“Capoeira vai à escola” nasceu em 1985 e hoje atende 70 crianças e adolescentes. Objetivo é promover o desenvolvimento humano através do esporte.

Uma iniciativa do 2º tenente da policia Militar Izauro Cesar Teixeira do Santos (conhecido como Cabo Santos), vem ajudando a tirar crianças e adolescentes em situação de risco das ruas por meio da luta.

O 2º tenente da policia Militar Izauro Cesar Teixeira do Santos (conhecido com Cabo Santos).

É o Projeto “Capoeira Vai à Escola” da Associação de Capoeira Chapada da Lua, que nasceu em 1985 e hoje atende 70 crianças e adolescentes em Palmeirópolis, sendo 28 cadastradas.

O projeto contribui para a cidade afastando crianças e adolescentes do ócio, das drogas e da criminalidade.

Duas vezes por semana sendo segunda-feira e no sábado os garotos (as) têm a oportunidade de se dedicar ao esporte, na escola Carolina Maciel Barbosa em Palmeirópolis.

“Nem todos serão atletas, se nós formarmos grandes homens e mulheres, já está valendo”, disse Santos.

O projeto atende há treze (13) anos em Palmeirópolis e região, meninos e meninas de 7 a 25 anos e fornece aulas de MMA com as modalidades capoeira submisso e box. De acordo com o fundador do projeto, cabo Santos, os únicos requisitos para participar é que o interessado esteja matriculado em uma escola e cumpra as disciplinas estabelecidas.

O projeto contribui para a cidade afastando crianças e adolescentes do ócio, das drogas e da criminalidade.

“É um projeto de inclusão. É especialmente para crianças carentes, mas não fazemos distinção. Se uma criança que tenha condições financeiras quiser participar, aceitamos também. Entendemos que temos que incluir tanto os menos favorecidos, quanto os mais”, explicou professor Santos.

Segundo ele, o projeto é importante, pois consegue resgatar crianças e adolescentes que poderiam estar nas ruas mexendo com drogas.

A associação hoje atende 70 crianças e adolescentes em Palmeirópolis, sendo 28 cadastradas.

“O objetivo é diminuir a distância entre cada um, dos vícios que assola as famílias. O projeto contribui para a cidade afastando crianças e adolescentes do ócio, das drogas e da criminalidade, gostaríamos de fazer mais. Se essas crianças tiverem a opção de crescer longe do crime, é um ganho fundamental para a sociedade”, explicou o fundador cabo Santos.

Para ele, a luta vai além do fator esporte, podendo ser vista como uma ferramenta de educação e transformação social.

Objetivo é promover o desenvolvimento humano através do esporte

Ainda de acordo com ele, a ferramenta utilizada é o esporte, a luta, como uma ação complementar para a educação. “Também buscamos transformar o conceito de responsabilidade social, atingindo um maior número de pessoas e integrando classes sociais diferentes através do esporte.  Sabendo que nem todos serão atletas, se nós formarmos grandes homens e mulheres, já estaremos contribuindo bastante para a sociedade”, destacou.

Hoje o ‘Capoeira Vai a Escola’, tem a parceria da Dr. Flavia Prado que é médica e dentista em Palmeirópolis. Ela se disponibilizou a fazer parte da associação cuidando dos dentes de cada criança e adolescente que faz parte do Projeto.

O projeto atende há treze (13) anos em Palmeirópolis e região, meninos e meninas de 7 a 25 anos e fornece aulas de MMA com as modalidades capoeira submisso e box.  

No último sábado ela (Flávia) deu uma palestra sobre saúde bucal e entregou kits de higiene a cada criança e adolescente do Projeto.

Duas vezes por semana sendo segunda-feira e no sábado os garotos (as) têm a oportunidade de se dedicar ao esporte.

A ação aconteceu na igreja Presbiteriana da cidade. E na segunda-feira 13, teve a oportunidade de explicar na Câmara de vereadores o tema, “Capoeira Vai à Escola” da Associação de Capoeira Chapada da Lua, para que todos entendam e abracem a causa do professor Santos.

O projeto é importante, pois consegue resgatar crianças e adolescentes que poderiam estar nas ruas mexendo com drogas.

Da redação

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