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‘Depoimentos indicam que foi alguém da família’, diz delegado sobre bebê que morreu após estupro

Polícia ouviu 12 testemunhas, entre eles pais, avós, policiais e uma criança de 10 anos. Menina de 1 ano e 11 meses morreu após ter intestino perfurado; ela tinha hematomas nas partes íntimas.

A Polícia Civil começou a ouvir testemunhas para desvendar o caso da bebê de 1 ano e 11 meses, que morreu na noite da última segunda-feira (3) após ter o intestino perfurado. A suspeita é que a vítima tenha sido estuprada, já que apresentava hematomas nas partes íntimas. Segundo o delegado Túlio Motta, responsável pelas investigações, os depoimentos indicam que o suspeito do crime seja alguém da família.

Ao todo, 12 pessoas foram ouvidas nesta terça-feira (4), entre elas, os pais e avós da bebê, primos, policiais e uma criança de 10 anos. “Todos eles foram claros em dizer que a menina não tinha muito contato com pessoas estranhas. A criança não desgrudava da mãe, ficava no colo o tempo todo”.

A bebê morava com os pais, os avós e um primo de 10 anos, em Couto Magalhães. Na última quinta-feira (28), ela chegou a passar mal e os pais a levaram até um médico, que receitou medicamentos. Na segunda-feira, a bebê começou a sentir dores fortes na barriga.

A criança foi levada para o hospital de Couto Magalhães e depois foi encaminhada para Colinas do Tocantins, onde não resistiu. A equipe médica percebeu os hematomas nas partes íntimas e acionaram a polícia. O corpo foi levado para o IML de Araguaína, onde foram feitos exames.

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