Jovem encontrada morta em matagal pediu ajuda para amiga no Whatsapp: “Yure quer me matar”

O principal suspeito do crime é o namorado da vítima Iury Italo Medanha que ainda não foi encontrado. Na casa dele os policiais apreenderam duas espingardas e munições.

A Polícia Civil apontou Iury Italu Medanha como principal suspeito do assassinato de Patrícia Aline dos Santos, ele era namorado da vítima. A jovem de 29 anos foi encontrada morta e seminua em um matagal nesta quinta-feira (9), perto de um shopping, na quadra 107 Norte, em Palmas. Dias antes do crime, ela pediu ajuda para uma amiga pelo Whatsapp, afirmando que o namorado queria matá-la.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Israel Andrade, o corpo de Patrícia tinha marcas de tiros e ferimentos no rosto. Testemunhas disseram que a vítima e o namorado estavam juntos há dois meses e tinham um relacionamento conturbado.

“Na nossa linha de investigação, o principal suspeito do crime é o atual namorado da Patrícia, o Iury. Várias testemunhas apontam que era um relacionamento conturbado. E que eles tinham terminado e voltado, então ele descobriu que ela tinha ficado com alguém, não gostou e passou a ameaçá-la, inclusive com um revólver. Há vários pedidos dela de socorro, reclamando da agressividade do Iury”, disse Andrade.

A polícia procura pelo suspeito que ainda não foi econtrado. Na casa dele, os policiais apreenderam duas espingardas e munição.

“Nem a família dele consegue contato com ele desde ontem. Estamos à procura dele para ser ouvido. Há fortes indícios contra ele e se encontrado vai ser preso em flagrante. Caso ele não seja encontrado, tomaremos as medidas necessárias para que ele seja preso em qualquer outro momento.”

Patrícia pediu ajuda a amiga antes de ser morta (Foto: Reprodução/Whatsapp)Patrícia pediu ajuda a amiga antes de ser morta (Foto: Reprodução/Whatsapp)

Patrícia pediu ajuda a amiga antes de ser morta (Foto: Reprodução/Whatsapp)

Entenda

O corpo de Patrícia Aline Santos, de 29 anos, foi encontrado num matagal, perto de um shopping na região norte de Palmas, na manhã desta quinta-feira (9). O corpo foi achado por funcionários que trabalham na construção da avenida NS-15. A Polícia Militar e o Instituto Médico Legal (IML) foram ao local e as informações da testemunha estão sendo investigadas.

Testemunhas acreditam que o corpo tenha sido deixado na região, pois os funcionários que chegam cedo para trabalhar não o viram pela manhã.

Corpo de Patrícia foi encontrado em matagal (Foto: Arquivo Pessoal)Corpo de Patrícia foi encontrado em matagal (Foto: Arquivo Pessoal)

Corpo de Patrícia foi encontrado em matagal (Foto: Arquivo Pessoal).

G1 Tocantins.

Sobrinha pede ajuda para cuidar de tio debilitado em Porangatu, GO

Ela conta que não consegue trabalhar porque o idoso precisa de ajuda em tempo integral e recebe auxílio de R$ 250 dos filhos dele.

Aos 81 anos o idoso Geraldo dias de Araújo já tem dificuldades para andar, ir ao banheiro, tomar banho e comer sozinho. A sobrinha Leidymar dias Rocha, de 45 anos, cuida dele na casa da mãe, em Porangatu, no norte de Goiás, há quase um ano, desde que ele teve um enfisema pulmonar e precisa de tanques de oxigênio para respirar tranquilamente.

A sobrinha conta que não pode trabalhar fora porque os cuidados com ele exigem dedicação em tempo integral. Leidymar conta que o oxigênio é fornecido gratuitamente pela Prefeitura de Porangatu, ela recebe, dos seis filhos do idoso, R$ 250 por mês para os cuidados e o tio tem uma aposentadoria de um salário mínimo, para alimentação, gastos com remédios, fraldas geriátricas, entre outras necessidades.

