Acusado de tentar matar ex-namorada com golpes de facão será levado a júri popular

Crime aconteceu em novembro do ano passado, após vítima sair de um show em Araguaína. Milena Abreu ficou com o rosto desfigurado.

Divino da Silva Marinho, acusado de tentar matara namorada com golpes de facão, vai ser levado a júri popular. A decisão foi tomada nesta terça-feira (27) pela 1ª Vara Criminal de Araguaína. 

O crime ocorreu no dia 15 de novembro do ano passado, quando Milena Abreu de Moura estava saindo de um show realizado para comemorar o aniversário de Araguaína.

A data do julgamento ainda não foi divulgada. Na decisão, o juiz Francisco Vieira Filho disse que o laudo de exame pericial demonstra que houve crime contra a vida. A vítima foi agredida com vários golpes de facão, que desfiguraram o rosto dela.

O crime foi praticado porque o acusado não aceitava o término do relacionamento, segundo Milena.

Conforme o juiz, caberá aos jurados definirem o real motivo da agressão e se houve motivo torpe. Ele afirmou ainda, na decisão, que é possível que o fato tenha sido praticado por causa da condição de sexo feminino da vítima, fato que qualifica o crime.

Milena Abreu foi agredida com golpes de facão (Foto: Divulgação)

Crime

A tentativa de homicídio aconteceu no final da Avenida Via Lago, próximo de uma ponte, em novembro do ano passado. A jovem Milena Abreu de Moura, de 18 anos, foi agredida no rosto com golpes de facão.

Ela foi socorrida pelos Bombeiros com fraturas expostas na mandíbula e mão direita. Também apresentava ferimentos nos braços e pernas. A jovem foi levada para o Hospital Regional de Araguaína em estado grave.

Uma tia da vítima contou que o homem estava inconformado com o término do relacionamento. Conforme a polícia, o suspeito é ex-presidiário do presídio Barra da Grota, onde cumpriu pena por roubo.

G1 Tocantins

Acusado de matar dono de postos de combustíveis é julgado por mais de 12 horas

Alan Sales Borges é o principal suspeito de ter atirado e matado Wenceslau Gomes Leobas, ainda em 2016. Julgamento em júri popular está sendo realizado em Porto Nacional.

Está sendo realizado em Porto Nacional, a 52 quilômetros de Palmas, o julgamento de Alan Sales Borges. Ele é acusado de matar o empresário do ramo de combustíveis Wenceslau Gomes Leobas, ainda em 2016.

O júri popular começou durante a manhã desta segunda-feira (19) e dura cerca de 12 horas. A expectativa da promotoria é de que termine apenas na madrugada desta terça-feira (20).

As cinco testemunhas de acusação terminaram de ser ouvidas apenas no final da tarde, após a pausa para o almoço. Durante a noite foram ouvidas as cinco testemunhas da defesa e depois o acusado.

Um novo recesso deverá ocorrer às 22h. Depois disso, acusação e defesa farão um debate que deve durar por pelo menos mais cinco horas.

Wenceslau Leobas foi morto em Porto Nacional (Foto: Divulgação)

Entenda

Borges é acusado de ser o executor do crime e ter atirado contra a vítima. O homicídio aconteceu no momento em que o empresário de 77 anos saía de casa.

Por causa disso, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu a condenação dele por homicídio com o agravante de ter dificultado a defesa da vítima, que foi pega de surpresa e desprevenida.

O outro suspeito de envolvimento na morte era José Marcos de Lima, encontrado morto dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas em 2017, enquanto aguardava julgamento. Ele teria dirigido o carro de fuga após o crime. 

Investigações da polícia apontaram que a morte teria sido contratada por Eduardo Augusto Rodrigues Pereira, que também é dono de postos e na época do crime era presidente do sindicato dos revendedores de combustíveis.

Duda Pereira, como é conhecido, chegou a ser preso depois de passar quatro meses foragido, mas foi solto após uma liminar do Tribunal de Justiça.

