No Tocantins agricultor é morto a tiros após discussão em fazenda

Martiliano Avelino Dias teria reclamado sobre uma plantação de feijão. O crime aconteceu a 14 km de Porto Nacional, às margens da TO-255.

O agricultor Martiliano Avelino Dias, de 57 anos, conhecido como Martin da Garapa, foi assassinado neste domingo (29), a 14 km de Porto Nacional, sentido a Monte do Carmo, às margens da TO-255. Testemunhas disseram à Polícia Militar que o crime ocorreu após uma discussão envolvendo algumas pessoas que seriam integrantes do Movimento Sem-Terra.

Segundo testemunhas, o agricultor havia plantado feijão numa chácara e um grupo do movimento teria invadido a área e estaria destruindo a plantação.

A PM informou que, por volta das 17h, Dias foi ao local e procurou a líder do movimento. Ele estaria armado com um facão. Após uma discussão, um membro do MST teria disparado três vezes contra a vítima.

Mesmo ferido, Dias voltou para o carro na tentativa de sair do local, mas não resistiu. Os Bombeiros foram chamados, porém a vítima já estava sem vida. A PM disse que fez buscas no local, mas não encontrou nenhum suspeito.

Martin da Garapa era conhecido na cidade. Nos fins de semana, vendia os produtos agrícolas no mercado municipal.

G1 Tocantins

Agricultor é eletrocutado enquanto roçava matagal no norte do Tocantins

Segundo a polícia, o fio da roçadeira enrolou em um fio solto de energia que estava caído. Jânio Silva, de 29 anos, morreu no local.

O agricultor Jânio Silva Fernandes, de 29 anos, morreu após levar um choque nesta terça-feira (6). Segundo a Polícia Militar, ele roçava um matagal, às margens da TO-201, em Axixá do Tocantins.

O fio da roçadeira enrolou em um fio de energia que estava caído ao chão e o trabalhador foi eletrocutado.

O caso aconteceu perto da casa onde o agricultor vivia. A polícia informou que uma ambulância foi chamada, mas quando chegou ao local, a vítima já estava morta.

G1 Tocantins

Imagem ilustrativa

Agricultor acusado de matar mulher e forjar bilhete de despedida é condenado 10 anos depois do crime

José Francisco terá que cumprir uma pena de 13 anos de prisão. Crime aconteceu em 2007; homem confessou que matou porque não aceitava fim do relacionamento.

O agricultor José Francisco Borges foi condenado a 13 anos de prisão por matar a mulher Maria da Conceição de Sousa e forjar um bilhete de despedida com o objetivo de não levantar suspeita. O Tribunal do Júri foi realizado nesta terça-feira (12), mais de 10 anos depois do crime, que foi cometido em fevereiro de 2007.

Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual, o agricultor matou a mulher porque não aceitava o fim do relacionamento. Na época, ele enterrou o corpo em um lote baldio e forjou um bilhete de despedida. Nele, havia a informação de que a vítima tinha ido embora e o pedido para que a família cuidasse de dois filhos pequenos.

O inquérito policial chegou a ser arquivado por falta de provas, mas no início deste ano, uma pessoa procurou a polícia e disse que escreveu o bilhete a pedido de José Francisco. A perícia confirmou que a caligrafia da testemunha é correspondente com a do bilhete.

Depois disso, o inquérito foi reaberto. Em maio deste ano, o acusado foi preso em Goiânia.

O agricultor foi condenado a 13 anos de prisão pelo homicídio. Ele ainda deverá pagar R$ 50 mil por reparação de danos à família da vítima. Já pela ocultação de cadáver, José Francisco recebeu pena de um ano, mas ela foi extinta, por causa do período de 10 anos entre o homicídio e a denúncia do Ministério Público.

G1 Tocantins.