Leidymar disse que tem passado por dificuldades porque não consegue pagar todas as contas da casa com o que recebe. Segundo ela, a pensão que ela recebe pela morte do marido, há dois anos, é toda direcionada para os estudos e cuidados com o filho e sobra pouco para alimentação e outras despesas.

“Eu tenho aposentadoria que meu esposo me deixou, mas vai quase tudo com o meu filho, que tem 13 anos. Eu estou fazendo faxina na casa de uma amiga que está grávida uma vez na semana e recebo R$ 50. É um tempinho que minha mãe fica olhando meu tio para mim, mas só com o que temos é bem difícil”, contou.

“Como que se vive com R$ 250? Eu não tenho condição de sustentar meu tio. Eu tenho que trabalhar fora”, desabafou.

Segundo ela, o idoso precisa de ajuda para todas as funções básicas, desde comer até tomar banho. Ele gasta cerca de um pacote de fraldas geriátricas por dia. “Tirando a falta de ar ele está bem, não sente dor, mas não move só, não toma banho só. Intestino dele está lento, não funciona direito mais. A médica disse que é normal por ser de idade, mas precisa de ajuda para tudo”, detalhou.

Geraldo Dias, de 81 anos, recebe cuidados da sobrinha (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)

Após morte das filhas siamesas, empregada doméstica pede ajuda para voltar de Goiânia para o Tocantins

Abalada, ela conta que as gêmeas morreram logo após o parto. Jovem e o marido tiveram de pedir demissão por causa do tratamento na capital goiana e buscam novo trabalho.

Após a morte das filhas siamesas logo após o parto, a empregada doméstica Suely Tavares, de 28 anos, precisa de ajuda para voltar de Goiânia para o Tocantins, onde mora. A jovem também busca um emprego para ela e o marido, pois tiveram de pedir demissão para vir à capital goiana para o tratamento.

“A gente não tem dinheiro para a passagem de volta, mas também não adianta voltar e não ter emprego porque lá está ruim de trabalho. A gente está com as contas de água e luz vencidas porque não temos dinheiro”, conta a diarista.

Suely deu à luz no último dia 23 de maio, no Hospital Materno Infantil, especializado no tratamento de siameses. As meninas eram unidas pela cabeça, tórax e parte do abdômen e morreram duas horas depois do nascimento.

“O coração de uma delas parou e sobrecarregou o coração da outra, que parou logo depois, e elas vieram a óbito. Esperava poder voltar para casa com minhas filhas no colo”, lamenta.

Abalada com a perda das meninas, ela explica que tem uma consulta marcada para 18 de junho para checar a recuperação após o parto. Depois disso, ela precisa deixar a Casa de Apoio da Igreja Santo Expedito, onde está abrigada desde abril, quando que saiu de Gurupi, no Tocantins, para Goiânia.

Suely afirma que ela e o marido, Jonhatan Rocha, de 23 anos, aceitam qualquer tipo de trabalho. No Tocantins, ele já trabalhou de auxiliar de serviços gerais, ajudante de pedreiro e caseiro em fazenda.

Quem quiser entrar em contato com o casal por ir até a sede da Casa de Apoio da Igreja Santo Expedito, na esquina das ruas C-135 e C-149, no Setor Jardim América.

Dona de casa é presa suspeita de matar marido e jogar corpo em cisterna com ajuda de filho

Segundo a PM, o caminhoneiro Francisco das Chagas, de 41 anos, foi morto com um golpe de machado na cabeça, em Santo Antônio de Goiás.

Uma dona de casa de 44 anos foi presa, no sábado (3), suspeita de matar o marido, Francisco das Chagas, de 41 anos, com um golpe de machado, em Santo Antônio de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia.

Segundo a Polícia Militar, o filho dela, de 27 anos, e o ex-companheiro, de 57, também foram detidos por ajudar a mulher a jogar o corpo da vítima na cisterna de uma fazenda da cidade.

