Leidiene Pacheco levou um tiro após ser abordada por criminosos, no Jardim Aureny III em Palmas. Parentes e amigos fizeram orações e prestaram homenagens.

Foi enterrado na manhã desta sexta-feira (28) o corpo da empregada doméstica Leidiene Pacheco da Silva, de 33 anos, que morreu durante um assalto na última quarta-feira (26), no Jardim Aureny III, em Palmas. Ninguém foi preso. O enterro foi no cemitério Jardim da Paz, por volta das 10h.

Parentes e amigos fizeram um cortejo até o cemitério. Na despedida, eles realizaram orações e prestaram as últimas homenagens à vítima.

A família não consegue entender porque os criminosos que assaltaram Leidiene também a mataram. “Se fosse para roubar porque não levou a moto? Os bens materiais a gente constrói depois”, questionou a tia Elizabete Pacheco.

Leidiene Pacheco foi assassinada durante o assalto — Foto: Reprodução/Facebook

Leidiane foi abordada pelos criminosos ao reduzir a velocidade para passar pela rotatória entre as avenidas H e D. Segundo testemunhas, os criminosos estavam seguindo ela ao longo da avenida.

A Polícia Militar informou que ela foi assaltada por uma dupla que estava em outra motocicleta de cor preta. Depois de roubarem a bolsa, dispararam um tiro no braço que atingiu o tórax. Uma vizinha que não quis se identificar ouviu o disparo. “A gente estava em casa quando ouviu o barulho e um tiro.”

A vítima deixou três filhos. O menor de 11 anos mora com o pai. Ela criava sozinha os outros dois de 13 e 18 anos. “É muito triste, todo mundo foi pego de surpresa. A gente não esperava isso. Nós estamos esperando a Justiça”, diz o irmão Romildo Pacheco. 

G1 Tocantins.

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