O crime teria acontecido porque Leobas não aceitava participar de um cartel para alinhar o preço dos combustíveis vendidos.

De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público, Wenceslau Leobas, pretendia abrir um estabelecimento em Palmas. A intenção era praticar os mesmos preços do combustível vendido em Porto Nacional.

O crime

Wenceslau Leobas morreu aos 77 anos, no dia 14 de fevereiro após ficar 17 dias internado. Ele foi baleado em Porto Nacional no dia 28 de janeiro, no momento em que saía de casa para trabalhar.

No mesmo dia da tentativa de homicídio, dois suspeitos foram presos. A polícia disse que um deles chegou a confessar a participação no crime.

Os dois acusados de executar o crime Alan Sales Borges e José Marcos de Lima iriam a júri popular, mas José Marcos foi encontrado morto dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP) na manhã do dia 3 de março deste ano.

No mês de junho do ano passado, o juiz aceitou a denúncia contra Duda. Ele é acusado de ser o mandante do crime. Segundo o promotor Abel, o processo contra o Duda corre separadamente.

A audiência de julgamento dele já estava marcada para o mês de maio. Na época, Duda disse que estava sendo acusado injustamente.

Eduardo Pereira também é investigado a respeito de um suposto cartel nos postos de combustíveis em Palmas. Duda é apontado como comandante do cartel.

Em uma conversa telefônica gravada pela Polícia Civil, com autorização da Justiça, ele fala com Neizimar Cabral (a quem chama de Leidimar), chefe de fiscalização do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) no Tocantins, e chega a ameaçar um dos fiscais. Durante a conversa, Cabral promete que irá mudar o fiscal.

G1 Tocantins

Marido acusado de matar cabeleireira no Tocantins vai a júri popular

Aldenir Alves Teixeira está preso desde outubro de 2016, pela suspeita de matar e enterrar a esposa em uma chácara. O suspeito vai a júri nesta segunda-feira (19), em Araguaína.

O suspeito de matar a cabeleireira Edilene Oliveira da Silva, de 30 anos, marido dela, vai a júri popular nesta segunda-feira (19), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Araguaína, norte do estado.

O suspeito Aldenir Alves Teixeira está preso desde outubro de 2016, pela suspeita de matar e enterrar a esposa em uma chácara, na zona rural de Araguaína.

O crime contra Edilene Oliveira da Silva ocorreu em julho de 2016, após uma discussão entre o casal.

O corpo da cabeleireira só foi encontrado dois meses depois, quando o suspeito levou a polícia no local.

Entenda

O corpo da cabeleireira Edilene Oliveira da Silva foi encontrado em outubro de 2016. O corpo estava enrolado em um colchão dentro de um buraco de aproximadamente 30 centímetros de profundidade.

A polícia informou que o Alves tentou enganar a polícia se passando por vítima. Ele teve a prisão decretada como principal suspeito de matar a própria mulher e foi levado para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA).

Edilene era dona de um salão de beleza em Araguaína. Segundo a polícia ela foi vista pela última vez com o ex-marido Aldenir Alves Teixeira, após voltarem de uma viagem no Maranhão.

G1 Tocantins

Acusado de matar ex-mulher após fim do casamento é condenado a 12 anos

Raimundo Alves de Oliveira, de 68 anos, foi julgado pelo assassinato de Raimunda Ferreira de Oliveira, de 64. Eles foram casados por quase 50 anos.

Raimundo Alves de Oliveira, de 68 anos, foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado.

Ele é acusado do assassinato da ex-mulher, Raimunda Ferreira de Oliveira, que tinha 64 anos na época do crime.

Ela foi morta com três tiros e Raimundo teria tentado cortar o próprio pescoço após fazer os disparos. A motivação seria o fim do casamento de 49 anos.

