos necessários à concessão da pretendida tutela de urgência”.

Consta no relatório, que o atendimento ao recurso eleitoral interposto pelo PT – Diretório Nacional, contra acórdão do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE/TO), que julgou improcedente a retirada do PT da coligação e de todos os materiais de divulgação a título de propaganda eleitoral, “afetaria, de imediato, a esfera jurídica do candidato ao cargo de vice-prefeito, Célio Moura, e lhe acarretaria danos irreversíveis, haja vista a exiguidade do período destinado à campanha eleitoral”.

No entendimento do magistrado o pedido feito pelo PT – Diretório Nacional, para anular a convenção regional é improcedente tendo em vista que o processo relativo à coligação e seu registro foi regular e por isso deve ser deferido.

Em seu recurso, o Diretório Nacional, afirma que o PT/TO não teria cumprido a determinação nacional de apoio aos partidos e personalidades que se opuseram ao processo de impeachment da presidente, Dilma Rousseff, mas o relatório de Carvalho Neto é categórico ao trazer à luz que, “o candidato Carlos Amastha se posicionou desfavoravelmente ao processo de impeachment da ex-presidente Sra. Dilma Rousseff, tendo assinado carta em sua defesa junto com outros 14 (quatorze) prefeitos de capitais” e completa afirmando que tal fato “afasta, ao menos neste juízo preliminar, a suposta desobediência às diretrizes partidárias elencadas pelo ora recorrente”.

 Entenda

Com a convenção partidária realizada em 22 de abril pelo PT/TO, na Sede do Partido em Palmas, ficou definido que a sigla seguiria nas eleições suplementares na coligação com o PSB e o registro foi feito junto ao TRE.

Por entender que a candidatura que merecia seu apoio seria a da senadora Kátia Abreu (PDT), o PT – Diretório Nacional entrou com recurso no TRE/TO onde pediu a retirada liminar do PT da coligação com Amastha e ainda a retirada da sigla do partido de todos os materiais de campanha, o que foi negado pelo TRE no último dia 14 de maio e referendado pela negativa desta terça publicada pelo TSE.

Ascom: Secretaria de Comunicação PT-TO

Amastha tem encontro marcado com moradores de Arno 32 e região nesta segunda-feira, 21

Reunião na qual o candidato a governador apresentará suas propostas para o Estado acontece na antiga lanchonete Skina 10; pela manhã, o ex-prefeito de Palmas dará entrevistas à imprensa da Capital.

Depois de percorrer de ônibus a maioria dos municípios localizados às margens da rodovia federal BR-153 e concentrar os últimos dias no Bico do Papagaio, o candidato a governador do Tocantins pela coligação “A Verdadeira Mudança”, Carlos Amastha, terá agenda de compromissos em Palmas nessa segunda-feira, dia 21. Pela manhã, o ex-prefeito dedicará a atendimento à imprensa. No período da tarde, terá reunião com coordenadores e lideranças e, à noite, tem encontro com moradores de Palmas.

Um dos principais compromissos do dia de Amastha é a reunião na quadra Arno 32, na antiga lanchonete Skina 10, a partir das 19 horas. Na reunião com a comunidade do setor e adjacências, Amastha apresentará suas propostas para o governo do Estado na eleição suplementar do dia 3 de junho. E também falará sobre suas realizações nos cinco anos de gestão à frente da prefeitura de Palmas.

Imprensa

Na imprensa, os compromissos já confirmados começam a partir das 8h30, na sede do Grupo Jaime Câmara, com entrevista aos profissionais do Jornal do Tocantins e CBN Tocantins. A sabatina será gravada e será veiculada posteriormente pelo impresso e a emissora de rádio.

Já a partir do meio-dia, Amastha concede entrevista ao vivo para a TV Anhanguera, no Jornal Anhanguera 1ª edição. Ele abre a série de entrevistas que a emissora levará ao ar com os candidatos a governador na eleição suplementar de 3 de junho.

Ascom Carlos Amastha

Pareceres do MPE dão sinal verde para candidatura de Amastha a governador e também à coligação com o PT

Procurador da República Álvaro Manzano, que usou jurisprudência do TSE para casos semelhantes, diz que norma que determina a desincompatibilização seis meses antes não se aplica a eleições suplementares.

Pareceres do MPE (Ministério Público Eleitoral), emitidos na noite desta segunda-feira, 7 de maio, são favoráveis aos registros das candidaturas a governador na eleição suplementar do ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB)  e do seu vice, Célio Moura, bem como à sua coligação com o PT.

Nos documentos, o MPE, por meio do procurador da República Álvaro Manzano, avaliou pedidos de impugnações protocolados pelas coligações lideradas por Mauro Carlesse, Kátia Abreu, Vicentinho Alves, pelo candidato Márlon Reis e pelo Diretório Nacional do PT.

Os adversários de Amastha questionam o suposto não cumprimento do prazo de desincompatibilização, pois em eleições ordinários os prefeitos que querem concorrer a outro cargo precisam renunciar seis meses antes do pleito. 
Para o procurador, porém, essa norma não se aplica à eleição suplementar, que sequer estava prevista e não haveria como Amastha se beneficiar do cargo de prefeito para se cacifar politicamente.

