Quadrilha fraudava documentos para conseguir a concessão de benefícios

A Polícia Federal, em força-tarefa conjunta com a Assessoria de Pesquisa Estratégica da Previdência, deflagrou na manhã desta quinta-feira (06) a operação Imperador, com o objetivo de desmantelar organização criminosa que estaria atuando em fraudes contra o INSS em todo território nacional.

Cerca de 60 policiais federais estão cumprindo, em três estados, 12 mandados de prisão, dois de condução coercitiva e oito de busca e apreensão. As medidas serão acompanhadas por seis servidores da Previdência Social.

A investigação, que teve início há cerca de três anos, identificou um enorme esquema de recebimento irregular de benefícios assistenciais em diferentes estados, a partir de documentação falsa originária dos Estados do Piauí e Maranhão.

Durante as investigações, foi apurado que os integrantes da organização criminosa estariam utilizando registros de nascimentos e identidades falsas (com dados inexistentes), para instrução e concessão de requerimentos de benefícios assistenciais e previdenciários juntos as Agências do INSS no Estado de Goiás e no Distrito Federal. Tais práticas delituosas resultaram no prejuízo atual para os cofres da Previdência Social de aproximadamente R$2,3 milhões. O prejuízo evitado, contudo, foi de aproximadamente R$ 9,3 milhões.

As diligências policiais identificaram que os investigados também estariam atuando em fraudes para obtenção de seguro desemprego, a partir da inserção de vínculos laborais fictícios.

O nome da operação faz alusão ao município de Pedro II, no Estado do Piauí, onde foi apresentado um grande número de certidões de nascimento falsas nos requerimentos junto à Previdência Social.(fonte:mais goiás notícias)

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