A decisão de que Raimundo deve ser considerado culpado pelo crime é do júri popular, mas o tamanho da pena foi determinado por um juiz.

Os jurados ouviram 12 testemunhas do caso antes de declararem a culpa do ex-marido. Inicialmente, o regime de prisão dele será fechado.

Ele deve ser levado para o presídio Barra da Grota, em Araguaína.

Raimundo e Raimunda ficaram por quase cinco décadas juntos e tiveram quatro filhos. A união tinha chegado ao fim dois meses antes do crime. Raimunda havia saído de casa.

No dia 25 de janeiro, Raimundo foi até a nova casa dela, na rua das Amoeiras no setor Araguaína Sul II.

Ele deu três tiros na ex-companheira e tentou se matar cortando o pescoço com uma faca. Os vizinhos ainda tentaram socorrer Raimunda, mas ela não resistiu e morreu.

Raimundo foi socorrido por uma ambulância e levado ao Hospital Regional de Araguaína.

G1 Tocantins

Acusado de matar família de ciganos no Tocantins é condenado a mais de 76 anos de prisão

Carlos Alberto teria financiado o crime fornecendo dinheiro e até as armas, segundo o Ministério Público. O crime aconteceu em 2012; quatro pessoas foram assassinadas.

Carlos Alberto Pereira, conhecido como Carlos Cigano, acusado de executar quatro pessoas em julho de 2012 em Araguaína, foi condenado a mais de 76 anos de prisão. O Júri Popular foi realizado no auditória da OAB da cidade, de portas fechadas, nesta quarta-feira (13).

Três das vítimas pertenciam a uma família de ciganos. Em 2015, o outro acusado Cícero Romão Batista Pereira foi condenado a 76 anos de prisão pelo mesmo crime.

Segundo o Ministério Público, Carlos Cigano teria financiado o crime fornecendo dinheiro e até as armas que foram usadas nos assassinatos. As vítimas são Rangel da Silva Lima, José Feitosa Pereira, Francisca Marahana Pereira Batista e Felix Guida dos Santos.

“As quatro pessoas que foram vitimadas foram atingidas em decorrência de engano, pois a vontade dele era atingir outras pessoas envolvidas numa matança de mais de 24 pessoas em mais de três estados diferentes, uma briga de família”, afirmou o promotor de Justiça, Paulo Alexandre Rodrigues.

Na votação do Júri, foram quatro votos a favor da condenação e três pela absolvição. A defesa disse que vai recorrer da decisão. “Não há nenhuma dúvida que esta decisão será anulada porque a lei determina que decisão contrária à prova dos autos deve ser anulada”, explicou o advogado Wendel Oliveira.

O crime aconteceu no setor Nova Araguaína. Conforme a denúncia, Carlos Alberto e Cícero teriam chegado em uma camionete e atirado contra um grupo de homens que jogava baralho na frente de uma casa.

Minutos depois, uma mulher grávida de gêmeos e o marido dela também foram executados. Três das quatro vítimas pertenciam a uma família de ciganos. As investigações apontaram que Cícero Romão queria vingar a morte da mãe dele, assassinada no Pará por ciganos. 

G1 Tocantins

Agricultor acusado de matar mulher e forjar bilhete de despedida é condenado 10 anos depois do crime

José Francisco terá que cumprir uma pena de 13 anos de prisão. Crime aconteceu em 2007; homem confessou que matou porque não aceitava fim do relacionamento.

O agricultor José Francisco Borges foi condenado a 13 anos de prisão por matar a mulher Maria da Conceição de Sousa e forjar um bilhete de despedida com o objetivo de não levantar suspeita. O Tribunal do Júri foi realizado nesta terça-feira (12), mais de 10 anos depois do crime, que foi cometido em fevereiro de 2007.

Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual, o agricultor matou a mulher porque não aceitava o fim do relacionamento. Na época, ele enterrou o corpo em um lote baldio e forjou um bilhete de despedida. Nele, havia a informação de que a vítima tinha ido embora e o pedido para que a família cuidasse de dois filhos pequenos.