“No entanto, tratando-se de eleição suplementar, entendo possível a mitigação dos prazos de desincompatibilização, em razão de tratar de situação excepcional, marcada especialmente pela urgência e imprevisibilidade. Isso porque no caso de eleições suplementares, como não havia sequer previsão de sua realização, não seria possível ao ora requerente fazer uso do cargo para beneficiar-se”, sustenta Manzano.

O procurador, para reforçar seu posicionamento, citou dois casos semelhantes julgados pelo TSE como jurisprudência. Em ambos, os candidatos puderam concorrer no pleito suplementar sem a necessidade de cumprir os seis meses fora do cargo que ocupavam.

Coligação com o PT está legal

Baseado em jurisprudência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e citando dois casos concretos julgados, Manzano, em outro parecer, opina que Kátia e sua coligação não têm legitimidade para questionar atos internos de outras coligações e partidos. Kátia ingressou na Justiça para ter o apoio do PT, que na sua convenção firmou respaldo ao projeto de Carlos Amastha, inclusive indicando o candidato a vice-governador Célio Moura.

Já em relação ao pedido do PT Nacional, que também buscava levar o PT do Estado para os braços de Kátia, Manzano mostrou que o partido não publicou no Diário Oficial da União qualquer norma para as eleições estaduais.

Além disso, o procurador explica que mesmo considerando resolução publicada no site do PT nacional válida, a sigla do Tocantins não desrespeitou regra alguma. “De outro lado, ainda que se admita como válida Resolução do Diretório Nacional sobre o Processo Eleitoral de 2018, publicada pelo partido em seu site, que determina como eixo central de apoio nos Estados e no Distrito Federal aos partidos e personalidades que se opuseram ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, verifica-se que não houve descumprimento da mesma.”, salienta o parecer, ao dizer que o posicionamento de Amastha não se opôs a resolução petista.

Campanha está no caminho certo

Para o candidato Carlos Amastha, o parecer é uma mostra que a campanha está no caminho correto, respeitando as regras e normas eleitorais. “Nós não temos dúvidas da legalidade da nossa campanha e confiamos na Justiça. Sempre acreditamos que estamos fazendo as coisas de forma correta, por isso estamos com mais força nas ruas e maior apoio da população. Os outros candidatos que parecem estar em dúvida sobre suas campanhas”, destacou Amastha, ao tomar conhecimento do parecer.

PARECER 2 (1) agora 

Ascom PSB 40 Tocantins

Márlon Reis protocola pedido de impugnação das chapas de Kátia e Amastha

O TRE vai agora analisar o pedido bem como o registro de todos os candidatos.

O candidato Marlon Reis protocolou ação pedindo impugnação das candidaturas de Kátia Abreu do PDT e ainda Carlos Amastha do PSB. Ele alega que Amastha não se desincompatibilizou no período que prevê a lei e no caso da senadora questiona o tempo de filiação. O protocolo foi na noite do sábado, 28.

O advogado da coligação de Marlon, Edmilson Domingos de Sousa Júnior foi quem confirmou a informação na manhã de hoje. “As impugnações foram propostas com fundamento no prazo de filiação e desincompatibilização dos candidatos que não foram respeitados. Aguardamos agora a tramitação do processo e o respectivo julgamento pelo TRE nos prazos estipulados pela resolução”, disse o assessor jurídico.

Amastha e Kátia

Tanto Amastha como Kátia afirmam estar seguros com relação á segurança jurídica para a disputa. Ao registrar sua candidatura, Kátia Abreu disse estar confiante que poderá disputar e disse que vai obedecer a justiça.

Já a assessoria jurídica de Amastha se apega a jurisprudências anteriores. Outra questão ainda é que, conforme a Gazeta do Cerrado mostrou, as duas últimas eleições suplementares realizadas no Estado ano passado, em Itacajá e Taguatinga, o prazo especificado de desimcompatibilização foi de 24 horas.

O TRE não especificou na resolução das eleições e disse que vai se apegar ao que diz a constituição. A eleição com certeza será judicializada e os dois podem recorrer ao TSE.

Amastha chegou a defender que o TRE liberasse todos de participar do pleito em razão de que não havia como prever que haveria novas eleições em razão da decisão de cassação.

Campanhas

Kátia Abreu está neste domingo em agenda no Bico do Papagaio e Carlos Amastha se encontra de luto e com atividades de campanha suspensas em razão da morte do aliado e articulador político, Júnior Coimbra.

Maria José Cotrim – Gazeta do Cerrado

Veja o pedido:

Amastha consegue registrar candidatura com Célio Moura de vice e vai recorrer de ordem do PT

Apesar de intervenção do PT Nacional, sobre coligação e apoio, Amastha registra candidatura com vice petista, Célio Moura; O ex-prefeito não foi até o TRE.

O candidato ao Governo e ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), enviou ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE), nessa segunda, 23, representantes para realizar seu registro de candidatura, ainda com o advogado petista, Célio Moura, como candidato a vice-governador, apesar da intervenção Nacional do Partido dos Trabalhadores.