De acordo o cabo Rafael Vitor, da PM, o crime foi descoberto depois que a mãe da vítima visitou a cidade para visitar o filho, que não dava notícias desde o início de dezembro do ano passado.

O policial disse que a esposa de Francisco se contradisse, criando uma versão do desaparecimento para a sogra, outra para a polícia e uma terceira para a empresa onde ele trabalhava como caminhoneiro.

“Diante da contradição, ela foi questionada e acabou confessando que matou o homem durante uma briga. Deu uma machadada na cabeça dele, e quando viu que tinha morrido, colocou ele na garagem de casa e mais de 24h depois chamou o ex e o filho para, juntos, desovarem o corpo na cisterna de uma fazenda”, contou o policial.

Os três foram presos na noite de sábado, mais de um mês depois do crime, ocorrido no dia 2 de dezembro do ano passado, na casa em que a mulher, a vítima e dois filhos crianças moravam, na Vila Campos, em Santo Antônio de Goiás.

Segundo a PM, Francisco e a mulher se desentenderam quando ele havia chegado do trabalho, e ela acabou o atingindo com um machado.

“Ela confessou que pegou o corpo, arrastou e colocou sentado em uma cadeira, enquanto pensava em como se ver livre. A vítima foi enrolada em uma lona, no dia seguinte, e foi levada pelos três até uma casa abandonada, na zona rural da cidade, onde o jogaram nesta cisterna”, revelou o PM.

Após a confissão da mulher, a Polícia Militar foi até o local onde ela disse ter escondido o corpo e localizou a vítima, enrolada em uma lona azul, no fundo da cisterna. O Corpo de Bombeiros foi acionado para retirar o corpo do local e Polícia Técnico-Científica realizou a perícia no local.

O corpo foi retirado e levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia.

O site não conseguiu contato com a defesa dos três suspeitos.

O caso é investigado pela delegacia da Polícia Civil de Nerópolis, também na Região Metropolitana da capital.

Corpo foi levado para fazenda abandonada em Santo Antônio de Goiás (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

G1 Goiás

Lavrador é morto na porta de casa por homem que pediu ajuda na madrugada

Crime aconteceu durante a madrugada em fazenda na zona rural de Monte Santo. Suspeito do crime foi identificado e está sendo procurado pela polícia.

O lavrador Cleiton Nonato de Aguiar, de 43 anos, foi morto na madrugada deste sábado (28) em uma fazenda na zona rural de Monte Santo do Tocantins, a 89 quilômetros de Palmas. O crime aconteceu na casa da vítima, por volta das 3h, depois que o suspeito chegou no local pedindo ajuda. O homem foi morto com quatro disparos na frente da família.

De acordo com a Polícia Militar, Aguiar saiu da casa e foi questionado sobre fofocas que estaria fazendo sobre o suspeito. Após um momento de conversa, Jairon José Milhomem Medrado, de 43 anos, teria atirado quatro vezes contra o lavrador.

A vítima morreu no local. A Polícia Militar foi informada sobre o crime por volta das 5h devido problemas na rede de celular na região. O suspeito do crime está sendo procurado pelos militares.

O corpo foi levado para o IML de Paraíso do Tocantins.

G1/Tocantins

Família pede ajuda para garantir alimentação balanceada a idoso com câncer de mama raro

Sobrinho que cuida do paciente relata que tio sofre dores intensas e passa mal com frequência.

A família do aposentado Francisco Santana de Oliveira, de 71 anos, pede ajuda para garantir a ele uma alimentação saudável e balanceada para ajudá-lo a enfrentar o câncer de mama masculino, considerado raro. Morador de Trindade, na Região Metropolitana da capital, ele tem que fazer um longo trajeto até o Hospital Araújo Jorge, em Goiânia, onde faz o tratamento.