O inquérito policial chegou a ser arquivado por falta de provas, mas no início deste ano, uma pessoa procurou a polícia e disse que escreveu o bilhete a pedido de José Francisco. A perícia confirmou que a caligrafia da testemunha é correspondente com a do bilhete.

Depois disso, o inquérito foi reaberto. Em maio deste ano, o acusado foi preso em Goiânia.

O agricultor foi condenado a 13 anos de prisão pelo homicídio. Ele ainda deverá pagar R$ 50 mil por reparação de danos à família da vítima. Já pela ocultação de cadáver, José Francisco recebeu pena de um ano, mas ela foi extinta, por causa do período de 10 anos entre o homicídio e a denúncia do Ministério Público.

G1 Tocantins.

Campeão do UFC é acusado de estrangular funcionário de academia

O inglês Michael Bisping teria se irritado com o jovem que guardou um peso que ele estaria usando.

Segundo o site norte-americano “TMZ”, o lutador Michael Bisping, campeão dos pesos-médios do UFC, está respondendo a um processo judicial na Corte Superior da Califórnia por suposta agressão. O atleta britânico teria estrangulado o jovem Antonio Georgakopoulos, de 19 anos, que trabalha na academia “24-Hour Fitness”. O caso teria acontecido no último dia 31 de julho.

O funcionário teria guardado um peso que Bisping estava usando. O lutador não gostou e partiu para a agressão. De acordo com o processo, o campeão do Ultimate teria xingado Antonio de “idiota” e “babaquinha”, além de ter esticado o braço direito do rapaz e o esganado por cerca de três segundos. A polícia chegou a ser acionada, mas não prendeu ninguém.
Noticias ao Minuto

Marido acusado de matar professora de teatro em 2010 enfrenta júri popular

Corpo da vítima foi encontrado na estrada para a praia do Prata, em Palmas. Crime aconteceu após mulher descobrir empréstimos feitos pelo marido no nome dela.

Está sendo jugado nesta terça-feira (24) no fórum de Palmas o marido da professora Elizabeth Contini Abílio. João Abílio é acusado de ter matado a mulher em julho de 2010. O corpo da vítima foi encontrado na estrada para a praia do Prata, com mãos e pés amarrados, e enrolado em uma lona. O julgamento em júri popular começou pela manhã e continua durante a tarde.

Conforme investigação da polícia e a denúncia do Ministério Público Federal, o crime aconteceu porque a professora descobriu que o marido fazia empréstimos bancários no nome dela para bancar festas e amantes.

Se for condenado, o réu pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. Independentemente do resultado do julgamento desta quarta-feira, os envolvidos podem recorrer da decisão.

Em entrevista à TV Anhanguera, João Abílio negou as acusações e disse não saber quem matou a professora. Segundo o réu, há várias falhas no laudo da perícia científica. A defesa dele contratou um perito particular para fazer uma análise do laudo oficial da polícia.

Elizabeth dava aulas de teatro no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho, em Palmas.

G1 Tocantins

Professor acusado de estupro é inocentado após ser demitido e ficar um ano preso

Homem foi denunciado em 2015 e foi exonerado da escola onde trabalhava. Caso foi registrado em Figueirópolis, na região sul do Tocantins.

O professor acusado de abusar sexualmente de uma menina de 10 anos em Figueirópolis, no sul do Tocantins, foi absolvido pelo Tribunal de Justiça do Tocantins. Geová Rodrigues Ribeiro ficou cerca de um ano preso na Casa de Prisão Provisória de Gurupi. Ele foi denunciado em 2015 por uma coordenadora da Escola Municipal Dr. Pedro Ludovico Teixeira.

Na época, a mulher contou que viu o professor em atitude suspeita e informou o caso à família da menina e ao Conselho Tutelar do município. Os abusos teriam acontecido na casa do professor e foram investigados pela Polícia Civil.