“Eu não tenho conhecimento do pedido, nos temos que tomar conhecimento, saber do teor para depois manifestar. Não sabemos nem o que tá escrito lá”, afirmou o advogado Leandro Manzano. 

Ainda no final da tarde, a chapa de Amastha tinha um futuro incerto com a declaração de intervenção do PT Nacional que impedia a aliança do partido com o ex-prefeito, e também que o PT ficasse contra a também candidata ao Governo, Senadora Kátia Abreu.

Manzano e vereador da base protocolam candidatura de Amastha com PT na vice (T1 Notícias)

T1noticias

Vice de Amastha, Célio Moura afirma: “PT entra de corpo e alma e mobilizará militância em todo o Estado”

Petista histórico do Tocantins, o advogado Célio Moura, radicado em Araguaína, foi apresentado há pouco como candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Carlos Amastha na eleição suplementar marcada para o próximo dia 3 de junho.

O anúncio foi feito pelo próprio Amastha, na convenção do PSB do Tocantins realizada na noite deste domingo, dia 22, no Espaço Cultural, em Palmas. “Estamos vindo de corpo e alma. Não chegamos apenas para faze parte da fotografia. Estaremos todos os dias em todos os atos desta campanha. Não vamos deixar que esse Estado caia nas mãos das pessoas que sempre administram esse Estado durante toda a sua existência”, afirmou Célio Moura.

Moura garantiu a presença da militância nas ruas pelo projeto encabeçado por Amastha de transformação do Tocantins, como o ex-prefeito fez na capital do Estado. “Temos condições de fazer a campanha nos 139 municípios, através dos trabalhadores rurais, dos comerciários, comerciantes, moimentos sociais, militância do PT que é a nossa maior riqueza”, complementou.

Para Amastha, a vinda de Célio Moura representa o “PT em sua essência”. “É o PT do sonho de todos nós.. É o PT que está do nosso lado. O PT que revolucionou a saúde, da educação, reduziu a pobreza no país.”

Presente na convenção, o deputado estadual Zé Roberto declarou que opção por Amastha foi amplamente discutida internamente no partido. “É um momento difícil do país e há mudanças que precisamos fazer no país e no Estado. O PT toma decisões após discussão dentro do partido. E o caminho foi apoiar Amastha e tendo Célio moura como vice. Célio é companheiro de lutar, de luta pelo povo trabalhador. Vamos caminhar para vitória juntos com os partidos aliados. Entramos com força de nossa história, de nossa militância. Vamos à vitória em 3 de junho”, declarou.

Imprensa Carlos Amastha

Wanderlei Barbosa diz que Amastha fala pelos ‘cotovelos’ e que ‘não respeita ninguém’

O deputado Wanderlei Barbosa (PHS) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira, 11, para fazer uma avaliação da administração do então prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB).

Em seu discurso, Barbosa fez críticas contundentes, afirmando que na iminência da saída dele do cargo do executivo municipal para disputar eleição de governo do Estado, Amastha correu para inaugurar recuperação de rotatória, plantio de algumas palmeiras e alguns reparos, tudo isso, segundo o parlamentar, para usar como discurso em sua pré-campanha dizendo que a cidade cresceu e que o Estado deve crescer no ritmo de Palmas.

CONTRADIÇÃO

Na avaliação do deputado, a administração de Amastha permaneceu sob a paralisia da máquina pública e sob completa inexistência de um projeto de gestão para a cidade. Mesmo com a chegada aos cofres da prefeitura de vários recursos, o então prefeito não fez gestão voltada ao crescimento da cidade e tampouco das famílias de Palmas.

Ele disse ainda que há contradições no discurso de Amastha, afirmando que, enquanto o ex-prefeito fala em crescimento a situação das famílias de Palmas regrediu e entrou no caos, lembrando sobre uma pesquisa realizada em março desse ano pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em parceria com a Fecomércio Tocantins que apontou um endividamento de 70,9% das famílias palmenses.

DESRESPEITO

Ele lembrou que o ex-prefeito, devido a um desempenho administrativo ruim que foi, emplacou várias polêmicas, se envolvendo em discussões na rua e nas redes sociais, com total desrespeito para com as pessoas e na maioria das vezes falando pelos ‘cotovelos’.

O deputado citou um caso recente quando Amastha esteve realizando no último dia 30 de maio a inauguração de um trecho de 100 metros do Shopping a Céu aberto em Taquaralto. Na ocasião o então prefeito e sua comitiva agrediu uma comerciante com vaias e gritos na Avenida Tocantins, a mulher reclamava sobre o atraso das obras e os prejuízos nas vendas, as obras foram prometidas pelo próprio Amastha em sua campanha de 2012.

O parlamentar lembrou também do caso da greve dos professores em 2017, segundo ele, na época Amastha agrediu e ameaçou de cortar o ponto dos profissionais que reivindicavam seus direitos. Essas situações me deixaram e me deixam triste, seguramente ele agredirá muito mais se chegar ao governo que eu espero que não chegue, disse Barbosa.

Ascom deputado Wanderlei Barbosa