Segundo a assessoria de imprensa da unidade de saúde informou ao G1, por telefone, por ser um câncer de mama masculino, o caso de Francisco é pouco comum. Ele passa por quimioterapia e ainda não há indicação cirúrgica para o caso dele.

O sobrinho do paciente, o também aposentado Alvenir Teixeira Marinho, de 61 anos, é quem cuida dele. O parente conta que precisa ficar por conta de ajudar o tio, já que ele passa mal constantemente por causa do tratamento, além de sofrer de dores nas contas e ter dificuldades para se movimentar.

Alvenir relata que não consegue comprar todos os alimentos que Francisco deveria comer para se fortalecer. “Os médicos disseram que ele precisa tomar muito leite, água de coco, além de uvas e outros tipos de frutas, mas não consigo comprar tudo isso. Ele ganha um salário mínimo, e mais da metade vai para o financiamento de uma casa. O meu também é todo comprometido com as contas da casa, então a conta não fecha”, disse.

O aposentado relata ainda que outra dificuldade da família é o transporte do tio. Segundo ele, é preciso levar Francisco cerca de três vezes por semana ao hospital para fazer quimioterapia. Em setembro, quando ele deve começar a radioterapia, as idas devem ficar ainda mais constantes.

“Um dos meus maiores problemas é o combustível para fazer essas viagens. Nós moramos em Trindade, então é uma viagem de 70 km para ir voltar sempre que precisamos. A gasolina está muito cara e fica difícil custear tudo com o dinheiro que a gente ganha. A gente tem que fazer render o dinheiro”, pontuou.

Alvenir Marinho precisa levar tio de Trindade a Goiânia para tratamento (Foto: Adriel Marinho/Arquivo pessoal)
Alvenir Marinho precisa levar tio de Trindade a Goiânia para tratamento (Foto: Adriel Marinho/Arquivo pessoal)

G1/GO

‘Pedi ajuda, mas só tiravam foto’, diz sobrevivente de acidente

A colisão, que matou 23 e deixou mais de 20 feridos, envolveu um ônibus, uma carreta, uma mini-van e uma ambulância, nessa quinta-feira (22),na BR-101, em Guarapari.

Uma das sobreviventes do acidente que matou 23 pessoas e deixou mais de 20 feridas no Espírito Santo desabafou sobre a falta de socorro de moradores e populares momentos depois da tragédia. “Corri pedindo ajuda, mas muitas pessoas eu via só filmando, tirando fotos e não ajudavam”, lamentou Fabiana Silva, 31 anos. A colisão envolveu um ônibus, uma carreta, uma mini-van e uma ambulância, nessa quinta-feira (22),na BR-101, em Guarapari.

O marido de Fabiana, o gesseiro Fernando de Spuza Dias, 36, estava no acidente, mas não resistiu. Ele estava encostado no ombro dela. “Foi na hora que eu ouvi o barulho do freio, a explosão e o fogo vindo. Quando eu vi o fogo, olhei para o lado e vi que ele não estava. Vi os corpos e algumas pessoas saindo queimadas. Como o fogo estava se alastrando, comecei a correr desesperada, pulei no barranco e comecei a gritar”, recordou, em entrevista.

Ela ainda comentou sobre os momentos de angústia por não ter condições de ajudar o marido. “Ele gritava por socorro, foi arremessado para perto de uma árvore, onde estava parte do ônibus pegando fogo. Não tinha como eu passar. Eu falava: ‘Fernando’, e ele respondia: ‘Me tira daqui, eu quebrei uma perna e um braço. Preciso criar meus filhos’. E eu não consegui tirá-lo de lá. Corri pedindo ajuda, mas muitas pessoas eu via só filmando, tirando fotos e não ajudavam”

O casal estava casado há três anos. O motivo da viagem para o Espírito Santo era o enterro da avó de Fernando. Ele chegou a comentar que preferia ir com outro meio de transporte, mas, por ser uma emergência, não teve escolha. “Eu não queria, senti um gelo no meu coração. Eu pressenti”, falou a mulher.

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