“Quando eu olhei para o lado, eu vi a aluna sentada em cima da caixa de som, em uma posição bem próxima a ele [o professor]. Eu achei estranho e pedi para ela sair de cima da caixa […] depois, voltei e fui conversar com a aluna sobre a caixa de som. Aí foi quando ela começou a chorar”, disse a coordenadora na época.

Ribeiro havia sido condenado pelo juiz de primeira instância, mas recorreu ao tribunal. Ele foi exonerado da escola Pedro Ludovico Teixeira, onde trabalhava como servidor efetivo.

Na decisão, a desembargadora Jacqueline Adorno afirma que apesar de existirem fortes indícios de que abusos foram praticados, “não há provas robustas” que comprovem o crime. Além disso, a vítima e uma testemunha mudaram as versões durante audiências na Justiça.

“Se por um lado não estou convicto quanto a certeza da inocência, por outro, não nos parece certeiro a prática dos fatos pelo réu […] havendo elementos indiciários para a condenação, mas não sendo estes suficientes, fazendo restar a dúvida, penso que a melhor solução será, indiscutivelmente, absolver o acusado”, diz a decisão.

Também na época dos fatos, um exame de conjunção carnal feito na criança deu negativo. Ainda na decisão, a desembargadora afirma que o laudo pericial feito sobre o caso apontou “conclusões subjetivas.”

G1/TO

Dentista é preso acusado de matar a ex-namorada, grávida de três meses

Corpo dela foi encontrado carbonizado em Vassouras, no centro-sul fluminense.

Um dentista de 33 anos foi preso neste domingo, 25, pela Polícia Civil do Rio sob suspeita de matar a ex-namorada, que estaria grávida dele e estava desaparecida desde a última quinta-feira, 22. O corpo dela foi encontrado carbonizado em Vassouras, no centro-sul fluminense. O suspeito foi detido em casa, em Botafogo.

Segundo a polícia, Thiago Medeiros conheceu a farmacêutica Nathalie Rios Motta Salles em 2008 e começaram a namorar. Depois romperam o relacionamento, mas continuaram se encontrando. Nathalie, de 37 anos, engravidou há três meses e Thiago seria o pai.

Atualmente noivo de uma médica, o dentista teria tentado, sem sucesso, convencê-la de abortar. Na última quinta-feira, Nathalie saiu de uma de suas farmácias, na Tijuca, por volta de 16h30, e foi de metrô da estação Saens Peña até o Flamengo onde encontrou o ex-namorado.

Segundo o depoimento de Thiago, que durou mais de 10 horas, a farmacêutica entrou no carro dele e começaram a trafegar pelo Rio. Então, Nathalie teria pedido para desembarcar no Aterro do Flamengo e que ele a teria deixado no local pedido. A partir daí, Nathalie não foi mais vista.

Até o momento a polícia não encontrou provas de que Thiago deixou de fato a ex-namorada no Aterro do Flamengo, como imagens gravadas por câmeras de segurança da região.

O dentista alega que, após ter deixado a ex-namorada, viajou para Vassouras, onde a família dele mora e onde mantém um consultório odontológico.

Na sexta-feira, 23, policiais encontraram um corpo carbonizado dentro de uma pilha de pneus, em um lugar ermo a cerca de dez quilômetros do centro de Vassouras. Embora o cadáver tenha ficado irreconhecível e os dentes sido arrancados, os brincos e partes da roupa estavam intactos e foram reconhecidos por familiares da farmacêutica como sendo dela.

Com base nos indícios, a Polícia Civil pediu neste domingo a prisão temporária de Medeiros, autorizada pela Justiça. Ele foi detido em casa. A reportagem não conseguiu localizar representantes do dentista, que pudessem emitir sua versão sobre o caso. Com informações do Estadão Conteúdo. 

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